Hillary Clinton disse que está disposta a renegociar a maconha se for eleita presidente dos EUA

Hillary Clinton disse que está disposta a renegociar a maconha se for eleita presidente dos EUA

Em resposta à decisão do DEA de manter a maconha como uma substância controlada na Classe 1, Hillary Clinton, disse que, se eleita presidente, irá reprogramar a planta.

“A maconha já está sendo usado para fins médicos em estados de todo o país, e tem o potencial para muitos usos…”, disse em um comunicado Maya Harris , assessora de política de alto nível para a campanha de Clinton.

“Hillary Clinton tem dito ao longo desta campanha devemos fazer mais para que seja mais fácil estudar sobre a maconha, para que possamos compreender melhor os potenciais benefícios e efeitos colaterais.”

Ela continua: “Como Presidente, Hillary terá como base as importantes medidas anunciadas hoje pela reprogramação da maconha da Classe I de substâncias para a Classe II. Ela também irá garantir que o Colorado e outros estados que estão promulgaram leis sobre a maconha, possam continuar atuando como laboratórios da democracia”.

A notícia não é exatamente surpreendente, já que Clinton anunciou em novembro que ela iria apoiar a reprogramação da maconha, embora esta seja a primeira vez em sua campanha que afirmou explicitamente que irá tomar essas medidas, se for escolhida.

Fonte: lamarijuana

Primeiro Cruzeiro da Maconha pelo Caribe, com parada no local de nascimento do Bob Marley

Primeiro Cruzeiro da Maconha pelo Caribe, com parada no local de nascimento do Bob Marley

A Bhang Travel Inc. é a primeira agência de viagens e eventos da maconha, apresenta o Cannabis Cruiser pela primeira vez de Miami para a Jamaica a partir dos dias 21 a 26 de Janeiro de 2017. O Cruzeiro Canábico para a Jamaica reunirá especialistas, profissionais da indústria e entusiastas para cinco dias de diversão com muita erva.

O primeiro dia em Miami e a bordo deste navio tão original e divertido terá um coquetel de boas-vindas privado que receberá os passageiros com muito bom humor.

No segundo dia no mar, haverá uma variedade de mini workshops conduzidos por profissionais da indústria, tais como médicos, enfermeiros, trabalhadores da saúde, cultivadores, advogados, especialistas em tecnologia, donos de dispensários, empresas de alimentos e muitos outros especialistas do setor que oferecerão seus conhecimentos para os participantes.

O terceiro dia, o cruzeiro desembarca em Ocho Rios na Jamaica e terá uma visita exclusiva por uma fazenda jamaicana conduzida por um profissional da erva. Caminharão ao redor de plantas de maconha em muitas fases do seu cultivo e você poderá ver as áreas da ilha onde a ganja é cultivada há centenas de anos. Além disso, visitar a pequena vila pitoresca de Santa Ana, local de nascimento de Bob Marley e onde os passageiros de cruzeiro serão conduzidos por um guia Rastafari vai contar histórias sobre a vida de Bob Marley, além de visitar o túmulo do famoso cantor jamaicano.

No quarto dia o navio parte para a ilha de Grand Cayman.

O quinto dia vai iniciar com discussões com profissionais da indústria de maconha que responderão a todas as perguntas relacionadas com o usa da erva para a saúde e bem-estar, e todas as dúvidas e as dicas sobre o crescimento de planta. Em seguida, na parte da tarde terá uma feira onde os participantes podem se misturar livremente com os patrocinadores e ver em primeira mão os seus produtos e serviços, terminando com um coquetel especial.

No dia 6, está programado para retornar a Miami às 08:00 horas.

A jornada espetacular inclui todas as amenidades que normalmente encontramos a bordo de um navio de cruzeiro, os participantes podem participar de festas privadas, seminários, workshops, feiras, e fazer uma viagem para uma fazenda profissional da maconha, além de conhecer o lugar de nascimento do Bob Marley. Os assentos são limitados e variam de US $995 por pessoa em quarto duplo com vista para o mar. O preço inclui impostos e taxas.

Isso sim é uma viagem!

Fonte: lamarijuana

Agência antidrogas dos EUA mantém proibição ao uso medicinal da maconha

Agência antidrogas dos EUA mantém proibição ao uso medicinal da maconha

A agência federal antidrogas dos Estados Unidos (DEA) informou que vai continuar rejeitando solicitações para autorizar o uso da maconha com fins medicinais.

Esta decisão implica um conflito entre um número crescente de estados americanos e as normas federais, visto que quase a metade deles aprovaram leis autorizando o acesso à maconha com propósitos medicinais.

No entanto, o governo federal aprovará a ampliação das pesquisas sobre a erva, de modo que as organizações poderão pedir autorização para cultivá-la e usá-la em estudos.

Atualmente, apenas a Universidade do Mississippi está autorizada a fazer tais pesquisas.

A maconha é normalmente prescrita para tratar dores e outros mal-estares crônicos, como as náuseas.

O diretor da DEA, Chuck Rosenberg, disse que a proibição da maconha continuará devido à “falta de segurança para seu uso sob supervisão médica”.

Ao justificar a medida, a DEA citou uma avaliação científica e médica realizada pela Administração de Alimentos e Remédios e o Instituto Nacional sobre Abusos de Drogas.

“A decisão da DEA vai contra a ciência objetiva e uma opinião pública esmagadora”, lamentou Aaron Smith, presidente da Associação Nacional da Indústria da Cannabis, um grupo comercial com sede em Washington.

Fonte: Zero Hora

Anvisa já liberou mais de 1.600 pedidos de Canabidiol

Anvisa já liberou mais de 1.600 pedidos de Canabidiol

Quem precisa importar medicamentos à base de Canabidiol no Brasil espera, em média, 13 dias para obter uma autorização da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), órgão responsável por liberar os pedidos. Desde 2014, a Anvisa recebeu 1759 processos, dos quais 1622 já foram autorizados. Alguns aguardam análise ou adequações no processo para a liberação.

A Anvisa permite a importação para pessoas físicas, somente com prescrição médica e justificativa para a utilização do Canabidiol como alternativa às opções terapêuticas já registradas no país. A agência tem um formulário online para que os pacientes informem eventuais efeitos colaterais após o uso dos produtos.

O assunto tem gerado controvérsia, e um dos motivos é o fato do Canabidiol ser extraído da maconha. Contudo, o uso medicinal não se confunde com o uso recreativo da droga: os remédios à base de Canabidiol não têm efeitos psicotrópicos. E, tendo em vista todo o processo de importação e burocracia, recorrer a esse tipo de medicamento no Brasil costuma ser a última alternativa, em especial para pais de crianças ou adolescentes com transtornos que geram crises convulsivas graves.

Na área médica brasileira, há mais proximidade de um consenso sobre o uso do Canabidiol para a Epilepsia, mas não para outros tipos de doença. Enquanto o Conselho Federal de Medicina (CFM) somente autoriza para casos de crianças e adolescentes com Epilepsia que sejam refratários aos tratamentos convencionais, alguns médicos no Brasil têm receitado e defendido o Canabidiol para outros casos, como dores crônicas e Mal de Parkinson.

Desde 2014, uma crescente flexibilização da importação de medicamentos à base de Canabidiol vem ocorrendo no país. Na época, o documentário “Ilegal – A Vida Não Espera” deu bastante destaque ao tema no debate público. Em janeiro de 2015, a Anvisa retirou a proibição contra o Canabidiol, que passou então a ser uma substância controlada. Mesmo antes disso, o órgão vinha liberando pedidos excepcionais. Já em abril de 2015, novas regras foram publicadas para simplificar a importação nos casos de necessidade.

Canabidiol e THC

A mais recente resolução da Anvisa sobre o tema foi publicada em março deste ano, permitindo também a prescrição médica e importação de produtos com maior teor de Tetrahidrocannabinol (THC). Essa última resolução foi publicada em cumprimento a uma decisão judicial e criticada pela própria Anvisa, que inclusive vem tentando derrubá-la.

Na decisão, o juiz federal do Distrito Federal (DF), Marcelo Rebello Pinheiro afirma que a substância é autorizada apenas para fins medicinais e científicos. Ele respondeu a pedido que havia sido feito pela Procuradoria da República do DF, que cita experiências de países como Canadá, Estados Unidos, Holanda e Israel, onde o uso medicinal é liberado e controlado de formas variadas.

Segundo a Anvisa, muitos dos produtos à base de Canabidiol e THC não são registrados como medicamentos nos seus países de origem, não sendo possível garantir a dosagem adequada ou conhecer os possíveis efeitos adversos. O CFM também reagiu negativamente à ultima resolução da agência reguladora.

Cadastramento

O cadastramento para a solicitação pode ser feito online ou por carta enviada à Agência Nacional de Vigilância Sanitária – Coordenação de Produtos Controlados – Setor de Indústria e Abastecimento (SIA) – Trecho 5, Área Especial 57, Brasília, CEP 71205-050. Se aprovada, a autorização tem validade de um ano, e então basta apresentar a prescrição médica diretamente nos postos da Anvisa localizados nos aeroportos.

Fonte: atarde

Fazer sexo sob efeito de maconha é melhor que transar bêbado

Fazer sexo sob efeito de maconha é melhor que transar bêbado

Pesquisadores da Universidade de Nova York avaliaram como o uso de maconha e do álcool influencia as experiências sexuais.

Fazer sexo é uma atividade tão ancestral quanto a curiosidade humana em se entorpecer. Se juntarmos estes dois prazeres tão democráticos a satisfação vem em dobro? A conta é simples, mas o resultado não é exato. Assim como existem várias formas de sentir prazer a dois (ou mais), as potencialidades de se satisfazer sexualmente sob influência de álcool e outras drogas também são diversas.

Pensando nisso (e naquilo), um grupo de cientistas da Universidade de Nova York tentou responder à seguinte pergunta: qual o nosso melhor aliado na cama, álcool ou maconha? Os pesquisadores entrevistaram 24 nova-iorquinos com idades entre 18 e 35 anos que já haviam transado sob efeito das duas substâncias – foi considerado “sexo” como qualquer atividade envolvendo alguma forma de contato genital com outro indivíduo em que os ambos podem chegar ao clímax.

Os jovens foram questionados sobre as principais diferenças entre transar chapado e bêbado. A maioria dos entrevistados contou que a bebida diminuiu a sensibilidade corpórea durante a relação, mas aumentou a confiança e a vontade de transar. Enquanto isso, a erva os deixou mais pensativos e melhorou a percepção das sensações físicas. T(r)ocando em miúdos, sob efeito de maconha os orgasmos foram mais prazerosos.

Grande parte deles também relacionou bebida com arrependimento (quem nunca, não é mesmo?). Bêbados estão mais suscetíveis a fazerem más escolhas, como conta um homem de 20 anos, voluntário da pesquisa: “Às vezes transo com meninas com quem não transaria se estivesse sóbrio. Sinto que a maconha apenas aumenta a atração e a conexão entre as pessoas, já o álcool causa muitos constrangimentos”.

Os cientistas notaram que as chances de acordar com um desconhecido (a) na cama são menores se você tiver usado maconha. E a explicação é simples: as pessoas bebem em bares, locais públicos, lugares onde há mais possibilidades de parceiros sexuais. Como fumar maconha não é uma atividade tão amplamente legalizada e socialmente aceita, o baseado fica restrito a situações mais privadas e intimistas em que as pessoas geralmente já se conhecem – ok, não é à prova de erros, mas a chance de acertar o nome da pessoa no dia seguinte aumenta.

Os pesquisadores querem replicar a pesquisa em um número maior de voluntários, pessoas não-heterossexuais e indivíduos que fumam e bebem com menor frequência. Mas acreditam que a fama de que o álcool apimenta a relação e dá mais confiança, e de que a maconha torna a experiência mais sensual e sensitiva vá se confirmar nas próximas edições do estudo.

Fonte: Super Interessante

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