Óleo de cânhamo: Medicina Alternativa e melatonina

Óleo de cânhamo: Medicina Alternativa e melatonina

Se você está procurando um medicamento seguro, não procure mais do que o óleo de cânhamo pode proporcionar.

A cannabis é medicina para as massas e ninguém tem o direito de controlar seu uso.  Todos somos diferentes e todos temos diferentes tolerâncias para praticamente tudo. É correspondente a cada um de nós determinarmos a quantidade de óleo necessária para manter uma boa saúde.

Outro aspecto do uso de cânhamo como medicamento são as suas propriedades antienvelhecimento. À medida que envelhecemos nossos órgãos vitais se deterioram, e, claro, isso afeta a função desses órgãos.

O óleo de cânhamo rejuvenesce órgãos vitais, mesmo em pequenas doses.

O óleo de cânhamo é um medicamento seguro e inofensivo que todas as faixas etárias podem se beneficiar do uso ou ingestão topicamente. Então, se o sistema quer à medicina preventiva, aqui está! Agora, por que negá-lo? ?

Qual outro medicamento que funciona com quase qualquer coisa e, em muitos casos, você pode até mesmo curar doenças incuráveis? O que mais pode curar úlceras diabéticas, câncer de pele ou queimaduras de terceiro grau que rapidamente somem e ficam sem cicatrizes?

A glândula pineal produz a melatonina, ao que parece, a glândula pineal é o que se encontra no assento do motorista quando se trata de curar nossos corpos.

A melatonina é uma parte essencial da cura e é também o mais poderoso antioxidante conhecido pelo homem. Quando a função da glândula pineal é alterada ou não funciona bem, nós produzimos muito menos melatonina e por tanto ficamos doentes.

Os estudos têm sido colocados sob observação de que as pessoas que sofrem de câncer têm baixos níveis de melatonina. Os estudos mostraram também que só a cannabis pode aumentar os níveis de melatonina no organismo. Então você pode imaginar que o óleo que está em um estado de concentração pode aumentar os níveis de melatonina.

O óleo de cânhamo promove a cura do corpo e aumenta os níveis de melatonina milhares de vezes maior do que o normal. Quando a glândula pineal produz grandes quantidades não provoca nenhum dano para o corpo, mas é muito prejudicial para a doença ou condição que está sofrendo se não produz normalmente.

Fonte: Irelandcannabisinformation

Vinho de maconha é novidade em vinícola da Califórnia

Vinho de maconha é novidade em vinícola da Califórnia

Algumas regiões dos Estados Unidos contam com leis mais brandas quando o assunto é o uso de maconha. A Califórnia é um desses estados. E foi lá que os donos de uma vinícola tiveram a ideia de misturar a bebida à base de uvas com a cannabis.

Chamado de Mary Jane, em alusão a marijuana, um dos nomes da maconha, o vinho é considerado uma “via alternativa de consumo da erva para fins medicinais ou de tratamento”, conforme descreve o site do produtor.

Entretanto, vale ressaltar que o vinho só é vendido no estado americano e sob indicação médica. Além disso, o preço é salgado, de US$ 120 a US$ 400.

Fonte: Metrópoles

Jovem chef americano aposta na gastronomia da maconha

Jovem chef americano aposta na gastronomia da maconha

Aos 24 anos, Christopher Sayegh descobriu o ingrediente mágico para dar sabor às suas receitas. Há dois anos, este chef californiano serve menus elaborados com maconha.

À medida que mais estados americanos olham com bons olhos a legalização da erva para uso recreativo, este chef atípico, que passou por restaurantes com estrelas Michelin em Nova York e na Califórnia, propõe misturar haute cuisine e a erva.

“Tento oferecer às pessoas uma experiência intelectual”, explica Sayegh à AFP em sua empresa The Herbal Chef, com sede em Los Angeles. “Mas também sou muito cuidadoso como levá-los para este passeio”.

Sayegh entrou no mundo da cannabis comestível quando muitos empreendedores passaram a capitalizar a nova febre da maconha na Califórnia, que em novembro vai votar sobre a descriminalização do uso recreativo para maiores de 21 anos.

Cinco outros estados, incluindo o Alasca, Colorado e Washington, já aprovaram uma legislação semelhante, e espera-se que outros seguirão esta tendência, já que o movimento conta com um apoio crescente da opinião pública.

Nos Estados Unidos, a maconha medicinal é permitida em pelo menos 23 estados, incluindo a Califórnia. E esse número deve continuar a aumentar, embora a produção de cannabis continue a ser ilegal em nível federal.

De acordo com um relatório do ArcView Group, uma empresa de investimento e especializada em cannabis, a venda legal da maconha nos Estados Unidos gerou uma receita de 1,2 bilhão em 2015, um aumento de 232% em um ano.

Em 2020, as vendas devem exceder 22 bilhões de dólares, 6,4 bilhões dos quais apenas na Califórnia.

Como uma sinfonia

Estas projeções são o suficiente para darágua na boca nos empresários. Como Sayegh, muitos querem entrar neste negócio florescente.

Para o chef, este sonho culinário remonta à universidade. Lá, estudou inicialmente biologia molecular, carreira que abandonou para seguir o seu projeto real.

Sua perseverança valeu a pena. Em 2014 criou sua empresa de alta cozinha anábica em Los Angeles e, desde então, diz ele, a atividade da The Herbal Chef continua a crescer.

Por enquanto, Sayegh só pode servir seus pratos para aqueles que têm autorização para o uso da maconha medicinal. Mas espera superar este obstáculo em novembro, se a Califórnia votar a favor da maconha recreativa.

Enquanto isso, seus menus caros, variando entre 300 e 500 dólares por pessoa, são elaborados exclusivamente para fazer com que o cliente viva uma experiência 100% de “imersão”.

“Eu altero literalmente a química do cérebro a medida que as pessoas provam a minha comida”, se entusiasma ao manusear seringas contendo o ingrediente ativo da cannabis, que é depois incorporado em suas refeições.

“No final do terceiro prato sentem um pouco, no quarto um pouco mais e no final do quinto é o ponto culminante da viagem”, descreve.

“É como uma sinfonia”, resume. “Eu tenho que ter certeza que os pratos se encaixam nessa ascensão, e vice-versa para a descida.”

“Uma viagem”

Sayegh propõe uma cozinha sofisticada a base de carne de wagyu japonês, sorbet de toranja ou ostras “medicinais”.

Influenciado por suas origens jordanianas, Sayegh tentou incorporar cannabis em folhas de videira, em grão de bico (falafel) e outras versões de pratos do Oriente Médio.

Sua família, desanimado no início com o novo empreendimento, hoje aproveita para provar as suas últimas criações.

Mas, mesmo se a inclusão de maconha em alimentos está crescendo no país, Sayegh prefere ser cauteloso. Os consumidores deste novo tipo de alimento não devem fazer pouco caso da experiência.

“Não é uma ciência exata, em muitos aspectos, uma vez que muitos fatores entram em jogo quando se cozinha com a maconha”, analisa Robyn Griggs Lawrence, autor de “The Cannabis Kitchen Cookbook”.

“Não é como pedir um copo de uísque. Estamos apenas na fase da descoberta ainda”.

O chef sabe perfeitamente do impacto que pode ter os seus pratos e se esforça para preparar cuidadosamente cada um deles.

“A Maconha não é como os outros ingredientes”, diz ele. “Temos de ser extremamente cuidadosos, não só porque o calor desempenha um papel muito importante na culinária da maconha, mas também porque, literalmente, leva as pessoas a uma viagem e você tem a responsabilidade de que seja boa”.

Veja o vídeo clicando aqui!

Fonte: Uai

Défoncé é a marca que oferece barras de chocolate com 180 miligramas de THC

Défoncé é a marca que oferece barras de chocolate com 180 miligramas de THC

Na maioria dos casos, é impossível definir a quantidade de maconha que tem em um brownie ou em um cookie especial, que variam de forma imprevisível e faz com que o efeito da planta sobre o consumidor seja um mistério. Isso está mudando, em parte graças ao trabalho de Eric Eslao, um ex-gerente de produção da Apple que fundou a Défoncé Chocolatier, uma marca de chocolates de luxo com maconha. Cada barra inclui exatamente 180 miligramas de THC, o principal ingrediente psicoativo da erva.

Se um consumidor decide comer o tablete inteiro ao estilo normal de se consumir chocolate é possível que o efeito dure horas e até mesmo pode ser desagradável em certos aspectos. Mas é possível “quantificar” o consumo, porque cada barra é composta de 18 tabletes em forma de pirâmide e cada um inclui uma dose de 10 miligramas de THC, que segundo Eslao disse a revista FastCo, é igual a duas “puxadas” em um baseado.

Para fabricar este chocolate usa-se extrato de maconha, chamado de óleo CO2, em vez da infusão de manteiga com maconha que é popularmente utilizado na fabricação de alimentos com esta substância. Isso permite uma melhor distribuída em toda a barra de chocolate.

Mas além da própria maconha, Defoncé usa produtos gourmet e ecológicos; Ele oferece sabores, como café, baunilha, amargo, menta e avelãs. Cada barra custa cerca de 20 dólares.

Défoncé significa “drogado” em francês (stoned em Inglês). A empresa está sediada em Oakland e seus produtos já podem ser encontrados em vários dispensários autorizados nos EUA.

Humboldt, a vodka que contém maconha

Humboldt, a vodka que contém maconha

A Destilaria Humboldt lançou uma infusão de vodka com maconha que usa a primeira colheita de cânhamo legal dos Estados Unidos.

O cânhamo foi fornecido pela Orhempco Inc, localizada no sul de Oregon, é a primeira colheita usada nos EUA, uma vez que esta cultura de restrições foram levantadas como parte da Lei Agrícola de 2014 dos Estados Unidos.

No entanto, por ela ser feita de cânhamo, ao beber os usuários não obtêm os efeitos psicoativos da planta, Humboldt diz que o cânhamo usado para fazer a vodka dá um “caráter botânico único” que pode ser usado para melhorar todos os tipos de coquetéis.

Existem diversas maneiras de utilizar a maconha e muitas delas não fazem mal à saúde

Existem diversas maneiras de utilizar a maconha e muitas delas não fazem mal à saúde

Se antes a maconha era vista de forma preconceituosa, hoje este paradigma está mudando gradativamente. Uma das grandes lutas por parte dos consumidores da erva pelo mundo, é tentar mudar a cabeça das pessoas que cresceram acreditando que a maconha era uma das drogas mais perigosas da sociedade. Hoje sabemos que a planta pode ser usada de inúmeras maneiras, inclusive de forma medicinal.

A fumaça da maconha pode irritar os pulmões, mas nem só de baseados vive os maconheiros. Se você pensa que a erva só pode ser fumada, você tem muito o que aprender.

– Chá

Nada mais relaxante do que tomar um chá.  Para se fazer um chá de maconha, é preciso usar a manteiga de maconha. Apesar de alguns métodos de extração do THC serem um pouco complicados, existem sites que ensinam um passo-a-passo, tão simples que qualquer um pode reproduzir em casa. É possível misturar outras ervas em seu chá para dar um sabor único.

Claro que se você busca apenas uma bebida para esquentar e não ficar muito chapado, você pode apenas esquentar sua erva em água quente, assim como faz com um chá normal.

– Comidas

Está cada vez mais comum entre os entusiastas da maconha, consumir comidas com maconha. Além de ser uma alternativa eficiente para ficar chapado, os comestíveis de maconha ajudam pacientes que sofrem de dores crônica, fornecendo um alívio mais duradouro.

Através da manteiga de cannabis é possível fazer praticamente qualquer comida com maconha. Isto porque a manteiga é um ingrediente que vai em várias receitas, e basta você adicioná-la para dar um toque psicoativo no seu alimento. Além disso, o ingrediente vai deixar sua receita muito mais saborosa.

Mas cuidado, ao ingerir alimentos à base de maconha, o estômago fica responsável pela absorção do THC, e o processo é muito mais lento do que pelos pulmões, mas os efeitos são muito mais fortes. Então, cuidado para não exagerar na quantidade de cookies e comer demais.

– Extrato

Um dos métodos de se usar a maconha é através de extratos, que consiste em retirar as substâncias boas da cannabis usando álcool e a planta inteira (geralmente as flores e folhas). O líquido extraído é ingerido oralmente, geralmente com um conta-gotas, coloca-se uma quantidade em baixo da língua. Os extratos também podem ser misturados com chás ou outras bebidas, mas a absorção se dá de forma mais lenta. Por conter as substâncias concentradas também é muito utilizado como medicamento.

– Creme

Algumas pessoas preferem cuidar da pele ou fazer tratamentos de dores localizadas através de pomadas e cremes infundidos com maconha. Diferente de outros métodos, as pomadas não possuem efeitos psicoativos e não dão barato. Ao invés de precisar fumar um baseado para aliviar alguma dor, é possível usar cremes e deixar que a pele absorva as propriedades da erva.

Alguns tratamentos atuais com pomadas incluem queimaduras, a elasticidade da pele e até câncer. Estes remédios ricos em THC estão sendo usados no tratamento de dores musculares e inflamações em atletas.

– Sumo

Algumas pessoas adoram o cheiro da maconha, mas não curtem fumar ou não querem saber de ficar chapadas. Uma das formas de se consumir canábis que vem ganhando força entre os entusiastas de maconha, é misturar as folhas da planta com vegetais ou sucos de fruta. Assim, as comidas adquirem um gostinho da planta e deixam a comida mais saborosa. Deste jeito, as pessoas não precisam se preocupar com o THC que só é liberado quando a maconha é aquecida, e podem aproveitar o sabor da erva sem ficar viajando.

– Vaporizador

Se mesmo com todos esses item, você prefere a fumar, saiba que ainda assim é possível diminuir os danos causados pela fumaça. Os vaporizadores chegaram para quem busca uma forma mais saudável de se fumar maconha. Com eles, a erva não entra em combustão, ao invés disto, ela é “cozida” e libera um vapor que é muito melhor para seus pulmões. Os vaporizadores funcionam tanto com erva seca, quanto com óleos e ceras.

Este método é ótimo não apenas porque não produz fumaça, mas também é eficaz em te deixar viajando nas nuvens, pois o THC é liberado e o vapor não tem cheiro.

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