por DaBoa Brasil | jul 1, 2016 | Curiosidades, Política, Turismo
Quiosques darão licenças para os turistas poderem adquirir até 56 gramas da erva enquanto estiverem visitando o país
Que dê a primeira bongada quem nunca pensou em viajar pra Jamaica e viver um dia de Bob Marley. Qual turista que vai pra Jamaica e não pensa em fumar a maconha local? O país do reggae é também sinônimo de ganja e o governo parece que enfim, reconheceu isso.
Se você não sabia, a maconha era proibida até o começo do ano passado, inclusive para os rastafáris que usam a ganja de forma religiosa. Mas essa realidade mudou, hoje o consumo é descriminalizado e é possível cultivar até cinco pés de cannabis e portar até 56 gramas da erva.
Agora a Jamaica quer criar quiosques de maconha dentro dos aeroportos para os turistas, e assim, controlar o consumo da erva e gerar mais receita para o país. Seguindo o exemplo do estado do Colorado nos Estados Unidos, que legalizou a maconha e hoje gera bilhões em receita com o mercado da cannabis.
Esses quiosques funcionarão como dispensários medicinais, onde o turista pode adquirir até 56 gramas de maconha e tirar uma licença para fumar ganja durante sua visita.
“Será inicialmente para pessoas que possuem prescrição médica, e na realidade, você está fazendo isso para propósitos medicinais com uma permissão do Ministério da Saúde. Se eles não possuirem uma receita, então eles podem se ‘autodeclarar’, e isto permitirá que eles tenham as 56 gramas enquanto estiverem aqui”, disse Hyacinth Lightbourne, presidente da agência reguladora CLA (Cannabis Licensing Authority), para o Jamaica Gleaner.
É uma manobra que a agência acredita que vai gerar uma renda significativa para o governo, tendo em vista os números divulgados por outros lugares do mundo que legalizaram a maconha.
“No Colorado ano passado, embora seja recreativo e medicinal, eles venderam cerca de 1 bilhão de dólares em maconha e arrecadaram 135 milhões de dólares em taxas para o Estado com uma população de cerca de cinco milhões”, disse o membro do CLA, Delano Severight.
Assim, a Jamaica entra no hall dos países que descriminalizaram a maconha e estão surfando nos benefícios que isso pode causar. Enquanto isso, o Brasil vai se mostrando um país cada vez mais retrógrado com relação à sua política de drogas, que se revela cada vez mais ineficaz.
Fonte: Growroom.net
por DaBoa Brasil | jul 1, 2016 | Política
A ministra de Saúde do Canadá disse nesta quinta-feira que seu governo criou uma força-tarefa especial para propor formas de regularizar a venda de maconha para uso recreativo antes da sua legalização em 2017.
O grupo é integrado por um ex-procurador-geral, um especialista em uso terapêutico da cannabis, um pesquisador sobre políticas de drogas, um professor de legislação e vários ex-policiais, disse a ministra Jane Philpott.
O painel examinará a produção, distribuição e marketing da droga e “as experiências de outras jurisdições” que suspenderam as proibições sobre o uso recreativo da maconha, revelou Philpott.
O Canadá espera se converter no primeiro membro do grupo dos sete países mais industrializados (G7) a legalizar totalmente o consumo de maconha, depois de ter passado a permitir seu uso com fins medicinais em 2001.
Em abril passado, durante uma sessão sobre drogas na Assembleia Geral das Nações Unidas, Philpott apresentou vários argumentos para defender o fim da proibição da venda de maconha, entre eles a ineficiência das normas que criminalizam seu consumo.
Em 2013, o Uruguai se tornou o primeiro país a regularizar todo o processo relativo à maconha, desde sua produção até sua comercialização.
Cerca de um milhão dos 35 milhões de habitantes do Canadá consomem maconha com regularidade, segundo um relatório de 2014.
Fonte: ISTOÉ
por DaBoa Brasil | jun 29, 2016 | Política
A Califórnia votará no dia 8 de novembro se aprova o uso recreativo da maconha depois que uma iniciativa neste sentido alcançasse as assinaturas necessárias para sua tramitação, informou o jornal “Los Angeles Times”.
A proposta legislativa, que será votada no mesmo dia das eleições presidenciais dos Estados Unidos, sugere que pessoas maiores de 21 anos possam possui transportar e consumir até 28 gramas de maconha com propósitos recreativos.
Se a medida for aprovada, os adultos também poderiam cultivar até seis plantas de maconha.
Caso os californianos apoiem esta iniciativa se uniriam aos estados do Colorado, Washington, Alasca e Oregon, que já legalizaram o uso recreativo da maconha.
“Hoje marca um novo começo para a Califórnia, enquanto nos preparamos para substituir o danoso e ineficaz sistema de proibição por um sistema seguro, legal e responsável sobre o consumo de maconha por adultos”, afirmou em comunicado o porta-voz da coalizão em defesa da iniciativa, Jason Kinney.
por DaBoa Brasil | jun 29, 2016 | Política
Empresa canadense poderá fabricar produtos derivados da maconha para exportação e mercado interno
O Ministério da Saúde da Colômbia confirmou na manhã desta terça-feira ter concedido a primeira licença para a produção de derivados da maconha com fins medicinais para a empresa canadense PharmaCielo. A autorização permite que a companhia, que tem sede no município de Rionegro, no leste da província de Antioquia, possa transformar plantações de cannabis em produtos para exportação, para o mercado interno e para a realização de pesquisas. “Nossa meta é nos tornarmos os maiores fornecedores de extratos de óleo de cannabis cultivado naturalmente, e não existe melhor lugar para fazer isso do que a Colômbia”, afirma, em comunicado, Jon Ruiz, presidente e diretor-geral da PharmaCielo.
Enquanto aguarda mais detalhes sobre quando começará a produção, Alejandro Gaviria, titular da pasta, explicou que o primeiro passo previsto na licença permite a fabricação de derivados como os extratos de óleo ou resinas, e não a plantação. Uma vez obtida essa permissão, a PharmaCielo deverá recorrer ao Conselho Nacional de Entorpecentes, o órgão responsável por outorgar a autorização final para a plantação. “O procedimento é este porque as empresas precisam detalhar ao Conselho qual será o uso que farão das plantas”, explicou o ministro. Neste caso, a companhia canadense conseguiu, até agora, autorização para a produção e para a importação das máquinas e tecnologias necessárias e a construção de laboratórios de pesquisa. Com essa decisão, pessoas que sofrem de epilepsia, câncer, dores crônicas, artrite ou esclerose múltipla, entre outras enfermidades, terão uma alternativa medicinal.
A PharmaCielo se torna, assim, pioneira na Colômbia, por ter sido a primeira empresa a pedir a autorização. “Esse foi o nosso critério”, afirmou Gaviria. A companhia começará a produzir em três hectares em Rionegro e “irá ampliando a área”, segundo o Ministério. “A localização equatorial do país e sua variedade de microclimas ideias não deixam margem para dúvidas quanto ao papel protagonista que aColômbia irá desempenhar no desenvolvimento dessa indústria internacional, que está crescendo rapidamente”, disse Federico Cock-Correa, também executivo da PharmaCielo.
Nos próximos dias, mais duas licenças serão outorgadas, de um total de sete solicitadas desde maio. “Duas serão para pequenos produtores, e as demais ainda estão sob avaliação”, especificou o ministro. Não haverá um número máximo de autorizações. “É um mercado aberto e emergente, em que o nosso país pode ocupar a dianteira”. Segundo as estimativas do Governo, essa produção poderia significar uma receita anual de pelo menos dois bilhões de dólares. As empresas locais e de tamanho menor serão particularmente beneficiadas, tendo de cumprir condições de segurança menos rígidas do que as maiores em relação à “custódia dos terrenos, acesso à informação e a auditoria da cannabis”. O objetivo é que esses agricultores encontrem “uma alternativa às plantações ilegais”.
Os primeiros produtos são esperados para 2017, segundo informou Gaviria, que lembrou, também, que, até agora, não é possível estabelecer um prazo de concessão por parte do Conselho Nacional de Entorpecentes para a “transição legal” do uso medicinal da maconha na Colômbia. No último mês de março, a PharmaCielo pediu formalmente a licença para o Ministério. Naquele momento, vigorava o decreto assinado apenas pelo presidente da Colômbia, Juan Manuel Santos. Em maio, o Congresso deu um novo empurrão no sentido de criar no país uma legislação que dê garantias jurídicas e trace diretrizes claras para o uso da planta.
A iniciativa requer apenas uma confluência entre a Câmara e o Senado (as duas casas do Parlamento) para que ela passe à sanção presidencial e se torne Lei. Com esse passo, a Colômbia se junta a países como Chile, Porto Rico, Uruguai, Estados Unidos, Holanda, República Tcheca e Israel, onde já foi aprovado o uso da cannabis para fins terapêuticos.
Fonte: El País
por DaBoa Brasil | jun 29, 2016 | Cultivo, Política
A Câmara dos Deputados da Itália começará a discutir no mês que vem um projeto de lei que legaliza o cultivo da maconha no país.
Após uma reunião hoje (29) entre os líderes de todos os partidos representados no Parlamento, ficou decidido que o texto será debatido em plenário no dia 25 de julho e a votação está prevista para começar no dia seguinte.
Atualmente, o cultivo da cannabis é proibido na Itália até mesmo para fins terapêuticos. Apenas o Instituto Químico, Farmacêutico e Militar de Florença, ligado ao Exército, e fabricantes de medicamentos autorizados pelo governo têm permissão para plantar a erva.
No entanto, o projeto de lei que será debatido na Câmara pode legalizar o cultivo inclusive para consumo próprio, desde que limitado a cinco plantas por residência e que o usuário comunique as autoridades locais. Além disso, o produto não poderá ser vendido.
Estima-se que 220 deputados, de um total de 630, apoiem a iniciativa. No entanto, o projeto deve enfrentar forte resistência em um parlamento conservador e sob a influência permanente da Igreja Católica.
Fonte: EBC
por DaBoa Brasil | jun 28, 2016 | Política
O Partido Verde da Zâmbia diz ter começado a traduzir para as diversas línguas locais a sua mensagem de incentivo as pessoas, a saber, o valor medicinal e econômico da maconha, especialmente para pessoas que vivem em áreas remotas do país.
Presidente do Partido, Peter Sinkamba disse que não havia nada de errado sobre o uso da maconha na geração de riqueza para as pessoas e o país em geral por causa de seu alto valor econômico.
Mr. Sinkamba falou que a maconha poderia transformar a riqueza da nação, uma vez que foi legalizado em base comercial, porque era um grande negócio.
Disse também que o processo de transposição de informações sobre a maconha nos principais idiomas locais do país estava progredindo bem porque as pessoas estavam recebendo bem o movimento e que era lamentável que pessoas no país eram ignorantes sobre os benefícios econômicos da maconha e que poderia mudar suas vidas, se legalizada.
O líder do Partido disse que vai continuar a campanha a favor da maconha porque a planta foi chamada de ouro verde e tinha a capacidade de criar milhares de empregos em diferentes campos no país.
Enquanto isso a campanha eleitoral para o Partido Verde tinha alcançado um estágio avançado e estava otimista com as pesquisas gerais e afirmou que as eleições deste ano serão únicas porque não há nenhum partido político com um melhor manifesto e não havia fãs que participam nas pesquisas.
Ele pediu aos eleitores compareçam em grande número no dia da votação e votar no Partido Verde, que visa mudar a forma como as pessoas olham para a maconha e como ela poderia fornecer um agronegócio de bilhões de dólares.
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