por DaBoa Brasil | jul 16, 2019 | Culinária, Cultivo, Curiosidades, Saúde
Os terpenos dão às plantas de cannabis os seus sabores e cheiros únicos. A ciência acredita que eles também poderiam influenciar os efeitos de cada variedade, então vamos analisar o que são e como funcionam.
O QUE SÃO OS TERPENOS?
Os terpenos são o que dá às variedades de maconha o seu sabor característico. São óleos aromáticos produzidos pelas plantas, e o que faz uma variedade ter gosto de fruta ou hortelã, com um aroma terroso ou cítrico, ou cheirando a queijo.
As plantas de maconha produzem terpenos nas mesmas glândulas nas quais produzem o THC e o CBD, mas os terpenos não receberam muita atenção até recentemente. Tanto os cultivadores quanto os pesquisadores médicos têm se concentrado mais no THC e no CBD, de modo que os conhecimentos sobre os terpenos e sua função são muito generalizados. Foi recentemente descoberto que os terpenos desempenham um papel importante nos efeitos da maconha.
Por que as plantas produzem compostos aromáticos como os terpenos?
Como acontece frequentemente no mundo das plantas, os terpenos são uma forma de se defender dos predadores. Ao segregar um aroma penetrante, as plantas repelem certos insetos, mas também atraem outros insetos que necessitam para a polinização.
A quantidade e o tipo de terpenos produzidos por uma planta de cannabis dependem de vários fatores. A mesma variedade nem sempre produz os mesmos compostos aromáticos. Vão depender de aspectos como clima, solo e fertilizantes, a idade da planta e outras coisas.
Atualmente, são conhecidos cerca de 100 terpenos diferentes. Cada variedade tem seus tipos e combinações de terpenos em diferentes concentrações.
Mas o mais interessante dos terpenos, não é que eles são responsáveis pelos aromas e sabores da cannabis, mas atuam sinergicamente com os canabinoides, como o THC. Uma indicação disso é que algumas variedades têm exatamente o mesmo nível de THC e CBD, e ainda assim seus efeitos são muito diferentes. A ciência agora afirma que os terpenos são responsáveis pelos efeitos de uma variedade.
COMO FUNCIONAM OS TERPENOS?
Sabemos que o THC se liga aos receptores no nosso cérebro, causando o efeito psicoativo da cannabis. Os terpenos afetam os receptores do cérebro e o modo como funcionam. Verificou-se que os terpenos influenciam na quantidade de THC que chega ao cérebro através da barreira hematoencefálica. E, o mais importante, a ciência mostrou como influenciam diretamente os neurotransmissores no cérebro.
Deve-se notar que nem todos os terpenos funcionam da mesma maneira. Algumas influenciam o cérebro a relaxar, enquanto outras têm o efeito oposto, elevam nossos níveis de humor e energia.
Alguns usuários de maconha sabem o efeito de comer uma manga madura 45 minutos antes de fumar. Dizem que aumenta significativamente o efeito da maconha. Uma teoria é que a manga contém mirceno, um terpeno encontrado em certas frutas. O mirceno atua em sinergia com o THC e altera seu efeito.
TERPENOS – A PRÓXIMA FRONTEIRA PARA A MACONHA MEDICINAL
Estas descobertas que mostram o papel dos terpenos na produção de diferentes efeitos estão colocando a indústria de cannabis, sua pesquisa e cultivo em um novo e promissor nível. Os terpenos são agora o centro das atenções, não apenas para os apreciadores que procuram um determinado sabor, mas também para aqueles que querem entender e maximizar os efeitos da maconha. A indústria medicinal da maconha, em particular, está interessada nos efeitos dos terpenos e na sua sinergia com os canabinoides.
Os terpenos dão lugar a uma nova e excitante pesquisa: podemos influenciar diretamente o surgimento da erva e “ajustá-la” de acordo com nossas preferências.
Ao adicionar limoneno, por exemplo, podemos obter um efeito estimulante. Da mesma forma, podemos adicionar linalol se preferirmos uma “onda” mais relaxante.
Os laboratórios estão começando a testar não apenas o THC e o CBD, mas também os terpenos. Se soubermos que tipo de terpenos existe em certa variedade, poderemos conhecer seu efeito antecipadamente.
A compreensão dos terpenos abre novos níveis de pesquisa medicinal sobre os efeitos da maconha. O que se traduz em novas oportunidades de exploração para cultivadores e bancos de sementes. Pode-se especular que logo poderíamos prever o efeito particular de uma planta a partir de seu aroma.
OS TERPENOS MAIS COMUNS NA MACONHA
Como já citamos, existem mais de 100 tipos diferentes de terpenos na maconha; no entanto, suas diferentes variações não são contadas, como quantidade e concentração. Um bom exemplo seria comparar um limão com uma laranja. Ambas as frutas contêm o mesmo tipo de terpeno: limoneno, mas em diferentes concentrações. Uma pequena variação da quantidade é suficiente para fazer um cheiro de limão diferente de uma laranja.
Aqui está uma lista dos terpenos mais comuns da maconha, juntamente com seus efeitos.
MIRCENO
O mirceno é o terpeno mais comum na maconha, e faz parte dos óleos mais aromáticos de diferentes variedades de cannabis. O mirceno também é encontrado em outras plantas, como o lúpulo. Alguns comparam o aroma de mirceno com o de cravo. Tem propriedades anti-inflamatórias, antibacterianas e analgésicas. O mirceno induz um efeito sedativo e relaxante. Sabe-se que aumenta o efeito psicoativo do THC.
LIMONENO
Depois do mirceno, o limoneno é o terpeno mais comum da maconha. Como o próprio nome sugere, tem um forte aroma cítrico. É conhecido por suas propriedades antifúngicas e antibacterianas. Segundo a ciência, o limoneno também pode funcionar como um agente anticancerígeno e impedir o crescimento de tumores.
O limoneno atravessa a barreira hematoencefálica com facilidade. Aumenta a concentração mental e a atenção e é benéfico para o nosso bem-estar geral. Há indícios casuais de que também é benéfico para a saúde sexual. Alguns produtos usam limoneno para tratar depressão e ansiedade. É um repelente natural de insetos, um dos terpenos aromáticos que as plantas usam para se defender contra insetos e outros predadores. Variedades Haze são uma grande fonte deste terpeno.
LINALOL
O linalol lembra flores frescas. Tem um aroma floral de lavanda com um toque picante. Induz um efeito sedativo e calmante e é utilizado para o tratamento de nervosismo e ansiedade. Acredita-se que tenham propriedades analgésicas e antiepilépticas. Sua eficácia está sendo investigada para tratar certos tipos de câncer. O linalol é o terpeno responsável, em parte, pelos efeitos calmantes de certas variedades de maconha.
CARIOFILENO
O cariofileno é responsável pelo sabor picante das ervas e especiarias, como a pimenta preta. Sabe-se que é um potente anti-inflamatório e analgésico local. Os cravos, famosos como remédio natural para a dor de dente, contêm grandes quantidades desse terpeno. Diz-se também que o cariofileno é antifúngico.
PINENO
Em seu nome, há uma pista; o pineno tem um aroma que lembra pinheiros e abetos. Muitas plantas contêm pineno; por exemplo, alecrim e sálvia. Este terpeno possui propriedades anti-inflamatórias e antissépticas. Também é conhecido como expectorante e tem efeito de alargamento dos brônquios. A ciência mostrou que o pineno pode afetar positivamente nossa memória. Entre as variedades de cannabis com um alto nível de pineno estão as diferentes variedades de Skunk. O pineno estimula a energia e melhora a concentração.
TERPINEOL
O terpineol cheira a tilia e lilás. Geralmente é usado para fazer perfumes e cosméticos. O terpineol tem um efeito sedativo e relaxante. As variedades de cannabis, ricas em terpineol, contêm frequentemente quantidades elevadas de pineno. O pineno pode dificultar a detecção de terpineol apenas por causa do cheiro.
NEROLIDOL
O nerolidol está no gengibre, erva-cidreira e melaleuca. É utilizado como agente aromatizante e em perfumaria. Tem um aroma amadeirado e terroso que lembra a casca das árvores. Em termos de benefícios terapêuticos, acredita-se que o nerolidol tem propriedades antifúngicas e é eficaz para o tratamento da malária. O nerolidol tem um efeito relaxante e sedativo.
BORNEOL
O borneol, encontrado em abundância no alecrim, tem um aroma fresco e mentolado à cânfora. Este terpeno tem uma longa história de uso na medicina chinesa, na qual é usado para o tratamento de estresse e fadiga. É um anestésico local com propriedades antiespasmódicas e sedativas. Também é um repelente de insetos natural.
EUCALIPTOL
O eucaliptol é um terpeno encontrado no óleo essencial de eucalipto. Tem um aroma de menta muito fresco. Acredita-se que tenha propriedades analgésicas, além da capacidade de melhorar a concentração. Por essa razão, é frequentemente encontrado em plantas que são usadas para meditação.
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Fonte: Royal Queen Seeds
por DaBoa Brasil | jul 16, 2019 | Curiosidades, Redução de Danos, Saúde
Um estudo australiano publicado na JAMA Internal Medicine afirma que a dependência da maconha também é combatida com a maconha.
Não se pode ficar viciado em cannabis. Pelo menos não como acontece com pessoas que usam tabaco ou sofrem de problemas com álcool. No entanto, pode haver casos de dependência de cannabis, que tem mais a ver com uma dependência psicológica do que com uma dependência física, se isso for cientificamente possível. Assim, existem diferentes programas de ajuda para pessoas que se consideram dependentes da maconha.
Quando alguém se inscreve para um desses tratamentos, deixam a dependência da erva em seis meses, pelo menos como regra geral. Um estudo realizado por diferentes profissionais australianos conclui que encontraram um método melhor para as pessoas abandonarem sua dependência da cannabis. Surpreendentemente, graças à maconha.
Pode-se ler no estudo que a maconha combinada com a terapia cognitiva-comportamental é capaz de reduzir o consumo de cannabis em 40%. O estudo recrutou 128 pessoas que usaram maconha, mas queriam reduzir seu uso e relataram não conseguir fazê-lo.
Dois grupos foram feitos: o primeiro recebeu um placebo, enquanto o segundo recebeu nabiximol (Sativex), um spray oral aprovado pelo governo australiano para tratar a dor associada à esclerose múltipla. Cada 0,1ml desta substância contém 2,7mg de THC e 2,5mg de CBD. Os participantes usaram o spray cerca de 18 vezes, o que significa cerca de 50mg de THC diariamente. Uma quantidade semelhante à de um poderoso comestível.
Embora pareça contra intuitivo, na realidade a terapia é baseada na mesma coisa que os outros usam para as pessoas abandonarem a dependência de uma substância. A metadona, por exemplo, como uma imitação de heroína (e outras drogas) ou adesivos de nicotina para reduzir a dependência do tabaco.
O problema para querer tentar um tratamento de modo que, além de custar a terapia, o valor de cada Sativex é de cerca de 745 dólares australianos (cerca de 465 euros) para um tratamento de 6 a 8 semanas. Uma quantia exorbitante.
Fonte: Merry Jane
por DaBoa Brasil | jul 15, 2019 | Cultivo, Curiosidades
Poucas variedades de maconha se igualam com a beleza das variedades roxas. Em qualquer jardim, a rainha será, sem dúvida, um fenótipo purple, embora geralmente não sejam as plantas mais produtivas ou as mais potentes, com poucas exceções. Mas você sabe o motivo dessa cor? Nesse post vamos esclarecer!
CONDIÇÕES CLIMÁTICAS
São um dos dois motivos pelos quais a cannabis adquire estas preciosas tonalidades roxas. Isso não acontece com todas as variedades, mas há muitas que, quando são submetidas a baixas temperaturas, as folhas e flores ficam mais escuras. É bastante comum em cultivos ao ar livre que chegam ao fim em cultivos de outono ou inverno, mas também ocorre em cultivos fechados nos meses frios.
Isto acontece porque os pigmentos verdes da clorofila desaparecem dando lugar a outros pigmentos secundários, como as antocianinas, e são responsáveis pela cor roxa de, por exemplo, cerejas, framboesas ou couve roxa. E também os carotenoides, que variam sua cor desde amarelo pálido e laranja até roxo escuro. Este é responsável pela cor das cenouras, tomates ou salmão, entre outros. Esses pigmentos se intensificam com mudanças bruscas de temperatura entre o dia e a noite.
Embora nem todas as variedades de cannabis apresentem estes pigmentos e a grande maioria conserva a sua típica cor verde, muitas outras têm folhas e gemas com tons roxos. Por exemplo, quem já conseguiu cultivar uma Critical Mass Bilbo, pode perceber que no indoor ou outdoor nos meses frios ela adquire alguns preciosos tons roxos.
CONDIÇÕES GENÉTICAS
Aqui encontramos as autênticas variedades purple e quaisquer que sejam as condições climáticas, estas cores serão mostradas. E embora não saibamos realmente qual a razão dessa expressão de cor, as teorias apontam para a proteção contra a radiação ultravioleta e uma possível afirmação que atrai insetos polinizadores.
O gene da cor é hereditário, portanto, na mesma variedade, podemos encontrar alguns fenótipos verdes e outros com diferentes tons roxos, ou rosa e até vermelho escuro. Hoje em dia, através de técnicas de reprodução, os bancos de sementes nos oferecem variedades que garantem fenótipos purple. Eles trabalharam grande parte em variedades do Paquistão, Afeganistão, Colômbia ou Tailândia, até quase conseguirem fixar o gene da cor.
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Pesquisa: La Marihuana
por DaBoa Brasil | jul 14, 2019 | Curiosidades, Saúde
Um dos efeitos mais conhecidos da maconha é a capacidade de produzir riso em quem a consome. Isso também é exclusivo de todas as variedades, já que as sativas e híbridas sativas são as mais alegres. Os neurocientistas admitem que é muito complicado concretizar as razões específicas do cérebro que produzem o riso, já que implica uma interatuação de múltiplas áreas que regulam a linguagem, a memória, a função motora, a interpretação auditiva e a lógica.
O ato de rir é um reflexo motor que se inspira na própria interpretação do humor de cada pessoa. Trata-se de uma ideia complexa que se compõe de muitos bloqueios de construção diferentes. Desde o contexto cultural, ao contexto linguístico ou ao contexto social. O humor, tal como foi demostrado nos scanners de ressonância magnética, se processa principalmente nos lóbulos frontais e temporais do córtex cerebral. E eles estão nessas áreas onde os canabinoides atuam.
Estudos que foram desenvolvidos no Cognitive Neuroimaging Laboratory do Hospital McLean, em Belmont, demostraram que a cannabis estimula o fluxo sanguíneo tanto nos lóbulos frontais direito e esquerdo, áreas do cérebro que se associam com o humor. O THC causaria hiperatividade nessas regiões, que, uma vez estimuladas, seriam a causa da hilaridade depois de fumar um baseado. A ciência de momento, não chegou a decifrar até que ponto este aumento do fluxo sanguíneo é diretamente responsável de sua intensidade.
O THC se une aos receptores endocanabinoides do cérebro que modulam a sinalização neuronal. Una vez ali, estimulam a sensação de felicidade. Alguns estudos sugerem que determinados canabinoides promovem neurogênese em algumas áreas do cérebro. Isto produz um efeito ansiolítico e antidepressivo. Outros cientistas observaram que as pessoas deprimidas mostram uma diminuição da atividade nestas áreas do cérebro. E a cannabis é capaz de repor essa atividade.
A pesquisadora Sophie Scott, dedica seus estudos ao papel social do riso. Suas experiências mostram que o riso é um efeito enormemente comportamental. Por exemplo, quando em um grupo de pessoas desconhecidas algumas delas riem, é muito provável que o riso seja contagioso e muitas delas acabem rindo sem saber exatamente por que. De fato, na companhia de outras pessoas é até 30 vezes mais provável rir que quando se está só.
Para finalizar, o THC quando se une aos receptores canabinoides ativam a via mesolímbica. Isto faz que o cérebro como resposta libere grandes quantidades de dopamina e endorfina. Isto produz um estado de felicidade que poderia ser comparado ao de se apaixonar, realizar o ato sexual e no geral, causa também sensações de euforia e riso fácil. Com tudo, os pesquisadores continuam avaliando o comportamento dos canabinoides em nosso cérebro.
Fonte: La Marihuana
por DaBoa Brasil | jul 13, 2019 | Saúde
Há um setor da população que não tem tempo para esperar pelas pesquisas médicas sobre a cannabis e que, com informação anedótica, é suficiente e basta: os idosos.
Trata-se do mercado composto por pessoas com mais de 65 anos que cresceu 250% entre 2006 e 2013.
Uma recente pesquisa nacional sobre uso de drogas e saúde analisou o consumo de cannabis medicinal entre essa população e revelou que 9 em cada 10 adultos com mais de 50 anos que a usaram como alternativa aos tratamentos com opioides gostaram tanto que a recomendaram a seus amigos.
Aqueles que usam cannabis hoje não são idosos tradicionais. A geração que acampou em Woodstock já está em seus setenta anos. Têm estado por aí por tempo suficiente para saber que a maconha não vai matá-los e estão mais abertos aos seus benefícios terapêuticos.
Têm um grande poder aquisitivo e, em sua idade de aposentadoria, muitos têm um orçamento adicional discricionário. A legalização trouxe consigo a desestigmatização da droga, com a introdução de vaporizadores elegantes e produtos de consumo discretos, como comprimidos de THC, loções, tinturas e comestíveis.
Para alguém que não viu um baseado em 40 anos, a ideia de sair para comprá-lo em um estabelecimento legal pode ser esmagadora.
Conhecedores desta timidez inicial, os donos de dispensários no Colorado e Califórnia decidiram facilitar as visitas às suas lojas, oferecendo programas recursivos como o canna-bus, que inclui residentes de lares de idosos ou centros de aposentadoria para levá-los às compras em suas lojas.
O canna-bus e a experiência de compra entre amigos normalizaram a visita a esses armazéns, onde clientes com mais de 80 e 90 anos já possuem marcas que comercializam seus produtos especificamente para eles.
Embora existam médicos que manifestaram preocupação com a automedicação desses pacientes idosos, todos parecem concordar que as consequências para a saúde pública são mínimas, em comparação com a epidemia de opiáceos.
E, por outro lado, os efeitos da afinidade dos idosos pela cannabis estão começando a fazer ondas no sistema de saúde dos Estados Unidos.
Um estudo revelador da Associação Médica Americana publicou em 2018 descobriu que em estados que legalizaram a maconha medicinal, os indivíduos que usam Medicare Part D, um benefício específico de idosos, receberam menos prescrições de medicamentos associados ao tratamento da depressão, ansiedade, dor e outras condições crônicas.
E ainda mais revelador foi a diminuição de 14% nas receitas de narcóticos nesses mesmos estados.
Uma pesquisa do Centro de Investigação Pew revelou que, em 2018, 56% dos baby boomers favoreciam a legalização da maconha em todo o país.
Com 31 estados com algum tipo de programa de cannabis medicinal e uma população cuja queixa principal é a dor, espera-se que estas tendências sejam cimentadas e multiplicadas ao longo do tempo.
Fonte: La Marihuana
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