por DaBoa Brasil | ago 14, 2016 | Curiosidades, Sexo
Pesquisadores da Universidade de Nova York avaliaram como o uso de maconha e do álcool influencia as experiências sexuais.
Fazer sexo é uma atividade tão ancestral quanto a curiosidade humana em se entorpecer. Se juntarmos estes dois prazeres tão democráticos a satisfação vem em dobro? A conta é simples, mas o resultado não é exato. Assim como existem várias formas de sentir prazer a dois (ou mais), as potencialidades de se satisfazer sexualmente sob influência de álcool e outras drogas também são diversas.
Pensando nisso (e naquilo), um grupo de cientistas da Universidade de Nova York tentou responder à seguinte pergunta: qual o nosso melhor aliado na cama, álcool ou maconha? Os pesquisadores entrevistaram 24 nova-iorquinos com idades entre 18 e 35 anos que já haviam transado sob efeito das duas substâncias – foi considerado “sexo” como qualquer atividade envolvendo alguma forma de contato genital com outro indivíduo em que os ambos podem chegar ao clímax.
Os jovens foram questionados sobre as principais diferenças entre transar chapado e bêbado. A maioria dos entrevistados contou que a bebida diminuiu a sensibilidade corpórea durante a relação, mas aumentou a confiança e a vontade de transar. Enquanto isso, a erva os deixou mais pensativos e melhorou a percepção das sensações físicas. T(r)ocando em miúdos, sob efeito de maconha os orgasmos foram mais prazerosos.
Grande parte deles também relacionou bebida com arrependimento (quem nunca, não é mesmo?). Bêbados estão mais suscetíveis a fazerem más escolhas, como conta um homem de 20 anos, voluntário da pesquisa: “Às vezes transo com meninas com quem não transaria se estivesse sóbrio. Sinto que a maconha apenas aumenta a atração e a conexão entre as pessoas, já o álcool causa muitos constrangimentos”.
Os cientistas notaram que as chances de acordar com um desconhecido (a) na cama são menores se você tiver usado maconha. E a explicação é simples: as pessoas bebem em bares, locais públicos, lugares onde há mais possibilidades de parceiros sexuais. Como fumar maconha não é uma atividade tão amplamente legalizada e socialmente aceita, o baseado fica restrito a situações mais privadas e intimistas em que as pessoas geralmente já se conhecem – ok, não é à prova de erros, mas a chance de acertar o nome da pessoa no dia seguinte aumenta.
Os pesquisadores querem replicar a pesquisa em um número maior de voluntários, pessoas não-heterossexuais e indivíduos que fumam e bebem com menor frequência. Mas acreditam que a fama de que o álcool apimenta a relação e dá mais confiança, e de que a maconha torna a experiência mais sensual e sensitiva vá se confirmar nas próximas edições do estudo.
Fonte: Super Interessante
por DaBoa Brasil | ago 4, 2016 | Curiosidades
O norte americano de 26 anos, gosta de dizer que é um dos melhores apertadores de maconha do mundo. E a atividade tem sido o sustento dele.
Tony produz verdadeiras esculturas. Recebe pedidos de várias partes. A que rendeu mais dinheiro foi inusitada: um cliente queria uma escultura de uma AK-47 e foi atendido. Pela escultura/baseado, o americano recebeu o equivalente a R$ 22,5 mil.
“Eu basicamente me levanto da cama e começo a enrolar maconha”, disse Tony em entrevista ao site “Vocativ”.
O ele ainda está pensando em fazer uma peça representando Mike Tyson comendo um abacate.
por DaBoa Brasil | jul 17, 2016 | Curiosidades, Saúde
As pessoas que misturam maconha com tabaco tem um risco mais alto de dependência e tem uma motivação mais baixa para encontrar apoio com o objetivo de deixar essas drogas, segundo pesquisadores.
Bilhões de pessoas no mundo consomem tabaco e 182 milhões fumam maconha, o que fazem com que sejam as sustâncias mais populares do mundo, segundo a Organização Mundial de Saúde e a Oficina de Drogas e Crime das Nações Unidas.
Muitas pessoas misturam ambas as substâncias para economizar dinheiro. O tabaco também faz com que a inalação da maconha seja mais eficiente. Mas está prática poderia aumenta a probabilidade de que os usuários se tornem dependentes, segundo pesquisadores.
“A dependência da maconha e a dependência do tabaco se mostram de formas parecidas, com isso é difícil diferenciar as pessoas que consomem ambas as drogas”, disse Chandni Hindocha, a autora principal do estudo.
“A maconha é menos viciante que o tabaco, mas mostramos aqui que misturar tabaco com maconha reduz a motivação para deixar de consumir estas drogas”, disse Hindocha, estudante de doutorado na unidade de psicofarmacologia clínica do University College London.
Para realizar o estudo, os pesquisadores examinaram as respostas de um levantamento realizado com 34.000 usuários de maconha de 18 países distintos da Europa, América do Norte e do Sul e Austrália, que participaram no Inquérito Mundial sobre Drogas, uma pesquisa anônima realizada on-line.
A maconha é consumida de diversas maneiras em todo o mundo, disseram os autores do estudo. Misturar maconha com tabaco é muito mais popular na Europa que em outras partes do mundo, informaram os pesquisadores no dia 5 de julho na revista Frontiers in Psychiatry.
Misturar maconha com tabaco é popular em até 91% dos consumidores europeus da erva, em comparação com 52% dos australianos e só em 21% dos neozelandeses.
Os métodos de misturar com o tabaco são bem menos populares no continente americano, onde somente usam 16% dos usuários de maconha do Canadá, 4% dos Estados Unidos e aproximadamente 17% no México e Brasil, disseram os investigadores.
13% dos entrevistados no Canadá e 11% dos Estados Unidos afirmaram que usam vaporizadores de maconha, que não usam tabaco. Este método é menos popular em outras partes do mundo, segundo os entrevistados.
As pessoas que preferiram os métodos de consumir maconha sem tabaco eram 62% mais propensas a buscar ajuda profissional para consumir menos maconha. E eram 81% mais propensas a buscar ajuda profissional para consumir menos tabaco, mostraram os resultados.
“Nossos resultados reforçam a importância das vias de administração quando são analisados os efeitos da cannabis na saúde”, disse em um comunicado de imprensa do jornal, Michael Lynskey, o especialista em vícios do Royal College de Londres.
“Uma vez que existe um ambiente legislativo no que diz respeito ao acesso à maconha em muitas jurisdições, a pesquisa deve se concentrar mais na redução do uso de vias de administração envolvendo a coadministração de tabaco”, disse Lynskey.
por DaBoa Brasil | jul 14, 2016 | Curiosidades, História, Saúde
Cerca de 10.000 anos atrás os humanos pré-históricos começaram a usar canábis, é o que diz um novo estudo de investigação, e não somente em um pequeno canto do globo.
A planta psicoativa, que tem uma infinidade de outros usos, também parece ter começado a sua utilização tanto na Europa Oriental como no Japão em algum momento desde 11.500 a 10.200 anos atrás, segundo uma nova evidência arqueológica recolhida por uma equipe de investigadores da Universidade Livre de Berlim. Pavel Tarasov, Tengwen Long e seus colegas da Universidade dizem que as fibras, frutas e pólen da planta de canábis foram aparecendo no registro arqueológico faz muito tempo, mas este é o primeiro estudo que juntou as peças para proporcionar um panorama mais amplo de como era o uso da erva e em que momento começou a ser utilizada.
Originalmente, prevalece o pensamento de que o uso e a difusão da maconha tenham começado na Ásia Central. No entanto, pesquisas compiladas e analisadas por cientistas da Universidade Livre dizem que esta área não parece ser descoberta como independente e simultânea na utilidade da planta na Europa Oriental e no Japão foi antes dele ter contato regular, o comércio entra as duas regiões.
Depois disso, houve uma divergência de como, quando e onde a maconha foi utilizada, a base de dados arqueológicos criado por Long e Tarasov indicam que os seres humanos na Eurásia ocidental faziam uso regular da planta, enquanto que os registros do Leste Asiático eram relativamente raros até cerca de 5.000 anos atrás.
Quanto ao que mudou, segundo Long até o início da Idade do Bronze. Em uma entrevista com a revista New Scientist, o pesquisador disse que cobriam longas distâncias a cavalo e tornou-se muito mais comuns durante este tempo, por isso foi possível que eles começassem a lançar as bases para a principal rota de comércio que um dia se tornaria a famosa Rota da Seda. Com o chamado “Caminho do Bronze” houve a abertura comercial, com isso a canábis e seus usos poderiam ter sido transportada do Ocidente para o Oriente.
A hipótese é nova, disse Long, e vai exigir mais testes para confirmá-la. No entanto, a maconha é um produto de valor relativamente elevado, o que teria sido uma candidata provável para o uso como um bem permutável – algo que o pesquisador diz ser conhecido como uma “cultura de rendimento”, antes da chegada da primeira moeda. Não há nenhuma evidência para apoiar a sua utilização como uma mercadoria; Long disse que a pesquisa independente mostra que o trigo, que era cultivado no Oriente Médio já faz 10.000 anos, e começaram a aparecer no registro arqueológico da China há cerca de 5.000 anos atrás.
Embora existam as propriedades psicoativas da maconha, que é a razão mais comum para o seu uso na atualidade, não há nenhuma garantia de que foi por isso que ela se espalhou amplamente durante a Idade do Bronze, de acordo com Ernest Small, um representante da Agricultura e da Agroalimentação com sede em Ottawa, Canadá.
Em uma entrevista com a revista New Scientist, Small observa que a maconha tem muitos outros usos e que poderiam facilmente ter sido procurado por outras razões.
O novo estudo publicado recentemente na revista Vegetation History and Archaeobotany, você pode encontrar aqui.
por DaBoa Brasil | jul 13, 2016 | Cultivo, Curiosidades
Há alguns anos atrás, poucas pessoas provavelmente diriam que tipo de variedade foi fumada com base na sua fumaça, aparência ou cheiro, mas com o tempo muitas pessoas já o reconhecem. As diferenças na aparência das plantas são mais difíceis de ver quando estão fortemente carregadas com resina, mas o cheiro será sempre um diferencial. Muitas pessoas ainda têm dificuldade em distinguir entre sativa e indica, quanto mais agora com a grande introdução de “variedades híbridas” com infinitas possibilidades de efeitos.
Para ajudar lhe ajudar a diferenciar ai vão algumas dicas:
Sativa
Normalmente as Sativas crescem mais altas que as variedades Indicas que são originárias de áreas ao redor do Equador e em países como Colômbia e Tailândia, entre outros. A maioria das cepas sativas oferecem uma onda estimulante e criativa, permitindo que quem tiver utilizado possa ser produtivo durante todo o dia, se necessário. O sentimento de euforia que existe dentro da maioria das cepas sativas combinada com um sabor frutado como a Marley Natural Gold muito procurada entre os conhecedores da erva. Se você está procurando por algo para substituir o café, então deve seguir as variedades sativas.
Híbrida
Os cultivadores experientes colocaram as mãos à obra para cruzar cepas obtendo os benefícios tanto das plantas sativas como das indicas. Estas variedades podem variar a percentagem de cada uma, em alguns casos, são cinquenta por cento e a variedade pode proporcionar benefícios equilibrados de cada estirpe. Na maioria dos casos, os fumantes precisam saber sobre sua história genética ou seus efeitos para ver para que lado esta o híbrido, se é mais sativa ou indica. As cepas que se encaixam nessa descrição seriam a AK-47 e a Purple Alien OG, ambas oferecem uma combinação de relaxamento e felicidade.
Os efeitos que as cepas oferecem também podem ser diferentes dependendo da pessoa que consome. Enquanto a OG Kush deixa você querendo ficar só no sofá há quem diga que se sente eufórico, produtivo e muito bem para sair após consumir a variedade.
Indica
As Indicas tendem a crescer menos e podem ser encontradas nas regiões mais altas, como Afeganistão e Marrocos. Elas oferecem uma sensação mais “chapante”, como muitos provavelmente já ouviram falar ou sabem, muitos médicos receitam essa variedade para os benefícios contra a dor. A maioria dos fumantes encontram nas indicas o relaxamento ideal para depois de um dia de trabalho duro. Pode ter um cheiro frutado às vezes, mas principalmente tem um cheiro de pinho e geralmente muito picante. Cepas, como a Afghani Kush e Grand Daddy Purple são exemplos de variedades que oferecem um grande efeito relaxante.
Fonte: lamarijuana
por DaBoa Brasil | jul 12, 2016 | Curiosidades, Saúde
Para compreender corretamente essa questão, há a necessidade de saber algumas informações antes.
Em seu cérebro existem receptores específicos que recebem o encaixe perfeito da anandamida, uma molécula neurotransmissora produzida pelo nosso cérebro. Estudos comportamentais mostram que a anandamida está relacionada com diversas funções cerebrais importantes como a sensação de fome, padrões de sono, nível da dor e percepção das sensações. Diversos aspectos das funções da anandamida no cérebro, envolvem o sistema de recompensa cerebral. Os receptores nos quais a molécula de anandamida se encaixa perfeitamente são chamados de receptores cannabinóides, conhecidos como CB1 e CB2.
Este nome cannabinóide é uma referência à afinidade deste receptor da anandamida com a molécula de thc. A molécula de thc (tetraidrocanabinol) nada mais é do que o princípio ativo da maconha. O thc por si só, mimetiza a anandamida, ou seja, imita o seu funcionamento ao se conectar aos mesmos receptores utilizados pela anandamida no cérebro. A partir de agora não fica difícil compreender a relação entre os efeitos experimentados pelos usuários de maconha, com os efeitos naturais da anandamida no cérebro. A diferença entre o funcionamento da anandamida e do thc no cérebro está relacionada à forma como cada um dos dois neurotransmissores é liberado no organismo. Ao fumar um cigarro de maconha, por exemplo, a fumaça inalada segue pelas vias respiratórias e rapidamente alcança seus efeitos no cérebro. Já no caso da anandamida, por ser produzida pelo próprio cérebro, é ele quem controla sua liberação nas sinapses, ou seja, o cérebro libera sempre apenas a quantidade necessária para o funcionamento adequado das funções para qual a anandamida serve.
Então sim, o nosso cérebro de certa forma produz a própria maconha, sem a necessidade de sequer algum dia experimentar a planta cannabis. Porém como explicado anteriormente, não se deve ter uma visão recreativa da anandamida, pois ela é produzida pelo nosso próprio cérebro com o intuito de modular e regular diversos aspectos do comportamento e do funcionamento do sistema nervoso central, diferente do uso recreativo da cannabis sativa, na qual o usuário fuma para sentir os efeitos da planta e não para regular suas funções fisiológicas.
Fonte: neuroscienceknowledge
Comentários