Água com maconha chega para remover as dores de exercícios

Água com maconha chega para remover as dores de exercícios

A empresa planeja fabricar a primeira linha no primeiro trimestre de 2017 para começar sua distribuição imediatamente depois.

Os amantes da maconha e praticantes de atividades físicas dos EUA estão com sorte. Um novo produto em forma de garrafas de água com infusão de CBD. A marca chama-se “Everx” e poderá ser encontrada nos estados norte-americanos onde a maconha é legalizada para uso adulto.

Puration, a organização que está por trás é uma empresa especializada em extrações de maconha, em seguida, utilizadas em produtos alimentares e bebidas com foco no “bem-estar” e no mercado inclinado para as pessoas que fazem práticas esportivas.

Os exercícios e a maconha podem parecer uma combinação incomum, mas a água com maconha não tem qualquer substância psicoativa. Infundida com o canabidiol, o componente da maconha que ajuda a relaxar o corpo e aliviar a dor. Ela não contém tetrahidrocanabinol (THC), o composto psicoativo que incentiva comer enquanto estamos em um estado de sonho.

A empresa apresenta inúmeros benefícios para os atletas que ingerem CBD: É um anti-inflamatório e pode aliviar espasmos musculares, reduzir as náuseas, e ajuda a ter uma boa noite de sono, além de pesquisas atuais estarem estudando os usos do CBD para o tratamento de lesões na cabeça relacionadas ao esporte. Daí porque o produto, chamado de “EVERx CBD Infused Water”, está sendo lançado nos mercados fitness.

Uma vez que este tipo de produto está na mesma categoria como qualquer outro alimento ou bebida feita de maconha, EVERx Water, provavelmente, só estarão disponíveis em estados onde a venda de maconha é legal para o uso recreativo como Colorado, Washington, Oregon e Alasca, e em um futuro próximo, em Massachusets, Califórnia, Maine e em Nevada.

Puration esclarece que a água “não pretende diagnosticar, tratar, curar ou prevenir qualquer doença”, por isso provavelmente não estará disponível para os usuários de maconha medicinal.

A empresa espera chegar a US $ 1 milhão com as vendas de água em 2017. Seu produto poderia juntar o menu perfeito para a cadeia de comida rápida Jack in the Box, empresa para a qual auguram um futuro brilhante, graças ao aumento da maconha na América.

Fonte: LaMarijuana

Colorado vendeu mais de 1 bilhão de dólares em maconha neste ano

Colorado vendeu mais de 1 bilhão de dólares em maconha neste ano

As lojas de maconha do estado do Colorado atingiram um novo marco: US $ 1 bilhão em vendas de maconha legais nos primeiros 10 meses de 2016.

Embora os eleitores do estado legalizados em 2012, os dispensários não foram abertos até 2014. No ano passado a indústria de maconha criou 18.000 postos de trabalho em tempo integral e gerou uma atividade econômica de US $ 2.390 milhões no estado.

E continua a crescer. De acordo com novos dados do Departamento de Receitas do Estado, os comércios da maconha recreativa e medicinal que já venderam mais de US $ 1.000 em produtos de maconha e afins até agora em 2016, superando os U$ 996 do ano passado.

Estima-se que as vendas de maconha chegaram a US $ 1.300 milhões até o final deste ano, o que poderia ter um impacto econômico total de mais de US $ 3 bilhões.

“Este marco continua a demonstrar que a indústria da maconha no Colorado é um motor de crescimento para a economia, uma fonte de emprego, e uma das maiores indústrias do estado”, disse Sederberg à CNN. “As pessoas estavam consumindo maconha antes, mas agora estão comprando de empresas regulamentadas que pagam impostos e estão beneficiando a economia. Este substituiu um mercado clandestino, ilegal”.

Sederberg disse que a maconha tornou-se uma das maiores indústrias no Colorado, e certamente a de mais rápido crescimento.

“As vendas médicas estão crescendo a um ritmo muito mais lento, mas as vendas recreativas seguiram crescendo em dois dígitos.”

As vendas de maconha no Colorado atingiram um recorde histórico em setembro de 2016, gerando US$ 127.800.000, de acordo com The Cannabist, um site de notícias com sede no Colorado, que cobre esta indústria. Embora os números de outubro ainda sejam mais significativos: As lojas venderam cerca de US $ 82,8 milhões em uso recreativo da erva e US $ 35 milhões da maconha medicinal.

Colorado tem três impostos diferentes sobre a maconha recreativa – uma taxa normal de 2,9% das vendas, o imposto especial das vendas em 10%, e um imposto especial de tributação de 15% que é direcionado a escolas. O estado recolheu pouco mais de US $ 6 milhões em impostos de consumo, elevando o total anual de $49,7 milhões de dólares, publicou a Cannabist.

Os primeiros US $ 40 milhões se destinaram a projetos de construção de escolas, e qualquer ingresso fiscal adicional de imposto ao consumo irá diretamente para o fundo das escolas públicas do estado.

Nesta última eleição, Califórnia, Massachusetts, Nevada e Maine aprovaram todas as vendas de maconha recreativas. A maconha medicinal é legal em mais da metade dos estados dos EUA. No total, as vendas de maconha podem expandir o mercado interno a US $ 21.000 milhões em 2020.

Fonte: FOX43

Canabinóides podem tratar a inflamação crônica aponta estudo

Canabinóides podem tratar a inflamação crônica aponta estudo

Os canabinóides podem ser uma opção para o tratamento da inflamação crônica, de acordo com um novo estudo publicado na revista FASEB Journal, e publicado online pelo Instituto Nacional de Saúde dos Estados Unidos.

“Os canabinóides atuam aparentemente sobre a inflamação, através de diferentes mecanismos de agentes, tais como os fármacos anti-inflamatórios não esteróides (AINEs)”, afirma o resumo estudo. “Como uma classe, os canabinóides estão geralmente livres de efeitos adversos associados com os AINEs. Assim, o desenvolvimento clínico proporciona uma nova abordagem para o tratamento de doenças agudas caracterizadas pela inflamação crônica e a fibrose.”

Para o estudo, é apresentado um “panorama conciso das ações anti-inflamatórias dos fitocanabinóides delta-9-tetrahidrocanabinol (THC), canabidiol, canabicromeno e cannabinol”.

De acordo com os investigadores; “A avaliação conclui com a apresentação de um mecanismo possível para as ações anti-inflamatórias e anti fibróticas destas substâncias. Portanto, vários canabinóides podem ser considerados como candidatos para o desenvolvimento como agentes anti-inflamatórios e anti fibróticos”.

De especial interesse, segundo o estudo, “é o seu uso potencial para o tratamento da inflamação crônica, uma grande necessidade médica não atendida.”

O estudo completo, realizado por pesquisadores da Universidade de Massachusetts Medical School, pode ser encontrado clicando aqui.

Fonte: The Joint Blog

Idoso foi absolvido por plantar e fumar maconha para tratar câncer de próstata

Idoso foi absolvido por plantar e fumar maconha para tratar câncer de próstata

Preso por ter sementes, folhas secas e maconha prensada, um senhor de 70 anos foi absolvido pela juíza Luana Cavalcante de Freitas, da Vara do Único Ofício do Quebrangulo (AL), depois de ter sido provado que as substâncias eram para consumo próprio. O idoso sofre de câncer de próstata e passou a usar a droga para reduzir os efeitos da doença, mas sem prescrição médica.

Além de folhas e sementes, idoso também foi preso com maconha prensada.

Em abril de 2015, a Polícia Militar alagoana recebeu uma denúncia de que existia plantação de pés de maconha na casa do idoso. Ao fazer uma diligência no local, encontraram 42 gramas de sementes de maconha, 42 gramas da droga prensada e 128 gramas de folhas secas da planta.

A defesa do idoso argumentou que o rito estabelecido na Lei de Drogas (11.343/2006) foi desrespeitado. O Artigo 28 da norma determina que “quem adquirir, guardar, tiver em depósito, transportar ou trouxer consigo, para consumo pessoal, drogas sem autorização ou em desacordo com determinação legal ou regulamentar” será advertido sobre os efeitos da substância, prestará serviços à comunidade e cumprirá medida educativa.

A defesa do idoso também alegou que não há nenhum exame toxicológico nos autos e pediu que a conduta fosse considerada atípica. Ao se manifestar, o Ministério Público de Alagoas pediu a desclassificação do crime de tráfico para porte de drogas para consumo pessoal.

Para inocentar o réu, a juíza citou o princípio da lesividade, segundo o qual uma conduta só pode ser considerada crime quando se ajustar ao tipo penal, sob o ponto de vista formal (adequação do fato à norma), e demonstrar relevância material. “Ou seja, é a conduta que provoca uma lesão ou ameaça de lesão intolerável ao bem jurídico tutelado”, explicou.

De acordo com Luana de Freitas, o princípio da lesividade está diretamente ligado ao da alteridade, que define como conduta criminosa apenas aquela que lesiona ou ameaça bem jurídico de terceiro. “Se a conduta não extrapola o âmbito individual, o Estado não pode criminalizar a conduta. Por conta desse princípio que não existe punição para tentativa de suicídio ou autoflagelo”, comparou a juíza.

Estudos e pesquisas

A juíza destacou em sua decisão que o tema é controverso e que inúmeros estudos científicos comprovam que a maconha possui um grau de nocividade e dependência mais baixo do que o álcool e o cigarro.

“Não parece que se possa extrair a conclusão de que o uso abusivo da maconha pode ocasionar danos a saúde, como ocorre, aliás, com qualquer substância, e não apenas com os entorpecentes, como com o açúcar”, disse a juíza, complementando que outras tantas pesquisas comprovaram que a droga em questão tem benefícios terapêuticos que ajudam a reduzir os efeitos de doenças como câncer, aids, glaucoma, esclerose múltipla e epilepsia.

Destacou ainda que países como Portugal, Espanha, Canadá, Uruguai, Holanda, Israel, além de alguns estados dos EUA estão legalizando o uso medicinal e recreativo da maconha. “Uma vez que levam em consideração que os benefícios superam os malefícios e a sua proibição contribui para o aumento do tráfico de drogas.”

Luana de Freitas também respondeu aos argumentos de que, em casos como esse, o bem jurídico violado seria a saúde pública: “Soa incoerente, uma vez que existem drogas lícitas que matam milhares por ano, sendo necessário um gasto enorme do dinheiro público por conta disso. Ademais, criminalizar o uso de drogas acaba afastando os usuários do sistema de saúde, principalmente pelo estigma que carrega o usuário”.

Para ler a decisão clique aqui.
Processo 0000101-82.2015.8.02.0033

Fonte: ConJur

Maconha legal atinge a indústria do álcool nos EUA

Maconha legal atinge a indústria do álcool nos EUA

Empresas de álcool temem a legalização da maconha, que está comemorando seus primeiros êxitos nos estados famosos pelos cervejeiros e onde é considerada como uma alternativa mais segura que o álcool.

Isso explicaria por que as cervejarias e lojas de bebidas doaram pelo menos 35 mil dólares para a campanha contra a legalização da maconha.

Na verdade, antes da votação para a legalização da maconha em Massachusetts, os executivos da Boston Beer Company disseram aos investidores que “a maconha legal poderia afetar negativamente a venda de cerveja”.

Eles estavam certos. De acordo com um analista do banco de investimentos em Nova York, que acompanha as vendas de cerveja nos estados que legalizaram a maconha para fins recreativos, a venda de álcool foi reduzida.

As vendas de cerveja em Oregon, Washington e Colorado caíram dois por cento. Esta redução ocorreu somente quando o uso da maconha para fins recreativos tornou-se legal.

Vale ressaltar que nem todas as cervejarias foram afetadas pelo declínio nas vendas. Representantes da indústria de bebidas, disseram em 2015, que não tinham experimentado qualquer declínio nas vendas, e que os dados mostraram um aumento na venda de álcool.

As vendas totais de álcool nos Estados Unidos equivalem a quase 220 bilhões de dólares por ano, de modo que a decaída de dois por cento equivale a uma redução de mais de U$ 4 bilhões.

Em Denver, onde em breve abrirão locais especiais onde você pode usar legalmente a maconha, as vendas totais de cerveja caíram 6,4%.

Tanto o estado de Oregon, Washington como o Colorado são uma espécie de meca para os fabricantes de cerveja e parece que os produtores locais foram os que sentiram o maior impacto da maconha legal. Enquanto isso existe uma crescente popularidade do álcool importado do México.

As razões para o declínio nas vendas ainda é incerto. É pouco provável que a cerveja gourmet em longo prazo renuncie a favor da maconha. Um estudo recente da Universidade de Nova York mostrou um aumento de 71% no uso de maconha entre as pessoas com 50 anos de idade. Se as pessoas dessa geração pararem de beber álcool, este pode ser o início das maiores diminuições para as empresas de bebidas alcoólicas.

Fonte: LaMarijuana

Pin It on Pinterest