Em agosto, o estado de Washington arrecadou mais de $ 25 milhões em vendas de maconha

Em agosto, o estado de Washington arrecadou mais de $ 25 milhões em vendas de maconha

De acordo com o Liquor and Cannabis Board, em agosto de 2016, as vendas de maconha no estado de Washington atingiram mais de $ 130 milhões, o que produziu um imposto estadual de US $ 25 milhões.

Até agora, no ano fiscal que começou em 1 de julho em Washington, a maconha foi vendida por um valor total de quase US $ 250 milhões, resultando em um estado enriquecido por quase $ 50 milhões.

Atualmente, a venda diária de maconha esta entre US $ 4,2 milhões, o que se traduz em cerca de US $ 700.000 em receitas diárias para o estado de Washington.

No ano fiscal anterior, seu último dia foi de 30 em junho passado e foram alcançados quase 1 bilhão ($ 972 milhões). Com este resultado, o estado ganhou imposto sobre lucros em vendas de $ 185 milhões.

De acordo com a Liquor and Cannabis Board, Washington distribuiu 427 licenças para venda de maconha e 850 licenças para fabricantes. Mais informações sobre a indústria da maconha legal pode ser encontrado clicando aqui.

Luz verde a cultivadores australianos para vender sementes de maconha

Luz verde a cultivadores australianos para vender sementes de maconha

Após a notícia de que a Austrália legalizará a maconha medicinal ainda este ano, os agricultores do estado de Queensland em breve poderão comprar e vender sementes sob rigoroso controle.

A ministra da Agricultura Leanne Donaldson disse que as alterações à Lei de Abuso de Drogas permitirá que os agricultores se juntem a cadeia de abastecimento e crie novas oportunidades para a agricultura no Estado.

Já existe um pequeno número de agricultores em Queensland capazes de cultivar o cânhamo industrial, variedade da maconha que tem níveis muito baixos de THC.

Segundo o Governo, os agricultores têm desenvolvido variedades de sementes que poderiam ser benéficas para os produtores de maconha medicinal.

A Sra. Donaldson disse que as leis existentes não permitiam que os cultivadores de cânhamo pudessem vender suas sementes.

No entanto, o Governo salientou que era um mercado muito pequeno e que não teria qualquer demanda significativa até que o governo federal suspendesse a proibição das exportações de maconha.

No entanto, o futuro desta indústria nascente poderia ser brilhante, porque Queensland tem o clima certo para o cultivo de maconha.

A Sra. Donaldson disse que as leis eram susceptíveis de ser convertida em lei no início do próximo ano.

“Isso vai significar que os produtores estão autorizados pelo Governo Federal para cultivarem maconha tenham acesso às sementes”, disse.

O governo disse que não será uma situação em que os agricultores vão plantar maconha e, em seguida, tentar encontrar um mercado. Em vez disso, os agricultores serão regulados e autorizados por lei federal antes que eles possam cultivar maconha.

Fonte: The Courier Mail

Israel exportará maconha medicinal

Israel exportará maconha medicinal

Israel exportará maconha medicinal para outros países, disse o ministro da Agricultura da nação, a decisão chega logo depois que o governo aprovou medidas para fazer com que a maconha medicinal esteja mais amplamente disponível para os pacientes no país.

The Times of Israel informou que os envios começariam “em breve”.

O ministro da Agricultura Uri Ariel disse a Rádio Israel na semana passada que em dois anos o país terá “os protocolos que permitam aos agricultores cultivar maconha”, de acordo com a revista online Cannabis Israel.

Ele acrescentou que seu ministério tem tomado medidas para estabelecer instalações para pesquisas e testes com o cultivo da planta.

O ministro Uri Ariel disse que Israel planeja aprovar um pedido de exportação de maconha medicinal no exterior.

Em junho, o governo israelense aprovou um plano para eliminar as restrições sobre o cultivo de maconha medicinal e fazer com que a planta estivesse mais facilmente disponível para mais de 23.000 pacientes, de acordo com a Times of Israel.

Imposto sobre maconha gera receita de US$ 25,5 milhões nos EUA

Imposto sobre maconha gera receita de US$ 25,5 milhões nos EUA

O estado norte-americano do Oregon passou a cobrar taxa de 25%. A arrecadação corresponde ao acumulado do ano até julho.

O estado do Oregon arrecadou US$ 25,5 milhões em impostos pelo consumo de maconha recreativa no acumulado do ano até julho, segundo o governo estadual. Estabelecimentos que vendem maconha medicinal começaram a cobrar uma taxa de 25% pelas vendas de maconha recreativa em janeiro deste ano.

O departamento de orçamento do Oregon diz que os postos de distribuição de maconha foram obrigados a declarar até 1º de agosto a arrecadação com o produto no segundo trimestre. A maconha recreativa é ilegal em 46 estados norte-americanos e na legislação federal.

A maconha recreativa foi legalizada no estado do Oregon no fim de 2014, mas ela só pode ser vendida em postos médicos de maconha medicinal até que a Comissão de Controle de Licores do Oregon finalize as regras para essa nova indústria. Isso deve ocorrer até o ano que vem.

A estimativa de receita pela venda do produto até junho de 2017 quadruplicou, segundo o governo do estado. O montante esperado na arrecadação subiu de US$ 8,4 milhões para US$ 35 milhões.

Fonte: G1

Guerra às drogas é fútil contra o mercado online

Guerra às drogas é fútil contra o mercado online

Pesquisadores do think thank Rand Europe descobriram que o Reino Unido tem o maior comércio online de drogas em comparação com outras nações europeias.

A guerra britânica contra as drogas está falhando, dizem ativistas, com o mercado online de narcóticos aumentando em valor e a polícia confiscando 1,000 plantas de cannabis todos os dias.

Pesquisadores do think thank Rand Europe descobriram que o Reino Unido tem o maior comércio online de drogas de qualquer nação europeia, e está perdendo somente para os EUA.

A enorme escala do crescente mercado de drogas britânico na escondida ‘internet clandestina’ provocou reformistas a apelaram para a legislação de narcóticos.

Foi descoberto que os vendedores online de droga do Reino Unido conduzem 20,748 acordos cada mês no valor de £1.8 milhões – quase o dobro dos 11,309 acordos valendo £920,000 na Alemanha, o segundo maior mercado online de drogas da Europa.

Somente os EUA tem o maior mercado de internet clandestina, com 28,883 acordos – que valem £3.8 milhões – detectados cada mês.

No entanto, quando o tamanho da população é levado em consideração, o Reino Unido tem, por mês, 321 transações de droga online por milhão de pessoas, enquanto os EUA tem 90 transações por milhão.

A pesquisa também descobriu que as transações online de drogas não foram interrompidas quando o FBI fechou o Silk Road em 2013, um mercado clandestino na internet que era responsável por quase todo o tráfico de drogas do mundo. Mesmo com esse sucesso das autoridades dos EUA, o número de transações online mensais de narcóticos triplicou em janeiro de 2016.

O rendimento global agora está em £10.7 milhões por mês – o dobro dos £5.35 milhões gerados pelo Silk Road perto do final da sua atuação.

O analista de políticas, Steve Rolles, da Fundação Transforme a Política de Drogas, disse que o relatório “salienta a futilidade da guerra contra as drogas”.

“Cada vez que fecham um mercado, outro site aparece. A ideia de que a erradicação ou uma sociedade sem drogas podem ser alcançadas por meio de aplicação de leis é claramente ridículo.”

Enquanto isso, dados oficiais indicam que a polícia na Inglaterra e no País de Gales retomou 366,841 plantas de cannabis em 2014/15 – mais de 1.000 por dia.

As estatísticas, analisadas pela seguradora Direct Line for Business, disse que a polícia da região de West Midlands confiscou o maior número de plantas – mais de 54,700 em 2014/15.

O líder da Direct Line for Business, Nick Breton, disse: “para os donos de terras, entrar em um acordo de locação com um locatário sempre requer uma certa quantidade de confiança que não irá causar danos significantes à propriedade. No entanto, como mostra essa análise, a plantação de cannabis ainda é um grande problema para a Inglaterra e para o País de Gales, e pode ter repercussão severa para os donos de terras”.

Fonte: Carta Maior

Anvisa já liberou mais de 1.600 pedidos de Canabidiol

Anvisa já liberou mais de 1.600 pedidos de Canabidiol

Quem precisa importar medicamentos à base de Canabidiol no Brasil espera, em média, 13 dias para obter uma autorização da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), órgão responsável por liberar os pedidos. Desde 2014, a Anvisa recebeu 1759 processos, dos quais 1622 já foram autorizados. Alguns aguardam análise ou adequações no processo para a liberação.

A Anvisa permite a importação para pessoas físicas, somente com prescrição médica e justificativa para a utilização do Canabidiol como alternativa às opções terapêuticas já registradas no país. A agência tem um formulário online para que os pacientes informem eventuais efeitos colaterais após o uso dos produtos.

O assunto tem gerado controvérsia, e um dos motivos é o fato do Canabidiol ser extraído da maconha. Contudo, o uso medicinal não se confunde com o uso recreativo da droga: os remédios à base de Canabidiol não têm efeitos psicotrópicos. E, tendo em vista todo o processo de importação e burocracia, recorrer a esse tipo de medicamento no Brasil costuma ser a última alternativa, em especial para pais de crianças ou adolescentes com transtornos que geram crises convulsivas graves.

Na área médica brasileira, há mais proximidade de um consenso sobre o uso do Canabidiol para a Epilepsia, mas não para outros tipos de doença. Enquanto o Conselho Federal de Medicina (CFM) somente autoriza para casos de crianças e adolescentes com Epilepsia que sejam refratários aos tratamentos convencionais, alguns médicos no Brasil têm receitado e defendido o Canabidiol para outros casos, como dores crônicas e Mal de Parkinson.

Desde 2014, uma crescente flexibilização da importação de medicamentos à base de Canabidiol vem ocorrendo no país. Na época, o documentário “Ilegal – A Vida Não Espera” deu bastante destaque ao tema no debate público. Em janeiro de 2015, a Anvisa retirou a proibição contra o Canabidiol, que passou então a ser uma substância controlada. Mesmo antes disso, o órgão vinha liberando pedidos excepcionais. Já em abril de 2015, novas regras foram publicadas para simplificar a importação nos casos de necessidade.

Canabidiol e THC

A mais recente resolução da Anvisa sobre o tema foi publicada em março deste ano, permitindo também a prescrição médica e importação de produtos com maior teor de Tetrahidrocannabinol (THC). Essa última resolução foi publicada em cumprimento a uma decisão judicial e criticada pela própria Anvisa, que inclusive vem tentando derrubá-la.

Na decisão, o juiz federal do Distrito Federal (DF), Marcelo Rebello Pinheiro afirma que a substância é autorizada apenas para fins medicinais e científicos. Ele respondeu a pedido que havia sido feito pela Procuradoria da República do DF, que cita experiências de países como Canadá, Estados Unidos, Holanda e Israel, onde o uso medicinal é liberado e controlado de formas variadas.

Segundo a Anvisa, muitos dos produtos à base de Canabidiol e THC não são registrados como medicamentos nos seus países de origem, não sendo possível garantir a dosagem adequada ou conhecer os possíveis efeitos adversos. O CFM também reagiu negativamente à ultima resolução da agência reguladora.

Cadastramento

O cadastramento para a solicitação pode ser feito online ou por carta enviada à Agência Nacional de Vigilância Sanitária – Coordenação de Produtos Controlados – Setor de Indústria e Abastecimento (SIA) – Trecho 5, Área Especial 57, Brasília, CEP 71205-050. Se aprovada, a autorização tem validade de um ano, e então basta apresentar a prescrição médica diretamente nos postos da Anvisa localizados nos aeroportos.

Fonte: atarde

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