Músico, compositor e produtor musical, Pedro Guinu assumiu os teclados do Planet Hemp no retorno da banda aos palcos em 2021 e seguiu na turnê “Jardineiros”, que carrega o nome do mais recente álbum da banda.
“As vivências na estrada, os hotéis, o busão e, principalmente, os shows que fiz com o Planet marcaram uma fase da minha vida e me deixaram uma lição. O usuário de cannabis no Brasil deveria ser respeitado como cidadão e não como um marginal”, diz Guinu, enfatizando como o convívio com a banda foi fundamental para compor o seu novo single “Fayah Evb”, lançado na última sexta-feira (27).
Fayah EVB fala com naturalidade sobre o consumo da maconha no cotidiano das pessoas. Nas suas relações pessoais, familiares e amorosas onde, por muitas vezes, a planta é compartilhada.
A faixa, que, como cita Guinu, “tem uma sonoridade atual, mas ao mesmo tempo antiga”, foi gravada ao vivo no estúdio Marini, no Rio de Janeiro, com João Moreira (baixo), Estevan Cipri (bateria), Gustavo Pereira (guitarra), Mauro Araújo (engenheiro de som) e Guinu (voz e rhodes). Mais tarde foram incluídos os backvocals de Nay Duarte e Luiza Sales, além da percussão de Leo Mucuri. A mixagem e masterização ficou com Pedro Garcia, engenheiro de som e baterista do Planet Hemp.
A capa do single, feita pelo desenhista e designer Igor Tadeu, usou como referência o surrealismo abstrato e remete a um rótulo de maconha. Igor vem trabalhando com Guinu o visual do seu próximo álbum, intitulado “Oxalatrix”. Guinu define Oxalatrix como uma rede infinita de memórias e afetos interligados em um corpo físico de uma cidade grande. Fayah Evb é um spoiler da sonoridade de Oxalatrix, que têm previsão de lançamento para o início de 2024.
Guinu conversou com o DaBoa Brasil:
A música é um dos maiores instrumentos de comunicação. Qual a importância de trazer o tema da maconha para sua obra?
Eu acredito muito na função do compositor de registrar o tempo que vive. Atualmente vejo alguns avanços nas leis sobre a legalização no Brasil, mas tudo bem devagar. Acho que estamos no momento certo para pressionar os governos e a opinião pública. Usuário merece respeito!
A ligação da planta com a música é antiga. Grandes mestres, como Louis Armstrong, Bob Marley, Willie Nelson, entre tantos outros, utilizaram e utilizam maconha como uma ferramenta criativa. A maconha te auxilia nos seus processos criativos?
Muito! Parece que rola uma expansão da mente. Penso que não só na música, mas em toda atividade criativa, a cannabis pode ser uma ótima ferramenta.
Você mencionou que o convívio com o Planet Hemp foi fundamental para compor Fayah Evb. Conta um pouco mais sobre as vivências com a banda e quando (e como) partiu a ideia de escrever Fayah Evb?
Fundamental! Eu voltei a fumar quando entrei no Planet depois de uma longa pausa. Muita onda você voltar a fumar na companhia do D2. Fiz muitos amigos no Planet que sigo em contato, principalmente o Pedrinho, que acabou fazendo Coprodução, Mix e Master de Fayah e do Oxalatrix também. Acho que a letra de Fayah já estava fervendo na mente. Foi só F1 que explodiu!
A planta é livre em Oxalatrix?
Legalize!
Clique aqui e ouça “Fayah Evb” em sua plataforma de áudio preferida!
LETRA: Fayah EVB Composição: Guinu
Café colômbia de manhã
Um cheiro de Amsterdä
Se dessa flor brotar amor
Quebro no meu dixavador
Você falou pra caminhar
Jogar a fumaça no ar
Só que é difícil esquecer
Então segura que essa vai bater
Fayah (Essa Vai Bater)
Um apertado na janela
Só acendi passei pra ela
Falou pra mim que não bateu
O coração que era meu
Passou pra mim só a metade
Preço da minha liberdade
Se um beck bom faz a cabeça
O samba leva a tristeza
Deixa levar…
Só deixa essa brisa te levar
Aquele um pra me salvar
A música, intitulada “My Gummie Just Kicked In”, será incluída no álbum póstumo de Buffet.
O ex-membro dos Beatles, Paul McCartney, acaba de lançar uma música sobre um efeito de maconha causado por uma goma com infusão do músico estadunidense Jimmy Buffett, que morreu no início deste mês. A música intitulada “My Gummie Just Kicked In” será incluída no álbum póstumo de Buffet e foi lançada como single prévia no último dia 8.
O refrão da música diz “Não sei para onde estou indo / Não sei onde estive / A única coisa que tenho certeza é que minha jujuba acabou de fazer efeito”. Na música Jimmy Buffett faz os vocais e Paul McCartney o acompanha no baixo. E a letra, que surgiu de uma anedota contada pelos músicos num jantar com as esposas, foi uma composição de ambos.
Segundo informações publicadas em comunicado à imprensa, a esposa de McCartney tropeçou na mesa quando eles iam jantar. Preocupado, Buffett perguntou se ela estava bem, foi aí que ela respondeu: “Ah, não, estou bem. Minha goma acabou de fazer efeito!”. Buffet gostou tanto da resposta que pensou em criar uma música sobre o assunto.
Jimmy Buffett faleceu no dia 1 de setembro aos 76 anos. Além de se dedicar à música, Buffett escreveu alguns livros e trabalhou como empresário de restaurantes, participando de diversas franquias no setor. Após a morte de Buffett, McCartney escreveu nas redes sociais: “Fiquei muito feliz por ter tocado uma de suas últimas músicas. Tivemos uma sessão muito divertida e ele tocou para mim algumas de suas novas músicas”.
Entre o mundo da maconha e da música existe uma ligação profunda e enigmática que perdura há muito tempo. Ao longo da história, inúmeros artistas, como Louis Armstrong, Willie Nelson, Bob Marley, Peter Tosh, Snoop Dogg, Cypress Hill e Planet Hemp, encontraram inspiração e criatividade no consumo da planta, enquanto outros defenderam a sua capacidade de melhorar a interpretação e apreciação musical.
No post de hoje, exploraremos a relação entre maconha e música, observando seus efeitos na criatividade e na composição, bem como na experiência auditiva. Também examinaremos os gêneros musicais associados ao uso de cannabis e o debate em torno de seu uso na indústria da música.
Descubra como a planta deixou uma marca permanente no mundo da música e como a sua influência continua a ser objeto de discussão e fascínio.
Introdução à ligação entre a maconha e a música
Durante séculos, a cannabis e a música estiveram interligadas de várias maneiras em diferentes culturas ao redor do mundo. Tanto em antigos rituais cerimoniais quanto na cultura contemporânea, o uso de maconha tem sido associado à experiência musical. Nesta seção, exploraremos como esse vínculo se desenvolveu ao longo do tempo.
O uso histórico da maconha no contexto musical
O uso da maconha para fins espirituais e criativos tem profundas raízes históricas. Em civilizações antigas, como os gregos e os indianos, as preparações de cannabis eram usadas como parte de rituais sagrados e da música cerimonial.
A planta era considerada uma forma de atingir estados alterados de consciência e conexão com o divino, por meio da qual a música era expressa.
A popularização da relação entre a maconha e a música na cultura contemporânea
Com a ascensão do movimento de contracultura nas décadas de 1960 e 1970, a relação entre a maconha e a música tornou-se ainda mais popular. Artistas icônicos como Bob Marley e Rolling Stones, entre muitos outros, incorporaram o uso da maconha em sua imagem e música.
Isso levou a uma maior aceitação social e a uma associação mais forte entre a maconha e a cultura musical contemporânea.
A influência da maconha na criatividade musical
A ideia de que a maconha estimula a criatividade artística é amplamente debatida e tem gerado muito interesse ao longo dos anos. A seguir, exploraremos a possível influência da cannabis na criatividade musical e o que a ciência diz sobre isso.
Muitos músicos e artistas relataram experimentar uma maior sensação de fluxo criativo depois de usar maconha. Desde abrir a mente até liberar inibições, acredita-se que a erva pode desempenhar um papel na geração de ideias inovadoras e na exploração de novas formas musicais.
Embora os depoimentos pessoais sejam abundantes, as evidências científicas sobre os efeitos específicos da cannabis na criatividade são limitadas e conflitantes. Alguns estudos sugerem que a maconha pode aumentar as habilidades de associação e fluência verbal, o que poderia beneficiar o processo criativo.
No entanto, mais pesquisas são necessárias para entender completamente essa relação complexa.
O uso da maconha como inspiração na composição musical
Além de potencialmente estimular a criatividade, muitos músicos também consideram a maconha uma fonte de inspiração para composição. O uso da erva pode ou poderia influenciar o processo de criação musical.
Músicos de vários gêneros compartilharam experiências de como o uso de cannabis pode abrir novas portas de inspiração e permitir que eles entrem no estado de espírito da composição.
Alguns afirmam que a maconha os ajuda a relaxar e se conectar emocionalmente com sua música de uma forma mais profunda.
A composição musical geralmente requer uma certa quantidade de imaginação e experimentação. Alguns músicos argumentam que a maconha pode facilitar um estado alterado de consciência que favorece a criatividade nesse processo.
No entanto, é importante notar que cada indivíduo é diferente e nem todos os músicos experimentam os mesmos efeitos ao usar a maconha como fonte de inspiração.
Efeitos da maconha no processo de interpretação e performance musical
Embora a maconha possa influenciar a criatividade e a composição musical, ela também pode ter impacto no rendimento e performance musical ao vivo. Examinamos os possíveis efeitos positivos e negativos do uso de cannabis na performance musical.
Alguns músicos afirmam que o uso de maconha pode ajudá-los a relaxar e superar o nervosismo pré-apresentação, permitindo que eles se conectem melhor com sua música e o público. No entanto, outros apontam que a maconha pode alterar a percepção do tempo, a coordenação motora e a memória, o que pode afetar negativamente a precisão e a técnica musical.
Debate sobre a influência da maconha na precisão e na técnica musical
A relação entre o uso de cannabis e a performance musical eficiente tem sido objeto de debate. Alguns músicos argumentam que, em pequenas quantidades, a maconha permite que eles se sintam mais emocionalmente conectados à música e explorem novas possibilidades interpretativas. Outros, no entanto, alertam para possíveis efeitos negativos na concentração e coordenação necessárias para executar música com precisão.
Em conclusão, a relação entre a maconha e música é complexa e multifacetada. Enquanto alguns músicos encontram inspiração e abertura criativa através do uso da planta, outros podem ter dificuldades na performance musical. Como em todas as áreas da vida, é importante considerar os efeitos individuais e tomar decisões informadas sobre o uso de substâncias enquanto busca a paixão pela música.
A relação entre a cannabis e apreciação musical
A maconha e a música têm uma relação de longa data e muitas vezes íntima. Para muitos amantes de maconha, o uso de maconha pode aumentar a experiência de audição e tornar a música mais profunda e significativa.
Alguns afirmam que a maconha pode ajudá-lo a mergulhar no ritmo, captar detalhes e tons sutis e sentir uma maior conexão emocional com a música que ouvimos. Resumindo, a erva pode levar nossa apreciação pela música a um nível mais alto.
As experiências com cannabis e música são altamente subjetivas, pois cada indivíduo reage de maneira diferente aos seus efeitos. No entanto, alguns estudos apoiam a afirmação de que a maconha pode ter um impacto na apreciação auditiva.
Pesquisas sugerem que a cannabis pode aumentar a sensibilidade auditiva, melhorar a percepção do tempo e a memória musical, além de promover a criatividade na composição e performance musical.
Embora essas descobertas sejam promissoras, é importante lembrar que cada pessoa é única e os efeitos podem variar.
Explorando gêneros musicais associados ao uso de maconha
A maconha teve um impacto significativo na criação e evolução de vários gêneros musicais ao longo da história. Um exemplo icônico é o reggae, que está intrinsecamente ligado à cultura Rastafari e ao uso da ganja como parte de sua espiritualidade.
Além disso, a maconha influenciou o hip hop, com muitos artistas fazendo referência à planta em suas letras e promovendo seu uso como forma de expressão e resistência. Esses gêneros têm sido ferramentas poderosas para divulgar mensagens sobre os benefícios e a legalização da cannabis.
Além do reggae e do hip hop, existem outras expressões musicais associadas à cultura canábica. Alguns artistas de rock, jazz, música eletrônica e outros gêneros também abordaram temas relacionados à maconha em suas canções.
Essas expressões ajudam a criar uma identidade e uma comunidade em torno do uso da maconha, proporcionando um espaço para liberdade e criatividade.
O debate sobre o uso de maconha na indústria da música
O uso de cannabis na indústria da música tem sido objeto de debate e discussão. Enquanto em alguns lugares foi legalizado, em outros ainda existem restrições e regulamentações que limitam seu consumo e promoção. As políticas em torno da maconha variam de acordo com o país e, em muitos casos, até mesmo dentro dos estados ou províncias.
Isso pode afetar a capacidade de artistas e profissionais da música de usar e promover a cannabis na indústria.
Apesar dos regulamentos, alguns artistas adotaram abertamente o uso de cannabis e usaram sua imagem e música para promover o uso responsável. Isso levou a conversas mais amplas sobre a legalização e desestigmatização da planta na indústria da música.
Conclusões sobre a conexão entre a maconha e a música
Em conclusão, a relação entre a maconha e a música é complexa e multifacetada. Embora existam evidências anedóticas e científicas para apoiar sua influência na criatividade e na apreciação musical, também é importante considerar os potenciais efeitos negativos e as regulamentações legais vigentes.
A maconha deixou uma marca significativa em vários gêneros musicais e tem sido fonte de inspiração para muitos artistas ao longo da história. No entanto, é fundamental ter em conta a responsabilidade e o equilíbrio no seu consumo, bem como respeitar as leis e regulamentos que regem a sua utilização.
Em última análise, o debate sobre a maconha e a música vai continuar, mas o que é certo é que esta ligação continuará a ser um tema de fascínio e exploração no mundo da música.
Perguntas frequentes
Existem evidências científicas que apoiem a relação entre o uso de maconha e a criatividade musical?
Embora existam depoimentos e estudos que sugerem uma conexão entre a cannabis e a estimulação criativa, as evidências científicas ainda são limitadas e mais pesquisas são necessárias para entender completamente essa relação.
Como o uso de maconha afeta a performance musical em termos de precisão e habilidade técnica?
O impacto do uso de cannabis na performance musical pode variar de pessoa para pessoa. Alguns músicos podem sentir maior relaxamento e fluidez ao tocar, enquanto outros podem ter dificuldades de concentração e precisão técnica. É importante observar que os efeitos podem depender da dosagem, experiência do usuário e outros fatores individuais.
Quais são os gêneros musicais mais associados ao uso de maconha?
O uso de maconha tem sido historicamente associado a gêneros como reggae e hip-hop, que abordam questões relacionadas à cultura canábica. No entanto, é importante notar que o uso de cannabis não se limita a um único gênero musical e pode ser encontrado em uma variedade de estilos e expressões musicais.
Quais são as considerações legais sobre o uso de maconha na indústria da música?
As leis e regulamentos sobre o uso de maconha variam de acordo com o país e a região. É essencial que os artistas e profissionais da indústria musical estejam informados sobre as leis locais e cumpram os requisitos legais estabelecidos em seu local de residência. O não cumprimento das leis pode ter consequências legais e profissionais significativas.
Após 25 anos de “Cachimbo da Paz”, com participação do cantor, compositor e músico Lulu Santos, o rapper Gabriel O Pensador lançou na sexta-feira (18) a parte 2 da música, acrescentando a participação de Xamã, rapper da nova geração.
O single ‘’Cachimbo da Paz 2’’ faz parte do novo álbum de Gabriel, intitulado “Antídoto Pra Todo Tipo de Veneno’’, que também contará com participação de Black Alien em uma faixa.
Para todos que mandam a “fumaça do cachimbo pra cachola” e para os que não mandam, vale uma reflexão profunda nos trechos a seguir:
“Quando voltou a vida e ouviu que sua aldeia tinha sido destruída o cacique ficou mal
Viu muita gente fodida na cidade e no campo, buscando uma saída pra escravidão mental
Pessoas se agredindo e se matando por preconceito de gênero, etnia e por políticos que só davam risada
Era tanta ignorância, tanta intolerância e ele como? Não tava entendendo nada
Encontrou uma mãe chorando por um filho vítima da depressão, overdose de remédios controlados
Nessa sociedade ansiedade faz estrago, remédio é natural, demorou ser liberado
É que a venda dessa erva continua proibida, mas as suas substâncias salvam vidas
Enquanto muitas outras são perdidas numa guerra sem sentido que só serve pra fazer geral querer virar bandido
Até o cacique quis pegar no fuzil quando viu que flecha nem arranhava o caveirão
O tiroteio foi intenso e muita gente caiu, quem não correu ficou sangrando no chão
Morreu polícia e bandido, aposentado, estudante, morreu criança de colo e até gestante
Naquele instante ele chorou e gritou: essa merda é atrasada demais, é revoltante
Saiu pra dar uma volta e acendeu um da paz pra meditar, porque ninguém se revolta?
E um playboy chegou metendo o mãozão querendo dar um tapinha, mas levou logo um tapão
“Que isso cacique? Acende, puxa, prende e passa”. Tapão, mas esse tapa foi pra tu ficar esperto
Respeita quem chegou primeiro, e papo reto, devolve tudo pros nativos que isso aqui não deu certo!”
“Cachimbo da Paz 2” ganhou um clipe muito bem produzido com uma ficha técnicas extensa e está disponível no canal do Gabriel O Pensador no YouTube.
Na última quarta-feira, dia 16, os maconheiros mais famosos do Brasil soltaram a versão estendida do álbum “Jardineiros”, que foi lançado em outubro de 2022, contando com faixas e participações inéditas.
Entre os destaques de “Jardineiros: A Colheita” estão as músicas “Nunca Tenha Medo” com participação de Pos (também conhecido como Posdnuos ou Plug 1), integrante do icônico grupo de hip hop De La Soul, do rapper Kamau em “Onda Forte RMX”, e Gustavo Black Alien na pesadíssima faixa “Não Vamos Desistir”. Além dessas, tem também a swingada “Pra Ver As Cores Do Mundo”, um hardcore pesado no estilo ‘Planet das antigas’ em “Salve Kalunga”, e “Ainda” ganhou um versão Remix com versos inéditos de BNegão.
Antes do lançamento, nós, do DaBoa Brasil, tivemos a honra de conversar com BNegão sobre os bastidores do novo álbum e da turnê Jardineiros. A entrevista está disponível no nosso canal no YouTube.
O Planet Hemp voltou com tudo! Após o lançamento do mais recente álbum da banda, intitulado “Jardineiros”, em outubro do ano passado e depois de 22 anos do icônico “A Invasão do Sagaz Homem Fumaça”, a ex-quadrilha da fumaça acaba de divulgar um novo single em parceria com o rapper Black Alien.
Composta por Daniel Ganjaman, Zegon, Laudz, Black Alien, BNegão e Marcelo D2, a música “Não Vamos Desistir” traz todo o peso dos maconheiros mais famosos do Brasil com a junção das linhas marcantes da lírica beretta de Gustavo Black Alien.
Além da nova faixa, os fãs do Planet Hemp receberam também outro presente: uma versão Remix da música “O Ritmo e a Raiva”. A versão foi produzida pela própria banda em conjunto com Pedro Apoema e composta por Bernard “Pretty” Purdie, Black Alien, Marcelo D2, Nobru, Pedro Garcia e Richard Tee.
Sobre o novo single, BNegão disse ao portal DaBoa Brasil: “É uma música que a gente conseguiu fazer com um timão, de família Planet Hemp total. É a banda toda mais o Zé Gonzales e Daniel Ganjaman, dois integrantes clássicos do Planet, junto com Laudz do Tropkilaz, Marlon Sette, que é foda pra caralho. Marlon é trombonista, toca com Jorge Ben, mestrão também. Apollo 9, que também foi membro da formação do Planet no “Os Cães Ladram mas a Caravana Não Pára”. Gustavinho de Nikiti, enfim, tudo certo! Tamo felizão!”.
Ouça “Não Vamos Desistir” e “O Ritmo e a Raiva Remix” na sua plataforma de áudio favorita!
FICHA TÉCNICA:
Voz: Marcelo D2
Voz: BNegão
Voz: Black Alien
Guitarra: Nobru
Baixo: Formigão
Bateria: Pedro Garcia
Programação: Tropkillaz
Programação: Daniel Ganjaman
Trombone: Marlon Sette
Teclado: Apollo 9
Engenheiro de Gravação: Pedro Garcia
Engenheiro de Mixagem: Daniel Ganjaman
Masterização: Maurício Gargel
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