por DaBoa Brasil | set 11, 2017 | Saúde
O consumo de maconha terapêutica foi de grande ajuda para as crianças que sofrem de paralisia cerebral, diz o estudo do Wolfson Medical Center da capital israelense de Tel Aviv. Os resultados provisórios são muito promissores e dizem que o uso de óleo de maconha resultou em uma redução dos sintomas deste transtorno melhorando as habilidades motoras dos jovens, além de proporcionar melhor qualidade de sono, movimentos intestinais e melhora do humor em geral.
A empresa Tikun Olam, encarregada do estudo que começou há três anos, contou com quarenta crianças entre 1 a 17 anos, 20 delas já terminaram a fase de testes e os outros ainda continuam com o tratamento de maconha medicinal.
A neurocientista Luba Blumkin é a diretora do projeto. “Incluímos os casos mais difíceis no estudo”. “Normalmente, o distúrbio motor vem com outros problemas, tais como problemas com os movimentos intestinais que causam dor, problemas ortopédicos que causam dor e dificuldade para engolir e mastigar, tornando-se necessário alimentar algumas crianças através de sonda diretamente no estômago. A dor, que aumenta com o tempo, causa problemas para dormir e faz com que o tratamento seja difícil, porque cada contato é doloroso”.
No início do estudo, foi examinada a existência de alterações em participantes e depois de observar a sua estabilidade, foi dado óleo de maconha três vezes por dia via oral ou por tubo de alimentação, e continuaram a tomar a sua medicação.
“Usamos vários índices de avaliação da eficácia do tratamento, como o efeito sobre a espasticidade (contração muscular), a distonia (movimentos involuntários) e as alterações motoras. Também comprovamos efeitos como humor, sono, prisão de ventre, dor e qualidade de vida”, disse a diretora do estudo Luba Blumkin.
Depois de três a quatro meses os pacientes jovens começaram a melhorar “a diferença mais proeminente estatisticamente foi na função motora”, disse. “Houve também menos dor e uma melhora no sono e nos movimentos intestinais”.
O consumo do óleo medicinal além de ser seguro é um complemento à medicação que já estão tomando as crianças, e sem efeitos secundários disse Lihi Bar-Lev Schleider, gerente de pesquisa da Tikun Olam.
Fonte: Aurora
por DaBoa Brasil | set 10, 2017 | Saúde
O Centers for Disease Control and Prevention (CDC) disse que quase 900.000 norte-americanos morrem prematuramente das cinco principais causas de morte: doenças cardíacas, câncer, doenças crônicas das vias respiratórias inferiores, derrames e lesões não intencionais.
Um novo estudo realizado nos Estados Unidos diz que a maconha medicinal impediria entre 23.500 e 47.500 mortes prematuras no país. De acordo com esta nova pesquisa, o consumo de maconha está associado a uma diminuição na taxa de mortalidade por obesidade, diabetes mellitus, lesão cerebral traumática, uso de álcool e medicamentos prescritos, morte por acidente de trânsito e morte por overdose de opiáceos.
O estudo foi publicado pela Universidade de Indiana em South Bend, “estima-se que entre 23.500 e 47.500 mortes serão evitadas anualmente se a maconha medicinal for legal em todo o país”, e a proibição da cannabis “se revela como uma das principais causas de morte prematura nos Estados Unidos”.
O resumo do estudo diz; “Os efeitos adversos do uso moderado de maconha na saúde física são sutis e raramente fatais, enquanto o uso de cannabis está associado com menores taxas de obesidade, diabetes mellitus, mortalidade por lesão cerebral traumática, álcool e drogas com prescrição, estes dados sugerem que o consumo de maconha pode reduzir mortes prematuras”.
Até a data, “nenhum estudo tentou estimar o impacto do consumo de maconha na morte prematura incluindo efeitos adversos e benéficos para a saúde física. Estima-se que o consumo de maconha reduz as mortes prematuras por diabetes mellitus, câncer e lesões cerebrais traumáticas em 989 a 2511 mortes por cada 1% da população que usa cannabis”. A análise prevê “uma estimativa de 23.500 a 47.500 mortes evitadas anualmente se a maconha medicinal for legal em nível nacional. Uma série de outras causas potenciais de redução da mortalidade devido ao uso de maconha foi revelada, mas foram excluídos da análise porque faltavam dados quantitativos”.
Essas estimativas “subestimam substancialmente o impacto real do consumo de maconha na morte prematura. Em geral, se estima que a proibição conduza a um número semelhante de mortes prematura como dirigir alcoolizado, homicídios ou overdose de opióides”.
O estudo conclui afirmando que; “O uso de maconha previne milhares de mortes prematuras a cada ano, e a proibição da cannabis se revela como uma das principais causas de morte prematura nos Estados Unidos”.
Os estudos mostraram que em estados que legalizaram a maconha medicinal, o abuso de analgésicos e sua dependência caíram em média de 23% e os casos em hospitais de overdose de opióides caíram em uma média de 13%.
Fonte: The Joint Blog
por DaBoa Brasil | set 8, 2017 | Curiosidades, Saúde
A maconha é mais segura do que a aspirina e pode ser usada durante mais tempo sem efeitos colaterais graves.
Esta e outras coisas interessantes podem ser aprendidas a partir do livro “The Science of Marijuana” do Dr. Leslie L. Iversen do Departamento de Farmacologia da Universidade de Oxford. Que desmente muitos mitos sobre a maconha, entre eles, que não é compatível com a investigação como a forte dependência, a ligação com doenças mentais ou infertilidade.
Seus estudos demonstraram que o ingrediente psicoativo da maconha, o THC, tem um grande potencial e pode servir como um medicamente seguro e eficaz para o tratamento de dor severa ou para a AIDS. Ele acredita-se que esta é uma droga segura, cuja utilização não leva ao câncer, dano cerebral ou doença mental.
“A maconha não causa danos estruturais no cérebro, não há nenhuma evidência de dano cognitivo em longo prazo após a interrupção da droga”, diz Leslie Iversen.
O autor do livro também confirma que ninguém nunca morreu de uma overdose de maconha, e que é usada por milhares de anos. Mesmo drogas aparentemente inócua, tais como a aspirina e seus compostos anti-inflamatórios não são seguros.
“Milhares de pessoas morrem a cada ano devido à tendência de sangramento no estômago.”
O THC tem também tem 20 vezes maior potencial anti-inflamatório que a aspirina e 2 vezes o poder da hidrocortisona. Muitos estudos apoiam a segurança e eficácia da maconha para fins medicinais. O tempo veio não para negar e permitir o uso da maconha para fins medicinais.
No livro “The Science of Marijuana”, Leslie Iversen explica os notáveis avanços que foram feitos na pesquisa científica sobre a cannabis com a descoberta de receptores específicos e a existência de substâncias parecidas com a erva que ocorrem naturalmente no cérebro. O Dr. Iversen fornece uma avaliação objetiva e atualizada de bases científicas para o uso medicinal da maconha e os riscos que isso pode acarretar. O uso recreativo da droga e como isso afeta os usuários descrito juntamente com algumas previsões sobre como as atitudes perante a maconha podem mudar no futuro.
Fonte: Medyczna Marihuana
por DaBoa Brasil | set 4, 2017 | Saúde
A maconha nos últimos anos está mais amplamente aceita e isso se deve ao grande número de estudos que falam das propriedades benignas da planta e seus componentes.
Grande parte dessas boas propriedades é devido a um determinado composto, o canabidiol (CBD), que não é psicoativo, e que ajudaria a conter os efeitos cognitivos em pacientes esquizofrênicos.
A revisão do estudo sobre o composto teve lugar na australiana Universidade de Wollongong, e foi realizada pela Dra. Katrina Green, a Professora Nadia Solowij e a Doutorando de Wollongong Ashleigh Osborne.
De acordo com a Dra. Katrina Green:
“Nesta revisão, encontramos que o CBD não melhorará a aprendizagem e a memória em cérebros saudáveis, mas pode melhorar aspectos da aprendizagem e memória em doenças associadas com o comprometimento cognitivo, incluindo a doença de Alzheimer, assim como distúrbios neurológicos e neuroinflamatórios”.
“Descobrimos que o CBD foi capaz de restaurar o reconhecimento e a memória de trabalho, assim como o comportamento social em níveis normais”, disse Osborne em um comunicado. “Estes resultados são interessantes porque sugerem que o CBD pode ser capaz de tratar alguns dos sintomas da esquizofrenia que são aparentemente resistentes aos medicamentos existentes. Além disso, o tratamento com CBD não alterou o peso corporal nem a ingestão de alimentos, que são efeitos secundários comuns de tratamento com drogas antipsicóticas”.
Osborne explicou à ABC News Austrália: “Isto é muito importante porque os antipsicóticos atuais não abordam os déficits cognitivos, que aproximadamente 80% dos pacientes com esquizofrenia experimentam”.
“Este é o primeiro estudo a mostrar que o canabidiol pode ser usado para tratar os sintomas da esquizofrenia que não são abordados pelas drogas atuais”, disse Osborne à ABC News. “Estes resultados são muito promissores, mas é necessário mais investigações para ver se estes resultados se traduzem nas pessoas que sofrem de esquizofrenia”.
Ela acrescentou: “Em última análise, nós esperamos que estes resultados conduzam a novos medicamentos melhorados”.
Fonte: Naturally Healthy People
por DaBoa Brasil | set 4, 2017 | Saúde
A investigação revela uma redução de mais de 80 por cento de convulsões causadas pela epilepsia graças ao canabidiol (CBD), canabinoide presente na maconha.
As crianças que sofrem de convulsões causadas pela síndrome de Lennox-Gastaut, um tipo de epilepsia infantil, têm o CBD como um poderoso aliado, de acordo com um novo estudo apresentado em Barcelona, no XXXII Congresso Internacional de Epilepsia.
O estudo foi apresentado em Barcelona pelo neurocirurgião mexicano Saul Galarza Morales no Hospital Espanhol da Cidade do México. No estudo foi fornecido o canabidiol para 38 crianças que sofrem desta doença rara. Em dezessete por cento das crianças pode controlar totalmente as convulsões e a maioria dos outros pacientes (57%), reduziu pelo menos 75% dessas crises. Todos os jovens pacientes relataram uma melhor qualidade de vida, uma maior atenção, estado de alerta e interação social. Não houve nenhum relatório sobre efeitos adversos ou inesperados.
Fonte: La Sexta
por DaBoa Brasil | set 2, 2017 | Culinária, Curiosidades, Saúde
O óleo de coco é conhecido pelo seu alto teor de gordura saturada, de modo que, tradicionalmente, tenham restringido seu consumo até que estudos recentes mostraram que as gorduras saturadas, e especialmente aquelas que são compostas por ácidos graxos de cadeia média são capazes de fornecer benefícios para a saúde e o metabolismo.
Até recentemente, a maioria dos estudos sobre o óleo de coco tinha sido feito com óleo de coco parcialmente hidrogenado, por que contém gorduras trans que aumentam o nível do colesterol. Isso não acontece com o óleo de coco virgem e que não foi tratado quimicamente. Esta riqueza em ácidos graxos é perfeita para regular a função cardiovascular e controlar o colesterol e os triglicerídeos.
Ele estimula o sistema imunológico, a digestão e o metabolismo. Evita problemas renais, doenças cardíacas, hipertensão, diabetes, HIV e câncer. É bom para a saúde dental. Contém vitamina E, vitamina K e minerais como o ferro. É benéfico para a pressão sanguínea e atualmente está sendo estudado. Também é cicatrizante, antioxidante e calmante.
A maconha é anti-inflamatória, sedativo, calmante, anticâncer, antioxidante, ansiolítico, antidepressivo, e cura náuseas. Mostra-se eficaz em problemas de artrite, artrose, osteoporose, esclerose múltipla, dores em geral, perda de peso, anorexia, diabetes, alcoolismo, dor crônica, esquizofrenia, transtornos de ansiedade, estresse pós-traumático, hiperatividade, autismo, síndrome de Tourette, distúrbios do sono, glaucoma, tinnitus, soluços, infecções resistentes a antibióticos, epilepsia, paraplegia, parkinson, diarreia, síndrome de Chron, endometriose, AIDS, doença de Alzheimer e diferentes distúrbios neurológicos.
INGREDIENTES
– 200ml de óleo de coco extra virgem
– 10 gramas de maconha medicinal
– Um pote de vidro com tampa
PREPARAÇÃO
Podemos fazer de duas maneiras, uma mais lenta e outra mais rápida. Para a primeira, apenas colocamos no pote os buds (flores,camarões,botões) e o óleo de coco extra virgem, deixando macerar por 2 meses no sol ou em um lugar quente.
Para fazê-lo da segunda maneira, introduza no pote os buds triturados, adicione o óleo de coco, e coloque em banho-maria durante cerca de duas horas. Apenas tampe o pote e coloque-o em pé em uma panela com 3/4 dedos de água.
Assim que terminar, o óleo de coco e maconha deve ser guardado em um local escuro e fresco, onde vai durar várias semanas. As doses pessoais dependerão das necessidades de cada um, comece com uma colher de chá por dia, duas a cada 12 horas, três a cada 8…
Fonte: La Marihuana
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