O poder analgésico da maconha

O poder analgésico da maconha

As pesquisas sobre as propriedades que a maconha tem e suas consequências e efeitos nos usuários que sofrem de algum tipo de dor são realizadas há muito anos, e em muitas nações e estados, a maconha é receitada legalmente para curar e aliviar diversas doenças que causam dores e espasmos sendo essencial para muitas pessoas.

Um dos usos mais frequentes da cannabis são por pessoas que sofrem de enxaquecas. Aqueles que sofrem essas grandes e persistentes dores de cabeça sabem a importância de encontrar uma forma de alívio o quanto antes possível.

Além disso, outro dos usos mais empregados é para combater as dores sofridas pelos pacientes com esclerose múltipla.

Alguns dos sintomas mais comuns desta doença incluem espasmos, dor e dificuldade em dormir, sintomas no qual a maconha pode ajudar a combater, muitas pessoas que sofrem desta doença utilizam a maconha para ter uma melhor qualidade de vida.

Da mesma forma também se recomenda o consumo de cannabis em pessoas que sofrem de outras doenças como a fibromialgia ou doença de Crohn. A maconha também ajuda as mulheres a combater as dores causadas pela síndrome pré-menstrual.

Fonte: La Marihuana

México legaliza a maconha medicinal

México legaliza a maconha medicinal

O presidente do México Enrique Peña Nieto confirma a legalização da maconha medicinal a partir dessa terça-feira (20) no México, após a emissão de um decreto. As novas disposições entrarão em vigor vinte e quatro horas após a publicação do documento.

A partir dessa data está autorizado o uso de maconha medicinal no México e o Governo deverá ajustar e modificar algumas políticas nacionais para que a reforma possa ser aplicada com garantias.

Agora poderão comercializar, exportar ou importar produtos que contenham concentrações iguais ou inferiores a 1% de THC. Assim, as pessoas que necessitam de medicamentos com THC poderão obtê-lo de forma segura e legal.

O decreto emitido pelo presidente mexicano decreta que o Ministério da Saúde irá desenvolver e aplicar os regulamentos de “políticas públicas que regem o uso medicinal dos derivados farmacológicos da cannabis, incluindo o tetrahidrocanabinol, seus isômeros e variantes estereoquímicas, assim como a forma de regular a pesquisa e produção nacional”.

“A decisão remove a proibição e criminalização de atos relacionados com o uso medicinal de maconha e de pesquisas científicas, bem como a produção e distribuição da planta para esses fins”, afirmou na Câmara dos Deputados.

Há alguns meses atrás, foi introduzida no país uma medida que permitiria que seus cidadãos pudessem possuir uma onça (28 gramas) de maconha legalmente. O novo decreto elimina explicitamente a criminalização do consumo de maconha medicinal assim como legaliza sua produção e distribuição.

O Secretário de Saúde do México, Dr. Jose Narro Robles, saudou a medida, dizendo “Congratulo-me com a aprovação do uso medicinal da cannabis no México”.

Fonte: La Marihuana

Fumar maconha é a chave para a felicidade?

Fumar maconha é a chave para a felicidade?

Quando se compara tanto as pessoas que não usam atualmente a maconha, mas não se opõem a seu uso, e aqueles que se opõem a ela, os usuários de cannabis tendem a ter uma classificação mais elevada em uma série de indicadores relacionados com a satisfação pessoal e social.

Os consumidores de maconha têm salários mais altos, tendem a desfrutar do ar livre, são mais propensos ao voluntariado e geralmente são mais felizes na vida, de acordo com um estudo publicado na semana passada. Fumar maconha é a chave para a felicidade?

A empresa norte-americana BDS Analytics, que é especialista em estudos sobre pesquisas dos consumidores, fez uma primeira entrega dos dados coletados a partir de uma pesquisa realizada nos estados do Colorado e Califórnia, e atualmente estão realizando no Oregon e Washington.
Esta primeira parcela da série de relatórios chamada de “atitudes e ações públicas sobre a cannabis legal”.

“Os consumidores de maconha são mais felizes”, “Cannabis Consumers Are Happier Campers” foi a primeira “Cannabis Wellness Trends” por parte da BDS Analytics e que estuda nos mercados legais os aspectos e atitudes públicas de seus consumidores.

Para a realização do estudo houve contato via online com 2.000 adultos dos quais 1.200 reconheceram o consumo de maconha no último semestre. Linda Gilbert, Diretora Geral da Divisão de Pesquisa da BDS Analytics, disse ao The Fresh Toast, “Fiquei muito surpreendida por estes resultados. Especialmente no modo como a substância é efetivamente utilizada”.

Comparando as pessoas que a utilizam e aquelas que não fazem uso, mas não se opõem a sua utilização, e aqueles que se opõem, os usuários de maconha tendem a ter um ranking pessoal maior em uma série de indicadores relacionados com a satisfação pessoal e social.

“A maioria dos entrevistados dizem que usam a maconha para o bem-estar físico, mental e/ou emocional. Não é um grupo de pessoas que se reúnem para ficarem chapadas”, disse Gilbert. “Suspeito que isso irá mudar à medida que a legalização se tornar mais comum e aceita.” Também salientou que as mulheres usam mais do que se pensava.

“Em geral, as mulheres são as guardiãs da saúde na maioria dos lares. E este estudo sugere que as mulheres estão adotando a maconha para o autocuidado. Em vez de drogas fortes, as mulheres recorrem a cannabis para cólicas menstruais”, disse Gilbert.

“Todas estas novas formas mudaram drasticamente o panorama”, disse Gilbert. “Os consumidores de maconha querem viver uma vida saudável. Para alguns, o tabagismo é uma barreira. Não é apenas o consumo estereotipado na adega. Os consumidores de maconha atuais preferem produtos orgânicos, embalagens sustentáveis, e geralmente, um estilo de vida mais consciente”.

Fonte: The Fresh Toast

CBD pode tratar sintomas psiquiátricos cognitivos associados com a neurodegeneração

CBD pode tratar sintomas psiquiátricos cognitivos associados com a neurodegeneração

O canabidiol (CBD) pode ser benéfico no tratamento de sintomas psiquiátricos cognitivos associados com a neurodegeneração, de acordo com um novo estudo.

O estudo, publicado na revista Frontiers in Pharmacology, também foi publicado online pelo Instituto Nacional de Saúde dos Estados Unidos.

“Os efeitos benéficos do canabidiol (CBD) têm sido descritos para uma ampla gama de distúrbios psiquiátricos, incluindo a ansiedade, a psicose, e a depressão”, começa o resumo do estudo. “Os mecanismos responsáveis por esses efeitos, no entanto, ainda são pouco compreendidos. Semelhante a um antidepressivo clínico ou antipsicóticos atípicos, as descobertas recentes indicam claramente que o CBD, seja de forma aguda ou repetidamente administrado, induz mudanças plásticas.”

Por exemplo, “o CBD atenua a diminuição do hipocampo neurogênese e a densidade das espinhas dendríticas induzidas por estresse crônico e previne a ativação da microglia e a diminuição do número de neurônios GABA parvalbumina-positivo em um modelo farmacológico da esquizofrenia”.

Mais recentemente, nas notas do estudo, “verificou-se que o CBD modula as vias de regulação do destino celular, tais como autofagia e outras vias críticas para a sobrevivência neuronal em modelos experimentais neurodegenerativos, sugerindo o potencial benefício do tratamento com o CBD para sintomas psiquiátricos / cognitivos associados com a neurodegeneração”. Essas modificações são possivelmente associadas com “efeitos benéficos em distúrbios psiquiátricos” do CBD.

O estudo completo pode ser encontrado clicando aqui.

Fonte: The Joint Blog

Consumo problemático não aumenta após legalizar a maconha medicinal diz estudo

Consumo problemático não aumenta após legalizar a maconha medicinal diz estudo

A promulgação de leis de maconha medicinal não está associada com maiores taxas de problemas relacionados ao uso da planta, de acordo com dados publicados na revista Addiction.

Pesquisadores da Columbia University avaliaram as tendências do consumo de maconha nos anos seguintes a aprovação do uso medicinal em alguns estados. Não foi relatada “nenhuma mudança significativa na prevalência do mês anterior do consumo de maconha entre os adolescentes ou adultos jovens (com idades entre 18 a 25)” e depois de legalização. Também não se encontrou nenhuma evidência de aumento do consumo de maconha ou de dependência por qualquer um dos jovens ou adultos. Os estados com programas médicos em grande medida não regulados se associaram com um maior uso auto-relatado dos adultos com mais de 26 anos, mas não em estados com programas rigorosos.

Os resultados do estudo são consistentes com vários outros estudos que informaram não haver nenhuma repercussão no consumo ou abuso de maconha entre os jovens posteriormente a regulação da maconha medicinal, incluindo estes aqui, aqui, aqui, aqui, aqui e aqui. Os resultados contradizem uma recente informação, amplamente divulgada em papel pela JAMA Archives of General Psychiatry, que especularam que as leis de maconha medicinal poderiam aumentar a prevalência de transtornos pelo uso de maconha entre os adultos.

Um resumo do estudo “A livre regulação dos programas de maconha medicinal associados com maiores taxas de consumo de maconha em adultos, mas não há transtornos pelo uso da cannabis” pode ser encontrado aqui.

Fonte: La Marihuana

Pizza com maconha disponível para usuários medicinais em Massachusetts

Pizza com maconha disponível para usuários medicinais em Massachusetts

Um dispensário de maconha medicinal em Massachusetts criou uma pizza “canábica” para os pacientes que não querem a fumar ou vaporizar a erva, mas querem consumir os canabinóides em forma de alimentos.

A Ermont Company Inc. com sede em Quincy está a três semanas recebendo comentários de sua pizza com maconha.

O diretor de operações Seth Yaffe disse que a empresa tem uma seção completa de produtos alimentícios que contêm canabinóides, mas queria oferecer uma refeição que o paciente seja capaz de consumir sem muito açúcar.

Com uma dimensão de 30 centímetros a pizza tem um custo de 38 dólares. O segredo da pizza é o molho de tomate, que contém 125 miligramas de tetrahidrocanabinol (THC) – ingrediente psicoativo da maconha. A empresa já vendeu cerca de 200 pizzas, na qual podem ser adicionados mais produtos a seu critério.

A pizza com a maconha é um prato saboroso para os usuários recreativos, e a fome pode fazer com que se coma rapidamente o que iria fazer comprar outra, que por sua vez levaria a outro ataque de fome e assim sucessivamente.

No entanto, usuários recreativos não podem comprar este produto, que só pode ser adquirido por pacientes que tenham licenças para a compra de maconha medicinal.

Fonte: Fakty Konopne

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