por DaBoa Brasil | abr 29, 2018 | Cultivo
FIM é uma poda para plantas de maconha que podem ser consideradas de alto rendimento. Este termo é a sigla em inglês de “FUCK, I MISSED”, que se traduz como “Porra, errei”. Esta técnica nasceu como tantas outras de algum erro por parte de um cultivador, que com o tempo o erro se converteu em uma grande descoberta. Neste caso, não se sabe ao certo quando ou onde a poda FIM surgiu.
Diz a lenda que se atribuiu a um cultivador norte-americano no final dos anos 90, que um dia realizando algumas podas em suas plantas indoor, fez uma poda acidentalmente em uma das plantas onde não era pra fazer, exclamando o famoso Fuck, I missed!. Mas o oposto. Em pouco tempo descobriu que a poda acidental obtinha resultados tão inesperados como impressionantes.
PODA APICAL OU TOPPING
Para entender um pouco melhor em que consiste a poda FIM, devemos primeiro mencionar a poda apical. Esta é a mais comum e usada pelos cultivadores, e consiste em como você pode intuir, eliminar ou cortar a ponta apical da planta. Esta apical contém hormônios inibidores do crescimento que impedem que os ramos inferiores o excedam em altura. Em uma planta que cresce naturalmente, podemos ver como nenhum ramo excede em altura a apical.
Pois bem, quando suprimimos a apical com uma poda, ou o colocamos na mesma altura dos ramos inferiores por meio de uma amarra, os ramos secundários lutarão para serem pontas apicais, todas crescendo de maneira homogênea. Com isso, é possível reduzir a altura final que a planta terá, favorecendo o desenvolvimento horizontal. Em vez de um grande apical com um grande buds, teremos muitos buds apicais com tamanhos menores.
PODA FIM
Com a poda FIM, pretende-se o mesmo que com a poda apical, reduzir o desenvolvimento vertical e forçar o desenvolvimento horizontal ou amplo. Mas em vez de podar ou suprimir toda a apical, apenas uma parte do broto apical é removido. Imagine este broto apical como uma flor fechada, da qual só vemos algumas pétalas que dentro escondem muitas outras pétalas. Quando a flor se abre, vai revelando todas essas pétalas.
O broto apical de uma planta de cannabis é formado por duas folhas externas e numerosas folhas internas com seus respectivos nós. Conforme a planta cresce, as folhas se abrem e os nós são definidos e espaçados uns dos outros. Um broto apical, portanto, forma aproximadamente 5-8 nós e duas vezes mais folhas, concentradas em apenas 1cm.
Quando fazemos nesse broto um corte de aproximadamente 70% do seu comprimento, apenas suprimimos as pontas das folhas, mas não os nós. A partir desse momento, de cada nó começará a brotar um bom número de ramas crescendo todas no mesmo ritmo. O resultado pode ter até 12 ramas. Na pior das hipóteses, teremos 6 a 8 ramas. Tenha em mente que cortar exatamente 70% é muito complicado e também influencia dependendo da variedade que é cultivada.
QUANDO DEVO REALIZAR A PODA FIM?
Sempre durante as primeiras semanas de vida da planta. É indiferente que seja semente ou clone. E como os ramos resultantes da ponta apical são de interesse, também não é conveniente esperar que a planta tenha mais de 3 a 5 nós. É sempre aconselhável deixar pelo menos um nó inferior antes de realizar a poda FIM, caso não dê certo, pelo menos garantimos um par de ramos que continuarão o seu crescimento e não perdemos a planta.
A poda FIM também tem uma desvantagem. Dado o número de ramificações que podem ser obtidas, estas tendem a ser muito finas e flexíveis, o qual na fase de floração pode ser necessário o uso de suportes para que não terminem cedendo com o peso dando dos buds. Por outro lado, pode ser a melhor opção para os cultivos em SCROG, uma vez que não demorará muito para cobrir a superfície de cultivo, e a malha, por sua vez, servirá como suporte.
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por DaBoa Brasil | abr 28, 2018 | Saúde
A quantidade de tempo que o corpo irá conter até mesmo vestígios de THC depende de muitos fatores, incluindo a frequência do consumo e o metabolismo que se tem.
O teste de urina é a maneira mais comum de verificar se uma pessoa é propensa a fumar maconha. Em alguns países, antes de começar a trabalhar em uma empresa pedem um exame de urina.
Mas por quanto tempo o THC permanecerá no corpo desde a última vez em que foi consumido? Infelizmente, há apenas uma resposta: depende.
THC ou THC-COOH
O THC é o ingrediente ativo da maconha responsável por sua ação psicoativa. No entanto, os testes de urina detectam outra substância química chamada THC-COOH.
O THC-COOH é um metabolito do THC. Ocorre quando o fígado decompõe o THC e permanece no corpo por um período de tempo significativo. Os policiais que verificam se uma pessoa está sob a influência de maconha são sensibilizados para o metabólito do THC. Houve casos em que uma pessoa que fumou 30 minutos antes da polícia realizar o teste e aprovou positivamente porque o THC ainda não tinha começado a se decompor.
O nível de sensibilidade do testador mais comum é de 50 ng/ml, ou 50 nanogramas por mililitro. Há menos pessoas com uma sensibilidade de 20 ng/ml ou 100 ng/ml.
Quanto tempo o THC permanece no corpo?
Os efeitos do consumo de maconha desaparecem de forma relativamente rápida, mas a substância ativa tetrahidrocanabinol pode ser detectada e permanecer no corpo por várias semanas ou até mais tempo. Depende de como é metabolizada a substância.
Certos metabolitos de canabinol têm uma vida média de 20 horas, enquanto outros são armazenados em gorduras e têm uma vida média de aproximadamente 10 a 13 dias. Tudo depende de quanto uma pessoa pesa, com que frequência usa maconha, quanto e por quanto tempo está usando.
Quanto tempo o THC fica na saliva?
O tetrahidrocanabinol fica brevemente na saliva. A presença da maconha pode ser notada apenas algumas horas após o seu uso, se for um teste de THC e não do seu metabolito. Aparentemente, os testes de saliva podem ser enganados, pouco antes do teste, se lavar a boca com ácido cítrico. No entanto, se as amostras forem testadas em um laboratório onde a sensibilidade de detecção é de 0,5 ng/ml, a maconha pode ser detectada até 72 horas após a ingestão.
Quanto tempo dura o THC no seu cabelo?
Um fio de cabelo não é suficiente para o teste, geralmente uma amostra com um diâmetro de aproximadamente 0,5 cm é retirada da área do occipício. Supondo um crescimento médio de 1 cm por mês, um cabelo com 10 cm de comprimento dará informações sobre o consumo de maconha nos últimos 10 meses.
Deve ser lembrado que a análise do cabelo não detectará um novo contato com o THC, leva aproximadamente 1 semana para permitir que as substâncias se acumulem na estrutura do cabelo. O THC no cabelo pode ser detectado até 90 dias após o último uso da maconha.
Clique aqui para ver o estudo: “Encontrar canabinoides no cabelo não prova o consumo de cannabis”.
Quanto tempo o THC permanece no sangue?
Os exames de sangue são muito raros, geralmente em uma emergência, como acidentes de trânsito. Eles permitem que você avalie melhor se uma pessoa está sob a influência de um agente, mas também pode ser usada para detectar metabólitos. Em geral, um resultado positivo ocorre até vários dias após o consumo; no entanto, com uso frequente e diário, o resultado pode ser positivo por até duas semanas.
Quanto tempo dura o THC na urina?
Não é possível dizer claramente quanto tempo o resultado do teste será positivo, porque a taxa de metabolismo do THC é diferente para cada ser humano. A quantidade de maconha utilizada também muda o tempo que o THC permanece no corpo.
Em média, o conteúdo de THC na urina é:
Fumante ocasional – 4 dias
Fumante regular – 10 dias
Fumante extremo – 67 dias
Usuário ocasional:
Uma pessoa que fuma ocasionalmente, ou pela primeira vez, provavelmente vai obter um resultado positivo por cerca de 3 dias, de acordo com um estudo do Instituto Nacional de Medicamentos (NDCI).
Embora após quatro dias um usuário ocasional de cannabis deva estar seguro com um teste com um nível de alerta de 50 ng/ml.
Usuário frequente:
Estudos sugerem que alguém que fuma pode contar com um teste positivo por cerca de uma semana após o último uso. De acordo com o NDCI, após 10 dias, os usuários devem passar por um exame de urina com um analisador de vigilância de 50 ng/ml.
No entanto, não há garantia de que um frequente fumante de cannabis esteja isento de metabolitos de THC após 10 dias. Pesquisas mostram que alguns usuários podem receber um resultado positivo por até um mês após o último uso.
Em um caso extremo, uma pessoa que usou muita maconha por mais de 10 anos obteria um resultado positivo (limite superior a 20 ng/ml) até 67 dias após o último uso.
Como passar no teste de THC na urina?
Beber muita água pode ser a solução mais científica. Mas beber muita água pode estragar as amostras. A urina que é muito diluída pode ser identificada e rejeitada pelo laboratório de testes, e pode ser considerada uma fraude. No entanto, você pode ganhar tempo até que os testes sejam repetidos.
Os consumidores de maconha podem doar sangue? Clique aqui para saber mais!
Fonte: La Marihuana
por DaBoa Brasil | abr 27, 2018 | Saúde
A maconha tem menos impacto nos cérebros mais jovens do que se pensava. Um relatório reúne dados de muitos estudos prévios sobre o uso da maconha em longo prazo. As descobertas dos cientistas fornecem conclusões sobre o impacto do consumo de maconha entre os jovens e adultos. Isso é o que sabemos sobre a influência da maconha no cérebro em desenvolvimento.
Um estudo publicado pela JAMA Psychiatry contém dados de 69 estudos prévios. Todos esses estudos mostraram um efeito significativo do uso da maconha no funcionamento do cérebro. Segundo o autor do estudo, Cobb Scott, “este é o primeiro estudo realizado em adolescentes e jovens adultos”.
Como a maconha pode afetar as funções cognitivas? As pessoas que se identificaram como usuárias de maconha frequentemente tinham uma velocidade de processamento mais lenta e tinham mais dificuldade em aprender, memorizar e concentrar do que aquelas que não fumavam maconha.
O professor Scott Cobb, associado de psiquiatria da Universidade da Pensilvânia, disse à CNN: “Basicamente, temos mostrado que o maior efeito – cerca de um terço do desvio padrão – se trata de memorizar informações novas, a memória e a velocidade processamento de informação”.
A função cognitiva é alterada até 72 horas
Após de interromper o uso de cannabis por 72 horas, a diferença nas funções cognitivas entre os usuários regulares de maconha e os abstêmios não é mais discernível. Esses resultados contradizem estudos anteriores, segundo os quais é possível mostrar as diferenças entre usuários frequentes de maconha e abstêmios após um período de abstinência de 72 horas.
Scott levanta a hipótese: “alguns dos efeitos observados em estudos prévios pode ser devido aos efeitos residuais da maconha ou os efeitos de abstinência dos usuários regulares de cannabis”. Isso significa que os sujeitos em estudos anteriores continuaram a ser influenciados pela maconha, que distorceu a avaliação e suas funções cognitivas.
Estudos anteriores mostraram os efeitos opostos
Este é só o mais recente de uma série de estudos sobre a influência da cannabis nas funções cognitivas. Três estudos separados mostram que usar maconha é perigoso para o cérebro em desenvolvimento.
Um estudo publicado em 2008 no “Addiction Biology” relacionou o uso da maconha durante a adolescência com um aumento do risco de transtornos mentais e um impacto negativo nas funções cognitivas. Também foi sugerido que o uso de cannabis em idade precoce poderia aumentar as chances de consumir drogas pesadas e tornar- se viciado em maconha.
Em outro estudo de 2012. Em comparação com o QI dos usuários de maconha e de não usuários entre 13 a 38 anos. Verificou-se que as pessoas que usavam maconha sendo adolescentes tinham um QI mais baixo de 8 pontos. De acordo com a NPR, a comunidade científica ignora este estudo porque vários fatores-chave não foram incluídos nele.
Um estudo intitulado “Influência da cannabis em um cérebro maduro” de 2014 também mostrou que o uso de maconha afeta o desenvolvimento e funcionamento do cérebro. Este relatório argumenta que o uso de cannabis tem um efeito em longo prazo nas funções cognitivas, em particular alterando o desenvolvimento do córtex pré-frontal.
Outros artigos científicos não confirmam que o uso de maconha tem efeitos negativos em longo prazo. Pesquisas recentes que descobriram que a cannabis tem menos impacto nos cérebros mais jovens do que se pensava não são os únicos estudos que o indicam. Nicholas Jackson, da Universidade da Califórnia em Los Angeles, realizou um estudo no qual comparou gêmeos, um dos quais usou maconha e o outro não. O estudo não indicou que o gêmeo que usava maconha tinha um QI menor.
A influência da maconha no cérebro em maturação é uma das áreas mais estudadas da pesquisa sobre a cannabis. No entanto, não podemos dizer com certeza que o uso de cannabis não cause efeitos colaterais em longo prazo. No entanto, o tamanho da última meta-análise sugere que a cannabis tem menos impacto nos cérebros mais jovens do que se pensava anteriormente.
Fonte: Fakty Konopne
por DaBoa Brasil | abr 25, 2018 | Cultivo
São chamados cultivo de guerrilha, as plantações feitas em montes, florestas, terrenos abandonados ou lugares geralmente longe de uma casa. É um cultivo mais radical, já que em muitas ocasiões as plantas são deixadas a própria sorte por causa da impossibilidade de visitá-las com a frequência que o cultivador gostaria. Além de ter que lutar contra as pragas típicas que ameaçam qualquer cultivo, animais selvagens são uma ameaça constante. Sem contar com os curiosos, caçadores de cogumelos ou trilheiros.
O primeiro passo para realizar um cultivo de guerrilha é encontrar um lugar adequado. E logicamente, quanto mais camuflado ele for, melhor. Não queremos chegar ao local um dia e encontrar as plantas arrancadas, ou pior, não encontrá-las, porque foram descobertas por qualquer um. E nunca devemos confiar em nós mesmos, os ladrões de plantas são muito pacientes e esperam o melhor momento para fazer seu trabalho desprezível, que é quando as plantas estão prestes a serem colhidas.
Para isso, é sempre conveniente se afastar de estradas, carreiros, trilhas, e em geral qualquer área de trânsito. Quanto mais longe e inacessível for o nosso local de cultivo, mais seguras estarão as nossas plantas. Além disso, certifique-se de não modificar excessivamente o ambiente, como aparar árvores que sombreiam ou remover os matos que nascem em volta. Ao longe, atrairá a atenção dos curiosos, que poderão se aproximar para verificar do que se trata.
Questões a considerar:
Os momentos mais delicados de um cultivo de guerrilha são quando se trata de visitar as plantas. E neste sentido, é sempre aconselhável ter pelo menos dois acessos. Se por alguma razão um deles estiver ocupado, podemos tentar acessar o outro. E se você não pode passar por nenhum, então vamos para casa e esperamos por outro momento melhor. Devemos ter cuidado para não tornar esses acessos muito transitáveis. Podemos bloqueá-los com alguns galhos ou arbustos, desde que pareça algo natural.
Nos cultivos de guerrilha, também é interessante não concentrar as plantas na mesma área, mas ter vários grupos de plantas em diferentes lugares. Se por alguma razão uma dessas áreas de cultivo for descoberta, sempre teremos outras.
Devemos também estar limpos e não deixar vestígios de presença perto da plantação. Nenhuma lata de fertilizante jogada fora, sacos plásticos de substrato, pontas, etc. E, na medida do possível, o local selecionado deve ter uma fonte de água nas proximidades. Qualquer rio, riacho ou lagoa, por exemplo. Qualquer um pode imaginar o trabalho de carregar água no meio do verão, vários quilômetros, às vezes em pleno sol. Se isso não for possível, existem outros truques, como o uso de um aditivo de silício, polímeros ou uma grande quantidade de material que retém umidade, como a perlita, fibra de coco, argila expandida, etc.
Uma vez que tenhamos o local mais indicado, iremos preparar o terreno. Limpe levemente o espaço que vai cultivar em uma circunferência de 50 a 100 cm por planta. Às vezes não é fácil transportar o substrato para o cultivo, mas vale a pena. As plantas com um bom substrato crescerão mais e melhor nas primeiras semanas. Cavar um buraco e adicionar uma boa quantidade de solo, como citamos, com uma grande quantidade de material de retenção de umidade. As plantas agradecerão os trabalhos que passamos no começo.
Em vez de partir das sementes, é sempre melhor começar com clones ou pequenas mudas, então uma boa opção é começar em casa e levar as plantas quando elas já tiverem um bom tamanho. Plantas ou clones que tenham um palmo de altura terão mais possibilidades de sucesso do que qualquer semente que pode ser um bom aperitivo para qualquer ave.
Como já dissemos, uma guerrilha é o habitat de todos os tipos de animais selvagens. Mantê-los longe sem chamar muita atenção às vezes é complicado. Você pode usar alguma estrutura que envolva cada planta feita com varas. Ou usar uma colônia com um odor forte em áreas próximas, o que pode assustar grande parte desses animais. Contra as pequenas pragas, duchas regulares com sabão de potássio ou óleo de neem também são boas soluções.
Quanto aos fertilizantes, recomendamos fertilizantes sólidos, pois são mais fáceis de transportar. Adicionado à mistura de solo ou substrato, a liberação lenta garante longas semanas de nutrientes. O húmus de minhoca para as fases de crescimento e guano de morcego para a floração, além de baratos, sempre oferecem resultados espetaculares.
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por DaBoa Brasil | abr 24, 2018 | Curiosidades, Economia
Nos Estados Unidos, os empregados do setor da maconha superam o número de dentistas no país. É um número astronômico, levando em conta que a maconha medicinal ou recreativa não é aprovada em todos os estados.
De acordo com um estudo recente realizado pelo site de busca de emprego ZipRecruiter, em 2016 o crescimento teria sido de 18%. E em 2017, o número total de postos de trabalho relacionados com a maconha legal cresceu 445%. Isto também ocorreu devido à recente legalização em estados como Nevada ou Massachusetts.
Conforme relatado pelo Marijuana Business Daily, uma publicação financeira que se concentra na indústria da cannabis, estima-se que até o final do ano de 2017, 230.000 trabalhadores seriam empregados nesta indústria. Este número também coincide com o da Secretaria de Estatísticas Trabalhistas dos Estados Unidos.
E é que a criação de empregos que está demandando a maconha legal nos EUA supera ao de outros setores de maior crescimento neste país, como a saúde ou a tecnologia. O setor de saúde ofereceu, segundo dados da Zip Recruiter, crescimento de 70% em 2017. E os empregos no setor de software e tecnologia cresceram 254%.
A cannabis se tornará em um setor de US $ 21 bilhões
No ano passado, em 2017, e de acordo com a empresa BDS Analytics, os consumidores gastaram cerca de 9 bilhões de dólares em maconha legal.
Outro dado importante é fornecido pela empresa de análise IBIS World. Na Califórnia, o estado com o maior número de habitantes daqueles que legalizaram a cannabis, a receita prevista para este ano de 2018 será de 5,1 bilhões de dólares. Considerando que no ano passado os californianos gastaram US $ 5 bilhões em cerveja.
De acordo com o relatório da BDS, espera-se que as receitas legais da maconha em 2021 sejam de 21 bilhões de dólares. Se as receitas indiretas também forem levadas em conta, como empresas de logística, embalagens, gerenciamento de pagamentos, transações, etc, as previsões são elevadas para 40 bilhões de dólares e cerca de 415.000 empregos até 2021.
O relatório também aponta para a dificuldade de se fazer previsões sobre o negócio da maconha legal, já que seu status ilegal no nível federal significa que o governo não coleta dados para o setor neste momento.
Outro novo estudo da New Frontier Data aponta que se a maconha fosse legalizada em todos os 50 estados, mais de 130 bilhões de dólares poderiam ser adicionados em 2021, sem dúvida uma grande injeção econômica.
Conforme declarado em uma pesquisa da Quinnipiac, a maioria dos habitantes dos Estados Unidos é defensora da legalização. 58% dos eleitores dizem que a maconha deve ser legalizada em todo o país, enquanto 70% se opõem à aplicação de leis federais em estados onde já foi legalizada.
Fonte: La Marihuana
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