por DaBoa Brasil | jul 14, 2017 | Saúde
O alcoolismo pode ter consequências irreversíveis sobre o corpo e a mente. Nos EUA muitos programas de recuperação para alcoólatras estão substituindo o uso diário de álcool pela maconha medicinal. Diferentes programas de recuperação são necessários, o modelo ocidental e convencional de tratamento do álcool tem uma taxa de êxito estatisticamente muito baixa, uma vez que cerca de metade das pessoas que iniciam um programa de tratamento da dependência do álcool recaem no prazo de seis meses. Além disso, os médicos são conhecidos por prescrever benzodiazepinas bastante potentes e viciantes para ajudar com na abstinência do álcool. Embora seja óbvio que o uso da maconha como uma ferramenta de recuperação do álcool é bastante controversa na mente dos americanos convencionais, os estudos mostram que pode ser uma poderosa ferramenta de recuperação.
Na nomenclatura de estudos de recuperação, o tratamento do alcoolismo utilizando a maconha é conhecido como “Marijuana Maintenance (manutenção da marijuana)”. Em princípio, oferece uma solução relativamente pouco impactante aos desejos do álcool, já que os viciados fumam ou ingerem maconha em vez de tomar uma bebida. Nessa linha de pensamento, o Harm Reduction Journal informa que a maconha pode retardar o impulso de um viciado em álcool e é uma alternativa viável e natural aos medicamentos prescritos, tais como as benzodiazepinas. Em segundo lugar, uma grande quantidade de bebedores se medica com álcool para aliviar as condições psicológicas, tais como a “depressão, ansiedade, estresse ou PTSD”. Os estudos mostram que o uso responsável da maconha pode proporcionar alívio desses mesmos males emocionais.
Fonte: Salon
por DaBoa Brasil | jul 14, 2017 | Ativismo
Por mais incrível que pareça, a Rede Globo está desempenhando um ótimo papel em desconstruir o estigma popular da maconha por meio de reportagens. Antes tarde do que nunca. Todo tipo de informação que acrescente na discussão da descriminalização das drogas é bem-vinda, ainda mais quando ela vem da mais influente emissora do país.
O colunista do jornal O Globo, Lauro Jardim, já adiantou a informação de que a Anvisa irá, até o fim do ano, regulamentar a maconha no Brasil para fins medicinais e terapêuticos. Mas sabe-se que o preconceito das pessoas com relação a erva é ainda muito enraizado, prova disso são os comentários em posts do facebook que colocam o usuário de maconha no mesmo grupo dos dependentes químicos e criminosos.
Só uma mudança na política de drogas por parte do Supremo Tribunal Federal não é o bastante para mudar a mentalidade do brasileiro. Enquanto que em vários países do mundo a maconha é vista como algo banal, o Brasil insiste, principalmente por meio dos políticos, em manter o tabu vigente no país. E o único jeito de combater a ignorância, é por meio de informação.
A última edição do Profissão Repórter consegue exemplificar bem a mudança de postura da Globo para falar sobre a maconha. A reportagem mostrou que planta tem sim vários benefícios medicinais comprovados por pesquisas científicas, e para determinadas doenças ela é a única forma de tratamento eficaz. Por tanto, a Globo bate de frente com a recente declaração do ministro Osmar Terra que disse que a maconha não tem nenhum uso médico comprovado.
Não foram apenas os usuários medicinais que foram abordados de uma forma mais natural. Os usuários recreativos, que representam os grandes consumidores de maconha, foram retratados como reféns de um sistema falho, que apenas aumenta o problema de saúde e segurança pública. O usuário de maconha quer usar maconha sim, do mesmo jeito do fumante que quer fumar cigarro mesmo sabendo de seus malefícios.
E para exemplificar como a legalização da maconha pode trazer mudanças positivas a todos, mas respeitando a individualidade de cada pessoa, o Uruguai foi o grande modelo da reportagem. Tirar o lucro das drogas das mãos dos grandes traficantes e direcionar para o estado é a forma encontrada pelo governo do então presidente Mujica para enfraquecer o crime organizado. E funcionou.
O Brasil está na direção certa; atrasado, mas avançando em passos lentos e pequenos.
Por Francisco Mateus
por DaBoa Brasil | jul 14, 2017 | Cultivo, Dicas do Primata
Muitos cultivadores confundem tricomas com os pistilos e acabam errando na hora mais esperada, a colheita!
Pistilo é um órgão vegetal das angiospermas, os óvulos possuem dois tegumentos, a primina e a secundina, havendo um orifício de passagem denominado micrópila. O pistilo é formado por uma ou mais folhas modificadas, que se fundem dando origem a uma porção basal dilatada, denominada ovário, e uma porção alongada denominada estilete, cujo ápice é o estigma.
“O saco embrionário, portanto, corresponde ao gametófito feminino. Nele não há formação de arquegônios, como ocorre nas gimnospermas, havendo diferenciação direta de uma oosfera (n), que é o gameta feminino. Há três células denominadas antípodas; no centro, há dois núcleos denominados núcleos polares, que podem se fundir, dando origem a um núcleo diploide, o núcleo secundário do saco embrionário.”
Muita atenção, pois as cores dos pistilos não indicam a maturidade da planta, muitos dizem que quando as folhas ficam amarelas é a hora certa, isso provavelmente é o nitrogênio que não se faz muito presente na faze terminal, posso lhe garantir que muito menos a cor das folhas são indicativas de uma maturidade plena e fidedigna. Vários fatores poderão fazer os pistilos mudarem a cor, até a densidade das flores não são um guia muito seguro.
Muitos cultivadores, inclusive eu, afirmo que o método mais preciso seria monitorar o processo de desenvolvimento das glândulas de RESINA, os TRICOMAS.
TRICOMAS são estruturas da epiderme vegetal que apresentam diversas funções, como a diminuição da perda de água e atração de polinizadores. Uma característica taxonômica no formato de as substâncias produzido pelo determinado tricomas podem ajudar a identificar a maturidade, para isso é bem vido uma lupa, lentes de aumento e/ou microscópios.
Uma questão de gosto, alguns cultivadores levam em consideração;
Claro/leitoso terá uma pegada mais cerebral. (Levando em conta a genética cultivada)
Tricomas ambarinos tendem a ser mais corporal e/ou narcótico.
A maioria dos cultivadores inclusive eu gosto do meio termo 50% passo a faca e penduro pra secar. E você?
Fonte: Colegio Web, Maconheiros.org
Por Grow Bia Primata Haze
por DaBoa Brasil | jul 9, 2017 | Saúde
É o primeiro produto que aparece no mercado nos últimos 20 anos para combater espinhas e irritantes alterações na pele dos jovens.
Os adolescentes terão um novo produto fabricado pela australiana Botanix, um extrato de cânhamo para combater a acne que utiliza uma versão sintética do canabidiol, quem publicou a notícia foi o jornal australiano The Daliy Telegraph.
A empresa informou a bolsa de valores de seu primeiro estudo de segurança em pessoas do componente BTX 1503. O estudo constatou que o composto “tem um excelente perfil de segurança, com pouca ou nenhuma irritação da pele, sem registrar eventos adversos”. O evento adverso mais comum foi a pele seca.
Os ensaios clínicos com o produto e os pacientes com acne começarão nos próximos meses, disse o CEO da Botanix, Mattehew Callahan.
Há alguns anos, em 2014, outro estudo alemão pela Universidade de Lubeck, descobriu que o canabidiol tem efeitos anti-inflamatórios, atuando no tecido da glândula sebácea.
“No geral, nossos resultados sugerem que, devido à lipostática combinada, os efeitos antiproliferativos e anti-inflamatórios, o CBD é um potencial e promissor agente terapêutico para o tratamento de acne”, o estudo.
O Sr. Callahan disse que houve vários relatos de pessoas que utilizam os extratos da planta da maconha para tratar a acne e tiveram um efeito positivo, embora ninguém saiba exatamente quais eram as moléculas que estava causando este efeito.
Sua empresa testou várias substâncias químicas da planta para isolar a molécula que era ativa contra a acne e, logo em seguida, fez uma versão sintética.
Uma vez que tenham os dados dos estudos clínicos iniciais, Botanix planeja trocar a maior parte do desenvolvimento clínico do tratamento para os EUA para solicitar a aprovação da FDA e o lançamento de seu medicamento.
Fonte: La Marihuana
por DaBoa Brasil | jul 7, 2017 | Economia, Política
O estado de Washington arrecadou mais de US $ 300 milhões em impostos com a venda de maconha legal no ano fiscal de 2017.
Os dados foram publicados pela Washington State Liquor and Cannabis Board (WSLCB). No total, o estado já arrecadou US $ 304.968.332 no ano fiscal de 2017, que começou em 1 de Julho de 2016 e terminou em 30 de junho. Esse valor provém dos $ 1,32 bilhões de dólares arrecadados em vendas da maconha legal.
Em comparação, no ano fiscal de 2016 as vendas totais de maconha foram de US $ 786 milhões, resultando em US $ 185 milhões em impostos. No ano fiscal de 2015, o primeiro ano fiscal da venda de maconha legal, obtiveram US $ 64,8 milhões arrecadados em impostos a partir dos US $ 259 milhões que gerou nas vendas.
De acordo com o WSLCB, existem 1.735 licenças com maconha em todo o estado, com 505 deles para pontos de venda da erva. Desde as primeiras licenças emitidas em 2014, mais de 166 milhões de gramas de cannabis utilizáveis foram produzidas.
Fonte: The Joint Blog
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