por DaBoa Brasil | abr 7, 2017 | Curiosidades, Saúde
A famosa atriz Whoopi Goldberg se destaca como uma influência icônica por muitas razões. Nomeada a 13 Emmys continua trabalhando no mundo da televisão e do cinema, muitos ainda tomam sua palavra como sagrada.
Uma aberta defensora dos benefícios da maconha, Goldberg acaba de anunciar seu mais recente empreendimento – uma gama de produtos medicinais a base de maconha para ajudar com as dores menstruais das mulheres.
Goldberg se une as celebridades que compartilham suas experiências positivas com a maconha medicinal, depois que Sir Patrick Stewart revelou os benefícios experimentados.
“Quero ir bem e devagar com isso”, disse Goldberg ao USA Today, “Não quero que isso seja uma piada para as pessoas. Não é uma piada para as mulheres”.
A marca de produtos chamada Whoopi e Maya está honrando Goldberg e sua sócia cofundadora Maya Elisabeth. A empresa está preparada para oferecer quatro produtos: uma pomada, uma tintura, chocolate para beber e um produto para o banho.
Infelizmente, os produtos Whoopi e Maya são disponíveis apenas na Califórnia, e apenas para aqueles que têm um cartão de maconha medicinal.
Whoopi e Maya tem o objetivo de “romper o telhado de erva”, e querem deixar a sua marca em uma crescente indústria. Goldberg acredita firmemente na missão da empresa e não está interessada em apenas vender drogas recreativas.
Ela está bebendo infusões de chá e fumando maconha para ajudar com suas próprias dores e cãibras e acredita fortemente no nicho de mercado da Whoopi e Maya para ajudar as mulheres em toda parte.
Fonte: Konbini
por DaBoa Brasil | abr 7, 2017 | Ativismo
Foi durante o movimento de contracultura dos anos 60 que o ativismo pela legalização da maconha começou a tomar força. Sob influência de músicos e escritores, a maconha passa para o status de mainstream entre os jovens. Mas uma nuvem cinza paira sobre o ano de 1969, a política de repressão às drogas começa a se espalhar pelo mundo durante o mandato do presidente Richard Nixon. Em meio à esse cenário, o então jornalista e empresário do MC5, John Sinclair, se tornou um símbolo da luta pela maconha legal após ser preso por dar dois baseados à um policial disfarçado.
Sinclair começa sua carreira no jornalismo, escrevendo para o jornal alternativo ‘Fifth Estate’ de Detroit, e também como crítico de jazz na revista ‘Down Beat’. Além de poeta, estava ligado aos movimentos sociais, sendo o criador do ‘White Panther Party’, grupo de americanos brancos de extrema esquerda que tinha como objetivo fortalecer ideias do Partido dos Panteras Negras.
Em 1965, Sinclair entra no ativismo pela maconha ao fundar a organização ‘Detroit LEMAR’. Com a pauta de defesa pela legalização da maconha no estado de Michigan, o grupo era responsável por realizar bate-papos e distribuir materiais informativos sobre a erva.
No ano de 1966, uma nova banda começa a chamar a atenção em Detroit. Com um som pesado, o MC5 logo conquista ouvidos de Sinclair, que em pouco tempo se torna amigo dos integrantes, e em seguida empresário do grupo.
No dia 24 de janeiro de 1967, Sinclair é preso pela Polícia de Narcóticos após dar dois baseados a um policial disfarçado. Considerado culpado, a justiça determina que Sinclair passe seis meses preso e dois anos em liberdade condicional.
A história começa a tomar outra proporção em 1969, quando enfim acontece o julgamento de Sinclair, que é sentenciado a 10 anos de prisão. Imediatamente, o caso começa a tomar grande repercussão dentro do movimento pró-legalização e do círculo artístico. Durante a apresentação do The Who no festival de Woodstock, o ativista político Abbie Hoffman interrompeu a apresentação do grupo inglês para pular do palco para protestar pela prisão de Sinclair.
A expressão ‘Ten for Two’ (dez anos por dois baseados) caí na boca dos ativistas. Sinclair vira símbolo de resistência pela legalização da maconha. Em dezembro de 1971, é realizado o ‘Free John Now Rally’, uma espécie de festival que reuniu músicos, como John Lennon (que compôs a música ‘John Sinclair’ em homenagem ao ativista’) e David Peel, além do poeta Allen Ginsberg e o ativista Bobby Seale. Três dias após os shows, Sinclair é solto da prisão após o Supremo Tribunal de Michigan considerar as leis do estado sobre maconha inconstitucionais.
Por conta do festival, foi criado a ‘Ann Arbor Hash Bash’, uma reunião anual que acontece todo ano em Michigan pela legalização da maconha.
Atualmente, John Sinclair continua exercendo seu ativismo pela legalização da maconha, e além de ser um símbolo do movimento, o jornalista é marca de uma linha de sementes de maconha, a ‘John Sinclair Seeds’, que pode ser encontrada no site https://www.johnsinclairseeds.com/.
Por Francisco Mateus
por DaBoa Brasil | abr 6, 2017 | Culinária, Curiosidades, Saúde
Quando estamos passando espaços de tempo emocionalmente difíceis, como em situações de tristeza ou de ansiedade severa, algumas pessoas precisam comer chocolate. Depois de comer certa quantidade significativa, há uma sensação de prazer, relaxamento e diminuição dos sentimentos negativos em ordem emocional, uma observação particular, já que tem um efeito parecido ao da droga mais utilizada no mundo: a maconha. Existe alguma explicação para este efeito no nosso cérebro? Sim, e é muito interessante.
Este efeito tem a ver com que o chocolate também possui certas substâncias que trabalham no sistema endocanabinóide do nosso cérebro; a mais famosa é a anandamida. O sistema endocanabinóide tem a ver com regulação da quantidade de alimento que comemos, na energia do nosso corpo, no apetite e em sinais que são gerados quando você quer comer, além de outras partes do cérebro como a dor, a memória e o estado de nosso ânimo.
Os receptores que formam parte deste sistema são o CNR1 e CNR2, eles têm a informação que sintetizam os receptores em que atuam a substância anandamida e o tetrahidrocanabinol (THC), substância psicoativa na maconha. A anandamida é encontrada no chocolate, mas também ocorre naturalmente em nossos cérebros. Além de participar da regulação do comportamento de alimentação, do mecanismo de saciedade-apetite, e também na motivação, no prazer, no mecanismo de sono e no alívio da dor.
A anandamida liga-se aos mesmos receptores que o THC, embora o chocolate não contenha THC e por essa razão não é proibido. O que faz o chocolate é subir os níveis de anandamida já presentes em nosso cérebro e nos estimula a sensação de bem estar, além de relaxamento. O chocolate preto (amargo) tem maior quantidade desta substância e, portanto, produz um efeito maior.
Os efeitos, em algumas pessoas, do uso excessivo da maconha podem incluir um aumento na visão, audição, paladar, memória fraca, aumento da pressão arterial e frequência cardíaca, vermelhidão nos olhos, diminuir a coordenação, dificuldade de concentração, aumento do apetite, pensamentos paranóicos e a reação mais lenta.
É evidente que esses sintomas não aparecem ao comer chocolate, mesmo em quantidade.
Na verdade, os efeitos produzidos pelo chocolate são semelhantes aos da maconha, mas realmente mínimos.
Se quisermos “ficar chapado” com chocolate e alcançar sensações semelhantes a que teríamos com um baseado de maconha, devemos comer mais de onze 11 quilos de uma só vez. Uma quantidade praticamente impossível.
Fonte: HRN
por DaBoa Brasil | abr 6, 2017 | Saúde
A principal causa de morte devido à epilepsia acredita-se ser a morte súbita inesperada (chamada morte súbita inesperada em epilepsia – SUDEP). O ataque pode inclusive ser ativado devido aos produtos farmacêuticos.
A empresa Cannatol Rx desenvolveu um produto com base na maconha medicinal que pode parar rapidamente um ataque de epilepsia e sem efeitos colaterais. Nestes casos, o tempo é essencial, e a entrega de canabinóides através do nariz com um spray é um processo mais rápido do que os medicamentos utilizados convencionalmente.
Cannatol Rx criou um produto com a relação específica de canabinóide específico com base em uma extensa pesquisa e nas opiniões dos pacientes. Cada aplicação fornece 5 mg do canabinóide THC. Nos países que não permitem o uso de maconha medicinal seu uso é ilegal.
Assista o vídeo do spray fazendo efeito em apenas 10 segundos clicando aqui e aqui.
Fonte: Kakty Konopne
por DaBoa Brasil | abr 4, 2017 | Esporte
O proprietário da equipe Dallas Cowboys, Jerry Jones, é a favor de uma mudança na proibição do uso de maconha na NFL (Liga Nacional de Futebol Americano).
O dono do “America’s Team” falou em favor de uma mudança nas políticas de maconha pela NFL.
De acordo com a Pro Football Talk, Jerry Jones teve uma reunião privada com 31 outros proprietários da NFL, e teve lugar na “Annual League Meeting” na semana passada em Phoenix. Durante a reunião Jones disse aos proprietários dos outros times da NFL que querem que a liga “abandone a proibição de uso de maconha.”
A declaração de Jones vem cerca de dois meses após DeMaurice Smith, diretor da Associação de Jogadores da NFL, dizer que a associação profissional irá em breve propor uma modificação das regras da liga para uma postura menos punitiva e de abordagem a pessoas pegas usando maconha ou por sua posse.
Apesar de que uma possível mudança nas políticas de maconha da liga provavelmente não acontecerá até que se estabeleça o próximo acordo coletivo uma vez que o atual expira em 2020, é muito bom começar com alguns debates reais sobre o assunto.
Fonte: The Joint Blog
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