Advinha Doutor, quem tá de volta na praça? Após 22 anos, os maconheiros mais famosos do Brasil voltaram com tudo na música “Distopia” em parceria com Criolo.
Para aqueles que admiram e acompanham a ex-quadrilha da fumaça, acabou a seca! Já está no ar o clipe de Distopia, single em parceria com o rapper Criolo, que fará parte do novo álbum da banda Planet Hemp.
O clipe oficial de Distopia inicia com a icônica frase de Marcelo Yuka que diz: “Quando o instrumento do medo não funciona, a gente adquire um poder inimaginável”.
No melhor estilo Planet Hemp e trazendo uma mensagem de reflexão dos tempos atuais, Distopia chega para marcar a volta da banda aos estúdios depois de mais de duas décadas.
Ouça Distopia na sua plataforma digital favorita e assista o clipe no canal oficial da banda no YouTube.
Acompanhe as redes sociais do Planet Hemp para mais informações sobre os próximos lançamentos.
Ficha Técnica:
Compositores: Marcelo D2, BNegão, Nave
Vozes – Marcelo D2, BNegão, Criolo
Guitarra – Nobru
Baixo – Formigão
Bateria – Pedro Garcia
Produção Musical: Nave, Planet Hemp, Os Fita, Tropkillaz
Gravação: Pedro Garcia
Gravação voz Criolo: Jeff Berg
Mixagem: Mario Caldato jr
Masterização: Robert Caranza
Letra: Composição: BNegão / Marcelo D2 / Nave
D2
Tá tudo muito louco ou eu é que tô muito louco
Os que detém o poder precisam ter medo, medo do povo
Eles mentem mentem mentem pra te deixar vulnerável
Qualquer um que “acredita” cegamente é manipulável
Todo mundo briga, todo mundo fudido
Não tem mais mocinho, agora todo mundo é bandido
Vai ser isso mesmo, vai? Isso mesmo até quando?
Fé cega radicalismo, sério? Só pode tá zoando
Tá tudo errado irmão, então pega a visão
Pobre defende rico, empregado o patrão (não)
Político vira herói juízes super heróis
Estão acima das leis acima de tudo acima de nós
Povo alienado festa culto da ignorância
Se diz Cidadão de bem só tem ambição cobiça e ganância
Minha cruz eu carrego
Esse inferno é meu
Super homem
Super mosca
Super carioca
Super Eu
CRIOLO
Sei da força da canção, eu sei
Lutar com coração, eu sei
Parece uma ilusão, mas sei
Que não ando sozinho, não
É como olhar pro sol, eu sei
A força vem de dentro eu sei
Parece uma ilusão, mas sei
Que não me rendo não
BNEGÃO
Meu sonho, eu ponho à mesa
Vejo a vida, longa trilha, vindo à tona
Definitivamente saindo do estado de coma
FASE
Mental
normose age
se é social, repare
(Pra)
que a igno
que a ignorância acabe
O olhar dos que não enxergam, eles querem te julgar
Deixa con
Deixa con
Deixa condenar
Isso é pra libertar
Semente germinar
O espírito no comando
Liberdade para as mentes
JÁ
DESOBEDEÇA
OBEDEÇA
A onda dos caras
É fazer com que geral acredite que só existe um único e exclusivo modo de vida neste mundo: o modelo controlado por eles.
Você que admira tudo que envolve o universo da planta já pode atualizar a sua playlist canábica! Acabou de ser lançado um EP com 4 novas versões Remix feitas pelo produtor Mr. Ites da música “Fumaça no Ar” de Jota 3 e Nina Girassóis.
Quando o assunto é Steppa, vertente do Reggae mais puxada para a música eletrônica, Mr. Ites é uma das principais referências no país, deixando em suas composições uma assinatura única, incluindo, algumas produções com misturas de ritmos brasileiros.
Conforme publicamos durante o lançamento do single Fumaça no Ar, em mensagem ao DaBoa Brasil, Jota falou: “A música tá muito em cima daquele papo que a gente sempre fala, daquele assunto que vocês sempre abordam muito. Invoca também muito a ideia das associações, o CBD da Prati (Donaduzzi), a ANVISA enganando a galera. É uma ode ao autocultivo e vêm apontando os malefícios dos lobos e tubarões que estão a favor da Indústria Farmacêutica com o PL (399/2015). É uma militância inversa da dessa galera. É por isso que colocamos o link da SUG (25/2020) – na descrição do vídeo oficial – porque essa letra foi inspirada nisso também. Essa letra fala dos benefícios da planta, mas também fala dessa questão que vem acontecendo atualmente.
As 4 versões de Fumaça no Ar, incluem: Remix, Steppa Mix, Dub Mix e Raw Mix, e estão disponíveis em todas as plataformas digitais!
Clique aqui para acessar no YouTube e clique aqui para ouvir na sua plataforma de áudio favorita.
Desde 1993 a banda Planet Hemp traz mensagens de liberdade a erva e aos seus usuários. Plantando a semente da conscientização através de diversas vertentes da música. Seja no Rap, no Rock n Roll, na Psicodelia, no Hardcore ou no Ragga, a ex-quadrilha da fumaça continua queimando tudo até a última ponta.
Diego Brandon, Alan Figueiredo e Rafael Gallo estiveram na Festa Blessed (RJ) acompanhando de perto os bastidores do show dos maconheiros mais famosos do Brasil e trouxeram algumas imagens para mostrar para você um pouco de tudo que rolou.
O vocalista do Black Sabbath parou de tomar ácido depois que um cavalo “disse” para ele “se foder” no final de uma conversa de uma hora.
A lenda do Black Sabbath é profunda. De morder cabeças de morcegos a cheirar filas de formigas, o líder da banda, Ozzy Osbourne, tem algumas das histórias mais loucas da história do Rock and Roll. Talvez um de seus mais engraçados momentos envolvendo o uso de substâncias tenha vindo à tona na nova edição da Classic Rock, que revisita o caótico apogeu do Black Sabbath e a produção do clássico Vol. 4. Na entrevista, Osbourne também se abriu sobre o momento em que percebeu que tinha que desistir do LSD: depois de ter uma conversa de uma hora com um cavalo, conforme relata o portal Louder Sound.
Não foi durante o Vol. 4 sessões, mas este momento também ocorreu no início dos anos 70. Osbourne lembra: “Naquela época, nos Estados Unidos, as pessoas gostavam muito de misturar ácido em suas bebidas”, diz Ozzy. “Eu não me importava. Eu costumava engolir punhados de cada vez. O fim veio quando voltamos para a Inglaterra. Tomei 10 papeis de ácido e depois fui passear no campo. Acabei ficando lá conversando com esse cavalo por cerca de uma hora. No final, o cavalo se virou e me disse para me foder. Para mim, chega”.
Os membros do Black Sabbath gostavam de psicodélicos e se abriram sobre suas experiências com eles. Em 2017, o baterista Bill Ward disse ao portal Metal Hammer: “É interessante falar sobre o fenômeno do LSD quando você está tocando na frente de 25 a 30.000 pessoas, mas em retrospectiva eu estava correndo grandes riscos não apenas com minha performance, mas com toda a performance”.
Então, em 2020, o baixista Geezer Butler contou ao Metal Hammer sobre sua primeira viagem, dizendo: “Eu pensei que era um esqueleto. Entrei na van e todos eles disseram ‘O que há de errado com você?’ Eu disse ‘Você não vê? Eu sou um esqueleto!’ Estávamos dirigindo e havia um parque ao nosso lado com todas essas flores nele, e eu pensei que as flores estavam tentando entrar na van. Subi no palco e pensei que estava em um barco e a multidão era ondas. Foi horrível. Eu estava assistindo minha mão tocando as músicas e pensei que não estava conectado ao meu corpo. Assustador”.
O guitarrista Tony Iommi também teve uma revelação ácida para compartilhar. Ele disse ao Classic Rock que teve o pior momento com LSD. “Eu odeio estar fora de controle. Com cocaína, eu senti que estava no controle, eu sabia o que estava acontecendo. Mas ácido… eu estava na América no início dos anos 70, e tive uma dor de cabeça terrível, e uma garota disse que tinha um par de comprimidos para isso. E ela me deu um pouco de ácido. Caramba, eu não sabia o que me atingiu! Graças a Deus o resto da banda veio e sentou-se no meu quarto e me acalmou. Eu ia pular pra fora pela janela!”.
LSD é ótimo! É uma das melhores drogas, se usada com moderação. Mas drogar alguém que não entende o quão poderosos os psicodélicos podem ser é ruim. Drogar alguém sem consentimento é errado. Se os membros do Black Sabbath mal conseguem lidar com drogas, ninguém mais consegue. Portanto, não faça isso! E também não pressione seus amigos para tomar psicodélicos se eles não quiserem.
Os anos 70 foram selvagens. O LSD era novo, e os psicodélicos estavam tendo seu primeiro renascimento. E o Black Sabbath foi, sem dúvida, parte disso. A confecção do Vol. 4 sempre fará parte do cânone da história do rock psicodélico. Como não poderia ser? Como lembra Osbourne, “Morávamos juntos em uma casa em Los Angeles, ensaiamos lá, usamos um monte de drogas e fizemos um álbum: simples”. “Foram bons tempos.”
Com certeza foram bons tempos repletos de boas músicas.
No último fim de semana, Doggfather e Slim Shady lançaram um videoclipe juntos. E sim, a música é sobre maconha.
A faixa, intitulada “From the D 2 the LBC”, começa com Eminem e Snoop relaxando em um estúdio juntos. Enquanto Eminem fica atrás do microfone, Snoop está fumando um baseado gigante.
“Yo Snoop, você está soprando fumaça aqui?” pergunta Eminem.
“Aqui não é permitido fumar. Tudo está claro aqui”, diz Snoop, enquanto dá uma baforada.
“Ei, eu não consigo nem respirar aqui”, diz Em.
“Apenas cuspa as letras, Slim”, diz Snoop. “Você está viajando.”
Em algum momento, a fumaça do baseado de Snoop atinge Eminem, que começa a cantar: “A droga é viciante, assim como eles chamam de merry-ju-wanna / porque como o casamento, você quer se casar com Jane / é como se você e o Homem-Aranha se sentissem o mesmo”.
E tudo isso está acontecendo quando ambos os rappers aparecem e desaparecem como avatares animados do NFT Bored Ape.
O Super Bowl LVI deste ano em Los Angeles viu os dois pesos pesados do hip-hop, junto com Dr. Dre, 50 Cent, Mary J. Blige e Kendrick Lamar.
Dogg e Slim não lançavam uma nova faixa juntos desde “Bitch Please II” no LP The Marshall Mathers de Eminem, em 2000.
O último clipe também marca o fim oficial da recente briga da dupla. Em 2020, Snoop e Slim brigaram depois que Em não entrou na lista dos dez melhores de Snoop. Onde quer que aquela treta de curta duração tenha ido, obviamente está virando fumaça agora.
Com uma mensagem potente e necessária, tá no ar a fumaça e o clipe do novo single do cantor Jota 3. A música “Fumaça no Ar”, que conta com a participação da cantora paulista Nina Girassóis, é uma ode ao autocultivo da maconha e faz sérias críticas aos interesses das grandes indústrias que estão por trás dos projetos de lei da medicinal no Brasil.
Já de início, dando a ênfase necessária que o próprio uso adulto não deixa de ser uma terapia e fazendo sérias críticas ao modelo de lei que estão querendo colocar em prática no Brasil voltado apenas aos interesses da indústria farmacêutica, a música tem como introdução a frase: “Essa é pra todos aqueles que só defendem o uso da cannabis medicinal / Mas se esquecem que seu uso recreativo também pode ser terapêutico”.
Depois de Flores e Ervas e Suco Verde, o novo single de Jota 3, Fumaça no Ar, traz uma mensagem de profunda conscientização onde a letra da música tem como uma de suas fontes de inspiração a história de luta da ativista Angela Aboin, uma das primeiras mães a conseguir direito ao cultivo de maconha para auxiliar no tratamento de sua filha e a primeira a pessoa no Brasil a conseguir esse direito através da Defensoria Pública. Angela também participa do clipe e deixa uma mensagem profunda, onde encerra com a frase: “Nosso lucro é a vida, e o deles, o bolso e a nossa morte”.
Em mensagem ao DaBoa Brasil, Jota falou sobre o lançamento de Fumaça no Ar: “A música tá muito em cima daquele papo que a gente sempre fala, daquele assunto que vocês sempre abordam muito. Invoca também muito a ideia das associações, o CBD da Prati (Donaduzzi), a ANVISA enganando a galera. É uma ode ao autocultivo e vêm apontando os malefícios dos lobos e tubarões que estão a favor da Indústria Farmacêutica com o PL (399/2015). É uma militância inversa da dessa galera. É por isso que colocamos o link da SUG (25/2020) – na descrição do vídeo oficial – porque essa letra foi inspirada nisso também. Essa letra fala dos benefícios da planta, mas também fala dessa questão que vem acontecendo atualmente.
Veja abaixo a letra e ficha técnica da música Fumaça no Ar:
FUMAÇA NO AR (letra)
Felling Irie
Essa é pra todos aqueles que só defendem o uso da cannabis medicinal
Mas se esquecem que seu uso recreativo também pode ser terapêutico
Legalize marijuana
Que cheiro bom de fumaça
Fumaça no ar
Oh cheiro bom dessa fumaça
Fumaça no ar
Então aproveitado pra poder esclarecer
O verdadeiro efeito que essa planta vai fazer
E todos benefícios que ela pode te trazer
Melhor ouvir pra não sair falando sem saber
Dizem se for sativa ela é boa pra despertar
Logo quando acordo com café eu vou no chá
Acendo e dou um trago no verde e vou mastigar
E já fico preparado pra poder me exercitar
Dizem se a erva é índica é boa pra relaxar
A melhor companhia pra se largar no sofá
Já prepara a larica pro corpo se alimentar
De boa no equilíbrio o exagero é vacilar
Essa é pra chapar
Essa é pra chapar
Essa é pra chapar eu disse, essa é pra chapar
Essa é pra chapar
Essa é pra chapar
Essa é pra chapar eu disse, essa é pra chapar
Que cheiro bom de fumaça
Fumaça no ar
Oh cheiro bom dessa fumaça
Fumaça no ar
Dizem se é mistura das duas é boa pra festejar
Chama as amiga e os amigo e vamo celebrar
Eu brindo à vida e deixo ela me levar
Mas quem tiver bebendo lembra não pode guiar
Quero CBD, quero THC
Porque todo ser humano vem pronto pra receber
Basta se informar, parar um pouco e lê
Entenda a relação que isso pode ter com você
O corpo é preparado pra usar
Mas nem todo mundo consegue administrar
Atenção com que compra, é melhor plantar
No caso, fora da lei não quer dizer que seja errar
Quero CBD, quero THC
Porque todo ser humano vem pronto pra receber
Basta se informar , parar um pouco e lê
Cuidado com a Anvisa, ela mente pra você
Essa é pra avisar
Essa é pra avisar
Essa é pra avisar que ela pode te ajudar
Essa é pra Anvisa
Essa é pra Anvisa
Essa é pra Anvisa que agora tenta te enganar
Que cheiro bom de fumaça
Fumaça no ar
Oh cheiro bom dessa fumaça
Fumaça no ar
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