por DaBoa Brasil | jun 7, 2019 | Cultivo
O Super Cropping, ou traduzido como “Super Colheita”, é uma técnica de cultivo que, quando aplicada, aumenta os rendimentos de uma planta entre 15 e 20%. É também chamada de HST, sigla de High Stress Training ou “Treinamento de Alto Estresse”. Basicamente, consiste em reduzir o crescimento vertical de uma planta ao dobrá-la, mas a tal ponto que as fibras do caule são rompidas. Vamos explicar com mais cuidado para que você entenda melhor.
Praticamente todas as plantas de cannabis contam com uma apical dominante que recebe o maior fluxo de energia. As auxinas produzidas possuem um inibidor de crescimento que impede que qualquer ramo inferior o exceda em altura. E na apical de cada rama, a mesma coisa acontece com as ramas secundárias. Como se fosse uma ordem hierárquica.
Mas se essa apical for suprimida ou colocada em um nível mais baixo que as ramas inferiores, cada apical das ramas inferiores começarão a receber um maior fluxo de energia e competirão entre elas para ser a apical dominante. Mas no Super Cropping não há poda, e assim como dissemos, dobra-se a rama, até praticamente partir o caule, mas com nuances.
A estrutura interna do caule é formada pelo xilema, o floema e câmbio, que são responsáveis pelo transporte de líquidos e minerais das raízes para as folhas. Quando dobramos um caule cuidadosamente até percebermos como as fibras internas se rompem, interromperemos momentaneamente esse transporte de água e nutrientes, favorecendo o fluxo para outras áreas.
Essas quebras nos caules se regeneram rapidamente, criando um calo circundante que mais tarde permite um maior fluxo de água, nutrientes e também hormônios. O resultado desta técnica nas ramas ao longo da fase de crescimento será uma planta de tamanho contido, com dezenas de robustas apicais em uma mesma altura. Este será o melhor suporte para a fase de floração, já que praticamente não fará com que os buds das apicais recebam sombra.
Vale lembrar que nem todas as genéticas respondem a essa técnica da mesma maneira. Em geral, as sativas e híbridos sativas são as que tendem a ramificar-se fortemente. As indicas tendem a ter menos ramificações e seu desenvolvimento é um pouco mais lento. Podemos simplesmente torcer o caule principal a meia altura assim que a planta tiver 6 ou 7 nós, aproximadamente na quinta a sexta semana de crescimento.
Sempre será melhor começar em uma ramificação quando essa técnica for usada pela primeira vez. Se passarmos do ponto e partimos uma rama inteira, será uma perda menor do que se o fizermos com a apical. Servirá simplesmente como um teste. Com o dedo indicador e o polegar segure o caule deixando no meio uma pequena seção de 1-2 cm. E dobre um pouco para a direita e para a esquerda, aumentando gradualmente a pressão. Notará como cada vez cede mais e mais. Esse será o momento de dobrar cerca de 100º até que as fibras internas se quebrem e o caule esteja pendurado. A casca deve permanecer intacta, sem ferida externa.
Isso deve ser feito com todas as ramas, finalmente obtendo uma planta forte, muito ramificada e com caules muito grossos. O Super Cropping é preferencialmente feito durante toda a fase de crescimento e nos primeiros dias da fase de transição. E como uma última dica, tenha uma fita especial para fazer curativos ou enxerto, se for o caso e ocorrer algum dano superficial.
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Pesquisa: La Marihuana
por DaBoa Brasil | maio 31, 2019 | Cultivo
As janelas não são um ambiente ruim para cultivar suas plantas. Claro, uma tenda de cultivo é preferível, mas nem todos podem ter. As sacadas fornecem uma boa iluminação e um ambiente caloroso, só precisa manter seu cultivo hidratado.
A cannabis é uma espécie de planta robusta e resistente, com uma capacidade extraordinária para crescer e se adaptar praticamente a qualquer lugar, desde as terras frias e duras da Rússia até os ambientes tropicais e úmidos no Equador.
Alguns cultivadores têm o luxo de poder cultivar em grandes tendas safras de sativas impressionantes, ou em enormes quartos, e outros têm hectares de terra fértil para colher seus buds. Mas outros não têm tanta sorte. Alguns possuem apenas um pequeno espaço no apartamento, muitas vezes sem uma varanda ou espaço ao ar livre. No entanto, isso não significa que você não pode cultivar erva.
COMO CULTIVAR EM UMA JANELA: O BÁSICO
É possível cultivar plantas de cannabis saudáveis e produtivas na sacada de uma janela. Esse ambiente fornece às plantas uma boa quantidade de luz natural e, embora seja estreito e pequeno, ainda é uma opção perfeitamente viável se você não tiver outra opção para cultivar. O cultivo em uma janela não é uma instalação ideal, obviamente, especialmente em termos de discrição. Se a luz solar atingir sua planta através do vidro da janela, é mais provável que as pessoas a vejam. O cultivo em sacadas de janela é recomendado em locais onde a maconha é legal. Mas se é sua única opção e acha que pode funcionar para você, então vale a pena tentar.
Aqui deixamos uma lista de dicas para iniciar seu cultivo de maconha na janela e obter os melhores resultados possíveis.
ESCOLHA O MELHOR LUGAR
Se o lugar que você mora só tem uma sacada, suas opções terminam aqui. Mas se tiver vários para escolher, coloque sua planta na janela que recebe a maior quantidade de sol durante o dia. Uma janela voltada para o leste ou sul é a melhor opção. Você deve evitar as janelas voltadas para o oeste o máximo possível, pois isso irá expor sua planta a um calor intenso e desidratante à tarde.
Se mora cercado por prédios altos que cobrem a luz direta do sol durante a maior parte do dia, pode pensar em usar iluminação adicional.
SELECIONE O VASO CORRETO
Você deve escolher o recipiente certo, que se adapte bem à sua janela. Como os parapeitos das janelas geralmente são estreitos terá que escolher um vaso estreito para que se encaixe completamente no espaço disponível. Mesmo assim, escolha um vaso alto, para que sua planta ainda tenha espaço suficiente para estender suas raízes. Um vaso de cerca de 2 litros será pequeno o suficiente para caber na maioria das janelas, mas grande o suficiente para abrigar plantas de um tamanho decente.
Outro fator importante a considerar ao cultivar em uma janela é a hidratação. É aqui que a seleção de vasos assume sua importância. Hoje existem vários tipos de vasos, procure o melhor para o seu caso, seja de feltro ou air pot. Também pode usar vasos com depósitos de água para garantir que sua planta tenha acesso a toda a água que precisa.
USE UM SUBSTRATO BEM NUTRIDO
Nem todos os substratos são iguais. Certifique-se de usar o melhor substrato que pode encontrar para o cultivo. Usando pequenos vasos significa que usará apenas uma pequena quantidade de substrato, então quanto mais concentrado estiver em nutrientes, melhor. Certifique-se de que o substrato que comprar seja rico e escuro e que esteja bem ventilado: nada de barro ou argila. Também deve conter todos os macronutrientes necessários (nitrogênio, fósforo e potássio), bem como os micronutrientes.
ESCOLHA VARIEDADES ADEQUADAS
Agora que você tem uma base para começar a cultivar da sua janela, é hora de escolher a variedade certa. As variedades autoflorescentes, ou automáticas, são fundamentais aqui. Essas linhagens crescem pouco em altura e possui um ciclo de crescimento rápido, o que significa que não precisarão ficar expostas a vizinhos bisbilhoteiros por muito tempo. Além disso, as variedades auto não precisam de uma mudança no ciclo de luz para iniciar o florescimento. E, por último, são conhecidas por suas genéticas robustas e fáceis de cultivar mesmo que seja um iniciante.
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Fonte: Royal Queen
por DaBoa Brasil | maio 30, 2019 | Cultivo
Quais são as vantagens e desvantagens de cultivar em ambientes fechados e ao ar livre? Vamos tentar resumi-los nesse post:
VANTAGENS DO CULTIVO OUTDOOR
– O sol é gratuito. As plantas de maconha crescem mais e as produções são maiores quando recebem muitas horas de sol. E especialmente os raios UVA, o que ajuda a aumentar a produção de resina e terpenos.
– Investimento mínimo. A maioria dos cultivadores pode fazer um composto durante todo o ano para a temporada de crescimento, e investir o mínimo possível em fertilizantes. Basta preencher um bom buraco com um composto e as plantas dificilmente exigirão muito mais.
– Uma única planta pode nos oferecer colheitas superiores a um quilo de buds secos. Isso é possível graças ao espaço ilimitado para o crescimento de suas raízes.
– Não requer um grande espaço. Uma simples varanda ou terraço permite o cultivo de pequenas variedades autoflorescentes quando não há uma horta, jardim ou guerrilha disponível para plantas maiores.
DESVANTAGENS DO CULTIVO OUTDOOR
– No outdoor você não pode cultivar durante todo o ano, apenas nos meses em que o clima permitir, e é geralmente na primavera e no verão. Em áreas próximas ao equador, pode ser cultivada durante todo o ano.
– Não podemos controlar o clima. Dias nublado, chuva, granizo, frio… A menos que cultive em uma estufa, as plantas estarão expostas ao tempo e nem sempre é favorável.
– Perigo de roubo ou denuncias. Os ladrões de plantas são uma praga cada vez mais difundida. Em 5 minutos eles podem fazer desaparecer o trabalho de vários meses. Há também aqueles intolerantes que podem denunciar se encontrarem uma planta em seu jardim ou varanda.
– Maior variedade de pragas. No outdoor os ataques que as plantas podem sofrer são incontáveis, desde pássaros e coelhos, até javalis selvagens. De aranha vermelha, tripes e mosca branca, a lagartas, gafanhotos e caracóis.
VANTAGENS DO CULTIVO INDOOR
– Total controle do clima. Com as facilidades de hoje em dia, poderemos manter uma temperatura e umidade ótima e constante, oferecer uma grande quantidade de horas de luz de alta intensidade e decidir quando as plantas começam a florescer com o controle do fotoperíodo.
– E como temos total controle do clima, podemos cultivar o ano todo sem interrupções. Com a variedade certa, pode obter 4 safras por ano. Se começar a partir de clones, até 6 safras por ano.
– Cultivos com a máxima discrição. O mais revelador da cannabis são os cheiros intensos na fase de floração. Com um simples filtro de carvão, nenhum vizinho próximo perceberá alguma atividade.
– Menos pragas. Você pode contar com os dedos de uma mão as pragas que afetam os cultivos indoor. Aranha vermelha, mosca branca, tripes, mosca do substrato e, excepcionalmente, o pulgão.
DESVANTAGENS DO CULTIVO INDOOR
– Grande investimento inicial. Entre a iluminação adequada, a ventilação, a tenda de cultivo, programadores, o termo-higrômetro… Irá adicionar um investimento importante para iniciar um cultivo indoor.
– Alto custo elétrico. Embora cada vez mais fabriquem equipamentos com menor consumo de energia elétrica, de exaustores a sistemas de iluminação, a verdade é que a luz está se tornando mais cara a cada dia. Mesmo assim, um autocultivo será sempre lucrativo.
– As pragas são mais agressivas. Embora em menos variedade, são mais complicadas de detectar, tratar e eliminar. Além disso, em um ambiente como de um armário, temperado e com umidade média, a maioria se reproduz muito rapidamente.
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Pesquisa: La Marihuana
por DaBoa Brasil | maio 29, 2019 | Cultivo
Você está cansado do sabor da sua maconha? Tá decepcionado com as variedades que prometem sabores de frutas, hortelã, chocolate ou baunilha? Neste post, oferecemos três maneiras simples de deixar sua erva mais saborosa do que você jamais sonhou.
Variedades como Blueberry, Bubba Kush ou Strawberry Cough prometem sabores de frutas doces e naturais, mas o sabor principal ainda é a erva. Se você gosta de um pouco de variedade, tente um desses métodos para adicionar um toque de sabor extra às suas reservas de ganja.
ANTES DA COLHEITA
Pare de regar as plantas 3 ou 4 dias antes de começar a colheita para que o solo seque. Mas tenha cuidado para que suas plantas não sequem tanto que acabem morrendo. Se você perceber que começam a murchar, regue-as um pouco. No dia da colheita, prepare uma solução com 15ml de óleos essenciais ou extratos de grau alimentício para cada 20 litros de água e regue lentamente suas plantas para minimizar a drenagem. Deixe-as saciar sua sede por 3-5 horas antes da colheita.
Quando estão recém-regadas, as flores contêm mais umidade do que costumam ter no momento da colheita. Mantenha separadas e certifique-se de que tenham bastante circulação de ar durante a secagem inicial para evitar o crescimento de mofo.
DURANTE A COLHEITA
Se você já começou a colheita, ainda não é tarde demais para dar sabor a sua erva. Encha um copo com a solução de “água aromatizada” e coloque uma rama recém-cortada nele. Enquanto as folhas ainda estiverem vivas, elas absorverão a água através do caule até alcançarem os cálices das flores. Após cerca de uma semana, retire a rama para secá-la e curá-la como de costume.
O mesmo aviso em relação ao mofo pode ser aplicado a essa técnica.
DEPOIS DA COLHEITA
Embora as flores já estejam nos frascos, você ainda pode mudar seu sabor adicionando certos elementos ao pote.
Molhe um pedaço de algodão com um extrato ou óleo essencial e cole-o na tampa do frasco para que ele fique em seu interior sem tocar nos buds. Monitore o pote para que não ocorra condensação ou qualquer outro sintoma de excesso de umidade que possa causar mofo e podridão.
Produtos também podem ser adicionados para minimizar o risco do mofo. Desde que estejam completamente secos, você pode adicionar cascas de frutas cítricas, pedaços de maçã, pétalas de flores e especiarias ou ervas, como alecrim, canela ou cravo. Esvazie um saquinho de chá e encha-o com o material solto para manter separado o agente aromatizante e a maconha.
ASPECTOS PARA RECORDAR
As diferentes variedades, e até plantas diferentes da mesma variedade, absorverão os sabores em diferentes ritmos. Além disso, cada sabor irá modificar o sabor natural da cannabis de uma forma única. Até você saber o que vai acontecer e o que você gosta, experimente uma única planta, ramo ou pote de erva. A última coisa que você quer fazer é se deixar levar pela grande variedade de possibilidades e arruinar toda a colheita.
Os extratos de grau alimentício podem ser comprados em qualquer supermercado. Vá ao corredor de produtos de confeitaria, procure por condimentos, e lá você encontrará extratos de morango, amêndoa, rum, etc., além do extrato de baunilha típico. Estes produtos são os melhores, uma vez que se destinam a ser utilizados com alimentos. Se optar por um óleo essencial, confira os ingredientes para se certificar de que eles estão aptos para o consumo humano. Coloque uma gota no dedo e prove. Se queimar, tiver um sabor químico ou um cheiro muito forte, descarte a ideia.
Evite qualquer sabor que contenha muito açúcar. O açúcar queima facilmente e cheira mal, por isso não vai melhorar o sabor da sua maconha.
Sabores e aromas intensos podem desaparecer rapidamente se deixados ao ar livre. Quando eles estiverem dentro do pote, feche a tampa firmemente para manter sua essência segura. Mesmo assim, terá que monitorar de perto o nível de umidade do interior para evitar a formação de mofo. Um pequeno hidrômetro que pode ser visto do lado de fora do pote é uma ferramenta muito útil.
Por fim, controle suas expectativas. Os melhores sabores de maconha ainda são os da própria erva, só que apenas irão predominar se for bem feito. Use técnicas adequadas de cultivo, secagem e cura para garantir que a sua cannabis tenha um sabor delicado e agradável, com ou sem ajuda adicional.
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Fonte: Royal Queen
por DaBoa Brasil | maio 26, 2019 | Cultivo
Se há uma tarefa rotineira no cultivo de maconha, é regar as plantas. É sem dúvida o que mais vezes faremos ao longo dos meses que o cultivo dura. E se não fizermos isso corretamente, estaremos repetindo um mau hábito que afetará a saúde, o crescimento e o florescimento da planta. E, claro, o rendimento final, que realmente é o que nos interessa.
A DUREZA DA ÁGUA
A dureza de uma água refere-se à quantidade de sais de cálcio e magnésio que ela contém. Uma água mole é aquela com baixa concentração desses dois nutrientes primários. Por outro lado, uma água dura contém altas concentrações de ambos. E tanto um excesso, como um déficit é ruim. Esses dois nutrientes desempenham um papel fundamental no cultivo, uma vez que, após o nitrogênio, o fósforo e o potássio são os que a planta mais demanda.
Os fabricantes de fertilizantes geralmente não os incluem em suas formulações em quantidades ótimas, já que praticamente toda água os contém. Como vimos, no caso de água dura em quantidades excessivas, seria um problema maior adicionar mais. Neste caso, é aconselhável reduzir esta dureza com água destilada, osmotizada ou levemente mineralizada. E no caso de água mole, é aconselhável usar um suplemento de cálcio e magnésio para evitar futuras deficiências.
SEMPRE REGULAR O PH
Um dos principais erros do cultivador, é não regular o pH. O pH, ou potencial de hidrogênio, indica o grau de acidez de uma solução. E isso afetará diretamente a assimilação de nutrientes. Pode acontecer de você ter um pH inicial adequado para o cultivo, que não é o ideal. Em uma faixa de 5,5 a 7, a cannabis pode ser cultivada sem grandes inconvenientes, mas com o risco de sofrer com a falta de nutrientes.
A média para o cultivo em terra é estabelecida entre 6 e 6,5. O menor valor na fase de crescimento e o maior na fase de floração. Assim a planta pode assimilar todos os nutrientes necessários, com essas pequenas variações que farão em cada fase assimilar mais quantidade de um que de outro. Um pH acima ou abaixo desses valores afetará tanto que a planta não será capaz de assimilar certos nutrientes, mesmo quando eles estiverem disponíveis.
O pH é sempre medido e regulado após a adição dos fertilizantes. Estes geralmente modificam os valores iniciais. Alguns até têm reguladores que o colocam em um valor ideal, muito interessante porque é um assunto que nos esquecemos pelo que resta do cultivo. No caso em que o pH é superior a 6,5, podemos abaixá-lo com limão, vinagre, pH down ou pH -. No caso de ser menor que 6, podemos elevá-lo com bicarbonato ou pH Up ou pH +.
COMO REGAR E QUANTA ÁGUA USAR?
É outro ponto que a maioria das dúvidas gera no cultivador iniciante. Muitas vezes por causa do excesso, e outras por falta, as raízes acabam sofrendo as consequências. Com a água da rega preparada, com ou sem fertilizante, e sempre com o pH bem regulado. É normal depois de alguns dias sem regar que a camada superficial do substrato esteja tão seca que não retenha a água. E adicionamos toda a água de uma só vez, é provável que a maior parte escorra pelas bordas do vaso.
Então começaremos pouco a pouco, adicionando uma quantidade a cada planta e deixando que absorva lentamente. E repetiremos em cada um dos vasos como se fosse uma rodada, sempre pouco a pouco. Quando vemos que a água começa a fluir através da drenagem dos vasos, já é suficiente. Isso também é interessante, uma vez que também eliminará o excesso de sais que se acumulam após fertilizar.
E não vamos regar até que o vaso tenha perdido uma grande parte dessa água. Para saber o tempo aproximado, basta levantar ou arrastar um vaso se ele for muito grande. Um substrato com pouca água é muito leve e dará a sensação de que o pote está vazio. Um substrato que ainda contém uma grande quantidade de água pesará muito.
Não mantenha o substrato sempre encharcado, ou escasso ao ponto da planta para mostrar sinais de desidratação. Pense que as raízes secundárias e os pelos radiculares, que têm a maior capacidade de assimilar água e nutrientes, podem morrer se sofrerem secas prolongadas, e a planta terá que se regenerar novamente.
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Pesquisa: La Marihuana
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