Israel exportará maconha medicinal

Israel exportará maconha medicinal

Israel exportará maconha medicinal para outros países, disse o ministro da Agricultura da nação, a decisão chega logo depois que o governo aprovou medidas para fazer com que a maconha medicinal esteja mais amplamente disponível para os pacientes no país.

The Times of Israel informou que os envios começariam “em breve”.

O ministro da Agricultura Uri Ariel disse a Rádio Israel na semana passada que em dois anos o país terá “os protocolos que permitam aos agricultores cultivar maconha”, de acordo com a revista online Cannabis Israel.

Ele acrescentou que seu ministério tem tomado medidas para estabelecer instalações para pesquisas e testes com o cultivo da planta.

O ministro Uri Ariel disse que Israel planeja aprovar um pedido de exportação de maconha medicinal no exterior.

Em junho, o governo israelense aprovou um plano para eliminar as restrições sobre o cultivo de maconha medicinal e fazer com que a planta estivesse mais facilmente disponível para mais de 23.000 pacientes, de acordo com a Times of Israel.

Tailândia visa à descriminalização da maconha

Tailândia visa à descriminalização da maconha

Quando várias formas de descriminalização da maconha e sua legalização são fortalecidas em países importantes como o Canadá e os Estados Unidos, países menores estão saindo de trás das sombras da reforma na política sobre a planta.

Agora, relatórios fora da Tailândia mostram várias organizações governamentais que procuram a descriminalização da erva.

Em um fórum público grupos, governo e indústria privada na Tailândia concordaram que a maconha não pertencia à lista de drogas ilegais categoria 5 no país. Por enquanto, as penalidades para quem é pego com substâncias dessa classificação incluiu uma pena de prisão de 1 a 15 anos e multas substanciais.

A Polícia de Repressão ao Crime, Polícia de Repressão às Drogas, Conselho Agrícola Nacional e o Conselho de Estado (um departamento do Primeiro-Ministro) enviaram representantes a reunião pública.

A Unidade de Controle de Drogas da Polícia da Tailândia disse que o Departamento de Saúde Pública da Tailândia teria de emitir leis adicionais para controlar a maconha, desde que a descriminalização torne-se uma realidade.

De acordo com  MThai, o Conselho da Agricultura está investigando o assunto e está desenvolvendo uma proposta de descriminalização para o gabinete.

A descriminalização da maconha na Tailândia poderia ser o catalisador para varrer reformas em toda a região, como quando o Uruguai se tornou o primeiro país do mundo a legalizar o uso recreativo da maconha.

A legalização no Uruguai provocou um debate e uma reforma na América do Sul, como resultado, outros países, como a Colômbia começaram a considerar grandes mudanças em suas políticas com a planta.

Fonte: arizonamedicalmarijuanadoctors

Guerra às drogas é fútil contra o mercado online

Guerra às drogas é fútil contra o mercado online

Pesquisadores do think thank Rand Europe descobriram que o Reino Unido tem o maior comércio online de drogas em comparação com outras nações europeias.

A guerra britânica contra as drogas está falhando, dizem ativistas, com o mercado online de narcóticos aumentando em valor e a polícia confiscando 1,000 plantas de cannabis todos os dias.

Pesquisadores do think thank Rand Europe descobriram que o Reino Unido tem o maior comércio online de drogas de qualquer nação europeia, e está perdendo somente para os EUA.

A enorme escala do crescente mercado de drogas britânico na escondida ‘internet clandestina’ provocou reformistas a apelaram para a legislação de narcóticos.

Foi descoberto que os vendedores online de droga do Reino Unido conduzem 20,748 acordos cada mês no valor de £1.8 milhões – quase o dobro dos 11,309 acordos valendo £920,000 na Alemanha, o segundo maior mercado online de drogas da Europa.

Somente os EUA tem o maior mercado de internet clandestina, com 28,883 acordos – que valem £3.8 milhões – detectados cada mês.

No entanto, quando o tamanho da população é levado em consideração, o Reino Unido tem, por mês, 321 transações de droga online por milhão de pessoas, enquanto os EUA tem 90 transações por milhão.

A pesquisa também descobriu que as transações online de drogas não foram interrompidas quando o FBI fechou o Silk Road em 2013, um mercado clandestino na internet que era responsável por quase todo o tráfico de drogas do mundo. Mesmo com esse sucesso das autoridades dos EUA, o número de transações online mensais de narcóticos triplicou em janeiro de 2016.

O rendimento global agora está em £10.7 milhões por mês – o dobro dos £5.35 milhões gerados pelo Silk Road perto do final da sua atuação.

O analista de políticas, Steve Rolles, da Fundação Transforme a Política de Drogas, disse que o relatório “salienta a futilidade da guerra contra as drogas”.

“Cada vez que fecham um mercado, outro site aparece. A ideia de que a erradicação ou uma sociedade sem drogas podem ser alcançadas por meio de aplicação de leis é claramente ridículo.”

Enquanto isso, dados oficiais indicam que a polícia na Inglaterra e no País de Gales retomou 366,841 plantas de cannabis em 2014/15 – mais de 1.000 por dia.

As estatísticas, analisadas pela seguradora Direct Line for Business, disse que a polícia da região de West Midlands confiscou o maior número de plantas – mais de 54,700 em 2014/15.

O líder da Direct Line for Business, Nick Breton, disse: “para os donos de terras, entrar em um acordo de locação com um locatário sempre requer uma certa quantidade de confiança que não irá causar danos significantes à propriedade. No entanto, como mostra essa análise, a plantação de cannabis ainda é um grande problema para a Inglaterra e para o País de Gales, e pode ter repercussão severa para os donos de terras”.

Fonte: Carta Maior

Hillary Clinton disse que está disposta a renegociar a maconha se for eleita presidente dos EUA

Hillary Clinton disse que está disposta a renegociar a maconha se for eleita presidente dos EUA

Em resposta à decisão do DEA de manter a maconha como uma substância controlada na Classe 1, Hillary Clinton, disse que, se eleita presidente, irá reprogramar a planta.

“A maconha já está sendo usado para fins médicos em estados de todo o país, e tem o potencial para muitos usos…”, disse em um comunicado Maya Harris , assessora de política de alto nível para a campanha de Clinton.

“Hillary Clinton tem dito ao longo desta campanha devemos fazer mais para que seja mais fácil estudar sobre a maconha, para que possamos compreender melhor os potenciais benefícios e efeitos colaterais.”

Ela continua: “Como Presidente, Hillary terá como base as importantes medidas anunciadas hoje pela reprogramação da maconha da Classe I de substâncias para a Classe II. Ela também irá garantir que o Colorado e outros estados que estão promulgaram leis sobre a maconha, possam continuar atuando como laboratórios da democracia”.

A notícia não é exatamente surpreendente, já que Clinton anunciou em novembro que ela iria apoiar a reprogramação da maconha, embora esta seja a primeira vez em sua campanha que afirmou explicitamente que irá tomar essas medidas, se for escolhida.

Fonte: lamarijuana

Agência antidrogas dos EUA mantém proibição ao uso medicinal da maconha

Agência antidrogas dos EUA mantém proibição ao uso medicinal da maconha

A agência federal antidrogas dos Estados Unidos (DEA) informou que vai continuar rejeitando solicitações para autorizar o uso da maconha com fins medicinais.

Esta decisão implica um conflito entre um número crescente de estados americanos e as normas federais, visto que quase a metade deles aprovaram leis autorizando o acesso à maconha com propósitos medicinais.

No entanto, o governo federal aprovará a ampliação das pesquisas sobre a erva, de modo que as organizações poderão pedir autorização para cultivá-la e usá-la em estudos.

Atualmente, apenas a Universidade do Mississippi está autorizada a fazer tais pesquisas.

A maconha é normalmente prescrita para tratar dores e outros mal-estares crônicos, como as náuseas.

O diretor da DEA, Chuck Rosenberg, disse que a proibição da maconha continuará devido à “falta de segurança para seu uso sob supervisão médica”.

Ao justificar a medida, a DEA citou uma avaliação científica e médica realizada pela Administração de Alimentos e Remédios e o Instituto Nacional sobre Abusos de Drogas.

“A decisão da DEA vai contra a ciência objetiva e uma opinião pública esmagadora”, lamentou Aaron Smith, presidente da Associação Nacional da Indústria da Cannabis, um grupo comercial com sede em Washington.

Fonte: Zero Hora

Anvisa já liberou mais de 1.600 pedidos de Canabidiol

Anvisa já liberou mais de 1.600 pedidos de Canabidiol

Quem precisa importar medicamentos à base de Canabidiol no Brasil espera, em média, 13 dias para obter uma autorização da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), órgão responsável por liberar os pedidos. Desde 2014, a Anvisa recebeu 1759 processos, dos quais 1622 já foram autorizados. Alguns aguardam análise ou adequações no processo para a liberação.

A Anvisa permite a importação para pessoas físicas, somente com prescrição médica e justificativa para a utilização do Canabidiol como alternativa às opções terapêuticas já registradas no país. A agência tem um formulário online para que os pacientes informem eventuais efeitos colaterais após o uso dos produtos.

O assunto tem gerado controvérsia, e um dos motivos é o fato do Canabidiol ser extraído da maconha. Contudo, o uso medicinal não se confunde com o uso recreativo da droga: os remédios à base de Canabidiol não têm efeitos psicotrópicos. E, tendo em vista todo o processo de importação e burocracia, recorrer a esse tipo de medicamento no Brasil costuma ser a última alternativa, em especial para pais de crianças ou adolescentes com transtornos que geram crises convulsivas graves.

Na área médica brasileira, há mais proximidade de um consenso sobre o uso do Canabidiol para a Epilepsia, mas não para outros tipos de doença. Enquanto o Conselho Federal de Medicina (CFM) somente autoriza para casos de crianças e adolescentes com Epilepsia que sejam refratários aos tratamentos convencionais, alguns médicos no Brasil têm receitado e defendido o Canabidiol para outros casos, como dores crônicas e Mal de Parkinson.

Desde 2014, uma crescente flexibilização da importação de medicamentos à base de Canabidiol vem ocorrendo no país. Na época, o documentário “Ilegal – A Vida Não Espera” deu bastante destaque ao tema no debate público. Em janeiro de 2015, a Anvisa retirou a proibição contra o Canabidiol, que passou então a ser uma substância controlada. Mesmo antes disso, o órgão vinha liberando pedidos excepcionais. Já em abril de 2015, novas regras foram publicadas para simplificar a importação nos casos de necessidade.

Canabidiol e THC

A mais recente resolução da Anvisa sobre o tema foi publicada em março deste ano, permitindo também a prescrição médica e importação de produtos com maior teor de Tetrahidrocannabinol (THC). Essa última resolução foi publicada em cumprimento a uma decisão judicial e criticada pela própria Anvisa, que inclusive vem tentando derrubá-la.

Na decisão, o juiz federal do Distrito Federal (DF), Marcelo Rebello Pinheiro afirma que a substância é autorizada apenas para fins medicinais e científicos. Ele respondeu a pedido que havia sido feito pela Procuradoria da República do DF, que cita experiências de países como Canadá, Estados Unidos, Holanda e Israel, onde o uso medicinal é liberado e controlado de formas variadas.

Segundo a Anvisa, muitos dos produtos à base de Canabidiol e THC não são registrados como medicamentos nos seus países de origem, não sendo possível garantir a dosagem adequada ou conhecer os possíveis efeitos adversos. O CFM também reagiu negativamente à ultima resolução da agência reguladora.

Cadastramento

O cadastramento para a solicitação pode ser feito online ou por carta enviada à Agência Nacional de Vigilância Sanitária – Coordenação de Produtos Controlados – Setor de Indústria e Abastecimento (SIA) – Trecho 5, Área Especial 57, Brasília, CEP 71205-050. Se aprovada, a autorização tem validade de um ano, e então basta apresentar a prescrição médica diretamente nos postos da Anvisa localizados nos aeroportos.

Fonte: atarde

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