Primeira-dama do Japão apoia a nova era do cânhamo

Primeira-dama do Japão apoia a nova era do cânhamo

Falando da experiência pessoal, no palco do fórum de cânhamo de kyoto, a primeira-dama do Japão, Abe Akie proclamou seu apoio para o renascimento do consumo de maconha no Japão e em especial para fins medicinais.

A Sra. Abe, esposa do primeiro-ministro japonês, Shinzo Abe, está aparecendo para aumentar a consciência da aculturação do cânhamo no Japão e demostrar seu apoio aos tantos usos da planta e apontando para estudos que mostram o sucesso no tratamento da epilepsia, diabetes e dor.

A Sra. Abe, em seguida, também mostrou seu apoio a produtos de cânhamo, como o Elixinol óleo CBD de cânhamo, uma alternativa “saudável não psicoativa” para certas doenças que seu marido e primeiro-ministro do Japão sofreu.

O primeiro-ministro e a primeira-dama não são estranhos para doenças crônicas. A colite ulcerativa do primeiro-ministro tem sido bem documentada por tentativas de controlar a doença usando esteroides. Em 2007, o Sr. Abe renunciou ao cargo de primeiro-ministro por causa de “diarreia incapacitante.” Abe voltou para o cargo de primeiro-ministro em 2012.

Esta não é a primeira vez que o Sr. Abe expressou publicamente apoio para o cânhamo. Ele foi citado em uma edição de 2015 da revista Spa! dizendo: “O cânhamo é uma planta que todas as partes podem ser utilizados de forma eficaz.” Ele continuou: “Embora ainda não é permitido no Japão, eu acho que você também pode ter um uso prático para fins médicos.”

“É uma honra que a primeira-dama escolheu o Elixinol para tratar a colite ulcerosa do seu marido dando início a uma maior aceitação do cânhamo no Japão. Estamos ansiosos para trabalhar de perto com o povo do Japão , “disse Paul Benhaim co-fundador do Elixinol.

Enquanto o primeiro-ministro e sua esposa entram nesta nova era de aceitação do cânhamo no Japão, a evidência arqueológica mostra que a maconha desempenhou um papel de grande importância cultural em toda a história do Japão. Até o século 20, plantas da erva estavam disponíveis nas farmácias japoneses para tratar dores musculares, dor e insônia.

Após a Segunda Guerra Mundial, enquanto a nação do Japão ainda estava sob o controle dos Estados Unidos, a Lei de Controle de Cannabis de 1948, que foi semelhante à proibição da planta nos EUA.

Como o primeiro-ministro e a primeira-dama do Japão forjaram uma nova relação com o Japão através de produtos de cânhamo, como Elixinol, a empresa norte-americana espera trabalhar em estreita colaboração com os líderes e do povo japonês.

Fonte: lamarijuana

Colômbia finalmente aprova a maconha para fins terapêuticos

Colômbia finalmente aprova a maconha para fins terapêuticos

A lei que passou pelo Congresso diz que os colombianos podem obter produtos terapêuticos a base de maconha em condições de igualdade, ou seja, normas de não discriminação, acessibilidade física, acessibilidade econômica e acesso a informação.

Em relação ao princípio de segurança, se fala em garantir as condições de higiene nos processos de fabricação, comercialização e utilização final de qualquer substância de maconha medicinal.

Esta lei estabelece que os medicamentos sejam regularizados, eles devem responder as normas de qualidade aceitas pela comunidade científica e o deve governo regular os preços das substâncias, garantindo um valor que permita aos pacientes com doenças crônicas e terminais a ter um tratamento digno.

A sanção desta lei pelo presidente, Juan Manuel Santos, coincide com as primeiras licenças que fez o Ministério da Saúde em produzir a maconha para o tratamento de doenças.

É uma mudança histórica no paradigma da luta contra a droga no país de no mundo. Não é a legalização do uso recreativo como já acontece em países como Uruguai e Estados Unidos. No entanto, é uma mudança nas políticas governamentais que deram apoio ao projeto de lei apresentado pelo senador Juan Manuel Galán para aproveitar as qualidades medicinais da maconha.

Fonte: diariodelhuila

Em resposta à pressão da polícia em Israel, ativistas plantam maconha

Em resposta à pressão da polícia em Israel, ativistas plantam maconha

Nos últimos meses, ativistas em favor da legalização em Israel estão plantando maconha em espaços públicos em todo o país em protesto contra a política do governo proibicionista e as batidas policiais recentes nas casas de civis. Centenas de sementes foram plantadas na área de Jerusalém, como parte do jogo “Caça os tesouro” com a polícia.

Ativistas israelitas em favor da legalização da maconha fartos das leis incriminadoras e ataques repetidos por policiais em casas de civis em busca de plantas, plantaram maconha nos últimos meses em áreas públicas por todo o país.

Esta semana, vários deles plantaram ganja na margem de um rio, no centro de Israel, também em campos abertos e partes arborizadas da região, é bom em qualquer lugar, desde que esteja fora do alcance da vista. Os ativistas dizem que se tornou a primeira grande campanha de plantio planejado até o final deste verão.

Os ativistas chegaram com dezenas de plantas jovens em vasos e, subsequentemente, plantadas em pequenos poços cheios com solo adubado.

Algumas plantas, mesmo secretamente plantadas são expostas à luz solar e perto de um riacho e esperando que se tornem plantas maduras e saudáveis que podem ser colhidas mais tarde, talvez.

Para realizar o plantio e para serem eficaz, eles devem primeiro germinar as sementes e só então escolher as mudas e tratar o solo para o plantio apropriado.

Esses cultivadores de guerrilha normalmente plantam em espaços camuflados, mas agora como protesto houve um aumento em áreas urbanas, onde normalmente não crescem as plantas.

Na terça-feira outro grupo ativista distribuiu e plantou mais de 100 sementes de maconha espaços públicos na área de Jerusalém, protestando contra as atividades extensas nesta área pela polícia.

Alguns grupos já anunciaram a sua participação no protesto e disseram que iriam criar pequenos grupos para plantar sementes em áreas com sistemas de irrigação no município. Alguns ativistas têm chamado à campanha de plantio de “Treasure Hunt” (Caça ao tesouro), desafiando a polícia.

“As autoridades do estado acreditam que é um filme antigo em preto e branco“, disse um ativista. Eles acreditam que é possível parar a planta, que é parte da natureza. Embora, na realidade, é realmente impossível evita-la . Um lote de sementes foram plantadas e vão continuar a espalhar o verde. “

 

No final de julho Uruguai abrirá registro de usuários de maconha

No final de julho Uruguai abrirá registro de usuários de maconha

No final de julho o Uruguai abrirá os registros de consumidores de maconha, após liberar a produção da erva por cultivadores privados sob fiscalização do estado, informaram fontes oficiais nesta quarta-feira.

O registro é uma peça-chave na implementação da lei de regulação da maconha aprovada em 2013, e que permitirá a compra legal da erva em farmácias a consumidores registrados.

Com base nesta iniciativa inédita, empresas privadas que passaram por um processo de seleção produzem a erva em instalações públicas sob vigilância estatal, para sua posterior distribuição.

A maconha já “está sendo colhida e secada”, informaram à AFP fontes do governo.

Após o registro dos consumidores, a venda deverá começar no início de agosto, segundo as mesmas fontes.

O mecanismo de identificação sob a supervisão do Instituto de Regulação e Controle de Cannabis (Ircca) identificará cada consumidor por sua impressão digital, e não haverá necessidade da apresentação de identidade nos locais de venda.

A princípio, o governo pretendia vender a maconha apenas nas farmácias, mas nos últimos dias tem analisado a possibilidade de colocá-la a disposição dos usuários em órgãos públicos e até em grandes supermercados.

Governo uruguaio disposto a vender maconha fora de farmácias

Governo uruguaio disposto a vender maconha fora de farmácias

O governo uruguaio está disposto a buscar pontos de venda de maconha para uso recreativo alternativos às farmácias para cumprir com a lei que em 2013 regulou a produção e a venda desta droga.

Apenas 50 farmácias, das cercas de mil que existem no país, aderiram ao plano do governo do presidente Tabaré Vázquez, que deu continuidade à política sobre drogas levantada por seu antecessor José Mujica (2010-2015).

“Para nós, embora a manifestação de vontades tenha sido um pouco lenta, é um número suficientemente interessante para fazer um plano piloto”, declarou o secretário-geral da Junta Nacional de Drogas (JND) do Uruguai, Milton Romani, em declarações ao jornal local El País publicadas neste domingo.

Romani acrescentou que está sendo colhida a primeira safra de cannabis para uso recreativo, que chegará nos próximos meses às farmácias, o melhor local, segundo ele, para vender a droga, “porque o governo não quer promover o consumo, mas regulá-lo”.

No entanto, o funcionário reconheceu que é possível ampliar os pontos de venda para garantir que alcançará todos os usuários.

“Os que especulavam que este governo não aplicaria a lei devem tirar isso da cabeça porque vamos vender nas farmácias ou onde quer que seja. Se as farmácias forem uma dor de cabeça, venderemos por outros canais”, disse Romani.

Os usuários poderão comprar até 10 gramas por semana nas farmácias habilitadas, mediante um registro prévio nas agências de correio do Uruguai, para o qual se exige que a pessoa seja maior de idade e cidadã uruguaia, ou estrangeiros com um mínimo de dois anos de residência no país.

Fonte: Istoé

Itália avalia legalizar maconha para afetar ganhos da máfia

Itália avalia legalizar maconha para afetar ganhos da máfia

A Itália está avaliando um projeto de lei para legalizar a posse e o consumo de maconha, uma proposta que também avalia as “imponentes dimensões sociais e econômicas” de um negócio que gera atualmente bilhões de euros para a máfia.

No próximo dia 25, a Câmara dos Deputados começará a debater o projeto, que tem o apoio da maior parte dos partidos políticos do país, tanto de direita como de esquerda.

O objetivo é modificar a legislação atual para legalizar o consumo e a posse de maconha, para garantir a qualidade desse tipo de produto e desmantelar todo um negócio paralelo controlado especialmente pelo crime organizado no país.

Os parlamentares que apoiam o projeto afirmam que, com base na experiência das últimas décadas, a “atividade de repressão” não contribuiu para melhorar a situação nem nos países produtores das drogas, nem nos consumidores.

“Primeiro, não se conteve a influência econômica e política das organizações criminosas que controlam a produção. Depois, não se freou a difusão das drogas proibidas”, diz o texto.

A Direção Nacional Antimáfia (DNA), em seu relatório anual de 2014, afirmava “o fracasso total da ação repressiva” na difusão das substâncias brandas em um país no qual 63,4% dos jovens consomem álcool, cigarros ou maconha, segundo a ONG “Save the Children”.

De acordo com uma pesquisa da Agência Ipsos, 83% dos italianos consideram que as leis contra as drogas leves são pouco ou nada eficazes. Além disso, 73% defendem a legalização da maconha.

Diante desse cenário, o projeto prevê a liberação do cultivo, da posse e do consumo da substância de um modo similar ao tabaco.

A proposta prevê que pessoas maiores de idade tenham o direito de possuir “uma módica quantidade de maconha para uso recreativo”, equivalente a 15 gramas em casa e 5 gramas em espaços públicos, onde, no entanto, será taxativamente proibido fumar nas ruas.

A maconha poderá ser cultivada em casa, mas os produtores individuais não terão o direito de vender a colheita. O projeto também prevê o cultivo em associações sem fins lucrativos, formadas por grupo de no máximo 50 pessoas.

A venda da maconha e de seus derivados seria monopolizada pelo governo que, por sua vez, permitiria sua distribuição através de estabelecimentos privados e previamente autorizados. A importação e a exportação do produto estão proibidas.

O cultivo com fins terapêuticos também está previsto para lei, que tenta simplificar a entrega, a prescrição e a distribuição de remédios à base de maconha.

Como justificativa para a proposta, os autores da iniciativa escrevem no projeto de lei que o mercado ilegal de entorpecentes representa um “fenômeno de imponentes dimensões sociais e econômicas”.

A analista do Observatório Europeu sobre as Drogas, Carla Rossi, disse à Agência Efe que esse negócio mobiliza cerca de 20 bilhões de euros no país, enquanto outras instituições elevam ainda mais o valor movimentado pela venda das substâncias ilícitas.

A DNA calcula que são vendidos na Itália cerca de três toneladas de maconha por ano, satisfazendo assim a “demanda de um mercado de dimensões gigantescas”. Como o preço estimado é de 10,1 euros por grama, o órgão afirma que, “na hipótese mais pessimista”, o mercado superaria a casa dos 30 bilhões de euros anuais.

Por essa razão, a DNA considera que a legalização da maconha geraria impostos “absolutamente consistentes”, e permitiria economizar em custos legais vinculados à repressão penal do fenômeno e absorveria “grande parte” deste mercado ilegal.

“É fundamental legalizar a maconha na Itália, mas também no mundo inteiro, sobretudo para resistir aos lucros derivado das mãos dos próprios criminosos”, disse Rossi.

Um dos que mais defende a ideia é o escritor Roberto Saviano, conhecido sobre suas investigações sobre a máfia. Ele disse que o projeto é “fundamental” para as prefeituras locais, que deveriam promover campanhas “valentes” de sensibilização.

Sobretudo em grandes cidades como Roma ou Nápoles, cujas periferias atualmente são, indicou Saviano, “grandes prisioneiras das organizações criminosas”.

Fonte: Exame

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