por DaBoa Brasil | maio 3, 2017 | Curiosidades, Saúde
Deixamos este maravilhoso vídeo feito pela fundação CANNA, onde explica muito graficamente o sistema endocanabinóide, e como os canabinóides da maconha se encaixam neste sistema para que o nosso corpo funcione perfeitamente e esteja protegido.
Se você já ouviu muitas vezes falar sobre o sistema endocanabinóide, mas não tem noção muito clara de como ele funciona, nós encorajamos você a ver este vídeo ilustrativo. Está originalmente em espanhol, mas é de fácil compreensão!
Para assistir ao vídeo clique aqui.
por DaBoa Brasil | maio 2, 2017 | Ativismo, Eventos
Curitiba não tem praia, mas a maresia vai tomar conta da capital paranaense neste sábado (6) com a 11ª edição da Marcha da Maconha. O evento, que tem sua concentração marcada para às 15h na boca maldita, e que acontece também em outras cidades do Brasil e do mundo, tem como objetivo pressionar o governo para que haja uma mudança na legislação brasileira de drogas.
É preciso chapar a sociedade com a fumaça da razão para livrá-la das garras da ignorância e do preconceito. Maconheiro quer fumar camarão verde, tirado do ventre da natureza e sem adulteração em sua composição. Mas na terra tupiniquim, comprar maconha prensada com barata é mais fácil do que comprar um hot dog com batata palha prensado na chapa. A vergonha de se consumir uma erva de péssima qualidade se mistura com a tristeza de ser refém do tráfico.
“Doutor, a maconha não faz mal!” Se diz ao médico que duvida dos benefícios da erva. “Quem mata é o tráfico, doutor. Confesso que a garganta sofre com o prensado diário, mas essa é infelizmente a maconha nossa de cada dia”. Na rua, o guarda te aborda e fala “ei cabeludo, que cheiro é esse? Encosta na parede e cala a boca”. No turbilhão de pensamentos, a mente quer dizer “seu policial, no meu beck, nem sei quanto tem de maconha. A parada é 3 pá 1, mas não sei o que tem nele”. O policial solta o maconheiro, prender garoto branco é perder tempo.
Mas aí, no 3 pá 1, aparece uma semente como um presente divino. Vai pro Distrito 420 e começa a ler sobre como cultivar a própria ganja. É acomodar a semente no papel toalha úmido e só esperar a mamãe natureza agir sobre ela. Em alguns dias, já dá pra ver saindo da casca aquilo que futuramente se tornará a sedutora Maria Joana. Paciência, e cuidado, contando no calendário os dias do período vegetativo e do período de floração. A planta vai crescendo, ficando bonita, e com início de buds.
“Briiiiii” é som da campainha. Ao abrir a porta, o policial logo vai gritando “pro chão maconheiro filho da puta”. Fodeu geral, e não tem pra onde correr. “A vizinha falou que tem vinil do Peter Tosh girando e planta proibida crescendo. Vai pra delega, e a planta vai junto”. Tratamento de bandido para quem só queria ficar chapado sem prejudicar ninguém, ser brasileiro é bacana contanto que siga as regras da caretice social.
Chegando na delegacia, um moleque de bermuda suja e havaiana nos pés está sentado esperando para ser escoltado para a cela. Foi detido como trafica por uma ponta de uma baseado ruim. “Cê levou sorte garoto, vai ser enquadrado como usuário mesmo. A planta foi achada ao lado de um pacote de seda e um dichavador. Mas vai ficar fichado aqui”. Cor da pele e endereço residencial vale mais que R.G.
Perdeu a planta, e perdeu a pira. Vai ter que voltar a comprar prensado do tráfico. O 3 pá 1 não vai sair da rua enquanto maconheiro não pedir por mudanças na lei. Melhor do que fumar um beck sozinho, é fumar um baseado king size ao lado de maconheiros que tem o mesmo objetivo que você: o fim do preconceito, o fim da guerra, e uma maconha boa pra queimar.
Por Francisco Mateus
por DaBoa Brasil | maio 1, 2017 | Cultivo
Por muitas razões plantas autoflorescentes (ou automáticas) ganharam muitos fãs nos últimos anos. As autoflorescentes são fáceis de cultivar, rápidas e são excelente para cultivadores inexperientes. Por outro lado, requerem algumas condições e cuidados diferentes das não autoflorescentes (ou fotodependentes).
A germinação de autoflorescentes é semelhante a qualquer outra variedade. Toda a vida de plantas autoflorescentes esta entre 75 e 110 dias dependendo da variedade e condições de crescimento escolhidas. Para colhê-las segue o padrão habitual. O fim do pré-florescimento (quando começam aparecer as primeiras flores) demora cerca de 15 a 18 dias e daí levará cerca de dois meses até que estejam em sua maturação ideal. É melhor verificar os tricomas para definir o melhor momento da colheita. A sua altura pode variar de entre 45 a 120 centímetros, no caso de variedades mais altas.
O fotoperíodo de 20/04 é muito importante. Para o bom resultado a planta deve receber (20h luz X 4 horas de escuridão por dia) durante todo ciclo de vida. Isso não quer dizer que 18h de luz por dia não vai bem, mas 20h de luz por dia acelera o metabolismo de maturação e leva ao mesmo tempo a uma maior produção. O que não é adequado é utilizar abaixo de 12 horas de luz/dia no florescimento, pois seu metabolismo desacelera e diminui o ritmo da produção. Você pode usar o substrato habitual. Quanto melhor for o solo, melhor para a planta. A partir de seis litros de solo, as plantas terão o suficiente espaço para se desenvolver.
1- Não se deve realizar transplantes. O ciclo de crescimento das autoflorescentes é extremamente curto e um transplante só servirá para causar um atraso substancial, causando uma produção insuficiente de flores.
2- As autoflorescentes não devem sofrer podas pois não terão tempo para se recuperar, diminuindo assim a produção. Com um período vegetativo tão curto elas não têm tempo para recuperar os ramos perdidos na poda.
3- Além disso, autoflorescentes não podem ser clonadas!
Por suas características especiais essas plantas necessitam de cuidados diferentes das outras variedades. Para explorar melhor as qualidades de plantas autoflorescentes é recomendável cultivá-las dentro de casa (indoor) com luz artificial. No seu interior, com o uso de 20 horas de luz/dia, o metabolismo de uma planta recebe o dobro da potência. Ao ar livre, com fotoperíodo alto funciona bem e, se for possível complementar o tempo de iluminação será melhor, pois o ciclo de vida destas plantas é sempre o mesmo (com ligeiras variações de uma cultura para outra, ou em diferentes condições, é claro). Se plantada muito cedo ou até mesmo em um tempo frio, a planta cresce menos, pois se desenvolve apenas durante o período de vegetativo, que dura entre 15 e 18 dias. Portanto com um clima bom temos mudas de um tamanho mais adequado a uma produção maior. Posteriormente vem o pré-florescimento, período em que a planta estica (estiola) para gerar ramos para abrigar seus botões (camarões ou buds).
Com alguns exemplares de automáticas ocorre também o pré-florescimento com o frio e as mudas resultantes serão muito pequenas com apenas 20 centímetros.
Na realidade, existem algumas diferenças específicas entre as “autos” e “não autos”. Que florescem com a diminuição do fotoperíodo, e as automáticas não, florescem por idade biológica, podendo algumas florir por condições ambientais. De resto, as características, que não têm nada a ver com o ciclo, são as mesmas que outras plantas de cannabis. Tal como acontece com outras variantes, as autoflorescentes, tendo os cuidados e o carinho, responderão muito bem.
OBS: Automáticas de quinta geração em diante fazendo poda fim e main lining aumenta a produção até mais que as técnicas de LST.
Texto publicado na 7ª Edição da Revista Maconha Brasil. Para assinar a #RMB e ter acesso a muitas outras dicas entre em contato pelo e-mail assinatura@revistamaconhabrasil.com.br.
Por Kiu Tiano
por DaBoa Brasil | abr 29, 2017 | Saúde
Pesquisadores da Universidade Hebraica de Jerusalém descobriram que o consumo regular de canabidiol (CBD) encontrado na maconha ajuda na cicatrização de fraturas nos ossos.
Assim como para melhorar a qualidade de vida das pessoas que sofrem de uma variedade de enfermidades como o mal de Parkinson ou a epilepsia, um novo estudo israelense sugere que o CBD também pode beneficiar a fusão óssea craniana, novos resultados foram publicados na revista médica norte-americana que lida com o estudo dos ossos (Journal of Bone e Mineral Research).
O estudo, que foi realizado como indicado nos laboratórios da Universidade Hebraica examinou o impacto do CBD em ratos com fraturas da anca, e os estudos relataram um grande sucesso: “O CDB tinha melhorado significativamente a biomecânica de sua cura após um período de aproximadamente 8 semanas”.
Além disso, o objetivo do estudo foi examinar o efeito de utilizar o canabinóide THC combinado com o CBD – mas os resultados da experiência não mostraram nenhuma vantagem particular com a composição combinada, e podendo indicar que as principais propriedades da fusão óssea são atribuídas em grande parte somente ao CBD.
Resumindo a pesquisa, dizia: “O CDB por si só tem provado ser eficaz na cura dos fragmentos ósseos… uma série de estudos e ensaios clínicos tem demonstrado que o CBD é seguro para uso nesta cura, que é recomendado continuar fazendo estudos em humanos com o objetivo de entender completamente a utilidade dos canabinoides na cicatrização dos ossos do corpo”.
Os investigadores no passado já haviam reconhecido suficientemente que o sistema endocanabinoide desempenha um papel importante na formação óssea, além do impacto positivo dos casos atrasados e na diminuição dos ossos, o que poderia abrir o caminho para o futuro uso de vários canabinoides para o tratamento de enfermidades relacionadas com os ossos, tais como a osteoporose.
Fonte: Cannabis Israel
por DaBoa Brasil | abr 29, 2017 | Saúde
Durante anos, a maconha medicinal tem sido usada para ajudar a tratar algumas doenças que podem causar cegueira. O exemplo mais conhecido é o tratamento do glaucoma utilizando maconha medicinal, embora esta não seja a única utilidade da cannabis.
Um grupo de cientistas da Universidade de Alicante, na Espanha, publicou o estudo que apoia esta afirmação na revista Experimental Eye Research. Eles sugerem que os canabinóides podem ajudar a retardar a perda de visão no caso de retinite pigmentosa.
A retinite pigmentosa é uma doença hereditária e que sofrem dezenas de milhares de pessoas. Ela é causada pela perda de fotorreceptores na retina, como resultado, leva à cegueira se não tratada. Não há cura para esta doença, porém foi mostrado que a vitamina A é benéfica e permite “adiar” a cegueira por 10 anos em alguns pacientes.
“Os ratos que receberam THC e tinham apenas 40% dos fotorreceptores, desempenharam um papel importante na comunicação das informações ao cérebro sobre estímulos visuais.”
A equipe de investigação da Universidade de Alicante examinou o impacto que a terapia de canabinóides teve sobre o tratamento da retinite pigmentosa. Usando modelos de ratos, que foram capazes de deter a perda de visão usando uma forma sintética do tetrahidrocanabinol (THC).
O grupo que recebeu 100 mg de canabinóides sintéticos por quilograma de peso corporal, obtiveram melhores resultados em testes visuais, em comparação com o grupo que não recebeu a droga.
Isso faz sentido, especialmente considerando que ratos que receberam THC também tiveram apenas 40% dos fotorreceptores, que desempenham um papel importante na comunicação de informações aos estímulos visuais do cérebro.
Mais estudos serão necessários para determinar os mecanismos de ação do THC para o tratamento de retinite pigmentosa, mas o Dr. Nicolás Cuenca (autor principal), está otimista. “Estes dados sugerem que o canabinóide é potencialmente útil no atraso da degradação da retinite pigmentosa da retina”, explicou.
Fonte: Medyczna Marihuana
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