por DaBoa Brasil | out 7, 2023 | Cultivo
A qualidade da água é um dos fatores mais decisivos no cultivo de maconha. Muitos dos problemas que podem surgir durante o cultivo estão diretamente relacionados com a dureza da água. E é algo que muitos cultivadores não dão a importância que merece.
O que é a dureza da água?
A dureza da água é um parâmetro fundamental na química e na qualidade da água comumente utilizada no dia a dia.
Este conceito refere-se à concentração de compostos minerais, nomeadamente sais de magnésio e cálcio, presentes numa determinada quantidade de água.
A dureza da água é um fator crucial a considerar em diversas aplicações, desde a casa à indústria, pois pode afetar a eficácia dos produtos de limpeza, a formação de incrustações em tubagens e eletrodomésticos, e até a saúde humana em certos casos. E também é muito importante no cultivo, como veremos.
O que é água dura e água mole?
A dureza da água pode ser dividida em duas categorias principais: “água dura” e “água mole”.
A água dura é caracterizada por possuir alta concentração de sais de magnésio e cálcio, enquanto a água mole contém esses sais em quantidades mínimas.
A classificação é baseada na quantidade desses íons presentes na água, e a unidade de medida mais utilizada para expressar a dureza da água é em graus hidrométricos franceses (º HF).
Medição da Dureza da Água
A fórmula utilizada para calcular a dureza da água é baseada na concentração de íons cálcio (Ca) e magnésio (Mg) presentes na água e é expressa da seguinte forma:
Dureza (º HF) = (mg/l Ca x 2,5 + mg/l Mg x 4,2) / 10
Esta fórmula combina as concentrações de cálcio e magnésio, ponderando-as pelos seus respetivos fatores de conversão e, finalmente, dividindo-as por 10 para obter a dureza em graus hidrométricos franceses.
Origem da Dureza da Água
A dureza da água é um fenômeno natural que depende em grande parte das características geológicas da área de onde a água é extraída.
As formações geológicas subterrâneas pelas quais a água passa antes de ser coletada são fatores determinantes na concentração de sais de magnésio e cálcio presentes na água.
Águas Carbonatadas: quando as águas subterrâneas fluem através de aquíferos compostos principalmente por carbonatos de cálcio e magnésio, como o calcário, ocorre um aumento significativo na dureza da água. Essas águas tendem a ser classificadas como “águas duras” devido à sua alta concentração de íons cálcio e magnésio.
Águas Silicatadas: por outro lado, as águas subterrâneas provenientes de aquíferos compostos principalmente por silicatos, como o granito, geram “água mole”. Estas águas contêm quantidades mínimas de sais de cálcio e magnésio e, portanto, apresentam baixa dureza.
Tanto o cálcio quanto o magnésio são dois nutrientes essenciais para o desenvolvimento das plantas. Depois do nitrogênio, o fósforo e o potássio, conhecidos como macronutrientes primários, são os dois elementos que as plantas mais demandam.
Mas como temos visto algo tão variável dependendo da área, os fabricantes de fertilizantes não costumam incluí-los nas quantidades necessárias em suas formulações.
O motivo é muito simples. E isso nada mais é do que evitar o excesso desses dois nutrientes no caso da água dura.
Por outro lado, os cultivadores que utilizam água doce poderão verificar que a procura de Cálcio e Magnésio pode ser superior à oferta.
O que fazer se estiver cultivando com água mole
Este é o melhor cenário possível e o desejo de qualquer cultivador. Neste caso, a opção é utilizar um suplemento que inclua Cálcio e Magnésio.
Praticamente todos os fabricantes de fertilizantes possuem o que chamamos de CalMag.
Outra opção é utilizar mononutrientes, ou seja, fornecer Cálcio e Magnésio separadamente. Neste caso, o ideal seria adicionar três vezes mais cálcio que magnésio até atingir uma EC de 0,4 em cada irrigação.
Quando forem utilizados fertilizantes dissolvidos, da mesma forma, uma vez atingida uma EC de 0,4, adicionaremos as doses correspondentes de fertilizantes.
O que fazer se estiver cultivando com água dura
Esse tipo de água costuma causar dores de cabeça aos cultivadores. A tal ponto que o cultivo é inviável.
As quantidades de cálcio, principalmente, são muito elevadas e trazem principalmente bloqueios nas raízes devido ao acúmulo de sal.
A solução é reduzir esta dureza adicionando água mole à água dura. Qualquer osmose, água destilada ou fracamente mineralizada pode ser usada.
Da mesma forma, quando conseguirmos reduzir a sua dureza para uma EC de 0,4, teremos uma água perfeita para o cultivo.
Conclusão
Às vezes o cultivador subestima a importância da água de rega. E os problemas resultantes não demorarão a aparecer. Trabalhar com a dureza adequada da água permitirá que as plantas assimilem de forma otimizada os nutrientes disponíveis, melhorando o desenvolvimento e a produtividade.
Referência de texto: La Marihuana
por DaBoa Brasil | out 6, 2023 | Curiosidades, História, Turismo
A planta de maconha está no mundo há milhões de anos e na companhia dos humanos são milhares. Sua marca ao longo do tempo pode ser vista em uma ampla variedade de assuntos. A influência da planta no mundo é tão grande que inclusive alguns lugares receberam seus nomes por causa da erva. Conheça alguns deles:
Kanepi: é uma pequena cidade no condado de Põlva, no sudeste da Estônia, com pouco menos de 700 habitantes. Os primeiros registros que o mencionam são do ano de 1582, onde a área era um importante local de produção de cânhamo. Em março de 2018, o governo anunciou aos cidadãos que teriam que votar para ter uma nova bandeira e escudo. E como kanep em estoniano significa cannabis, a bandeira vencedora de todos aqueles que optaram por se tornar uma bandeira oficial, é claro, uma grande folha de cannabis centralizada nas cores branca e verde. Se você decidir visitar Kanepi, gostará de ver sua bandeira tremulando na prefeitura.
Canepina: é uma pequena comuna italiana a cerca de 60 quilômetros de Roma. Canapa em italiano é o mesmo que cânhamo. A Itália ficou atrás da Rússia, o maior produtor de cânhamo entre o final do século XIX e o início do século XX, até que os interesses dos EUA conseguiram tornar a maconha e o cânhamo proibidos em todo o mundo. E era um povo tão próximo do cânhamo que até o enxoval das noivas eram feitos com fios de suas fibras. Hoje o cultivo está voltando novamente para a Itália e, claro, para Canepina, onde também têm um restaurante com um cardápio à base de maconha, Agriristoro Il Calice e la Stella.
Kenderes: é uma pequena cidade na Hungria de pouco mais de 4.500 habitantes, pertencente ao distrito de Karcag no condado de Jász-Nagykun-Szolnok. Desenvolveu-se principalmente nos séculos XVI-XVII. Seu nome é herdado de kender, que significa cânhamo. A tradução de Kenderes poderia ser algo como “aquele que têm cânhamo”. O seu principal ponto turístico é o castelo de estilo barroco de Miklós Horthy (1868-1957), governante da Hungria durante 24 anos e natural desta cidade.
Hamppu: é uma pequena cidade da Finlândia. Hamppu nesta língua é como é chamada a cannabis. O cultivo de cânhamo na Finlândia é um dos mais antigos da Europa, vindo da China durante o início da Neolítica Idade da Pedra. O pólen de cânhamo encontrado no sedimento Huhdasjärvi de Kouvola foi datado de cerca de 4800 a.C. Sua popularidade aumentou durante a segunda onda da agricultura nos séculos 15 e 16 e atingiu seu pico nos séculos 18 e 19, quando era cultivada em quase todo o país.
Hempstead: é uma das três cidades do condado de Nassau, Nova York, e ocupa a parte sudoeste do condado, na metade oeste de Long Island. A cidade foi fundada por volta de 1644 após um tratado entre colonos ingleses e os índios Lenape. Seu nome é uma referência clara ao cultivo de cânhamo. Podemos encontrar muitas outras cidades com nomes que nos lembram que um dia o cânhamo foi um grande motor econômico, como Hempstead County no Arkansas, Hempstead no Texas, Hemphill na Carolina do Norte ou Hempfield na Pensilvânia, entre outros.
Chennevières-sur-Marne: é um município localizado a sudeste de Paris, onde foram encontrados assentamentos de tempos pré-históricos. É uma localidade montanhosa e ribeirinha, onde os gauleses construíram aldeias e começaram a plantar vinhas no século IV. O nome da cidade deriva de “Canaveria”. Significa cânhamo francês, em referência às grandes colheitas que lá foram feitas durante séculos. Também em seu brasão, uma planta de cannabis é orgulhosamente exposta.
Cañamares: é uma pequena cidade de Cuenca, Espanha, com apenas 467 habitantes. Situada em plena zona montanhosa, funciona como um limite natural entre a Alcarría e a Serranía de Cuenca. Foi fundada na Alta Idade Média, quando soldados de La Rioja se estabeleceram no Vale das Escabas. Tanto em seu escudo quanto em sua bandeira, uma marcante planta de cannabis domina a cena, uma referência ao seu passado, onde os cultivos de cânhamo eram muito comuns nesse país e tão importantes na guerra pelo domínio dos mares. As fibras da planta eram usadas na fabricação de cordas, velas, entre outras coisas.
Referência de texto: La Marihuana
por DaBoa Brasil | out 5, 2023 | Curiosidades, Meio Ambiente, Redução de Danos
A cannabis é uma excelente alternativa contra a poluição, tanto na limpeza de solos contaminados como da captura de CO2.
A maconha, planta com uma história rica e variada em diferentes culturas, surge como uma possível solução para combater a poluição ambiental. À medida que enfrentamos desafios crescentes relacionados com a poluição do solo e as alterações climáticas, é crucial explorar abordagens inovadoras e sustentáveis.
Neste contexto, a planta tem atraído a atenção devido à sua capacidade de remediar eficazmente solos contaminados (fitorremediação) e capturar dióxido de carbono (CO2). Neste post iremos discutir os benefícios da maconha na fitorremediação, o seu papel na captura de CO2 e os estudos científicos que apoiam a sua utilização.
Serão também abordadas as perspectivas, desafios e aplicações práticas da planta de maconha contra a poluição e as alterações climáticas.
Introdução: a cannabis contra a poluição e seu potencial para combatê-la
Nos últimos anos, a maconha ganhou popularidade em diversos campos, desde a medicina até a indústria têxtil. Mas o que você talvez não saiba é que essa planta versátil também tem potencial para ajudar a combater a poluição.
Sim, isso mesmo. A cannabis pode ser uma solução sustentável para ajudar a resolver os problemas ambientais mais urgentes.
A cannabis não é uma planta nova. Durante milhares de anos, tem sido cultivada e utilizada em diferentes culturas para diversos fins, desde o seu uso medicinal na China antiga até ao seu papel sagrado nas cerimónias indianas.
Ao longo da história, a maconha provou ser uma planta multifacetada que tem sido valorizada pelas suas propriedades únicas.
A poluição é um grave problema ambiental que afeta o nosso planeta em vários níveis. Da poluição atmosférica à poluição do solo e da água, os seus efeitos são prejudiciais para a saúde humana e a biodiversidade.
É evidente que precisamos de encontrar soluções sustentáveis para contrariar este impacto negativo. É aqui que entra a cannabis, oferecendo uma possível resposta aos nossos problemas ambientais.
Os benefícios da maconha na fitorremediação de solos
Quando se trata de solos contaminados, a cannabis pode ser uma ferramenta poderosa de remediação. A sua capacidade de absorver e desintoxicar contaminantes do solo torna-o um candidato ideal para restaurar terrenos danificados por atividades industriais ou agrícolas.
A cannabis tem a capacidade única de absorver metais pesados e outros contaminantes do solo através das suas raízes. Essa capacidade se deve ao seu sistema radicular fibroso e à capacidade de acumular compostos em seus tecidos.
Ao cultivar a planta em solo contaminado, uma variedade de substâncias nocivas pode ser extraída de forma eficiente, melhorando a qualidade do solo e reduzindo o impacto ambiental.
A eficácia da maconha na fitorremediação de solos tem sido apoiada por numerosos estudos e histórias de sucesso.
Por exemplo, na cidade de Chernobyl, onde ocorreu o desastre nuclear em 1986, a cannabis tem sido utilizada para ajudar a descontaminar a terra. Os resultados têm sido promissores, mostrando que esta planta tem potencial para transformar novamente terrenos arruinados em áreas férteis.
O papel da maconha na captura de CO2 e o seu impacto positivo nas alterações climáticas
Além da sua capacidade de remediar solos contaminados, a cannabis também pode desempenhar um papel importante no combate às alterações climáticas, ajudando a capturar dióxido de carbono (CO2) da atmosfera.
A maconha, tal como outras plantas, realiza o processo de fotossíntese, que envolve a absorção de CO2 e a libertação de oxigênio. Ao cultivar grandes quantidades de cannabis, podemos aumentar significativamente a captura de CO2, o que tem um impacto positivo na redução dos níveis deste gás com efeito de estufa na atmosfera.
Ao reduzir os níveis de CO2 na atmosfera, a maconha pode ajudar a mitigar os efeitos das alterações climáticas, diminuindo as emissões de gases com efeito de estufa. Além disso, o cultivo da planta pode ser uma alternativa mais sustentável a outras indústrias que geram elevadas emissões, como a agricultura intensiva ou a produção de combustíveis fósseis.
Estudos científicos que apoiam o uso da planta contra a poluição e na mitigação de CO2
O potencial da maconha para mitigar a poluição e o CO2 não é mera especulação. Numerosos estudos científicos apoiam estas afirmações e demonstram como a planta pode ser uma ferramenta valiosa na luta contra os problemas ambientais.
Investigações científicas demonstram a capacidade da planta em absorver e acumular metais pesados do solo, indicando o seu potencial na fitorremediação de solos. Estes estudos apoiam a ideia de que a cannabis pode ser uma solução eficaz e sustentável para a limpeza de terrenos danificados.
Além disso, estudos também mostraram como o cultivo de maconha pode reduzir os níveis atmosféricos de CO2, aumentando a captura deste gás durante o processo de fotossíntese. Esta evidência científica confirma o potencial da cannabis para contribuir para a luta contra as alterações climáticas e melhorar a nossa qualidade de vida.
Em suma, a cannabis não é apenas uma planta versátil com utilizações em diferentes campos, mas também pode ser uma solução sustentável para combater a poluição e as alterações climáticas. A sua capacidade de fitorremediar solos e capturar CO2 da atmosfera torna a planta um recurso valioso que merece a nossa atenção.
Ao aproveitar o potencial da cannabis, podemos dar passos importantes em direção a um futuro mais limpo e saudável.
Perspectivas e desafios para a implementação da maconha como solução ambiental
Quando se trata de implementar a cannabis como solução ambiental, vários fatores entram em jogo. Em primeiro lugar, há a questão econômica. Embora se reconheça que a cannabis tem potencial para ajudar a restaurar solos degradados e reduzir as emissões de CO2, é importante avaliar a sua viabilidade financeira.
Será rentável para os agricultores investirem em cultivos de maconha para fins ambientais? Existem incentivos econômicos suficientes para encorajar a adopção generalizada?
Além disso, a política também desempenha um papel importante na implementação da maconha como ferramenta de remediação. As leis e regulamentos existentes podem influenciar a disponibilidade e utilização da planta para fins ambientais.
Existem restrições legais que impeçam ou limitem o seu uso? Deverão ser estabelecidas políticas específicas para apoiar a sua adoção e promover o seu uso sustentável?
Para além dos fatores econômicos e políticos, existem desafios jurídicos e sociais que devem ser enfrentados para concretizar o potencial da maconha como solução ambiental. Do ponto de vista jurídico, é importante considerar os requisitos regulamentares e as preocupações relacionadas com o cultivo da planta.
Quais são os regulamentos atuais relativos ao cultivo e uso de maconha? Existem restrições específicas que possam dificultar a sua utilização para fins ambientais? Além disso, a percepção pública sobre a planta pode influenciar a sua aceitação e adoção? Como é percebido o uso de cannabis na sociedade? Existem estigmas associados que possam dificultar a sua implementação?
Aplicações práticas da maconha na restauração do solo e na redução das emissões de CO2
Uma das aplicações mais promissoras da maconha é a sua capacidade de auxiliar na restauração de solos degradados. Devido ao seu sistema radicular profundo e à capacidade de acumular nutrientes, a cannabis pode ajudar a melhorar a estrutura e a fertilidade do solo.
Além disso, suas propriedades de biorremediação podem auxiliar na decomposição e eliminação de contaminantes presentes no solo, resultando na recuperação mais rápida e saudável de áreas degradadas.
Outra forma pela qual a cannabis pode contribuir para o combate à poluição é através da captura de CO2. À medida que aumentam as preocupações com as alterações climáticas, estão a ser desenvolvidas tecnologias para capturar e armazenar o CO2 emitido pelas indústrias.
A maconha, com a sua rápida taxa de crescimento e capacidade de absorver grandes quantidades de CO2, emergiu como uma candidata promissora nesta área. Através da fotossíntese, a planta pode capturar dióxido de carbono e convertê-lo em matéria orgânica, ajudando a reduzir as emissões e a mitigar o impacto das alterações climáticas.
Em resumo, embora existam desafios e considerações logísticas que devem ser abordadas, a cannabis apresenta um grande potencial como solução ambiental. Tanto na recuperação de solos degradados como na redução das emissões de CO2, a maconha pode desempenhar um papel importante na nossa luta contra a poluição.
À medida que as tecnologias são desenvolvidas e os obstáculos legais e sociais são superados, esperamos ver uma maior utilização desta planta versátil e promissora para o benefício do nosso planeta.
Em conclusão, a maconha apresenta um potencial promissor na luta contra a poluição e as alterações climáticas. A sua capacidade de remediar solos contaminados e capturar CO2 oferece uma alternativa sustentável e natural para enfrentar os atuais desafios ambientais.
No entanto, é importante ter em conta os aspectos legais e regulamentares que envolvem o uso de maconha para este fim. À medida que continuamos a investigar e explorar as aplicações da planta na restauração ambiental, é essencial unir forças entre a comunidade científica, os legisladores políticos e a sociedade em geral para concretizar plenamente o potencial desta planta na construção de um futuro mais limpo e sustentável.
Perguntas frequentes sobre a planta de cannabis contra a poluição
Como a maconha pode remediar solos contaminados?
A cannabis tem a capacidade única de absorver e desintoxicar os contaminantes do solo através de um processo chamado fitoextração (fitorremediação). Suas raízes podem acumular metais pesados e outros contaminantes, ajudando a limpar e remediar solos contaminados.
Como a maconha pode capturar dióxido de carbono (CO2)?
A cannabis, como outras plantas, realiza fotossíntese, processo pelo qual absorve dióxido de carbono da atmosfera e o converte em oxigênio durante seu crescimento. Esta capacidade da planta de capturar CO2 torna-a um recurso valioso para a redução dos gases com efeito de estufa e a mitigação das alterações climáticas.
Existe investigação científica que apoie o uso de maconha para fins ambientais?
Sim, vários estudos científicos apoiam o uso da cannabis na remediação de solos contaminados e na captura de CO2. Estas investigações demonstraram a eficácia da planta na absorção de metais pesados e na melhoria da qualidade do solo, bem como a sua contribuição para a redução das emissões de gases com efeito de estufa.
Quais são os desafios associados ao uso de cannabis para fins ambientais?
Entre os desafios associados ao uso de cannabis para fins ambientais estão as regulamentações legais em diferentes países, uma vez que a planta é frequentemente associada ao uso adulto ou medicinal.
Além disso, é importante garantir práticas agrícolas sustentáveis e gerir adequadamente a eliminação das plantas de cannabis, uma vez que estas tenham cumprido a sua função de remediação ou captura de CO2.
A planta de cannabis no combate à poluição deve estar na agenda dos governos, promover o seu cultivo no meio rural deve ser uma prioridade.
Referência de texto: La Marihuana
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