por DaBoa Brasil | ago 16, 2017 | Sexo
Não é nenhum segredo que a maconha é um excelente estimulante sexual. Por milhares de anos, muitas culturas que habitaram nosso planeta, usaram isso como um afrodisíaco para ter relacionamentos mais satisfatórios. Na antiga cultura indiana, 3000 anos atrás, a maconha foi utilizada na medicina tradicional para tratar a impotência e aumentar o desejo sexual, além de tratamento para doenças de origem sexual.
Outras culturas do Oriente Médio, do Norte da África, na Grécia Antiga, no Império Romano e até mesmo algumas culturas pré-colombianas, também deixaram evidências do uso desta planta em alguns de seus rituais sexuais. Hoje, existem inúmeros estudos que mostram que os usuários de maconha tendem a ter um sexo mais intenso, com a perda do ego e da vergonha, e uma imersão absoluta no sexo e no orgasmo.
E faz anos que o coletivo feminino norte-americano Afrodita Grupo deu a conhecer o Foria, um lubrificante que contém maconha, que contribui para uma boa saúde sexual e produz orgasmos de 15 minutos de duração, exclusivamente para as mulheres. Cada recipiente de Foria contém 360 miligramas de THC, por isso pode demorar a sair dos Estados Unidos, que também está disponível apenas em determinados estados devido à ilegalidade da maconha em parte de seu território.
O novo produto é apresentado pela empresa Colorado 1906 fundada por Peter Barsoom, com o nome de High Love, e que promete obter relações sexuais mais intensas, como o próprio nome sugere. O High Love é um chocolate que contém 5mg de THC e CBD, e outros extratos vegetais que ajudam a potencializar os efeitos. Estes canabinóides são de uma cepa dominante sativa e uma das mais famosas e consumidas nos Estados Unidos, a Blue Dream.
Este cruzamento híbrido entre uma Blueberry da DJ Short e sativa Haze, é conhecido por seus efeitos alegres, positivos e eufóricos, perfeita para qualquer ocasião. É também amplamente usada por consumidores de maconha medicinal para o tratamento da fadiga crônica ou da depressão, até a dor neuropática e outras condições de dor como a fibromialgia, a enxaqueca e a artrite inflamatória tendem a responder bem a Blue Dream. Logo, passarão a experimentar com mais de 100 substâncias e plantas medicinais para ver com quais funcionam melhor.
Depois de mais de dois anos que durou todo o processo, os desenvolvedores finalmente encontraram 6 que combinaram perfeitamente com a variedade de maconha como são Damiana, Catuaba, Muira Pauma, Yohimbe, Vanilla e outro secreto, que em conjunto conseguem melhorar o estado de ânimo, aumentar o fluxo sanguíneo e aumentar a estimulação do individuo. El próprio Barsoom assegura que até agora só estão recebendo críticas favoráveis, a maioria dos clientes asseguram que o High Love está ajudado a reavivar a chama em suas relações sexuais.
De momento, o High Love só está disponível em alguns dispensários do Colorado, embora a empresa esteja planejando expandir para Nevada, Massachusetts e Califórnia no próximo ano.
Fonte: La Marihuana
por DaBoa Brasil | ago 16, 2017 | Entretenimento, Música
A maconha tem uma relação muito próxima com a música. Para compositores, a erva aumenta a criatividade durante o processo de criação. Para ouvintes, a experiência de se ouvir um disco se torna muito mais profunda quando feita sob o efeito da canábis. Pensando nisso, foi elaborada, especialmente para o DaBoa Brasil, uma lista com cinco discos para se ouvir chapado. Confira:
- Rolling Stones- Let it Bleed (1969): Definitivamente um dos melhores trabalhos dos Rolling Stones, sendo o último com o guitarrista Brian Jones, o álbum, carregado de violões e solos de guitarra, com forte influência do blues e do country, é perfeito para se ouvir fumando um baseado num domingo de sol. Destaque para as músicas “Gimme Shelter”, “Country Honk” e “You Can’t Always Get What You Want”.
- Caetano Veloso- Qualquer Coisa (1975): Já em uma fase mais distante do tropicalismo, o disco “Qualquer Coisa” é um trabalho mais intimista e acústico de Caetano Veloso, que com o seu violão, dá uma nova roupagem às músicas dos Beatles e de Chico Buarque. Com destaque para as músicas “Qualquer Coisa”, “Eleanor Rigby” e “Samba e Amor”, o álbum é uma boa trilha sonora para quem quer relaxar em casa fumando um depois de um dia cansativo de trabalho.
- Pink Floyd- Atom Heart Mother (1970): O famoso disco da vaca do Pink Floyd é o recomendado para quem quer viajar forte. Portanto, este é um álbum feito para se ouvir com a cabeça mais chapada que o usual para sentir cada nota das músicas. Este trabalho de 1970 é altamente lisérgico, com destaque para a longa e chapante “Atom Heart Mother Suite”, e também para as músicas “Fat Old Sun” e “Summer ‘68”.
- Secos & Molhados- Secos & Molhados II (1974): O segundo e último disco do Secos & Molhados em sua formação original é um tsunami de ritmos e sons. Ainda com as misturas musicais que fez do grupo de João Ricardo e Ney Matogrosso um fenômeno da música brasileira, “Secos & Molhados II” é um disco para se ouvir a qualquer hora, mas escutá-lo fumando um durante uma viagem de carro pode ser uma experiência indescritível. Destaque para as músicas “Flores Astrais”, “Não: Não Digas Nada” e “Delírio”.
- Gilberto Gil- Kaya N’Gan Daya (2002): Gilberto Gil pode ser considerado um dos principais nomes do reggae brasileiro. Prova disso está no disco “Kaya N’Gan Daya”, em que o baiano regrava as músicas de Bob Marley. O trabalho com certeza impressionaria o rei do reggae, com destaque para a versão em português de “No Woman no Cry”, que virou “Não Chore Mais”, além de “Could You Be Loved” e “Eleve-se Alto Ao Céu”. Um bom disco para quem gosta de fumar um sempre que tem a oportunidade.
Gostou da lista? Então aperte alguns, dê o play e depois nos conte como foi aqui nos comentários!
Por Francisco Mateus
por DaBoa Brasil | ago 16, 2017 | Saúde
O primeiro teste genético de maconha do mundo pode dizer como seu corpo vai reagir ao uso da erva.
Você imagina poder saber se terá uma reação ruim ao consumir o seu primeiro baseado? Uma empresa de biotecnologia criou uma ferramenta desse tipo e já pode ser adquirida.
Este teste também é capaz de dizer se no futuro você poderá desenvolver problemas pelo consumo habitual e tudo isso no conforto da sua casa. A partir do próximo mês pretende-se lançar no Canadá e no Estados Unidos pela companhia de teste pessoal, AnantLife, empresa especializada em testes genéticos.
O teste é muito simples, basta dar uma prova de saliva que é enviada para a empresa e eles realizam o sequenciamento NextGen de seu DNA identificando seus marcadores genéticos que podem indicar uma probabilidade maior de reações adversas ao consumo de maconha. Se estiver tornando-se um dependente psicológico ao fumar maconha ou sofrer complicações com transtornos mentais são dois dos resultados que este pequeno dispositivo de teste pode anunciar.
Os polimorfismos ou marcadores genéticos em um determinado gene são identificados, e embora os genes estejam localizadas especificamente no DNA, independentemente do indivíduo, a composição exata do gene pode ser diferente de pessoa para pessoa. Estas diferenças são polimorfismos, e certas variantes genéticas transportam polimorfismos específicos.
O sequenciamento NextGen foi projetado para encontrar polimorfismos específicos no DNA, em seguida, esse gene é copiado milhões, se não milhares de milhões de vezes. Se o gene em questão está presente no DNA de alguém, as copias aparecerão durante a análise. Se o indivíduo não possuir a variante do gene, a sequência de NextGen será incapaz de criar cópias desse gene.
De acordo com uma pesquisa recente, cerca de 10 por cento dos usuários de maconha desenvolvem uma dependência psicológica. A dependência é definida como o uso habitual que impede ou interfere com o funcionamento diário.
A maioria dos consumidores pode rir da ideia de dependência da maconha, mas há sempre pessoas que deveriam beneficiar-se de fazer uma pausa no seu consumo. Agrupa a possibilidade de dependência com outros problemas, tais como a ansiedade ou a depressão induzida pela cannabis, e veja por que algumas pessoas, especialmente os novos consumidores medicinais que não se identificam com a “cultura da maconha”, são aqueles que podem estar interessados em fazer este teste antes de começar a consumir a erva.
O teste genético de maconha da AnantLife está credenciada pelo College of American Pathologists (CAP) e é certificado pela CLIA (Clinical Laboratory Improvement Amendments). Qualquer exame deste teste foi aprovado por profissionais médicos, e qualquer informação recolhida por estes testes certificados são considerados legítimos por pesquisadores do governo, universidades e hospitais nos Estados Unidos e Canadá.
Fonte: Merry Jane
por DaBoa Brasil | ago 14, 2017 | Culinária, Economia
A indústria do álcool na América tem concentrado todos os seus sentidos na prevenção da legalização da maconha, que em seus primeiros passos está entrando em vários setores de negócios, enquanto em países como a Itália, o primeiro vinho feito de cânhamo é apresentado.
Na Espanha também podemos encontrar um vinho com cânhamo chamado Cannawine.
O chamado Canavi, combina o Verdicchio produzido por Monte Schiavo e o cânhamo cultivado por Alessio Amateurs de Canapa Verde. Por lei, não se pode falar sobre o vinho aromatizado, tal como autorizado pelo Instituto de Proteção de vinhos Marche, mas a bebida que contém vinho Verdicchio e cânhamo foi engarrafada recentemente, tendo assim as primeiras 1.200 garrafas.
“A ideia veio seguindo o exemplo dos EUA, que já começou a produzir esses produtos”, disse aos fãs e a anconatoday.it afirmando que: “Conhecendo a Andrea Pieralisi (Grupo Pieralisi) lhe propus. Falei com seu enólogo, que gostou da ideia e nasceu o Canavi”. Demorou dez dias nos experimentos para encontrar a combinação certa. Uma bebida que dá à planta, prima do lúpulo, folhas amargas e que deixa notas que podem acompanhar, segundo as indicações dos produtores, carne, embutidos, massa de pizza, queijos azuis.
No entanto, outra novidade no campo do cânhamo chegou aos EUA e Canadá, onde duas destilarias começaram a produzir uísque à base de cânhamo. Trata-se da Colorado’s Coal Creek Distillery que criou o Colorado Small Batch 64 feito a partir de sementes de cânhamo, enquanto a marca canadense criou o primeiro whisky de cânhamo Mary Jane, contendo uma infusão de cânhamo e só está disponível no Canadá.
Fonte: Canapa Industriale
por DaBoa Brasil | ago 14, 2017 | Economia, Esporte, Turismo
O Comitê Organizador de Los Angeles chegou a um acordo com o Comitê Olímpico Internacional para que os Jogos Olímpicos de 2028 sejam realizados em Los Angeles. Esta será a primeira Olimpíada a ser realizada em um território onde a maconha é legal.
O acordo fará com que os Jogos Olímpicos de 2028 aconteçam pela terceira vez na Califórnia. Os jogos anteriores ocorreram em 1932 e 1984. Pela primeira vez, os Jogos Olímpicos serão realizados em um lugar onde você pode comprar legalmente a maconha para fins recreativos.
Sob o acordo, o Comitê Olímpico Internacional receberá cerca de US $ 2,1 milhões. O Comitê Organizador de Los Angeles espera recuperar o valor investido pelos milhares de turistas que vêm para assistir os Jogos Olímpicos.
Os turistas não terão nenhum problema com a compra de maconha, um mercado que gera enormes benefícios em outros estados onde a maconha já é legal. Colorado, que em 2014 legalizou a maconha e obteve uma receita de mais de US $ 500 milhões.
Em novembro passado, os eleitores da Califórnia votaram a favor da legalização da maconha para fins recreativos, para que as pessoas com mais de 21 anos possam legalmente comprar e transportar até 28 gramas da erva.
A abertura das lojas de varejo de maconha começará no próximo ano, e milhares de moradores da Califórnia já estão contando os dias para comprar legalmente a planta.
A única preocupação poderia ser o fato de que em muitas partes do mundo onde a maconha foi legalizada, as reservas rapidamente se esgotaram, e os consumidores teriam que esperar alguns dias para comprar de novo.
Fonte: Fakty Konopne
Comentários