por DaBoa Brasil | jul 28, 2016 | Entretenimento, Música
A tão aguardada marca de maconha do Willie Nelson sob o nome Willie`s Reserve, está sendo lançada entre o final de julho e começo de agosto no Colorado e Washington. Com grande alarde do lançamento da marca, ele irá realizar concertos nos dois estados. Teve um show do Willie Nelson & Family que foi realizado no dia 23 de julho no parque de Marymoor em Redmond, Washington e em 30 de julho será a vez do Anfiteatro Verde do violinista em Greenwood, Colorado.
A linha de produtos Willie`s Reserve inclui plantas de alta qualidade de acordo com um comunicado de imprensa. As variedades são as excelentes Blue Dream, Master Kush, NYC Diesel, Jack o Estripador, White Widow e Grand Daddy Purple. A linha também conta com óleos para vaporizadores pessoais ou canetas vape.
Nelson diz:
“Agora que a legalização está se espalhando por todo o país, há uma grande oportunidade para construir uma empresa que pode ajudar muitas pessoas. Espero justiça social para aqueles que estão presos por fazer o que estamos fazendo agora legalmente. Também estou comprometido com nossos cultivos e foram cultivadas de forma ambientalmente responsável; para revitalizar as pequenas granjas e cultivar da forma mais limpa possível. Até agora, tenho disfrutado de conhecer os melhores produtores.”
por DaBoa Brasil | jul 27, 2016 | Economia, Saúde
O exército italiano está plantando grandes cultivos de maconha com fins de produzir a 8 euros a grama da maconha, de acordo com o coronel supervisor da produção.
Em setembro de 2014, o governo da Itália, anunciou que o exército ajudaria a incrementar a produção de maconha medicina, criando a primeira área de cultivo segura em Florencia e dada a conhecer em abril do ano passado.
Se espera que o cultivo produza cerca de 100 kg de maconha anualmente e estritamente para uso dos pacientes com câncer, esclerose múltipla e os que tem outras condições médicas que poderiam ser tratadas com a maconha medicinal.
O Coronel Antonio Medica está a cargo da base militar de Florencia, que atualmente conta com cerca de 135 plantas mantidas em condições de extremo cuidado.
“Minha missão é produzir maconha em escala industrial de melhor qualidade e a um preço baixo”, disse a The Times. “Acreditamos que podemos conseguir uma redução para chegar a 8 euros por grama”.
O coronel confirmou que tinha sido confiada ao exército a tarefa devido à garantia de que as medidas de segurança rigorosas fossem cumpridas e por ter sido envolvido em assuntos farmacêuticos desde 1800, no fornecimento de medicamentos e tratamentos para soldados feridos.
Ele disse que a pureza da maconha é um fator crucial na sua produção, acrescentando: “A polícia ofereceu a maconha que tinham tomado do tráfico de drogas, mas não tinha os padrões que queremos.”
O custo de maconha medicinal não é coberto pelo governo italiano, ou seja, os pacientes muitas vezes não podem pagar os custos proibitivos da erva.
A substância tem sido clinicamente comprovada para beneficiar pacientes para uma variedade de condições, particularmente aqueles que envolvem a dor crônica e danos ao sistema nervoso.
Como na maioria dos países, na Itália, a posse, cultivo e venda de maconha é ilegal, com o último crime punível com pena de prisão.
No entanto, o governo italiano pode estar prestes a legalizar o cultivo pessoal ou em casa de pequenas quantidades de maconha se a lei for aprovada em uma discussão esta semana.
De acordo com a lei em debate, os italianos seriam autorizados a plantar até cinco plantas de maconha para uso pessoal e ter até 15 gramas da erva em casa e portar cinco gramas por pessoa.
Fonte: lamarijuana
por DaBoa Brasil | jul 27, 2016 | Política, Saúde
O partido japonês conservador “Novo Renascimento” fundado por um ex-membro do partido governante do primeiro ministro, Shinzo Abe, é o primeiro que aborda a legalização da maconha para fins medicinais, como informou a Reuters. Eles representam um quarto da população de 127 milhões e estão recebendo a ideia com muito entusiasmo.
O nível de tolerância do Japão frente às armas e drogas se sabe que é muito baixo. Por tanto, a proposta foi um grande avanço.
Os partidários desta iniciativa que enfatiza com as propriedades analgésicas da maconha e que é muito útil para os pacientes com enfermidades tão graves como a o câncer e também tem o apoio do muitos anciões japoneses. O governo por sua vez disse que tem em conta que a medida é precipitada por ora, já que o efeito positivo da planta, todavia não está justificado cientificamente.
O uso da maconha com fins medicinais é ilegal no Japão no momento, em contraste com outros países desenvolvidos como o Canadá e os EUA.
“Nada poderia ser melhor para o paciente que isso. Seria maravilhoso se a dor se aliviasse, incluindo temporalmente”, disse o cidadão japonês de 78 anos de idade Kimiko Yajima, que sofre de câncer.
Alguns experts no campo da medicina, no entanto, dizem que é possível garantir um controle adequado sobre o uso médico.
“Não estamos dizendo que a maconha deve se liberada de todas as restrições”, disse o chefe da nova instituição acadêmica para o uso médico de maconha, Minoru Arakaki.
Os cientistas só querem ver se os medicamentos também podem trazer benefícios e podem utilizar para bons propósitos, disse Arakaki.
Fonte: lamarijuana
por DaBoa Brasil | jul 24, 2016 | Culinária, Economia
Na maioria dos casos, é impossível definir a quantidade de maconha que tem em um brownie ou em um cookie especial, que variam de forma imprevisível e faz com que o efeito da planta sobre o consumidor seja um mistério. Isso está mudando, em parte graças ao trabalho de Eric Eslao, um ex-gerente de produção da Apple que fundou a Défoncé Chocolatier, uma marca de chocolates de luxo com maconha. Cada barra inclui exatamente 180 miligramas de THC, o principal ingrediente psicoativo da erva.
Se um consumidor decide comer o tablete inteiro ao estilo normal de se consumir chocolate é possível que o efeito dure horas e até mesmo pode ser desagradável em certos aspectos. Mas é possível “quantificar” o consumo, porque cada barra é composta de 18 tabletes em forma de pirâmide e cada um inclui uma dose de 10 miligramas de THC, que segundo Eslao disse a revista FastCo, é igual a duas “puxadas” em um baseado.
Para fabricar este chocolate usa-se extrato de maconha, chamado de óleo CO2, em vez da infusão de manteiga com maconha que é popularmente utilizado na fabricação de alimentos com esta substância. Isso permite uma melhor distribuída em toda a barra de chocolate.
Mas além da própria maconha, Defoncé usa produtos gourmet e ecológicos; Ele oferece sabores, como café, baunilha, amargo, menta e avelãs. Cada barra custa cerca de 20 dólares.
Défoncé significa “drogado” em francês (stoned em Inglês). A empresa está sediada em Oakland e seus produtos já podem ser encontrados em vários dispensários autorizados nos EUA.
por DaBoa Brasil | jul 24, 2016 | Economia, Política
A história da criminalização da maconha, pouco tem haver com a saúde ou o beneficio público, como muitos acreditam. Na realidade há um interesse comercial que há décadas tem visto a planta como franca inimiga de seus lucrativos negócios.
Nos últimos anos, conforme a erva vem ganhando terreno nos Estados Unidos da América, tem se registrado alguns fenômenos sociais que originalmente motivaram a “cruzada” contra a maconha. Nos locais aonde o uso da planta é permitido o consumo dos demais medicamentos reduziu notavelmente. No gráfico acima demonstra claramente por que legalizar a maconha é um verdadeiro “empate” para a Big Pharma e seus obscuros e hiper-rentáveis interesses.
Dos 17 estados que em 2013, haviam legalizado o uso da maconha medicinal nos EUA, todos registraram diminuições significativa nas prescrições de analgésicos, ansiolíticos, antidepressivos e outros medicamentos e nesses estados os médicos receitaram cerca de 4 mil doses a menos dos medicamentos em comparação aos estados que ainda não legalizaram a maconha medicinal, esses dados segundo os estudos sugerem que as pessoas estão usando as múltiplas qualidades da erva, e não apenas para os fins recreativos.
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