O uso de álcool, mas não o uso de maconha, está associado a taxas significativamente mais altas de gravidezes indesejadas, de acordo com dados publicados no periódico Addiction.

Pesquisadores afiliados à Universidade da Califórnia, em São Francisco (EUA), monitoraram os resultados em um grupo de 936 mulheres que expressaram um forte desejo de não engravidar.

Aquelas que admitiram beber muito tiveram 50% mais chances de engravidar ao longo do estudo (13,5 meses) em comparação com aquelas que consumiram pouco ou nenhum álcool. Em contraste, as participantes que usaram maconha não apresentaram risco elevado de gravidez em comparação com as não consumidoras.

“O consumo excessivo de álcool, mas não o uso de cannabis ou outras drogas, parece estar associado a um risco elevado de gravidez entre aquelas que mais desejam evitar a gravidez”, concluíram os autores do estudo. “Este estudo continua acompanhando as participantes durante a gravidez, o que permitirá uma análise mais aprofundada para determinar se pessoas com gestações menos desejadas têm maior probabilidade do que aquelas com gestações mais desejadas de continuar o uso de álcool e/ou drogas durante a gravidez”.

Referência de texto: NORML

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