Willie Nelson lança sua própria marca de maconha

Willie Nelson lança sua própria marca de maconha

A tão aguardada marca de maconha do Willie Nelson sob o nome Willie`s Reserve, está sendo lançada entre o final de julho e começo de agosto no Colorado e Washington. Com grande alarde do lançamento da marca, ele irá realizar concertos nos dois estados. Teve um show do Willie Nelson & Family que foi realizado no dia 23 de julho no parque de Marymoor em Redmond, Washington e em 30 de julho será a vez do Anfiteatro Verde do violinista em Greenwood, Colorado.

A linha de produtos Willie`s Reserve inclui plantas de alta qualidade de acordo com um comunicado de imprensa. As variedades são as excelentes Blue Dream, Master Kush, NYC Diesel, Jack o Estripador, White Widow e Grand Daddy Purple. A linha também conta com óleos para vaporizadores pessoais ou canetas vape.

Nelson diz:

“Agora que a legalização está se espalhando por todo o país, há uma grande oportunidade para construir uma empresa que pode ajudar muitas pessoas. Espero justiça social para aqueles que estão presos por fazer o que estamos fazendo agora legalmente. Também estou comprometido com nossos cultivos e foram cultivadas de forma ambientalmente responsável; para revitalizar as pequenas granjas e cultivar da forma mais limpa possível. Até agora, tenho disfrutado de conhecer os melhores produtores.”

Exército italiano produzirá “a melhor qualidade” de maconha medicinal

Exército italiano produzirá “a melhor qualidade” de maconha medicinal

O exército italiano está plantando grandes cultivos de maconha com fins de produzir a 8 euros a grama da maconha, de acordo com o coronel supervisor da produção.

Em setembro de 2014, o governo da Itália, anunciou que o exército ajudaria a incrementar a produção de maconha medicina, criando a primeira área de cultivo segura em Florencia e dada a conhecer em abril do ano passado.

Se espera que o cultivo produza cerca de 100 kg de maconha anualmente e estritamente para uso dos pacientes com câncer, esclerose múltipla e os que tem outras condições médicas que poderiam ser tratadas com a maconha medicinal.

O Coronel Antonio Medica está a cargo da base militar de Florencia, que atualmente conta com cerca de 135 plantas mantidas em condições de extremo cuidado.

“Minha missão é produzir maconha em escala industrial de melhor qualidade e a um preço baixo”, disse a The Times. “Acreditamos que podemos conseguir uma redução para chegar a 8 euros por grama”.

O coronel confirmou que tinha sido confiada ao exército a tarefa devido à garantia de que as medidas de segurança rigorosas fossem cumpridas e por ter sido envolvido em assuntos farmacêuticos desde 1800, no fornecimento de medicamentos e tratamentos para soldados feridos.

Ele disse que a pureza da maconha é um fator crucial na sua produção, acrescentando: “A polícia ofereceu a maconha que tinham tomado do tráfico de drogas, mas não tinha os padrões que queremos.”

O custo de maconha medicinal não é coberto pelo governo italiano, ou seja, os pacientes muitas vezes não podem pagar os custos proibitivos da erva.

A substância tem sido clinicamente comprovada para beneficiar pacientes para uma variedade de condições, particularmente aqueles que envolvem a dor crônica e danos ao sistema nervoso.

Como na maioria dos países, na Itália, a posse, cultivo e venda de maconha é ilegal, com o último crime punível com pena de prisão.

No entanto, o governo italiano pode estar prestes a legalizar o cultivo pessoal ou em casa de pequenas quantidades de maconha se a lei for aprovada em uma discussão esta semana.

De acordo com a lei em debate, os italianos seriam autorizados a plantar até cinco plantas de maconha para uso pessoal e ter até 15 gramas da erva em casa e portar cinco gramas por pessoa.
Fonte: lamarijuana

Aposentados japoneses querem a maconha legalizada

Aposentados japoneses querem a maconha legalizada

O partido japonês conservador “Novo Renascimento” fundado por um ex-membro do partido governante do primeiro ministro, Shinzo Abe, é o primeiro que aborda a legalização da maconha para fins medicinais, como informou a Reuters. Eles representam um quarto da população de 127 milhões e estão recebendo a ideia com muito entusiasmo.

O nível de tolerância do Japão frente às armas e drogas se sabe que é muito baixo. Por tanto, a proposta foi um grande avanço.

Os partidários desta iniciativa que enfatiza com as propriedades analgésicas da maconha e que é muito útil para os pacientes com enfermidades tão graves como a o câncer e também tem o apoio do muitos anciões japoneses. O governo por sua vez disse que tem em conta que a medida é precipitada por ora, já que o efeito positivo da planta, todavia não está justificado cientificamente.

O uso da maconha com fins medicinais é ilegal no Japão no momento, em contraste com outros países desenvolvidos como o Canadá e os EUA.

“Nada poderia ser melhor para o paciente que isso. Seria maravilhoso se a dor se aliviasse, incluindo temporalmente”, disse o cidadão japonês de 78 anos de idade Kimiko Yajima, que sofre de câncer.

Alguns experts no campo da medicina, no entanto, dizem que é possível garantir um controle adequado sobre o uso médico.

“Não estamos dizendo que a maconha deve se liberada de todas as restrições”, disse o chefe da nova instituição acadêmica para o uso médico de maconha, Minoru Arakaki.

Os cientistas só querem ver se os medicamentos também podem trazer benefícios e podem utilizar para bons propósitos, disse Arakaki.
Fonte: lamarijuana

Défoncé é a marca que oferece barras de chocolate com 180 miligramas de THC

Défoncé é a marca que oferece barras de chocolate com 180 miligramas de THC

Na maioria dos casos, é impossível definir a quantidade de maconha que tem em um brownie ou em um cookie especial, que variam de forma imprevisível e faz com que o efeito da planta sobre o consumidor seja um mistério. Isso está mudando, em parte graças ao trabalho de Eric Eslao, um ex-gerente de produção da Apple que fundou a Défoncé Chocolatier, uma marca de chocolates de luxo com maconha. Cada barra inclui exatamente 180 miligramas de THC, o principal ingrediente psicoativo da erva.

Se um consumidor decide comer o tablete inteiro ao estilo normal de se consumir chocolate é possível que o efeito dure horas e até mesmo pode ser desagradável em certos aspectos. Mas é possível “quantificar” o consumo, porque cada barra é composta de 18 tabletes em forma de pirâmide e cada um inclui uma dose de 10 miligramas de THC, que segundo Eslao disse a revista FastCo, é igual a duas “puxadas” em um baseado.

Para fabricar este chocolate usa-se extrato de maconha, chamado de óleo CO2, em vez da infusão de manteiga com maconha que é popularmente utilizado na fabricação de alimentos com esta substância. Isso permite uma melhor distribuída em toda a barra de chocolate.

Mas além da própria maconha, Defoncé usa produtos gourmet e ecológicos; Ele oferece sabores, como café, baunilha, amargo, menta e avelãs. Cada barra custa cerca de 20 dólares.

Défoncé significa “drogado” em francês (stoned em Inglês). A empresa está sediada em Oakland e seus produtos já podem ser encontrados em vários dispensários autorizados nos EUA.

Por que a grande indústria farmacêutica não quer a legalização da maconha?

Por que a grande indústria farmacêutica não quer a legalização da maconha?

A história da criminalização da maconha, pouco tem haver com a saúde ou o beneficio público, como muitos acreditam. Na realidade há um interesse comercial que há décadas tem visto a planta como franca inimiga de seus lucrativos negócios.

Nos últimos anos, conforme a erva vem ganhando terreno nos Estados Unidos da América, tem se registrado alguns fenômenos sociais que originalmente motivaram a “cruzada” contra a maconha. Nos locais aonde o uso da planta é permitido o consumo dos demais medicamentos reduziu notavelmente. No gráfico acima demonstra claramente por que legalizar a maconha é um verdadeiro “empate” para a Big Pharma e seus obscuros e hiper-rentáveis interesses.

Dos 17 estados que em 2013, haviam legalizado o uso da maconha medicinal nos EUA, todos registraram diminuições significativa nas prescrições de analgésicos, ansiolíticos, antidepressivos e outros medicamentos e nesses estados os médicos receitaram cerca de 4 mil doses a menos dos medicamentos em comparação aos estados que ainda não legalizaram a maconha medicinal, esses dados segundo os estudos sugerem que as pessoas estão usando as múltiplas qualidades da erva, e não apenas para os fins recreativos.

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