por DaBoa Brasil | ago 13, 2017 | Curiosidades, Saúde
tetrahidrocanabinol, também chamado de THC, é o constituinte psicoativo que altera a mente e está presente na maconha. Este canabinóide é o que incita a fome e potencialmente faz você se sentir “chapado”. Acontece que o composto também tem benefícios para a saúde: Um novo estudo publicado na Nature: Aging and Mechanisms of Disease descobriu que o THC pode desempenhar um papel na luta contra a doença de Alzheimer.
É por isso que: À medida que as pessoas envelhecem, a quantidade de beta amilóides que se encontram dentro das células cerebrais aumenta. Estas proteínas tóxicas podem se acumular em quantidades perigosas no cérebro das pessoas com Alzheimer. Uma vez lá, estas proteínas causar reações inflamatórias que matam a célula hospedeira, o que acaba ajudando o progresso da doença.
No entanto, os pesquisadores do Instituto Salk da Califórnia descobriram que os canabinóides como o THC podem proteger o cérebro. Primeiro, o THC ajuda a eliminar estas perigosas beta amilóides, permitindo que as células sobrevivam. Em segundo lugar, o THC parece reduzir a inflamação em si, o que poderia interromper a progressão da doença.
Os resultados vêm de experimentos realizados em neurônios cultivados em laboratório, não em seres humanos, por isso é muito cedo para garantir absoluto benefício para sua saúde nesta questão. Mas esta pesquisa pode conduzir a soluções inovadoras para o tratamento da doença de Alzheimer no futuro. Enquanto isso é preciso fazer exercícios, já que tem sido mostrado que a atividade física aumenta a presença de endocanabinóides no cérebro, que são moléculas como as do THC, que o cérebro produz em si mesmo.
Fonte: Fitness Magazine
por DaBoa Brasil | ago 10, 2017 | Esporte, Saúde
O novo diretor médico da NFL (Liga Nacional de Futebol Americano) diz que a maconha poderia ser “muito importante” no tratamento da dor em curto prazo e crônica.
Os proprietários da NFL concordaram em trabalhar junto com a NFL Players Association em um estudo que determine a eficácia da maconha como tratamento médico. Embora já existam numerosos estudos sobre a eficácia da maconha, o pequeno passo é muito importante, já que a liga NFL sempre foi muito rigorosa com a sua posição proibicionista sobre a maconha.
“Certamente a pesquisa sobre maconha e mais especificamente sobre os seus compostos canabinóides podem se relacionar com o tratamento da dor aguda e crônica, é uma área de pesquisa que nós precisamos de muito mais informações e desenvolver mais”, diz Allen Sills, um neurocirurgião da Universidade de Vanderbilt contratado no início deste ano para ser o diretor médico oficial da NFL, e que falou em uma entrevista com o Washington Post.
Enquanto a NFL nunca permitiu os jogadores usar maconha para qualquer razão, o sindicato dos jogadores também está buscando reduzir as penalidades para o seu uso recreativo, existe uma história bem documentada de equipes que distribuem punhados de analgésicos farmacêuticos. Atualmente a NFL luta contra processos de vários ex-jogadores que alegam que os médicos oficiais das equipes lhes deram muita quantidade de opióides e outros analgésicos, ignorando as leis federais para os medicamentos prescritos e independentemente da orientação médica antes, durante e depois dos jogos.
“Os medicamentos que injetam simplesmente mata as pessoas”, disse o ex-jogador Nate Jackson a Rolling Stone no ano passado, como parte de um excelente artigo sobre as regras absurdas de maconha na liga e como eles têm levando a uma dependência excessiva dos opiáceos.
A posição da NFL que muda lentamente sobre a questão vem alguns meses após Jerry Jones, dono do Dallas Cowboys e possivelmente o bilionário mais poderoso do círculo interno de poderosos bilionários da NFL, lançar a ideia de relaxar a proibição da maconha.
A postura anti-maconha da NFL simplesmente não faz sentido à medida que mais governos estaduais adotam pontos de vista mais liberais da cannabis medicinal e recreativa. Um jogador de uma equipe de um estado onde é legal consumir, pode enfrentar uma suspensão e uma multa se ele for preso em seu sistema. Vinte dos 32 times da NFL jogam em estados onde a maconha medicinal é legal.
“Estes não são apenas problemas do futebol”, disse Sills ao Post. “Estes são problemas da sociedade, certo? Sabemos agora que, como a sociedade trata a dor aguda e crônica, é um enorme problema de saúde pública”.
“Mas acho que nos esportes profissionais estamos em uma posição única para ajudar a informar o público, fazer pesquisas e realmente avançar em nosso estado de entendimento sobre esta questão”, acrescentou.
Fonte: Reason
por DaBoa Brasil | ago 10, 2017 | Saúde
O consumo de maconha por adolescentes não está vinculado a mudanças adversas independentemente do quociente de inteligência (QI) ou do funcionamento executivo, de acordo com dados publicados pelo Instituto Nacional de Saúde dos EUA e pela revista Addiction.
Uma equipe de pesquisadores dos Estados Unidos e do Reino Unido avaliou se o consumo de maconha está diretamente associado a alterações ao longo do tempo no desempenho neuropsicológico em uma coorte nacionalmente representativa de gêmeos adolescentes. Os autores relataram que “fatores de histórico familiar”, mas não o uso de maconha, afeta negativamente o desempenho cognitivo dos adolescentes.
Eles escreveram: “Descobrimos que os jovens que consumiam cannabis… tinha QI mais baixo na idade de 18, mas havia pouca evidência de que o uso de cannabis estivesse associado com diminuição do QI de 12 a 18 anos. O QI e as funções executivas mais pobres aos 18 anos, essas associações geralmente não eram aparentes dentro de pares de gêmeos de uma mesma família, o que sugere que os antecedentes familiares explicam por que os adolescentes que consomem maconha têm piores resultados no QI e em testes de funções executivas”.
Os pesquisadores concluíram que “o uso de cannabis em curto prazo na adolescência não parece causar diminuição do QI e nem prejudicar funções executivas, mesmo quando o consumo de cannabis atinge o nível de dependência”.
Seus resultados são consistentes com vários outros estudos, incluindo este aqui, aqui, aqui e aqui, em que o uso de maconha durante a adolescência não parece ter um efeito adverso direto significativo sobre o QI.
Com uma ampla disseminação e ainda frequentemente citado o estudo publicado na Nova Zelândia em 2012 nas Atas da Academia Nacional de Ciências, relatou que o uso persistente de maconha na adolescência foi associado com a idade adulta com um QI ligeiramente inferior aos 38 anos. No entanto, uma revisão do monitoramento dos dados publicados mais tarde na mesma revista sugeriu que as mudanças observadas foram provavelmente devido a diferenças socioeconômicas, e não o consumo de maconha pelos sujeitos. Um estudo posterior do investigador principal do documento inicial informou ainda que os efeitos do consumo persistentes de cannabis entre os adolescentes sobre o desempenho acadêmico “não são significativos depois de controlar o consumo persistente de álcool e tabaco”.
Fonte: Norml
por DaBoa Brasil | ago 9, 2017 | Curiosidades, Economia, Meio Ambiente
O hempcrete (ou concreto de cânhamo) é composto por fibras de cânhamo industrial, cal e água. O elevado teor de sílica, presente na planta, faz com que sua junção ao cal seja plena, tornando-se um material construtivo de inúmeras vantagens e utilizado em projetos sustentáveis.
O hempcrete possui excelentes características mecânicas. Na concretagem, não requer juntas de dilatação, apenas o uso de fôrmas de madeira, empregadas na concretagem convencional.
Apresenta bom desempenho em relação à umidade e proporciona isolamento térmico. Suas construções têm temperatura estável e utilizam menos energia.
As paredes de hempcrete podem ser deixadas em sua textura natural, fibrosa, ou receber argamassa para um acabamento tradicional. Externamente, o concreto ecológico deve ser protegido contra intempéries.
As vantagens em relação a materiais de construção convencionais:
– Não gera resíduos de construção
– É reciclável e produzido com fontes renováveis
– É resistente ao mofo e a insetos
– Atóxico, possui resistência à combustão e é estanque
– Absorve dióxido de carbono
Concreto Verde:
Uma construção de Hempcrete emite 30% a menos dióxido de carbono na atmosfera, se comparada à construção de concreto tradicional. Durante o plantio, o cânhamo sequestra CO2, retém carbono e libera oxigênio.
Mais de 100 kg de CO2 são aprisionados em 1 m³ de parede de hempcrete, durante a construção. A vida útil de uma obra em hempcrete é estimada em, pelo menos, 500 anos.
Concretagem ecológica:
A planta é produzida de forma fácil e não necessita de fertilizantes e agrotóxicos. Agricultores podem cultivá-la em rodízio com outras culturas.
Cânhamo como produto sustentável:
A genealogia do cânhamo pode criar barreiras para o seu uso, por pertencer ao gênero Cannabis. Porém, para a produção do concreto, são utilizadas plantas com baixo ou nenhum teor de Tetrahidrocanabinol (THC) – substância psicoativa presente em algumas espécies dessa planta.
O cânhamo para fins industriais é produzido na Europa, Reino Unido e Canadá e suas plantações são realizadas por produtores licenciados.
Sua fibra é mais resistente que o algodão e, além de ser utilizado para a produção de tecidos e cordas, é empregado na fabricação de papel, óleos, alimentos, resinas e combustíveis.
O problema, ao se cultivar cânhamo industrial, estaria na possibilidade de algumas plantações ocultarem plantas com elevado teor de THC, produzidas para o fumo, prática ilegal no Brasil.
Fonte: Global Wood
por DaBoa Brasil | ago 8, 2017 | Saúde
O Sistema Endocanabinóide (SEC) é uma sofisticada rede de neuromoduladores (chamados canabinóides endógenos), seus receptores (CB1 e CB2) e as vias de sinalização ajudam a manter a homeostase no corpo humano. Acredita-se que o SEC seja o maior sistema de receptores no corpo humano, que se encontra no cérebro, nos órgãos, no tecido conjuntivo, nos ossos, na gordura e nos sistemas nervoso e imunológico.
O SEC regula processos internos, tais como o movimento, o humor, a memória, o apetite e a dor. Dado que desempenha uma função reguladora importante no corpo, o SEC também desempenha um papel na gestão de uma variedade de sintomas ou estados de doenças subjacentes. Claramente, um bom funcionamento do sistema endocanabinóide é essencial para a nossa saúde e bem-estar.
Os pacientes experimentam os efeitos da maconha devido aos seus compostos que se unem e ativam pequenos receptores moleculares codificados por nossos genes. Estes receptores conhecidos como receptores de canabinóides são proteínas que se expressam na superfície das células. Os receptores podem ser pensados como fechaduras, na qual um produto químico correspondente (natural ou sintético) será definido como uma chave. Se tiver a estrutura adequada para se conformar com isso.
Existem muitas células e tipos de tecidos diferentes no nosso corpo que expressam esses receptores canabinóides e são responsáveis pela diversidade dos efeitos da cannabis.
Clique aqui para ver um vídeo em espanhol, feito pela Fundación Canna, que explica o sistema endocanabinóide do corpo humano.
Fonte: La Marihuana
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