Na África, muitas nações estão começando a preparar a carreira de produção de maconha legal.
A nova indústria de maconha, começando com a indústria medicinal, não passa despercebida por vários governos africanos que enxergam na produção e sua posterior comercialização, uma nova maneira muito lucrativa de atrair renda para seus países.
Não faz muito tempo, a África do Sul parecia ser uma das primeiras nações a lançar as bases desta grande e nova indústria, nações como Lesoto, Malawi, Marrocos, Gana, Suazilândia e vários outros já estão lançando as bases desta produção e debatendo para colocar-se a par desta nova indústria.
De acordo com a ONU, no continente africano, mais de 10.000 toneladas de maconha são produzidas anualmente com um valor estimado em bilhões e bilhões que são direcionados para o mercado ilegal. Os governos africanos estão observando as legalizações que estão ocorrendo em países e estados americanos e europeus, e já existem vozes importantes nesses países, como em Lesoto, que abriram licenças para o cultivo.
Além disso, devemos lembrar que um país como o Marrocos foi e continua a ser um dos maiores produtores de maconha do mundo, um dos principais fornecedores de resina de cannabis ou haxixe. A nação do norte da África já tem especialistas nesta cultura e só teriam de transformar de alguma forma esta indústria ilegal de resina na indústria legal de maconha medicinal.
Ao sul do continente, a maconha é chamada de dagga, e seu uso e consumo são generalizados e perseguidos. Embora vendo os acontecimentos que cercam esta planta em várias partes do mundo, e considerando que falamos sobre um negócio muito lucrativo, não seria surpreendente se em breve mais nações aderissem a esta corrente legalizadora e produtora. Também, a lista de nações africanas que estão avaliando esta questão está se expandindo a marcha forçada, ninguém quer ficar fora desse novo mercado.
A África também quer estar presente nesta onda de “ouro verde” e certamente será uma grande potência nos próximos anos.
Fonte: La Marihuana
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