Estudo diz que pequenas doses diárias de maconha (THC) na velhice, é capaz de atrasar o declínio cognitivo pelo envelhecimento em cérebros mais velhos.
A revelação dos resultados de um estudo conduzido pela Universidade de Bonn e a Universidade Hebraica de Jerusalém, que uma pequena dose diária de maconha, graças ao canabinoide tetrahidrocanabinol, ou THC, que existe na planta, é capaz de atrasar o declínio cognitivo por envelhecimento, é semelhante a outros estudos neste campo.
“Com o passar dos anos, a quantidade de canabinoides formados naturalmente pelo cérebro é reduzida”, disse o cientista Andreas Zimmer, do Instituto de Psiquiatria Molecular e um dos pesquisadores do estudo.
A pesquisa foi conduzida em ratos de laboratório de idade avançada e depois de 28 dias tiveram que completar alguns testes de labirinto e de reconhecer outros ratos como se fossem mais jovens.
“Em primeiro lugar, todos os pesquisadores descobriram que o cérebro envelhece mais rápido quando não contém qualquer receptor funcional de tetrahidrocanabinol”, define o estudo.
Além disso, analisamos o tecido cerebral e a ação genética que não correspondeu à sua idade, sendo e correspondendo a um indivíduo de menor idade.
As células nervosas do cérebro continham um aumento maior no número de conexões entre elas, esse maior resultado das conexões resulta em uma maior facilidade do indivíduo para a capacidade de aprender.
“Parece que através de um tratamento com THC o tempo no relógio molecular é regredido”, disse Andreas Zimmer.
A pesquisa também direciona o próximo passo que analisará os efeitos da maconha sobre as pessoas e saberá bem, se isso ajudaria na desaceleração dos processos de envelhecimento do cérebro.
Fonte: Publimetro
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