Estudo revela que o THC permanece no sangue por longos períodos após o uso

Estudo revela que o THC permanece no sangue por longos períodos após o uso

Mais pesquisas parecem apoiar a posição de que o teste de sangue para THC não é confiável.

A pesquisa continua a provar o que muitos têm dito há anos: o THC pode permanecer no sistema por muito tempo depois que a substância foi usada e, portanto, os testes de sangue para maconha não são uma maneira justa de saber se alguém acabou de usar a erva.

Um novo estudo intitulado “Níveis residuais de THC no sangue em usuários frequentes de cannabis após mais de quatro horas de abstinência”, que foi publicado no jornal Drug and Alcohol Dependence, fornece mais evidências de que o álcool pode permanecer na corrente sanguínea muito depois de passar o efeito ou depois que a maconha foi usada. O estudo foi conduzido por pesquisadores afiliados à University of British Columbia, e seus resultados foram publicados em um estudo oficial.

“Algumas partes interessadas temem que os limites atuais possam criminalizar os motoristas simplesmente porque eles usam maconha”, explicaram os pesquisadores. “Realizamos uma revisão sistemática da literatura publicada para investigar as concentrações residuais de THC no sangue em usuários frequentes de cannabis após um período de abstinência”.

Até agora, o estudo mostrou que se mais de 2 ng/ml forem detectados no sangue pelo uso de cannabis, podem persistir por um longo período de tempo, então não é justo olhar para essa quantidade na corrente sanguínea e alegar que alguém foi recentemente exposto à cannabis, e certamente não é justo determinar se a pessoa ainda está intoxicada.

Os autores relataram: “Em todos os estudos em que os participantes foram observados por mais de um dia, os níveis de THC no sangue de alguns participantes permaneceram detectáveis ​​durante vários dias de abstinência”, com alguns indivíduos continuando com teste positivo por até 30 dias. Alguns indivíduos também demonstraram um padrão ‘double hump’, onde seus níveis de THC aumentaram no final da semana após um declínio inicial”.

“Os estudos em nossa análise demonstram consistentemente que os níveis positivos de THC no sangue, mesmo níveis acima de 2 ng/ml, não indicam necessariamente o uso recente de cannabis em usuários frequentes”.

Por que a pesquisa é importante

Esta pode ser uma grande pesquisa para as leis de segurança e violações de direção, uma vez que as políticas de tráfego de tolerância zero geralmente determinam que se um motorista tiver níveis de THC, ele está prejudicado e não deveria estar dirigindo e, portanto, pode ser preso e acusado de dirigir intoxicado. Como o THC pode estar no sistema mesmo dias após fumar, não é justo tratar essa infração da mesma forma com que o álcool é tratado. É necessário um teste mais definitivo para determinar se as pessoas estão dirigindo chapadas.

“Muitas jurisdições têm limites para o THC, geralmente 2 ou 5 ng/ml, que tornam ilegal dirigir com THC acima do ‘limite legal’”, afirma o estudo. “Pessoas que usam maconha regularmente desenvolvem tolerância parcial a alguns de seus efeitos prejudiciais. Os usuários regulares de cannabis também podem ter elevação persistente de THC, mesmo após um período de abstinência”.

Até que mais testes possam ser feitos em um método justo de triagem de motoristas, não haverá uma resposta definitiva sobre quem está dirigindo chapado e quem simplesmente consumiu maconha dias antes. Esperançosamente, mais pesquisas virão quando mais estudos forem permitidos em nível federal nos EUA.

Fonte: High Times

Novo estudo afirma que a maconha ajuda a deixar os opioides

Novo estudo afirma que a maconha ajuda a deixar os opioides

Um novo estudo publicado no American Journal of Public Health afirma que a maconha pode ajudar a para com o uso de alguns opioides.

O estudo envolveu 2.000 participantes e foi conduzido por pesquisadores canadenses em colaboração com o British Columbia Centre for Substance Use. O objetivo era verificar se havia uma ligação entre o uso de cannabis e se essas pessoas pararam de usar opioides do tipo IV.

O estudo revelou que o uso de maconha foi associado a taxas mais rápidas de participantes que deixavam de usar opioides. Adicionar a planta ao uso também não aumentou as chances de recaída para usuários diários. Não se trata de que a cannabis ajude apenas a deixar os opioides, mas se torna um substituto. Só de não haver overdose, a maconha é claramente menos prejudicial do que o uso descontrolado de opiáceos.

“Na análise, o uso de cannabis pelo menos uma vez por dia foi significativamente associado a taxas mais altas de interrupção de injeções. Até onde sabemos, este é o primeiro estudo longitudinal a identificar uma associação positiva entre o uso de cannabis e cessação do uso de drogas injetáveis”, afirma o estudo.

Entre 2005 e 2018, os usuários diários de maconha tiveram mais sucesso com taxas mais rápidas de abandono da injeção de opioides. Também mostrou que o uso diário de cannabis não foi associado à recaída.

Em outras palavras, este estudo prossegue afirmando que a maconha pode ajudar como substituto em um tratamento contra a dependência de opioides e, além disso, servir para que pessoas possam deixar esse tipo de droga sem medo de uma recaída. Se esta descoberta puder ser totalmente confirmada será uma grande conquista.

Fonte: High Times Referência de texto: Cáñamo

Os benefícios dietéticos e terapêuticos da maconha crua

Os benefícios dietéticos e terapêuticos da maconha crua

A maconha é um vegetal como muitas outras plantas que comemos todos os dias. Na verdade, a cannabis é um superalimento por si própria. Suas flores e folhas cruas estão repletas de fitoquímicos benéficos não comumente encontrados em outras plantas, e adicionam um toque saudável a saladas, vitaminas e sucos. Continue lendo e descubra os benefícios de comer maconha crua.

Esqueça a couve e o espinafre: a maconha é o superalimento da vez. Afinal, a maconha é tecnicamente um vegetal, embora não seja normalmente considerada como tal. A maioria dos usuários de maconha está familiarizado com os efeitos de fumar, vaporizar e ingerir comestíveis, mas você já se perguntou se pode comer folhas de maconha crus? Do ponto de vista nutricional, a maconha contém uma série de moléculas saudáveis, incluindo:

  • Proteínas
  • Fibras
  • Antioxidantes
  • Vitaminas
  • Minerais

A ideia de mastigar um monte de buds e folhas frescas pode parecer loucura. No entanto, pode usá-los para fazer saladas nutritivas e sucos com um sabor que o surpreenderá.

Benefícios de comer maconha crua

Fumar, vaporizar e cozinhar maconha afeta até certo ponto a composição química dos buds. Algumas dessas mudanças criam reações químicas benéficas, enquanto outras são prejudiciais. Muitas das moléculas essenciais da maconha, como os terpenos e os ácidos canabinoides, são voláteis e sensíveis a altas temperaturas. O consumo de maconha crua mantém esses compostos em seu estado natural, permitindo que os usuários acessem os fitoquímicos que desaparecem ou mudam quando fumados.

Consumir maconha crua favorece a estimulação do nosso sistema endocanabinoide (uma rede reguladora que mantém o corpo em equilíbrio), sem sentir um “barato” ou ter que inalar nada durante o processo. A maconha crua pode (e vai) muito bem se tornar um alimento funcional muito popular no futuro.

Ácidos canabinoides

A maconha crua contém moléculas muito diferentes das inaladas após a combustão ou vaporização. THC, CBD e outros canabinoides na verdade não existem na maconha crua. No entanto, ele é embalado com seus precursores químicos: os ácidos canabinoides. Esses ácidos contêm um grupo carboxila que se perde após a exposição ao calor, durante um processo conhecido como descarboxilação. Por exemplo, o THCA se transforma em THC e o CBDA se transforma em CBD.

Os cientistas que estudam a maconha descobriram que esses precursores químicos têm seus próprios benefícios exclusivos, diferentes de seus equivalentes que resultam da descarboxilação. Para descobrir o que os principais ácidos canabinoides podem nos oferecer, consulte a seguinte lista de propriedades:

THCA:

  • Liga-se aos receptores CB1 e CB2 do sistema endocanabinoide
  • Pode relaxar uma dor de estômago
  • Estimula a produção de endocanabinoides
  • Tem propriedades calmantes
  • Ajuda as funções do sistema nervoso

CBDA:

  • Aumenta a produção de endocanabinoides
  • Pode melhorar o humor, mais do que o CBD

Terpenos

Essas moléculas aromáticas são a base dos cheiros característicos da maconha. Além de serem responsáveis ​​pelo sabor delicioso de certas cepas, também modulam o efeito da maconha por meio do efeito entourage. Diferentes terpenos interagem com diferentes canabinoides para potencializar seus efeitos.

Os terpenos também produzem seus próprios efeitos. Por exemplo, o limoneno e mirceno provocam uma resposta relaxante que pode aumentar a sensação de bem-estar.

Uma vez que os terpenos são voláteis e se degradam quando expostos a altas temperaturas, quando fumamos não podemos desfrutar de todos eles. No entanto, as flores de maconha crua estão repletas dessas moléculas fascinantes. Ao consumir maconha crua, os terpenos mantêm seu estado natural. Os pesquisadores ainda estão estudando como exatamente os terpenos sobrevivem à digestão, mas pelo menos sabemos que algumas dessas moléculas chegam ao sangue.

Flavonoides

Os flavonoides são frequentemente esquecidos nas discussões relacionadas à maconha porque os fumantes de maconha tendem a se preocupar mais com os perfis dos canabinoides e dos terpenos. No entanto, os flavonoides são um fator significativo. Esses fitoquímicos são encontrados em vários superalimentos, desde couve e brócolis até frutas vermelhas e chá.

Os flavonoides desempenham um papel importante nas plantas de maconha. Esses pigmentos colorem o tecido das plantas para atrair espécies polinizadoras e também para proteger as plantas dos raios ultravioleta e dos patógenos. Estão entre os flavonoides específicos que a maconha contém:

  • Canflavina A
  • Canflavina B
  • Kaempferol
  • Quercetina
  • Antocianinas

Esses fitoquímicos muitas vezes esquecidos oferecem uma gama incrível de potenciais benefícios à saúde, incluindo:

  • Efeitos antioxidantes
  • Podem ajudar o coração
  • Podem ajudar a limpar as artérias

Este perfil químico impressionante mostra que a maconha é tão saudável quanto qualquer outro vegetal, tornando-a um complemento perfeito para qualquer salada, batida ou suco.

O que é considerada maconha crua?

Como qualquer outro vegetal fresco, a maconha crua significa que as flores e as folhas são frescas e sem manuseio. Antes de serem expostas ao calor, essas partes da planta mantêm sua bioquímica natural e oferecem uma experiência diferente de fumar ou cozinhar. Mesmo ao secar os buds e deixá-los nos frascos, com o tempo os canabinoides e os terpenos se degradam. Por sua vez, os benefícios obtidos com o consumo de flores e folhas recém-cortadas podem ser reduzidos.

Para ser classificada como maconha crua, essas partes não devem ser:

  • Cozinhadas
  • Fervidas
  • Fumadas ou vaporizadas
  • Secadas

Você pode ficar chapado comendo maconha crua?

Então, você pode ficar chapado mastigando as folhas? Resumindo, não.

Entenda: a maconha fresca e crua não contém THC, mas é cheia de THCA. Este ácido canabinoide só se torna THC após a descarboxilação, induzida pelo calor. O THCA também pode ser convertido em THC por meio da exposição aos raios ultravioleta e do envelhecimento, embora esses tipos de buds não sejam realmente “crus”.

Possíveis desvantagens da maconha crua

É claro que quase todos os alimentos apresentam algum risco se comidos crus. Quando se trata de maconha, comer folhas cruas pode expor os consumidores a bactérias potencialmente prejudiciais; Escherichia coli e salmonela foram encontradas em algumas amostras de maconha. Também existem cultivadores que usam pesticidas químicos em suas plantas para manter as pragas sob controle. Embora essas substâncias sejam eficazes, podem deixar resíduos nas flores e folhas que dão um gosto horrível e prejudicam nosso corpo.

Para usar a maconha crua com segurança, use-a apenas quando souber que não foi tratada com produtos químicos. Certifique-se também de que, ao cultivá-la, não sejam usados ​​produtos potencialmente nocivos.

Métodos de consumo

A grande variedade de métodos de consumo da maconha permite que os usuários desfrutem de uma grande variedade de cachimbos, bongs, extratos, concentrados e vaporizadores. Consumir maconha crua é igualmente agradável e divertido, graças à diversidade de opções; mastigar folhas cruas, embora simples e surpreendentemente saborosa, não é a única opção quando se trata de comer cannabis crua. Aqui estão alguns dos métodos mais populares.

Shakes

Os shakes proporcionam uma forma saborosa e fácil carregada de fitonutrientes. Adicione flores e folhas de maconha crua aos seus shakes para obter uma dose de ácidos canabinoides e terpenos. Você também pode fazer um shake de frutas tropicais, frutas vermelhas e gelo com cannabis, obtendo um sabor e frescor incomparáveis.

Sucos

Este método concentra todas as coisas boas (canabinoides, terpenos e flavonoides) e descarta as fibras desnecessárias (e às vezes difíceis de digerir). Você pode preparar uma dose potente de fitoquímicos com maconha crua recém-colhida ou adicionar o suco nas misturas.

Saladas

Pique algumas folhas frescas de maconha e polvilhe-as em uma tigela cheia de espinafre, cebola, rabanete, azeitonas e pimentão. Se você adicionar um pouco de sementes de girassol, obterá uma salada mais crocante com mais proteína.

Sementes de maconha

Não se esqueça das sementes! As sementes de maconha são carregadas de nutrientes e adicionam um delicioso sabor de nozes a qualquer prato. Polvilhe-os na massa, saladas, cremes e até cereais. Esta iguaria em forma de bolinhas contém altos níveis de ácidos graxos ômega, aminoácidos essenciais, cálcio, ferro e fibras.

Óleo de semente prensado a frio

Por último, o óleo de semente de maconha prensado a frio condensa os benefícios das sementes em um óleo saboroso. Você pode usar este delicioso óleo para cozinhar ou temperar saladas, e obter aquele delicioso sabor de nozes.

Referência de texto: Royal Queen

Canabinoides: o que é o Delta-8 THC?

Canabinoides: o que é o Delta-8 THC?

O Delta-8 THC está vendo sua popularidade aumentar entre a comunidade canábica. O que faz dele tão especial?

Mas cuidado: não confunda Delta-8 THC com Delta-9 THC, o que não nos surpreenderia se isso acontecesse. Delta-9 THC é um composto psicoativo considerado o responsável, ou o principal responsável, pelas “ondas” que a maconha produz. Sabe-se menos sobre o Delta-8, mas acredita-se que ele tenha todas as coisas boas do Delta-9, mas com propriedades semelhantes ao CBD.

Embora não se fale muito sobre esse composto, ele é um dos quatro mais relevantes entre os mais de 100 que a maconha produz naturalmente. Tem efeitos psicoativos, mas não é tão potente quanto o Delta-9 THC. Também é difícil extrair, isolar ou refinar. Qualquer um desses processos é caro se for desejado um concentrado específico desse composto, mas parece que é menos trabalhoso de extrair do que o Delta-9 THC.

Resumindo, o Delta-8 é um canabinoide poderoso que tem muito a oferecer. É um isômero do CBD e também um derivado de cânhamo. As diferenças entre o Delta-8 THC e o Delta-9 THC em nível molecular são mínimas. Ambos são formados por correntes duplas. O número após o “Delta” é a cadeia de carbono à qual eles estão ligados. Fora disso, o processo de ligação do canabinoide com nossos receptores é praticamente o mesmo, pois ambos se ligam ao CB1, que geralmente é aquele que se acredita produzir os efeitos psicoativos, assim como é também aquele ao qual o CBD se liga.

Dito isso, as diferenças com o CBD, embora não excessivas, são mais notáveis ​​do que entre os dois “deltas”.

Delta-8 THC é psicoativo. Você tem uma grande chance de ser reprovado em um teste toxicológico, caso o tenha consumido. Geralmente é encontrado em baixas concentrações. É usado de forma adulta e medicinalmente. Liga-se aos receptores CB1 e CB2.

O CBD também é psicoativo, mas em um nível tão baixo que não é considerado relevante. A probabilidade de reprovação em um teste toxicológico é baixa. É encontrado em altas concentrações. Liga-se aos receptores CB1.

Dada a quantidade de THC no Delta-8, não está muito claro se esse composto é legal. Nos EUA, por exemplo, em alguns estados, sim, em outros não. No entanto, em geral, o Delta-8 THC, se tiver menos de 0,3% de THC, deve ser considerado legal.

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Referência de texto: Cáñamo

O THC pode diminuir os sintomas mortais da COVID-19, diz estudo

O THC pode diminuir os sintomas mortais da COVID-19, diz estudo

Um estudo recente que investigou tratamentos potenciais para os sintomas mortais da COVID-19 relata que 100% dos ratos de laboratório que receberam injeções de THC sobreviveram à resposta do sistema imunológico frequentemente fatal ao vírus.

Os principais pesquisadores da Universidade da Carolina do Sul dizem que o THC pode ser eficaz em conter as tempestades de citocinas, um sintoma potencialmente fatal do coronavírus, relata The State.

Os sintomas da tempestade de citocinas, conhecidos como Síndrome do Desconforto Respiratório Agudo (SDRA), basicamente sequestram o sistema imunológico do corpo para usá-lo contra si mesmo. Os pacientes com coronavírus são hospitalizados com mais frequência devido à SDRA relacionada ao COVID-19.

“O mecanismo subjacente é que seu sistema imunológico fica descontrolado e começa a destruir seus pulmões e todos os outros órgãos”, disse Prakash Nagarkatti, coautor do estudo.

De acordo com o estudo, os pesquisadores conseguiram desencadear a SDRA em ratos de laboratório, e depois injetaram THC. Os pesquisadores realizaram dezenas de experimentos em três estudos separados e relataram que 100% dos ratos que receberam THC sobreviveram aos sintomas frequentemente fatais.

Não existe atualmente um tratamento aprovado pela FDA para SDRA e Nagarkatti disse que, com base nos resultados bem sucedidos com ratos, recomendou que oficiais de saúde começassem os testes com THC em humanos. Ele alertou, no entanto, que a pesquisa não sugere que fumar maconha possa ser benéfico para pacientes com COVID-19.

“Só quero ter certeza de que nossa pesquisa não seja interpretada como a maconha é boa para o COVID-19”, disse Nagarkatti. “Se você começar a usar o THC logo no início, o efeito pode piorar, pois suprime o sistema imunológico”.

Os defensores da cannabis pediram mais pesquisas e alertaram os consumidores para ficarem atentos aos comerciantes de canabinoides excessivamente zelosos.

“Os dados neste ponto são preliminares, na melhor das hipóteses, e o público precisa estar vigilante contra os comerciantes predatórios que aclamam prematuramente certos produtos de cannabis ou específicos de CBD como supostos tratamentos para COVID ou cura para tudo”, disse o porta-voz da NORML, Paul Armentano, via The State.

Anteriormente, estudos pré-impressos (estudos que foram publicados antes de serem revisados ​​por pares) sugeriram que certos extratos de canabinoides e soluções de terpenos poderiam ser eficazes na mitigação dos sintomas de tempestade de citocinas da COVID-19.

Referência de texto: Ganjapreneur

As melhores variedades de maconha para combater dores de cabeça

As melhores variedades de maconha para combater dores de cabeça

A maconha tem muitos usos terapêuticos e um deles é no tratamento de dores de cabeça, cefaleias ou enxaquecas. Existe uma teoria de que esse tipo de dor é consequência de um processo de vasoconstrição das artérias cranianas e subsequente vasodilatação. O sangue circula por uma artéria ou veia e ao encontra uma seção mais estreita, sua pressão é reduzida, causando dor.

Por outro lado, existe também a teoria que afirma que os mecanismos que causam as enxaquecas são gerados nos neurônios. Como as substâncias excitatórias no cérebro predominam sobre as substâncias inibitórias, os neurônios adquirem altos graus de excitabilidade que aumentam suas respostas a certos estímulos, ativando os sistemas neurais que transmitem a dor.

A terceira teoria unifica as duas anteriores, sendo a cefaleia o resultado de uma complexa interação entre a circulação intracraniana e a função neuronal. E a serotonina, um neurotransmissor, desempenha um papel importante na produção dessa dor. É uma substância química que os nervos usam para sua comunicação. Quando os nervos são estimulados, secretam serotonina pelas terminações nervosas que, uma vez nos receptores de serotonina, produzem na maioria dos casos uma vasoconstrição.

O THC atua como um inibidor da serotonina, o que reduz seus níveis e se torna muito eficaz contra dores de cabeça. No post de hoje, falamos sobre 7 das melhores variedades contra enxaquecas.

Blue Dream

É um dos grandes clássicos da América do Norte. É um híbrido que combina Blueberry (DJ Short) e a Super Silver Haze (Mr Nice). É uma variedade com grande dominância sativa, mas com muitos traços indica, como seu baixo estiramento na floração ou seus buds grandes, compactos e super resinosos. O sabor é delicioso, combinando perfeitamente toques da Blueberry e notas de incenso, doces e com toques cítricos da Super Silver Haze.

Green Crack

É outro grande híbrido estadunidense, desenvolvido pela CecilC no início dos anos 90. Sua mãe é uma Skunk # 1 do antigo banco de sementes Super Sativa Seeds Club, enquanto seu pai é uma variedade indica de origem desconhecida. É uma variedade muito produtiva e muito poderosa, com efeitos fortes, principalmente relaxantes. Talvez seu sabor não seja um de seus pontos fortes, embora tenha toques agridoces que muitos adoram.

Trainwreck

Sua origem ainda permanece um mistério, embora muitas teorias apontem para um híbrido México x Tailândia, mais tarde combinado com uma indica afegã. É famoso por seus efeitos poderosos devido ao seu alto teor de THC, o que o torna muito popular em dispensários. Combina uma sensação de felicidade com relaxamento intenso. Os seus buds são grandes e resinosos, com aromas muito característicos de limão doce e pinho picante.

Super Lemon Haze

Com o tempo, tornou-se um dos carros- chefe da Greenhouse. É um cruzamento Super Silver Haze x Lemon Skunk. É uma variedade com dominância sativa, floração curta, fácil de cultivar indoor, resistente, muito produtiva… Enfim, muito completa. Possui ainda um delicioso e intenso sabor de limão, além de efeitos equilibrados entre o físico e o mental, mas sempre alegre e divertido.

Death Star

É uma variedade desenvolvida no início dos anos 2000 pela “Team Death Star” que após uma publicação sobre o assunto na revista High Times em 2010, quando alcançou fama mundial e se tornou objeto de desejo de muitos cultivadores. É uma cruza Sour Diesel x Sensi Star de grande produção. Seus buds são compactos e resinosos, mais chamativos quando submetidos a temperaturas amenas. Os efeitos são muito poderosos e equilibrados, altos até para os mais acostumados ao THC.

Banana Kush

É uma variedade desenvolvida pela Crockett e batizada por seu leve cheiro de banana. É um híbrido que por um lado combina OG Kush, a cepa de excelência dos Estados Unidos, com um híbrido das duas cepas mais influentes da história, como a Skunk e Haze. É uma variedade deliciosa que não deixa ninguém indiferente, pois se espera toques claros de Haze, Skunk ou a típica OG. Os efeitos são muito poderosos e principalmente relaxantes.

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Referência de texto: La Marihuana

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