Paraguai a um passo de legalizar a maconha medicinal

Paraguai a um passo de legalizar a maconha medicinal

No Parlamento do Paraguai existe a confiança em obter a maioria dos votos necessários para a aprovação preliminar do projeto de lei sobre a descriminalização da maconha para consumo terapêutico que será estudado e analisado em algumas semanas. Assim afirmou o deputado Ricardo González do Partido Encuentro (PEN).

“Foi solicitado que o projeto seja tratado em 15 dias para a aprovação preliminar, creio que existem condições para que se dê a aprovação”, segundo González.

Disse também que havia um grupo de familiares muito preocupados e precisavam cultivar maconha em suas casas para que os pacientes que foram diagnosticados com epilepsia refratária pudessem usá-la como medicamento. Ele também disse que esses pacientes que sofrem desta doença não podem ser tratados com o sistema farmacológico tradicional e esses pacientes são principalmente crianças e adolescentes, e já não têm outra maneira de reagir.

Além destes resultados benéficos para estes jovens pacientes, o Ministério paraguaio de Saúde Pública (MSPyBS) já autorizou a importação de extrato ou óleo de maconha medicinal, destinado a pessoas com epilepsia refratária.

A importação deste óleo será feita pela empresa Laboratorios Lasca, e logo se encarrega de fornecê-lo aos pacientes com os mesmos custos que adquiriram no exterior e a diferença de garantir os procedimentos.

Fonte: La Nación

Consumo problemático não aumenta após legalizar a maconha medicinal diz estudo

Consumo problemático não aumenta após legalizar a maconha medicinal diz estudo

A promulgação de leis de maconha medicinal não está associada com maiores taxas de problemas relacionados ao uso da planta, de acordo com dados publicados na revista Addiction.

Pesquisadores da Columbia University avaliaram as tendências do consumo de maconha nos anos seguintes a aprovação do uso medicinal em alguns estados. Não foi relatada “nenhuma mudança significativa na prevalência do mês anterior do consumo de maconha entre os adolescentes ou adultos jovens (com idades entre 18 a 25)” e depois de legalização. Também não se encontrou nenhuma evidência de aumento do consumo de maconha ou de dependência por qualquer um dos jovens ou adultos. Os estados com programas médicos em grande medida não regulados se associaram com um maior uso auto-relatado dos adultos com mais de 26 anos, mas não em estados com programas rigorosos.

Os resultados do estudo são consistentes com vários outros estudos que informaram não haver nenhuma repercussão no consumo ou abuso de maconha entre os jovens posteriormente a regulação da maconha medicinal, incluindo estes aqui, aqui, aqui, aqui, aqui e aqui. Os resultados contradizem uma recente informação, amplamente divulgada em papel pela JAMA Archives of General Psychiatry, que especularam que as leis de maconha medicinal poderiam aumentar a prevalência de transtornos pelo uso de maconha entre os adultos.

Um resumo do estudo “A livre regulação dos programas de maconha medicinal associados com maiores taxas de consumo de maconha em adultos, mas não há transtornos pelo uso da cannabis” pode ser encontrado aqui.

Fonte: La Marihuana

Jamaica quer saber o impacto da maconha sobre o turismo

Jamaica quer saber o impacto da maconha sobre o turismo

A Secretaria de Turismo da Jamaica criou uma equipe de trabalho para estudar o impacto do uso da maconha no setor de turismo.

O Ministro do Turismo, Edmunt Bartlett, disse que o Governo da Jamaica está convencido de que a indústria nutracêutica pode se beneficiar do valor do medicamento.

“Vamos designar uma área e, embora eu não esteja criando a política, estou indicando que neste contexto, haverá discussões”, ele disse.

Bartlett falava na CANEX Jamaica, um evento criado no ano passado para promover a colaboração, a educação e a expansão do mercado de maconha legal na Jamaica.

O Ministro da Saúde, Bem-estar e Meio Ambiente de San Vicente e Granadinas, Robert Luke Browne, foi o representante do Governo na CANEX junto com Bartlett, como um dos palestrantes do setor.

Ele disse que a indústria do turismo da Jamaica poderia beneficiar-se muito com o uso do óleo e produtos produzidos a partir da planta, bem como a sua aplicação médica direta.

Uma área da costa sudoeste da Jamaica, que vai desde o West End em Negril, Westmoreland, a Treasure Beach, em St. Elizabeth, representaria uma área especial para o desenvolvimento dos produtos nutracêuticos e como parte da experiência do entusiasmado turismo da maconha, disse Bartlett.

“Isso não significa que não existem possibilidades em outros lugares, mas temos ênfase que se não planejada, não estruturada, e se não for ordenada e razoável, e se quisermos criar riqueza a partir de sua expansão e desenvolvimento, o que será dessas indústrias?”

Fonte: Wic News

Coréia do Norte cultiva maconha para fazer combustíveis para drones

Coréia do Norte cultiva maconha para fazer combustíveis para drones

O governo norte-coreano está incentivando sua população rural a plantar cânhamo, já que com esta planta pode produzir combustível para uso em veículos militares, relata a Radio Free Asia.

Embora as fontes oficiais digam que o cultivo de cânhamo em massa seja para produzir óleo de suas sementes que é de alta qualidade, disse uma fonte:

“O propósito de plantar é para obter o óleo que pode aproveita-los como combustível para drones (veículos aéreos não tripulados) para a guerra”, disse “sabe-se que pode ser utilizado misturando o óleo de cannabis com óleo de linhaça e usar de combustível para aviões não tripulados” acrescentou.

mídia chinesa tem relatado que postos de gasolina de Pyongyang foram fechadas e os preços da gasolina dobraram. Esta situação foi causada pela aplicação das sanções da comunidade internacional por se recusar a retirar os testes nucleares.

Cultivos de soja estão sendo substituídos desde março por cultivo de cannabis na província de Yanggang. “A ordem de plantar 33 metros quadrados de cannabis foi dada a cada membro da Aliança de Mulheres da Coreia do Norte”, disse a fonte.

A Cannabis é uma planta que pode se extrair ou criar um combustível podendo ser usado como diesel para motores e na Coréia do Norte parece ser uma planta nada incomum.

Fonte: RFA

Impacto na indústria do álcool, a geração Y prefere maconha

Impacto na indústria do álcool, a geração Y prefere maconha

Segundo um novo relatório, a maconha está tendo um impacto substancial sobre a indústria do álcool, e a maioria dos Millennials (nascidos entre 1980-1995) preferem maconha ao invés do álcool.

OutCo, uma empresa de maconha no sul da Califórnia, fez uma parceria com a Monocle Research para realizar um novo relatório sobre o aumento do uso da erva na Califórnia e seu impacto sobre a indústria do álcool. O estudo revelou uma grande mudança que está chegando com esta geração na Califórnia que dizem não ao álcool e sim a maconha. A pesquisa também indica que esta mudança vai continuar a aumentando, o que poderia ter um impacto significativo na indústria do álcool.

Os Millennials estão mais abertos à diversidade no uso de substâncias recreativas que as gerações mais velhas, com mais de 50% deles substituindo o álcool pela cannabis completamente. O estudo também mostra que um em cada cinco da Geração X também substituíram o álcool pela maconha, como 8% dos baby boomers.

“Descobrimos que para a geração dos Millennials, a escolha entre as duas principais substâncias recreativas, álcool e tabaco, sempre foi uma tarefa fácil. Crescendo com mensagens anti-tabaco, a taxa de tabagismo para jovens com idade entre 18 a 29 anos nos EUA foi reduzida em 22% ao longo da última década, deixando álcool como a substância de escolha”, disse o CEO da OutCo, Lincoln Fish.

“Mas já estamos vendo uma diminuição na venda de álcool, o que significa que a maconha está pronta para ser a nova substância recreativa de escolha para muitos millennials e além.”

Outras conclusões do relatório incluem:

1.A cerveja foi à substituição mais popular, com 34% da geração de Millennials dizendo que optaram pela maconha mais do que cerveja.
2. 18% da geração Y irá substituir o vinho por maconha.
3. 14% da população substituíram as bebidas espirituais (forte graduação) por maconha.

Alguns dos achados mais interessantes vêm de explicações dos usuários a respeito de porque eles escolheram substituir o álcool com a maconha. A maioria das respostas foi agrupada em torno de questões específicas, incluindo a percepção de segurança, de custo e de saúde.

No que diz respeito à segurança, muitos expressaram medo de tomar más decisões quando consomem o álcool, que incluía passar por cima do limite legal. O custo também entrou em jogo, com muitos dizendo que sua despesa total de álcool ultrapassa ao da maconha de alta qualidade. Finalmente, a saúde é afirmada como um fator quando o álcool é substituído por maconha. Os participantes compartilharam que os efeitos de uma ressaca de álcool dura todo o dia seguinte, enquanto que o alto consumo de maconha não tiveram efeitos significativos duradouros; com o que eles se sentiram mais saudáveis e mais ativos.

Para o relatório completo, clique aqui.

Fonte: The Joint Blog

Colômbia regula a maconha para uso medicinal e científico

Colômbia regula a maconha para uso medicinal e científico

A regulamentação para o cultivo de maconha medicinal permitirá que cada pessoa possa cultivar até 20 plantas de maconha para consumo pessoal.

O Ministério da Saúde da Colômbia regulou uso médico e científico da maconha mediante um decreto que permitiria usar a semente da planta para processos médicos e científicos, assim como para controlar as importações de produtos relacionados, conforme relatado em fontes oficiais.

Com o decreto 613, de 10 de janeiro deste ano, emitido pelo ministério, foi dada a autorização ao uso de sementes de maconha para fins médicos, e também para “avaliar, seguir e monitorar as atividades para a importação, exportação, cultivo, produção, distribuição e uso da semente”.

Com a nova regulamentação, o governo colombiano especificou como proceder para obter licenças que dão o acesso “seguro e informado” a semente.

Além disso, o decreto comunica que se confirmará um “Grupo Técnico de Quotas” que fará “as análises, avaliação e monitoramento de todos os assuntos relacionados com a atribuição de quotas ou previsões da maconha para fins médicos e científicos”, acrescenta a informação.

O Congresso da Colômbia aprovou no mês de maio de 2016, um projeto de lei que autoriza o cultivo, produção, fabricação, compra, importação, exportação, armazenamento, transporte, comercialização, distribuição, uso e posse de sementes das plantas de maconha com fins medicinais e científico.

Na sequência desta decisão, o Governo colombiano atribuiu a empresa do Canadá, PharmaCielo, a primeira licença que autoriza a produção e fabricação de derivados medicinais da maconha na Colômbia .

Fonte: La Marihuana

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