Dicas do Primata #04 – Fertilizantes Orgânicos

Dicas do Primata #04 – Fertilizantes Orgânicos

Os fertilizantes orgânicos sólidos e líquidos, são todos aqueles materiais de procedência vegetal ou animal que podem ser utilizados para fertilizar os solos como um todo e assim adubar as culturas.

Eles devem ter alto valor agregado e baixo custo de aquisição e produção.

Eles podem ser produzidos a partir de matérias primas próprias ou adquiridas de terceiros e se diferenciam dos adubos convencionais pela sua atividade e atuação sobre o solo, as plantas e o ambiente, onde normalmente tem efeitos positivos como um todo, produzindo menores impactos que os convencionais.

Os produtos orgânicos a serem utilizados para a fertilização não podem ser provenientes de resíduos contaminados por metais pesados e componentes químicos tóxicos.

Um ótimo fertilizante orgânico é o biochorume produzido por uma composteira. Se não tem tempo para produzir seu próprio fertilizante e preferir adquirir um biochorume de qualidade certa, indico o do pessoal da Organic Society, que também trabalham com húmus, minhocas californianas e muito mais!

Por Grow Bia Primata Haze

Dicas do Primata #02 – O que é pH?

Dicas do Primata #02 – O que é pH?

Você sabia que o pH nada mais é que a medida utilizada para descrever o equilíbrio entre acidez e a alcalinidade do solo?

Lembre que seja seu cultivo indoor ou outdoor, o que vai prevalecer é o equilíbrio rítmico do sistema. Além do oxigênio e do dióxido de carbono na respiração e transpiração celular a planta necessita de uma dieta rica e balanceada. (Falamos sobre respiração celular no post anterior) Ou seja, a sua fonte de energia estará no solo. Por isso é bom ter um solo rico em nutrientes para atender todas as necessidades metabólicas da planta. O solo pode conter os mais variados substratos orgânicos e inertes.

Você deve estar me perguntando e o que tem haver o pH com essa história???

É necessário respeitar o ritmo natural dos processos orgânicos que ocorrem nas misturas dos elementos. Os substratos compostos no solo podem levar semanas até meses para serem absorvidos pelas plantas.

Pronto parceiro, chegamos ao pH.

Nesse processo ocorre grande oscilação do pH. Toda mistura que leve substrato devem DESCANSAR ANTES DE SER USADO. Se você é um bom amante da leitura, assim como eu, já deve ter sacado que o pH exerce influência direta sobre a nutrição da planta.

ESTA É UMA DICA DE OURO:

Antes de tentar diagnosticar qualquer sintoma ou deficiência por fotos nas redes sociais. É MUITO IMPORTANTE VERIFICAR O PH. A maior probabilidade e seus nutrientes estejam no solo, mas o pH está interferindo diretamente na absorção dos mesmos.

Por Grow Bia Primata Haze

Fontes de pesquisa: SAÚDE PELAS PLANTAS, 1990 / CERVANTES.J, 2007 / VIDAL.S, 2010

Dicas do Primata #01 – Gás Carbônico e Oxigênio

Dicas do Primata #01 – Gás Carbônico e Oxigênio

Você sabia…

Que as plantas utilizam nos seus processos metabólicos o dióxido de carbono e oxigênio?

Através de conjunto celular denominado ESTOMATOS, localizado nas folhas, estas estruturas realizam uma função complexa de passagem de gás carbônico (CO2), oxigênio (O2).

No período diurno a planta absorve CO2 elimina O2 e vapor de água.

Na sua fase noturna é o único momento em que a planta consome mais O2 do que CO2.

Compare os estômatos como os nossos pulmões, elas são responsável pela respiração da planta e sua transpiração.

Cervantes afirma que se deve limpar as folhas com certa frequência, caso suas plantas estejam exposta a muita poeira.

Vidal 2010 completa. “Também é importante limpar as folhas após terem sido pulverizadas com inseticida ou fertilizantes, pois esse produto deixa uma película que atrapalha o seu funcionamento correto”.

Por Grow Bia Primata Haze

Guia de Cultivo de Autoflorescentes – Canteirinho do Kiu Tiano #RMB

Guia de Cultivo de Autoflorescentes – Canteirinho do Kiu Tiano #RMB

Por muitas razões plantas autoflorescentes (ou automáticas) ganharam muitos fãs nos últimos anos. As autoflorescentes são fáceis de cultivar, rápidas e são excelente para cultivadores inexperientes. Por outro lado, requerem algumas condições e cuidados diferentes das não autoflorescentes (ou fotodependentes).

A germinação de autoflorescentes é semelhante a qualquer outra variedade. Toda a vida de plantas autoflorescentes esta entre 75 e 110 dias dependendo da variedade e condições de crescimento escolhidas. Para colhê-las segue o padrão habitual. O fim do pré-florescimento (quando começam aparecer as primeiras flores) demora cerca de 15 a 18 dias e daí levará cerca de dois meses até que estejam em sua maturação ideal. É melhor verificar os tricomas para definir o melhor momento da colheita. A sua altura pode variar de entre 45 a 120 centímetros, no caso de variedades mais altas.

O fotoperíodo de 20/04 é muito importante. Para o bom resultado a planta deve receber (20h luz X 4 horas de escuridão por dia) durante todo ciclo de vida. Isso não quer dizer que 18h de luz por dia não vai bem, mas 20h de luz por dia acelera o metabolismo de maturação e leva ao mesmo tempo a uma maior produção. O que não é adequado é utilizar abaixo de 12 horas de luz/dia no florescimento, pois seu metabolismo desacelera e diminui o ritmo da produção. Você pode usar o substrato habitual. Quanto melhor for o solo, melhor para a planta. A partir de seis litros de solo, as plantas terão o suficiente espaço para se desenvolver.

1- Não se deve realizar transplantes. O ciclo de crescimento das autoflorescentes é extremamente curto e um transplante só servirá para causar um atraso substancial, causando uma produção insuficiente de flores.

2- As autoflorescentes não devem sofrer podas pois não terão tempo para se recuperar, diminuindo assim a produção. Com um período vegetativo tão curto elas não têm tempo para recuperar os ramos perdidos na poda.

3- Além disso, autoflorescentes não podem ser clonadas!

Por suas características especiais essas plantas necessitam de cuidados diferentes das outras variedades. Para explorar melhor as qualidades de plantas autoflorescentes é recomendável cultivá-las dentro de casa (indoor) com luz artificial. No seu interior, com o uso de 20 horas de luz/dia, o metabolismo de uma planta recebe o dobro da potência. Ao ar livre, com fotoperíodo alto funciona bem e, se for possível complementar o tempo de iluminação será melhor, pois o ciclo de vida destas plantas é sempre o mesmo (com ligeiras variações de uma cultura para outra, ou em diferentes condições, é claro). Se plantada muito cedo ou até mesmo em um tempo frio, a planta cresce menos, pois se desenvolve apenas durante o período de vegetativo, que dura entre 15 e 18 dias. Portanto com um clima bom temos mudas de um tamanho mais adequado a uma produção maior. Posteriormente vem o pré-florescimento, período em que a planta estica (estiola) para gerar ramos para abrigar seus botões (camarões ou buds).
Com alguns exemplares de automáticas ocorre também o pré-florescimento com o frio e as mudas resultantes serão muito pequenas com apenas 20 centímetros.

Na realidade, existem algumas diferenças específicas entre as “autos” e “não autos”. Que florescem com a diminuição do fotoperíodo, e as automáticas não, florescem por idade biológica, podendo algumas florir por condições ambientais. De resto, as características, que não têm nada a ver com o ciclo, são as mesmas que outras plantas de cannabis. Tal como acontece com outras variantes, as autoflorescentes, tendo os cuidados e o carinho, responderão muito bem.

OBS: Automáticas de quinta geração em diante fazendo poda fim e main lining aumenta a produção até mais que as técnicas de LST.

Texto publicado na 7ª Edição da Revista Maconha Brasil. Para assinar a #RMB e ter acesso a muitas outras dicas entre em contato pelo e-mail assinatura@revistamaconhabrasil.com.br.

Por Kiu Tiano

Indica, Sativa e Híbrida, você sabe diferenciar?

Indica, Sativa e Híbrida, você sabe diferenciar?

Há alguns anos atrás, poucas pessoas provavelmente diriam que tipo de variedade foi fumada com base na sua fumaça, aparência ou cheiro, mas com o tempo muitas pessoas já o reconhecem. As diferenças na aparência das plantas são mais difíceis de ver quando estão fortemente carregadas com resina, mas o cheiro será sempre um diferencial. Muitas pessoas ainda têm dificuldade em distinguir entre sativa e indica, quanto mais agora com a grande introdução de “variedades híbridas” com infinitas possibilidades de efeitos.

Para ajudar lhe ajudar a diferenciar ai vão algumas dicas:

Sativa

Normalmente as Sativas crescem mais altas que as variedades Indicas que são originárias de áreas ao redor do Equador e em países como Colômbia e Tailândia, entre outros. A maioria das cepas sativas oferecem uma onda estimulante e criativa, permitindo que quem tiver utilizado possa ser produtivo durante todo o dia, se necessário. O sentimento de euforia que existe dentro da maioria das cepas sativas combinada com um sabor frutado como a Marley Natural Gold muito procurada entre os conhecedores da erva. Se você está procurando por algo para substituir o café, então deve seguir as variedades sativas.

Híbrida

Os cultivadores experientes colocaram as mãos à obra para cruzar cepas obtendo os benefícios tanto das plantas sativas como das indicas. Estas variedades podem variar a percentagem de cada uma, em alguns casos, são cinquenta por cento e a variedade pode proporcionar benefícios equilibrados de cada estirpe. Na maioria dos casos, os fumantes precisam saber sobre sua história genética ou seus efeitos para ver para que lado esta o híbrido, se é mais sativa ou indica. As cepas que se encaixam nessa descrição seriam a AK-47 e a Purple Alien OG, ambas oferecem uma combinação de relaxamento e felicidade.

Os efeitos que as cepas oferecem também podem ser diferentes dependendo da pessoa que consome. Enquanto a OG Kush deixa você querendo ficar só no sofá há quem diga que se sente eufórico, produtivo e muito bem para sair após consumir a variedade.

Indica

As Indicas tendem a crescer menos e podem ser encontradas nas regiões mais altas, como Afeganistão e Marrocos. Elas oferecem uma sensação mais “chapante”, como muitos provavelmente já ouviram falar ou sabem, muitos médicos receitam essa variedade para os benefícios contra a dor. A maioria dos fumantes encontram nas indicas o relaxamento ideal para depois de um dia de trabalho duro. Pode ter um cheiro frutado às vezes, mas principalmente tem um cheiro de pinho e geralmente muito picante. Cepas, como a Afghani Kush e Grand Daddy Purple são exemplos de variedades  que oferecem um grande efeito relaxante.

Fonte: lamarijuana

Pin It on Pinterest