Estudo mostra que o THC pode aliviar os sintomas da depressão

Estudo mostra que o THC pode aliviar os sintomas da depressão

Uma equipe de pesquisadores da Holanda publicou um estudo na revista European Neuropsychopharmacology, que avaliou os efeitos do tetrahidrocanabinol (THC) em processos emocionais humanos.

Para avaliar esse processo, os pesquisadores usaram a ressonância funcional (fMRI) para avaliar a atividade do cérebro em onze pacientes. Esta tarefa foi usada para avaliar se o THC teve um efeito sobre como os entrevistados perceberam as emoções dos outros. O que eles descobriram foi no mínimo interessante.

Em comparação com o grupo que recebeu um placebo, os pacientes que receberam THC definiam menor precisão os sentimentos negativos, embora eles fossem capazes de identificar com precisão as emoções positivas. A fMRI explicou por que era assim; o THC reduziu a atividade cerebral em resposta negativa, mas não a positiva.

Atitudes e tratamento da depressão

De acordo com o estudo, “Estes resultados indicam que a administração de THC reduz atitudes negativas no processamento emocional.” Eu concordo com eles, mas acreditamos que a investigação deve ser conduzida com um grupo maior de pacientes, onze pessoas não são suficiente para a investigação, mas são a prova.

As atitudes negativas atrai mais atenção às experiências negativa do que as positivas. Por exemplo, muitas vezes as pessoas têm medo de todos os cães depois que eles foram atacados por um. Este medo continua encravado no subconsciente, apesar das centenas de experiências positivas que você tem com cães. Isto sugere que as emoções negativas podem ser mais fortes e ter impacto mais psicológico sobre as emoções positivas de longo prazo.

Quando a atitude negativa resulta em interações diárias, se associa com a depressão. Os pacientes com depressão muitas vezes têm uma atitude negativa e percebem os estímulos neutros mais negativamente do que outros. Se o THC afeta a redução de emoções negativas, pode ser útil no tratamento da depressão.

O estudo completo pode ser encontrado clicando aqui.

Estudo afirma que miojo causa mais retardamento mental que maconha

Estudo afirma que miojo causa mais retardamento mental que maconha

Já estão mais que comprovados os satisfatórios resultados no uso da maconha medicinal. Bem como já não restam dúvidas dentro da ciência de que o excesso de sódio faz muito mal. Ou seja, falar que o miojo causa mais problemas que a maconha já é uma realidade consolidada.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda que adultos devessem consumir menos de 2 gramas de sódio – ou menos de 5 gramas de sal – ao dia. Isso equivale a menos de uma colher de chá rasa de sal ou cinco pacotinhos daqueles servidos em restaurantes, já que cada um contém 1 grama.

Uma pessoa com níveis elevados de sódio pode desenvolver pressão alta, doenças cardíacas e derrames, as duas principais causas de morte e incapacidade no mundo, também de acordo com a OMS.

Dito isso, saibamos que somente um único pacotinho de macarrão instantâneo oferece mais da metade da quantidade recomendada em apenas uma única refeição. São cerca de 1500 mg de sódio – uns 60% diários.

Além dessa aula de pressão alta, outros ingredientes preocupam. São eles: TBHQ, Propilenoglicol, MSG, ‘um óleo vegetal que é não especificado’ e também xarope de milho. A ciência afirma que o xarope de milho pode ser riquíssimo em gordura saturada. Já o MSG pode causar fortes dores de cabeça, náuseas, palpitações cardíacas, sudorese e também rubor facial. E não é só isso. O TBHQ é um forte conservante que também pode causar zumbidos nos ouvidos, delírios e náuseas.

Para afirmar ainda mais todos esses males, uma pesquisa divulgada no The Journal of Nutrition estudou por algumas semanas a alimentação de 10.711 adultos que comiam bastante miojo. E o resultado foi preocupante, apontando como consequência a pressão arterial elevada, excesso de gordura abdominal, diabetes e colesterol alto.

E é diante desse contexto que apresentamos um estudo realizado pelo pesquisador Wayne Hall, professor da universidade de Queensland, que explorou por meses quais seriam os efeitos da maconha e do macarrão instantâneo no organismo, e chegou à conclusão que o macarrão instantâneo causaria um “retardamento mental” muito acima do que a erva. Um vende no mercado e outro ainda é proibido. Fica mesmo difícil de entender.

E para tirar a prova o estudo durou 3 meses e reuniu cerca de 100 pessoas: 50 que consumiam diariamente o miojo e outras 50, maconha. Os “miojeiros” tiveram uma queda de 12% da produtividade, enquanto os maconheiros tiveram apenas 2%.

Fonte: meionorte.com

Estudo diz que os canabinóides aumentam as respostas visuais

Estudo diz que os canabinóides aumentam as respostas visuais

Um novo estudo que será publicado na próxima edição da revista eLife, e publicado online antes da sua impressão pelo Instituto Nacional de Saúde dos Estados Unidos, descobriu que os canabinóides podem aumentar as respostas visuais.

“Os receptores canabinóides de tipo 1 (CB1Rs) se expressam amplamente na retina dos vertebrados, embora o papel dos endocanabinoides na visão não é totalmente compreendido,” começa o resumo do estudo.

Em um “ensaio com girinos Xenopus”, os pesquisadores mostraram que a “ativação CB1R [tal como é feito, naturalmente, através do consumo da maconha] melhora a sensibilidade ao contraste visual em condições de pouca luz.”

Eles concluem; “Estes resultados destacam o papel dos endocanabinóides na visão, e apresentam um novo mecanismo de modulação canabinoide da atividade neuronal através da regulação do Cl-.”

O estudo completo – intitulado “sinalização endocanabinóide melhora respostas visuais através de modulação dos níveis de cloreto intracelular nas células ganglionares da retina” – pode ser encontrado clicando aqui.

Fonte: lamarijuana

Pesquisadores pagam R$ 12 mil por semana para fumar maconha

Pesquisadores pagam R$ 12 mil por semana para fumar maconha

O pagamento será feito em dólar (US$ 3 mil) e a pesquisa está sendo feita no Instituto Nacional de Abuso de Drogas (NIDA), que fica nos Estados Unidos.

Pesquisadores estão dedicados a descobrir os reais efeitos da erva no corpo e desvendar alguns mitos que estigmatizam os usuários em um estudo que pretende ainda descobrir se a maconha alivia o estresse e permite que quem use a maconha levem uma vida funcional.

Para estudar os efeitos da planta os cientistas estão pagando R$ 12 mil por semana para quem se voluntariar a fumar maconha. Quem topar participar do estudo vai precisar permanecer no centro de pesquisa durante seis meses.

Neste período, os ‘maconheiros’ farão atividades regulares como limpeza, leitura e assistir TV, sempre fumando o cigarro.

O pagamento será feito em dólar (US$ 3 mil) e a pesquisa está sendo feita no Instituto Nacional de Abuso de Drogas (NIDA), que fica nos Estados Unidos. Os especialistas responsáveis pelo estudo esperam reunir cerca de 300 voluntários dispostos a participar da pesquisa.

Além de descobrir se a droga alivia o estresse, os pesquisadores esperam constatar se a N-acetilcisteína, um suplemento, tem o poder de combater a dependência da maconha.

Fonte: Folha Vitória

Guerra às drogas é fútil contra o mercado online

Guerra às drogas é fútil contra o mercado online

Pesquisadores do think thank Rand Europe descobriram que o Reino Unido tem o maior comércio online de drogas em comparação com outras nações europeias.

A guerra britânica contra as drogas está falhando, dizem ativistas, com o mercado online de narcóticos aumentando em valor e a polícia confiscando 1,000 plantas de cannabis todos os dias.

Pesquisadores do think thank Rand Europe descobriram que o Reino Unido tem o maior comércio online de drogas de qualquer nação europeia, e está perdendo somente para os EUA.

A enorme escala do crescente mercado de drogas britânico na escondida ‘internet clandestina’ provocou reformistas a apelaram para a legislação de narcóticos.

Foi descoberto que os vendedores online de droga do Reino Unido conduzem 20,748 acordos cada mês no valor de £1.8 milhões – quase o dobro dos 11,309 acordos valendo £920,000 na Alemanha, o segundo maior mercado online de drogas da Europa.

Somente os EUA tem o maior mercado de internet clandestina, com 28,883 acordos – que valem £3.8 milhões – detectados cada mês.

No entanto, quando o tamanho da população é levado em consideração, o Reino Unido tem, por mês, 321 transações de droga online por milhão de pessoas, enquanto os EUA tem 90 transações por milhão.

A pesquisa também descobriu que as transações online de drogas não foram interrompidas quando o FBI fechou o Silk Road em 2013, um mercado clandestino na internet que era responsável por quase todo o tráfico de drogas do mundo. Mesmo com esse sucesso das autoridades dos EUA, o número de transações online mensais de narcóticos triplicou em janeiro de 2016.

O rendimento global agora está em £10.7 milhões por mês – o dobro dos £5.35 milhões gerados pelo Silk Road perto do final da sua atuação.

O analista de políticas, Steve Rolles, da Fundação Transforme a Política de Drogas, disse que o relatório “salienta a futilidade da guerra contra as drogas”.

“Cada vez que fecham um mercado, outro site aparece. A ideia de que a erradicação ou uma sociedade sem drogas podem ser alcançadas por meio de aplicação de leis é claramente ridículo.”

Enquanto isso, dados oficiais indicam que a polícia na Inglaterra e no País de Gales retomou 366,841 plantas de cannabis em 2014/15 – mais de 1.000 por dia.

As estatísticas, analisadas pela seguradora Direct Line for Business, disse que a polícia da região de West Midlands confiscou o maior número de plantas – mais de 54,700 em 2014/15.

O líder da Direct Line for Business, Nick Breton, disse: “para os donos de terras, entrar em um acordo de locação com um locatário sempre requer uma certa quantidade de confiança que não irá causar danos significantes à propriedade. No entanto, como mostra essa análise, a plantação de cannabis ainda é um grande problema para a Inglaterra e para o País de Gales, e pode ter repercussão severa para os donos de terras”.

Fonte: Carta Maior

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