por DaBoa Brasil | jul 15, 2019 | Cultivo, Curiosidades
Poucas variedades de maconha se igualam com a beleza das variedades roxas. Em qualquer jardim, a rainha será, sem dúvida, um fenótipo purple, embora geralmente não sejam as plantas mais produtivas ou as mais potentes, com poucas exceções. Mas você sabe o motivo dessa cor? Nesse post vamos esclarecer!
CONDIÇÕES CLIMÁTICAS
São um dos dois motivos pelos quais a cannabis adquire estas preciosas tonalidades roxas. Isso não acontece com todas as variedades, mas há muitas que, quando são submetidas a baixas temperaturas, as folhas e flores ficam mais escuras. É bastante comum em cultivos ao ar livre que chegam ao fim em cultivos de outono ou inverno, mas também ocorre em cultivos fechados nos meses frios.
Isto acontece porque os pigmentos verdes da clorofila desaparecem dando lugar a outros pigmentos secundários, como as antocianinas, e são responsáveis pela cor roxa de, por exemplo, cerejas, framboesas ou couve roxa. E também os carotenoides, que variam sua cor desde amarelo pálido e laranja até roxo escuro. Este é responsável pela cor das cenouras, tomates ou salmão, entre outros. Esses pigmentos se intensificam com mudanças bruscas de temperatura entre o dia e a noite.
Embora nem todas as variedades de cannabis apresentem estes pigmentos e a grande maioria conserva a sua típica cor verde, muitas outras têm folhas e gemas com tons roxos. Por exemplo, quem já conseguiu cultivar uma Critical Mass Bilbo, pode perceber que no indoor ou outdoor nos meses frios ela adquire alguns preciosos tons roxos.
CONDIÇÕES GENÉTICAS
Aqui encontramos as autênticas variedades purple e quaisquer que sejam as condições climáticas, estas cores serão mostradas. E embora não saibamos realmente qual a razão dessa expressão de cor, as teorias apontam para a proteção contra a radiação ultravioleta e uma possível afirmação que atrai insetos polinizadores.
O gene da cor é hereditário, portanto, na mesma variedade, podemos encontrar alguns fenótipos verdes e outros com diferentes tons roxos, ou rosa e até vermelho escuro. Hoje em dia, através de técnicas de reprodução, os bancos de sementes nos oferecem variedades que garantem fenótipos purple. Eles trabalharam grande parte em variedades do Paquistão, Afeganistão, Colômbia ou Tailândia, até quase conseguirem fixar o gene da cor.
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Pesquisa: La Marihuana
por DaBoa Brasil | jul 14, 2019 | Curiosidades, Saúde
Um dos efeitos mais conhecidos da maconha é a capacidade de produzir riso em quem a consome. Isso também é exclusivo de todas as variedades, já que as sativas e híbridas sativas são as mais alegres. Os neurocientistas admitem que é muito complicado concretizar as razões específicas do cérebro que produzem o riso, já que implica uma interatuação de múltiplas áreas que regulam a linguagem, a memória, a função motora, a interpretação auditiva e a lógica.
O ato de rir é um reflexo motor que se inspira na própria interpretação do humor de cada pessoa. Trata-se de uma ideia complexa que se compõe de muitos bloqueios de construção diferentes. Desde o contexto cultural, ao contexto linguístico ou ao contexto social. O humor, tal como foi demostrado nos scanners de ressonância magnética, se processa principalmente nos lóbulos frontais e temporais do córtex cerebral. E eles estão nessas áreas onde os canabinoides atuam.
Estudos que foram desenvolvidos no Cognitive Neuroimaging Laboratory do Hospital McLean, em Belmont, demostraram que a cannabis estimula o fluxo sanguíneo tanto nos lóbulos frontais direito e esquerdo, áreas do cérebro que se associam com o humor. O THC causaria hiperatividade nessas regiões, que, uma vez estimuladas, seriam a causa da hilaridade depois de fumar um baseado. A ciência de momento, não chegou a decifrar até que ponto este aumento do fluxo sanguíneo é diretamente responsável de sua intensidade.
O THC se une aos receptores endocanabinoides do cérebro que modulam a sinalização neuronal. Una vez ali, estimulam a sensação de felicidade. Alguns estudos sugerem que determinados canabinoides promovem neurogênese em algumas áreas do cérebro. Isto produz um efeito ansiolítico e antidepressivo. Outros cientistas observaram que as pessoas deprimidas mostram uma diminuição da atividade nestas áreas do cérebro. E a cannabis é capaz de repor essa atividade.
A pesquisadora Sophie Scott, dedica seus estudos ao papel social do riso. Suas experiências mostram que o riso é um efeito enormemente comportamental. Por exemplo, quando em um grupo de pessoas desconhecidas algumas delas riem, é muito provável que o riso seja contagioso e muitas delas acabem rindo sem saber exatamente por que. De fato, na companhia de outras pessoas é até 30 vezes mais provável rir que quando se está só.
Para finalizar, o THC quando se une aos receptores canabinoides ativam a via mesolímbica. Isto faz que o cérebro como resposta libere grandes quantidades de dopamina e endorfina. Isto produz um estado de felicidade que poderia ser comparado ao de se apaixonar, realizar o ato sexual e no geral, causa também sensações de euforia e riso fácil. Com tudo, os pesquisadores continuam avaliando o comportamento dos canabinoides em nosso cérebro.
Fonte: La Marihuana
por DaBoa Brasil | jul 9, 2019 | Curiosidades, Saúde, Sexo
Existem muitos estudos que afirmam que a maconha melhora as relações sexuais. Em particular, as mulheres têm orgasmos mais intensos. No post hoje vamos sugerir 7 variedades que farão suas experiências sexuais serem mais intensas.
Chemdawg: é um dos grandes clássicos norte-americanos. Sua história nos leva a um show do grupo Grateful Dead no anfiteatro de Deer Creek. É uma variedade de origem incerta e domínio indica. Seu sabor é delicioso. Os efeitos são principalmente relaxantes e suaves, sem dúvida uma ótima opção para compartilhar momentos em casal.
Blue Cheese: é um híbrido muito recorrente que combina, por um lado, o delicioso sabor da Blueberry da DJ Short, e por outro, a potência e resistência da Cheese, seleção de Skunk # 1 realizada no Reino Unido pelo grupo Exodus. Os efeitos são muito equilibrados e poderosos, que vão tornar suas sensações e experiências sexuais mais intensas.
Sex Bud: Este híbrido da Female Seeds tem dominância da sativa e foi desenvolvido a partir de uma deliciosa Grapefruit. Combina um delicioso sabor frutado de abacaxi, muito doce, com efeitos estimulantes e criativos. É uma variedade que agradará a qualquer pessoa, seja de dia ou noite, é ideal para desfrutar na companhia perfeita.
Super Silver Haze: um dos grandes clássicos holandeses e a variedade mais premiada. Desenvolvida pela Greenhouse a partir das melhores genéticas de Nevil Schoenmakers, como a Haze, Skunk e Northern Lights #5. Tem um sabor típico de Skunk/Haze, mais doce graças aos genes NL#5. Os efeitos são muito potentes e estimulantes e, sem dúvida, melhoram as relações sexuais.
Kali Mist: esta sativa da Serious Seeds é também uma das variedades mais misteriosas e espetaculares. Sua origem é incerta, embora em seus genes possa ver os toques Haze e de sativa cambojana. O sabor é delicioso, lembra sândalo e cedro. Os efeitos são potentes e estimulantes, e vão deixar o seu lado mais criativo e sensual perfeito para desfrutar com o seu parceiro.
Six Shuter: esta é uma automática cruza de Chrystal METH e Mexican Airlines. Produz um longo bud central cercado por buds secundários relativamente menores. O aroma é de ervas, cítrico e incenso, enquanto o sabor é fresco, suave e notas de pimenta são apreciadas. A princípio, o efeito cerebral, mas depois se estende por todo o corpo, ideal para desfrutar em noites de paixão.
Love Potion: e finalizamos com a “poção do amor” da Reeferman, um híbrido vencedor da Cannabis Cup em 2004 na categoria Melhor Sativa. É uma retrocruza G13 x Santa Marta Colombian Gold de grande vigor, sabor e produção. Os efeitos são potentes e, em referência ao seu nome, vai deixar aflorar o seu lado mais apaixonado e, sem dúvida, melhorar suas relações sexuais.
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Fonte: La Marihuana
por DaBoa Brasil | jul 8, 2019 | Curiosidades, Redução de Danos, Saúde
O Journal of Psychoactive Drugs publicou um relatório no qual se afirma que muitas pessoas usam a maconha recreativa como uma terapia medicinal.
Há um longo debate sobre se realmente faz sentido falar sobre maconha medicinal ou recreativa além de ser uma diferenciação feita por razões jurídicas que, por sua vez, é baseada nos componentes que a lei permite. É por isso que, entre outras coisas, a cannabis sem efeitos psicoativos e com mais CBD do que o THC é considerada “medicinal”. No entanto, não significa necessariamente que é uma medicina. De fato, alguns estudos levantaram a possibilidade de que o THC é mais “medicinal” que o CBD, dependendo do caso.
Seja como for, o relatório publicado no Journal of Psychoactive Drugs considera que os adultos que compram maconha recreativa não o fazem apenas por prazer, mas também a utilizam medicinalmente.
“As leis para uso adulto de cannabis são frequentemente chamadas de recreativas, o que implica que são usadas apenas para buscar uma experiência de prazer. Nossas descobertas sugerem que muitos a usam para aliviar certos sintomas”.
O estudo, que foi realizado com mil usuários de maconha do Colorado, perguntava qual era o uso que faziam da cannabis. Surpreendentemente (ou não) 65% disseram que usaram cannabis para aliviar a dor e 75% para induzir o sono.
Entre aqueles que o usam para reduzir a dor, comentaram que combinavam com a medicação habitual e permitiram que reduzissem as doses. Até 88% daqueles que a usam assim, relataram que reduziram suas doses de opioides. Daqueles que usam para melhorar o sono, 87% admitem que pararam de usar pílulas para dormir ou reduziram seu uso.
Os autores reconhecem que tem certas limitações, como a de que a maioria dos entrevistados tem menos de 50 anos de idade e que isso foi feito em um espaço reduzido no Colorado.
Fonte: Leafly
por DaBoa Brasil | jul 6, 2019 | Curiosidades, Saúde
Sabemos que a maconha é boa para a dor e que os pacientes de certas doenças se beneficiam de seus efeitos, mas o que acontece com o sistema imunológico?
Há relatos que garantem que a cannabis ajuda e melhora o sistema imunológico. Os poucos estudos que existem para afirmar que os pacientes com HIV (doença que afeta o sistema imunológico) melhoram seu estado de saúde (não da doença). 27% dos pacientes com HIV no estudo disseram que sentiram melhorias em sua qualidade de vida.
A maconha alivia as náuseas e o desconforto dos pacientes com HIV, bem como a perda de apetite, dor ou a ansiedade e depressão resultante da doença. Além disso, alguns estudos garantem a redução de 60 a 30% das células infectadas.
Mas também não há nada de novo. Sabemos que a cannabis ajuda mesmo em quem não tem HIV, então podemos confiar nos resultados? De acordo com outros testes não são tão promissores e mostram que, apesar dos benefícios na qualidade de vida, o ato de fumar não é aconselhado para pacientes com HIV pelos possíveis danos causados pela fumaça. Nesse caso outros métodos de consumo são mais apropriados.
Como outras questões relacionadas à cannabis para uso medicinal, esta questão também precisa de mais pesquisas para ter uma resposta definitiva.
Fonte: High Times
por DaBoa Brasil | jul 3, 2019 | Arte, Cultura, Curiosidades, Entretenimento, Turismo
Será inaugurado em Hollywood o primeiro Museu da Maconha dos EUA. Será um espaço com 2.700 metros quadrados e busca acabar com o estigma da planta.
A partir do mês de agosto, Hollywood terá um novo museu que não focará na sétima arte ou nas estrelas de cinema. Será um espaço dedicado à maconha. O projeto é patrocinado pela empresa Weedmaps, sediada na Califórnia e especializada em tecnologia com cannabis e na promoção da planta.
De acordo com os planos, o Museu da Maconha terá um espaço de quase 2.800 metros quadrados. A intenção é oferecer a seus visitantes uma jornada cronológica através da história da cannabis desde seus primeiros usos até os dias atuais e mostrando os esforços por sua legalização. E também poderá se aventurar em aspectos da falida guerra às drogas que nos acompanha por décadas.
“Os visitantes do Weedmaps Museum of Weed vão experimentar uma exploração precisa e sem filtros do mundo canábico ao longo da história”. “O museu combinará todos os elementos de imersão que espera encontrar nos melhores museus do mundo em várias categorias, incluindo cultura, artes plásticas e história natural. Haverá também muitas instalações artísticas para aqueles que querem compartilhar momentos socialmente significativos”, disse Chris Beals, CEO da Weedmaps.
Como citou a empresa Weedmaps, a iniciativa busca minar o estigma de maconha entre os cidadãos. O museu abrirá a partir do mês de agosto e o acesso será para pessoas com mais de dezoito anos ao custo de trinta e cinco dólares.
Esse não é o primeiro museu da maconha no mundo, mas é o primeiro com essas características que será inaugurado na Califórnia. Neste estado, a cannabis para uso recreativo foi legalizada em 2017.
O Weedmaps Museum of Weed abrirá oficialmente com uma recepção exclusiva no dia 1 de agosto, seguida de uma grande inauguração no dia 3 de agosto. Estará aberto por tempo limitado, o Weedmaps Museum of Weed fechará em 29 de setembro de 2019.
Fonte: La Marihuana
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