Estudo mostra que o THC estimula a eliminação da placa tóxica no cérebro e bloqueia inflamação

Estudo mostra que o THC estimula a eliminação da placa tóxica no cérebro e bloqueia inflamação

Um novo estudo publicado na revista Nature Partner descobriu que o tetrahidrocanabinol (THC) estimula a eliminação das placas tóxicas no cérebro; placas tóxicas no cérebro são comuns na doença de Alzheimer. O estudo também descobriu que o THC bloqueia inflamação no cérebro, que pode danificar neurônios.

“É razoável concluir que há um potencial terapêutico dos canabinóides para o tratamento da doença de Alzheimeir”, disse David Schubert, professor no Instituto Salk para Estudos Biológicos e que participou do estudo.

“Os canabinóides, tais como  o tetrahidrocannabinol estimulam a eliminação do intraneural Aß, bloqueando a resposta inflamatória, e sendo a proteção”, afirma o estudo.

“Em geral, estes dados mostram que há uma resposta inflamatória complexa e provavelmente auto catalítica dentro de células nervosas causada pela acumulação intracelular do Aß, e que esta forma precoce de proteotoxicidade (toxicidade causada por proteínas) pode ser bloqueada pela ativação dos receptores canabinóides “.

O estudo completo pode ser encontrado clicando aqui.

Usuários plantam maconha para evitar “biqueira”

Usuários plantam maconha para evitar “biqueira”

Desde o ano passado, o psicólogo Carlos (nome fictício), de 29 anos, planta a maconha que fuma. O risco de visitar as “biqueiras” e a preocupação com a qualidade da erva comprada pesaram em sua decisão. Ele procurou as sementes pela internet e aprendeu a cultivar a planta com um amigo.

Carlos conseguiu espaço na casa de um amigo e, juntos, plantaram nove mudas, das quais cinco vingaram. O processo levou oito meses para ser concluído e cada pé rendeu 30 gramas da erva. “Não dá para ficar indo em biqueira, é muito arriscado. Ainda mais quando você já tem um visual diferente e chama a atenção. Além disso, o gosto é outro, o cheiro é outro. Há muita diferença entre a maconha plantada e a prensada”, diz, citando ainda outro item que atrai os plantadores: o receio de produtos misturados com a erva vendida por traficantes.

Hoje o consumo, a aquisição e mesmo o cultivo de entorpecentes é considerado crime, previsto no artigo 28 da Lei de Drogas, de 2006. A punição pode ser uma advertência, prestação de serviços à comunidade ou ainda a aplicação de algum tipo de medida educativa.

Os riscos não intimidam os usuários, que defendem a descriminalização da droga. Em suas plantações caseiras ou mesmo coletivas, adeptos do cultivo de maconha testam os limites que a polícia estabelece para separar a produção para próprio consumo da distribuição – que, para a legislação de 2006, é tão crime quanto a venda.

Nos fóruns online, há dicas sobre o melhor material para construir as estufas, o tipo de iluminação que elas precisam a quantidade de água para as plantas, o adubo que funciona melhor e o momento certo para a colheita.

Também há uma série de informações sobre tipos de ervas, sementes e resultados esperados – verdadeiros sommeliers da planta, em um mercado que conta ainda com uma série de objetos para queimar a erva, desde bongs, que usam água para atenuar a fumaça, a cachimbos e cigarros eletrônicos, importados dos Estados Unidos, em que a planta é queimada a vácuo. As páginas dos fóruns são abastecidas com informações fornecidas pelos próprios usuários. Um dos mais conhecidos é o Groowroom, que chega a ter 200 usuários online simultaneamente, segundo o contador da própria página.

Terapia

O engenheiro Caio (nome fictício), de 25 anos, morador da região metropolitana de Sorocaba, no interior de São Paulo, comprou sementes pela internet utilizando seu cartão de crédito internacional. Elas chegaram pelo correio.

A ideia era plantar por curiosidade, já que, de acordo com ele, sempre teve “afeto grande com plantas, animais e natureza em geral”, combinando o gosto pelo uso do entorpecente com o tempo dedicado à plantação da erva. O engenheiro conta que também queria evitar o contato com o tráfico e com produtos de qualidade baixa.

“Os motivos de alguém querer plantar são esses. Conheço poucos que têm o intuito de plantar para vender. A maioria é para evitar contato com bandidos, com o tráfico e ter um produto de qualidade”, disse.

Ele iniciou o cultivo da planta quando morava sozinho. Depois de um período, voltou a morar com a mãe e interrompeu a plantação. “Mas, se eu pudesse, plantaria de novo, porque é legal e gosto de plantas. É um hobby. Assim como gosto de desmontar meu carro, por exemplo.”

Fonte: Estadão

A maioria dos eleitores republicanos apoia legalização da maconha

A maioria dos eleitores republicanos apoia legalização da maconha

Os eleitores republicanos escolheram, em sua maioria, Donald Trump para concorrer com a democrata Hillary Clinton à presidência dos Estados Unidos em novembro.

Trump representa uma agenda ultraconservadora que fala em expulsar imigrantes, criar um muro na fronteira com o México, mas também fala em corte de impostos aos mais ricos e no incentivo aos negócios sobre praticamente tudo e todos.

Este mesmo eleitor, considerado conservador, virou a chave quando o assunto é legalização da maconha. A pesquisa mais recente divulgada pelo YouGov mostra que a maioria dos republicanos já não é mais favorável à proibição da droga.

Segundo a pesquisa, atualmente, 45% dos republicanos se declaram favoráveis à legalização da erva, ante 42% contrários.

Em dezembro do ano passado, os republicanos eram – ainda – mais conservadores. 50% se declaram contrários e apenas 36% acreditavam na legalização. Em janeiro do ano passado, a rejeição era ainda maior: 59% não aprovava a legalização.

Apenas como base de comparação, entre os democratas, apenas 25% reprova a legalização, ante 63% de apoiadores da medida. Entre os eleitores que se declaram independentes, o apoio é de 55% e a rejeição de 33%.

Foram ouvidos 1 mil eleitores. Acesse os dados completos da pesquisa, clicando aqui.

Fonte: Brasilpost

Richard Branson, fundador da Virgin Group, a favor da legalização na Itália

Richard Branson, fundador da Virgin Group, a favor da legalização na Itália

“Felicito os legisladores italianos pela proposta de legalizar e regular a maconha. Espero que prevaleça o bom senso no parlamento.”

Escreveu em seu Twitter o magnata Richard Branson ao grupo parlamentário que apoia a legalização da maconha.

Na parte inferior do tweet em apoio ao grupo italiano, Branson menciona a campanha “Parar o dano”, promovida por muitas organizações não governamentais para reduzir os danos causados pelas políticas proibicionistas de drogas.

Branson fundou o Virgin Group, opera em diversos setores como linhas aéreas, cartões de crédito, seguro de pensões e aluguéis de automóveis. Com a Virgin Galactic farão voos espaciais comerciais e turísticos.

Fonte: lamarijuana

Estudo aponta que maconha medicinal diminui ausências em locais de trabalho

Estudo aponta que maconha medicinal diminui ausências em locais de trabalho

De acordo com um novo estudo publicado na revista Health Economics, a legalização da maconha medicinal se associa com uma diminuição no número total de ausências em lugares de trabalho causadas por enfermidades.

Para o estudo, os pesquisadores analisaram as datas dos lugares de trabalho em 24 estados norte-americanos que estão promulgando leis que permitem o uso medicinal da maconha.

“Usando a pesquisa da população atual, o estudo identifica uma diminuição de faltas por doenças após a legalização da maconha medicinal”, diz o resumo do estudo.

Os pesquisadores descobriram que, após a legalização da maconha medicinal, funcionários em tempo integral entre as idades de 50 e 59 eram 13% menos propensos a ter ausências por motivo de doença; entre as idades de 40 a 49 anos tinham um 11% menos provável, e entre 30 e 39 eram 16% menos propensos a perder.

Os investigadores concluem que, “Os resultados deste estudo sugerem que, portanto, a legalização da maconha medicinal iria reduzir os custos para os empregadores, uma vez que reduziu a ausência percebida do trabalho devido a problemas de doença/médicos. ”

O estudo completo, realizado na Universidade de Wisconsin, pode ser encontrado clicando aqui.

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