Depois de Flores e Ervas, o cantor e compositor Jota 3 lançou sua nova Ganja Tune. Inspirado nas comédias de Cheech & Chong, “Suco Verde” mistura diversão com ativismo canábico.
No clipe, dois rastas decidem vender um suco de fruta na praia garantindo ter efeitos medicinais. Quando os clientes descobrem que o suco é de maconha, o sucesso é imediato e o estoque se esgota rapidamente.
Sobre a faixa que faz parte do seu novo álbum, e tem a participação de Sammuca 05, Jota comentou:
“A ideia é trazer a temática da erva, seja ela da forma que for, seja uso adulto ou medicinal. Você vê que a gente até usou o símbolo da medicinal. Porque aí mostra que é um suco medicinal e coloca a fala no front da cannabis. Mostramos também o lance da polícia, tem o lance da dura que é uma coisa que a gente enfrenta, que todo ativista da causa, usuário, seja o que for, também passa. Tem muita mensagem ali.
Acho que o Diego Capeletti (diretor do clipe) conseguiu traduzir bastante essa ideia. Essa ideia da letra, da temática e de fazer um clipe irreverente assim, foi super ramificada por ele. Ele deu a ideia das fantasias, eu tive a ideia da polícia, da fumacinha que sai do suco que a galera tá bebendo, chamei as pessoas, mas a ideia da gente virar vendedor ambulante fantasiado na praia, por exemplo, foi dele.
Também é muito louco, né? Porque, assim, como é o nosso país. O Brasil tem fama de ser o país da comédia, do meme, da zoeira. Às vezes, quando você tenta passar uma mensagem de uma forma séria, não rola muito. Mas quando você passa de um jeito descontraído é mais fácil de fazer a mensagem chegar, e a letra é descontraída, o Sammuca é um cara bem engraçado, sabe? Então, tudo meio que indicou para que a gente fizesse algo assim, tá ligado?
Quando fui fazendo o diálogo, fui pensando em um lance meio “Cheech and Chong”, sabe? O Diego teve uma visão meio que “Porta dos Fundos”. Porque ele é mais novo e não pegou muito a fase do Cheech and Chong e tal. Na ideia do policial, o “Porta” tem o Peçanha que dá dura nos caras fumando, tem um pouco disso também.
Tem o lance do terapêutico que a gente fala também, tem a crítica social, como, por exemplo, no trecho: “Trabalho informal sem auxílio emergencial / Selo de qualidade sem nota fiscal / Receita caseira com influência ancestral / 100% orgânico do fundo do quintal”. De certa forma isso aí também é um apelo ao cultivo. É uma apologia ao cultivo embutida aí, sacou? Nessas partes tem a ver com o cultivo, as associações, há uma ligação aí por trás, sabe?
É uma coisa que no final fala. É uma parada que todo mundo quer. Não é só aquela coisa do estereótipo, de que quem usa maconha é aquela pessoa doidona e tal. Qualquer pessoa que você veja na rua pode ser um maconheiro. Não precisa ter cara e tal, alguns acham que as pessoas têm cara de maconheiro. Não, cara. Preto, branco, pobre, rico, gay, homem ou mulher, e tal, enfim. Fala meio que uma parada que é para democratizar mesmo, né?
A ideia é que tem muita coisinha aí por trás dessa mensagem. No final têm: “Mas pra fascista não vendemos, nem passamos pano”. Tem essa fala e a polícia dá dura nesse exato momento. De certa forma já citou o lance da repressão, acho que a gente fala praticamente de tudo, assim, de uma forma meio dixavada… Nem tanto dixavada, né?” (risos), finalizou Jota.
Ouça agora o single Suco Verde na sua plataforma digital preferida.
Veja abaixo a letra e a ficha técnica da música Suco Verde:
SUCO VERDE (letra)
Yes I
E como já é de se esperar,
O homem rasta resiste à babilônia para sobreviver do seu próprio negócio
Mas todo bom negócio necessita de um bom sócio
Eu vendo suco
Tudo fresco e super natural
Eu vendo suco
Tem uva e tem limão do integral
Eu vendo suco
Esse é o melhor da fruta tropical
Eu vendo suco
Pode levar comigo amigo, o sabor é real
Eu vendo suco
Tudo fresco e super natural
Eu vendo suco
Tem uva e tem limão do integral
Eu vendo suco
Esse é o melhor da fruta tropical
Eu vendo suco
Pode levar comigo amigo, o sabor é real
Na orla em Itapuã e às vezes Copacabana
Geral pede o produto porque sabe que é bacana
No calçadão tá tendo o verde de banana
O melhor suco da praia e até a mulherada ama
Negócios vão crescendo e é preciso ampliar
Solicitar reforço mas que eu posso confiar
O melhor profissional de Vila Velha vai colar
Sammuca 05 meu parceiro é só chegar
Nosso ponto de encontro é sempre perto da praiana
É bom ficar ligado na promoção da semana
Atento no WhatsApp movido a marijuana
É acionar com a grana e tem da uva tropicana
Até na quarentena era o mesmo telefone
Anota aí direito pra não dar mole pros homi
Só acionar o rasta desde as 7 da manhã
Atendemos seu pedido e hoje tem sabor maçã
Fiado só vendemos se provar ter mais de cem
Quem tá bem hidratado não quer guerra com ninguém
Ficar vitaminado que hoje é dia de Live
Sammuca e Jota 3 inna rub a dub style
Eu vendo suco
Tudo fresco e super natural
Eu vendo suco
Tem uva e tem limão do integral
Eu vendo suco
Esse é o melhor da fruta tropical
Eu vendo suco
Pode levar comigo amigo o sabor é real
Eu vendo suco
Tudo fresco e super natural
Eu vendo suco
Tem uva e tem limão do integral
Eu vendo suco
Esse é o melhor da fruta tropical
Eu vendo suco
Pode levar comigo amigo o sabor é real
Trabalho informal sem auxílio emergencial
Selo de qualidade sem nota fiscal
Receita caseira com influência ancestral
100% orgânico do fundo do quintal
Trabalho informal sem auxílio emergencial
Selo de qualidade sem nota fiscal
Receita caseira com influência ancestral
100% orgânico do fundo do quintal
Agora tu entendeu porque é que todo mundo quer
Preto, branco, rico , pobre , gay, homem ou mulher
Tem cristão, ateu, até judeu e muçulmano
Mas pra fascista não vendemos nem passamo pano
Colé Jota 3
Fala Sammuca
Rapaz, tô precisando de abastecimento aqui meu irmão
Como assim bicho ?
Rapaz, acabou tudo !
Que isso mermão ?
Vai vendo, acabou a uva, banana boat, lemon haze, até o manga solto e o morango prensado saíram tudo, acabou!
Galera tá frenética querendo mais suco do rasta aqui mano
Rapaz, sucesso total hein
Vem logo rapá!
Eu vendo suco
Tudo fresco e super natural
Eu vendo suco
Tem uva e tem limão do integral
Eu vendo suco
Esse é o melhor da fruta tropical
Eu vendo suco
Pode levar comigo amigo o sabor é real
Eu vendo suco
Em um anúncio em março, a franquia de jogos Call of Duty compartilhou que o ícone do hip-hop, Snoop Dogg, estaria aparecendo no jogo pela primeira vez não apenas em um, mas em três títulos: Call of Duty: Mobile, Vanguard e Warzone. O anúncio descreve que Snoop está se juntando à luta “logo antes de um certo feriado não oficial de abril” e, a partir de 20 de abril, o Tracer Pack: Snoop Dogg Operator Bundle tornou-se oficialmente disponível para os jogadores por 2.400 pontos COD (ou US $ 19,99).
“O D O Double G está de volta em Call of Duty e desta vez eu estou no maldito jogo!”, disse Snoop no anúncio em março. “Empolgado por trabalhar com a equipe COD para trazer alguns recursos para todos vocês aproveitarem. É foda… vocês podem jogar como eu e pegar esses itens que têm Snoop escrito neles. Confira”.
O anúncio do pacote divulga algumas das maiores conquistas de Snoop Dogg em sua carreira. “Quase duas décadas depois de sair com The Chronic, Snoop Dogg ainda está no topo do jogo. Ele se tornou o proprietário da Death Row Records. Ele fez uma performance icônica no intervalo do halftime de sua cidade natal, Long Beach. Ele se juntou a uma organização de e-sports, tem vários empreendimentos comerciais e até ajudou a quebrar o recorde mundial de maior coquetel, o que, é claro, envolveu muito ‘Gin e Suco’. Esta semana, Snoop adicionará mais um marco em sua carreira: Tornar-se um operador de Call of Duty®”.
Um breve vídeo do YouTube também aumenta a presença de Snoop no jogo, mostrando as armas únicas às quais os jogadores podem ter acesso, incluindo o Rifle de Sniper “Bong Ripper”, o Rifle de Assalto “West Coast Bling” e um SMG chamado “Tha Shiznit” – todos os quais disparam “Green Weed Tracer Rounds” que pulverizam folhas de maconha e imprimem uma folha de cannabis onde quer que os jogadores apertem o gatilho.
Snoop ainda recebe sua própria descrição de Operador digna de risada:
Nome: Snoop Dog Força-Tarefa: Executores (não oficialmente “TF 420”) Arma favorita: PPSH-41 (desbloqueado gratuitamente ao atingir o Rank 51 Militar em Vanguard e Warzone) Data de Nascimento: 20/10/1971 Cidadania: Americana Hobbies: Ouvir K-Pop, Fumar, Pintar Bio: Crescendo em Long Beach, Califórnia, Snoop Dogg percebeu que tinha talento para o rap ainda jovem e começou a persegui-lo como carreira. Agora, ele ainda está lançando música e aparecendo como uma personalidade da mídia em vários programas, mas em seu tempo livre, ele escolhe lutar como operador em Call of Duty.
O pacote também inclui um emblema “The Original Gangsta”, o charme “Mellow Metal” e um spray de arte de grafite de folha de cannabis “High Art”. As animações do Snoop no jogo incluem uma introdução de destaque chamada “Tactical Toke”, um movimento de finalização chamado “Finishizzle Movizzle” e um destaque de MVP chamado “Hit This, Fam”.
Esta não é a primeira vez que Snoop aparece em Call of Duty. Anteriormente, ele gravou falas para um pacote de voz em Call of Duty Ghosts em abril de 2014, onde ele estava narrando as partidas, chamando killstreaks e alertando os jogadores sobre a atividade inimiga – mas faltava o sabor de cannabis do pacote Snoop deste ano que os desenvolvedores de Call of Duty obviamente se divertiram muito ao produzir.
Snoop doou sua imagem e/ou sua voz em NHL 20, Madden 20, UFC 3, Family Guy: The Quest for Stuff, Tekken Tag Tournament 2 e True Crime: Streets of LA.
Outras celebridades deram luz verde à sua semelhança e voz sendo usadas em outros videogames, como Keanu Reeves e seu papel em Cyberpunk 2077 (2020), e Norman Reedus e Mads Mikkelsen em Death Stranding (2019). Embora os papéis que essas celebridades tiveram em seus respectivos jogos fossem um pouco mais envolventes, é difícil superar o ouro da comédia de Snoop Dogg e o humor da cannabis.
Hoje, 20/4 (ou 4/20) é o Dia Internacional da Maconha e, para não deixar esse dia tão especial passar batido, estaremos ao vivo para legalizar a informação na terceira edição do Encontro DaBoa Live 420!
A live terá ênfase na Sugestão Legislativa Nº 25 de 2020 (SUG 25/2020) que visa a Regulamentação do Uso Adulto e Autocultivo da Maconha no Brasil e está atualmente em tramitação no Senado Federal.
A terceira edição do Encontro DaBoa Live 420 começa às 19h no nosso Instagram oficial (@daboabrasil) e será apresentada pelo ativista e autor da Ideia Legislativa que levou à SUG, Diego Brandon, onde também receberá o cantor e compositor Jota 3 para comentar sobre a estreia do seu novo single canábico Suco Verde.
Quase 58 anos depois que Bob Dylan apresentou os Beatles à maconha, os Fab Four finalmente têm seu nome vinculado a uma marca legal de cannabis.
A propriedade de George Harrison acaba de lançar uma linha de cannabis com a empresa Dad Grass da Califórnia.
Harrison, o falecido guitarrista dos Beatles, agora terá seu nome marcado para a coleção “All Things Must Grass” de Dad Grass, que oferece baseados pré-enrolados, papéis para enrolar, cinzeiros e outros produtos.
“Em vez de seguir as tendências, somos uma espécie de retrocesso aos bons velhos tempos”, disse o cofundador da Dad Grass, Ben Starmer, à Forbes. “Nós mantemos as coisas fáceis e confiáveis. Nunca extravagante ou complicada. O jeito que fumar erva costumava ser quando George gravou seu álbum de 1970, All Things Must Pass”.
O nome da marca é inspirado no amado primeiro álbum solo de Harrison pós-Beatles, que incluiu os sucessos “My Sweet Lord” e “I’d Have You Anytime”.
A estrela da linha All Things Must Grass é o Special Blend George Harrison Dad Grass Five Pack, um pacote de pré-enrolados. Como os pre-rolls são feitos de cânhamo, eles não farão ninguém ter a alta proporcionada pelo THC.
Mas talvez esse link Harrison-cannabis não seja a colaboração comercial mais aleatória. Afinal, os Beatles eram os principais rostos globais da maconha no auge da fama do grupo e, em 1967, até pagaram por um anúncio de página inteira no London Times pressionando pela legalização da planta no Reino Unido. O baixista e compositor Paul McCartney carrega seu ativismo da cannabis até hoje, falando contra a criminalização da cannabis (e sua própria prisão de nove dias no Japão em 1980) e afirmando que preferia que seus filhos fumassem maconha do que bebessem álcool.
Independentemente disso, aqui está o mais novo empreendimento da propriedade Harrison. É um sinal de quão longe o movimento da cannabis chegou desde a década de 1960 e prova de que os tempos realmente estão mudando.
O frontman da banda Cypress Hill, B-Real, anunciou uma nova linha de flores sob sua marca Dr. Greenthumb. Estará disponível primeiro nos dispensários Dr. Greenthumb em abril e uma distribuição mais ampla está planejada para a marca em maio em toda a Califórnia (EUA).
Reconhecendo a tolerância diferente dos consumidores, a linha é dividida em três categorias, “loyal” (leal), “legacy” (legado) e “unapologetic” (sem remorso). Além de cada lote de flores que passa no teste de qualidade do próprio B-Real, os cultivadores das flores do Dr. Greenthumb são avaliados por sua “história, autenticidade e dedicação à cultura da cannabis”, disse a empresa em um comunicado à imprensa.
B-Real disse que planeja expandir a marca em um futuro próximo fora da Califórnia, possivelmente começando no Colorado, Michigan e Massachusetts. Ele disse que quer entregar o que ele “fumaria, pelo preço que vale a pena, de um jardineiro que apoiaria como soldado nesta guerra contra proibicionistas e sugadores de cultura que procuram se apropriar da planta”, de acordo com um e-mail enviado ao portal Ganjapreneur.
“Tenho uma dupla missão com a flor do Dr. Greenthumb. Quero honrar o legado da cannabis, garantindo que os cultivadores originais tenham um lugar na indústria e forneçam cannabis acessível e de qualidade para o orçamento de todos”, disse B-Real em um comunicado.
As fazendas parceiras do Dr. Greenthumb são aprovadas por B-Real e sua equipe, que compartilham o processo de aprovação via vídeo online por meio de um QR code que acompanha cada compra. As cepas mudarão de acordo com o menu de cada fazenda e serão exclusivas da marca. As fazendas mudarão regularmente, disse a empresa em um comunicado à imprensa.
O rapper indicou que uma linha de concentrados seguirá a flor em cada mercado e ele queria garantir aos fãs que o Dr. Greenthumb “continua independente” e todos devem esperar “ver a marca em muitos lugares muito legais, fazendo coisas incríveis”.
A Pesquisa Global de Drogas, uma pesquisa online anual para capturar as tendências de uso de drogas em todo o mundo, acaba de divulgar algumas novas descobertas com base em todas as pesquisas realizadas de 2015 a 2021. Entre os novos dados divulgados estão as preferências de gêneros musicais com base no uso de drogas diferentes. O resultado foi refletido em uma tabela que oferece uma relação entre os dois interesses.
“Embora as pessoas com preferências musicais associadas à cena dance music/EDM sejam frequentemente caracterizadas como as mais envolvidas com drogas, é importante entender que a ligação entre música e drogas é muito mais complexa”, diz a breve introdução dos resultados, que também alerta que “é importante notar que a idade e o país de origem não foram considerados nestes gráficos”.
Os resultados, indicativos e pouco refinados, foram obtidos das pessoas que responderam ter usado determinada droga no último ano, juntamente com as preferências musicais escolhidas por cada participante. De todas as drogas incluídas, os usuários de maconha têm as preferências musicais mais amplas. A próxima droga que se encaixa em mais gêneros musicais é o MDMA, com uma diminuição significativa naqueles que consideram música clássica, jazz, rock, metal ou pop. Entre os que usam cocaína e anfetaminas, as preferências musicais são praticamente as mesmas do MDMA, e entre os que usam psicodélicos, destaca-se o gosto por Drum&Bass/Jungle, Dubstep, Techno e Trance.
“Nossos dados novamente dizem claramente que as pessoas escolhem drogas em parte por causa de seus outros interesses. Esse conhecimento pode nos ajudar a direcionar diferentes populações de diferentes maneiras ao pensar em saúde pública e mensagens de promoção da saúde. Há uma correlação bastante clara entre o uso de drogas como MDMA e as batidas por minuto (BPM) da música que ouvem. Jazz ou música clássica não seriam uma boa combinação para o MDMA”. Dizem os comentários do gráfico, que conclui: “Acreditamos que também não precisamos nos preocupar muito com os danos das drogas entre aqueles que gostam de música clássica”.
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