por DaBoa Brasil | ago 12, 2016 | Saúde
A administração de quantidades extremamente pequenas de THC (tetrahidrocanabinol) e CBDA (canabidiol ácido) – ambos os componentes da maconha – é eficaz no tratamento e prevenção de náuseas e estimula o apetite em pessoas que se submetem a quimioterapia, é o que diz um novo estudo. O estudo foi publicado na revista Psychopharmacology, e publicado online pelo Instituto Nacional de Saúde dos EUA.
“O objetivo deste estudo foi de determinar o efeito da combinação de doses orais subliminares de Δ 9 – tetrahidrocannabinol (THC) e ácido canabidiólico (CBDA) sobre as náuseas agudas e antecipatórias em modelos de rato de condicional”, diz o resumo estudo.
No estudo, os investigadores descobriram que; “No caso de náusea aguda, a administração IG de doses subliminar de THC (0,5 e 1 mg / kg) ou CBDA (0,5 e 1 mg / kg) suprimiu significativamente as náuseas aguda induzidas boca, enquanto que doses individuais mais altas tanto THC e CBDA foram maximamente eficaz.”
Eles continuaram; “A administração combinada de doses mais elevadas de THC e CBDA (2,5 mg / kg de THC-2,5 g / kg CBDA; 10 mg / kg de THC-10 mg / kg CBDA; 20 mg / kg-20 mg de THC / kg CBDA) também melhorou reações hedônicas positivas para a solução de sacarina durante o condicionamento”.
O estudo conclui, “A administração oral de doses subliminares de THC e CBDA pode ser um tratamento eficaz para as náuseas agudas e náuseas antecipatórias melhorarando o apetite em pacientes de quimioterapia.”
Fonte: lamarijuana
por DaBoa Brasil | ago 10, 2016 | Esporte
Já se passaram 18 anos desde o famoso caso do atleta de snowboard Ross Rebagliati, vencedor da primeira medalha de ouro olímpica do esporte nos Jogos de Inverno no Japão, que quase perdeu sua medalha ao ser flagrado pelo uso de maconha no antidoping.
Apesar de ter tido sua medalha confiscada, o COI foi obrigado a devolvê-la, já que a maconha ainda não constava na lista de substâncias proibidas. Apenas um ano depois, a Agência Mundial Antidoping (AMA), tratou de incluí-la na lista rapidinho.
E quem não se lembra do “escândalo” protagonizado pelo nadador Michael Phelps em 2009, ao reconhecer como verídica a foto que viralizou pelo mundo todo, onde o atleta utilizava um bong para fumar maconha em uma festa. Como punição, ficou suspenso por três meses, além de perder um lucrativo contrato de patrocínio com a marca Kellogg’s.
No Brasil, o caso mais famoso foi com o jogador de vôlei Giba, também pego no antidoping. Suspenso por nove jogos, o atleta ficou 4 meses afastado das quadras. Dois anos depois ganhou ouro nos Jogos de Atenas.
Apesar de tantas polêmicas, a cena olímpica vem progredindo em relação ao uso da maconha para fins recreativos. Em alguns esportes, como surf e skate que, inclusive, farão parte dos próximos Jogos, a utilização da maconha e até mesmo de outras drogas já é tolerada.
Uma das importantes mudanças feitas pela AMA recentemente, foi a elevação do limite autorizado da maconha para 150 nanogramas de THC por ml de urina. Dessa maneira, o consumo recreativo não irá mais causar falso-positivos, já que o THC pode permanecer na urina por semanas após o uso da erva.
“Muitos casos não envolviam consumo durante os jogos. Os novos limites são uma tentativa de garantir que o uso de maconha seja detectado durante as competições e não dias ou semanas antes delas.”, disse a agência em comunicado oficial.
Ainda temos muito que avançar, mas com certeza esse já é um começo!
Fonte: Olhar Direto
por DaBoa Brasil | ago 8, 2016 | Entretenimento
O astro da franquia Transformers, Josh Duhamel, interpreta um ex-jogador de beisebol e maconheiro de plantão em Spaceman, novo drama biográfico que lança ainda esse ano. No primeiro dia de filmagens, no entanto, o ator acabou “sofrendo um acidente”.
Em entrevista ao E! News, o ator contou o engraçado caso. “A verdade é que, no primeiro dia, na verdade na primeira cena que filmamos, eu estou enrolando um baseado. E as pessoas geralmente colocam maconha falsa nos sets de filmagens para cenas assim, e ninguém me disse que dessa vez era de verdade!”, riu o ator.
“Eu fumei em cena e fiquei chapado por horas a seguir, enquanto trabalhava!”, comentou.
Fonte: observatoriodocinema
por DaBoa Brasil | ago 8, 2016 | Política, Saúde
Muito tem se falado sobre o uso medicinal da maconha, mas ainda é preciso esclarecer algumas questões que dificultam a adesão da sociedade, médicos e governo a tratamentos cientificamente comprovados. A primeira confusão está justamente em falar sobre os benefícios da maconha para a saúde, pois a medicina e a ciência têm feito valer das propriedades do cânhamo.
Embora a maconha e o cânhamo sejam da família da cannabis, é importante destacar que se tratam de plantas diferentes. Enquanto a maconha é baixa e espessa, o cânhamo é alto e longo. Além das diferenças físicas, a maconha contém grandes quantidades do canabinóide psicoativo THC (tetrahidrocanabinol) e o cânhamo pode conter quantidades relativamente grandes do canabinóide não psicoativo CBD (canabidiol).
Dentro do contexto científico, é o canabidiol que nos interessa. Este ativo tem efeito significativo para condições neurológicas em que os medicamentos farmacêuticos tradicionais não atuam como o esperado. Isto ocorre, em grande parte, porque os medicamentos farmacêuticos visam a sinapse, onde somente 2% de toda a comunicação neurológica ocorre. Já os canabinóides visam um espectro muito mais amplo de atividade neurológica, capazes de criar intervenções de terapia potencialmente inovadoras em termos de medicina neurológica.
Por isso, o canabidiol tem sido utilizado para o tratamento de doenças neurológicas graves em vários países, entre eles, o Brasil. Em abril de 2014, a importação da substância foi autorizada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), após a solicitação de Katiele Fischer, mãe de uma menina de cinco anos, com CDKL5, síndrome que, entre outras manifestações, ocasionava mais de 80 convulsões por dia na criança. O pedido de Katiele foi embasado no caso de Penny Harper, uma americana, também mãe de uma menina com a síndrome, que iniciou o tratamento com o canabidiol e conseguiu reduzir a incidência de convulsões da filha de 40 por dia para zero em um período de pouco mais de 60 dias, o que permitiu a criança voltar a se desenvolver fisicamente e restabelecer a relação com a família.
Os benefícios do uso do canabidiol em pacientes com doenças neurológicas graves são comprovados. Tanto que, atualmente, o governo federal brasileiro subsidia o tratamento para portadores de diversas síndromes. Essa iniciativa é de suma importância para o adequado tratamento de pessoas com determinadas doenças neurológicas. Sem o suporte do governo, muitas famílias recorriam a métodos ilegais de importação, cultivo e produção do medicamento para alívio dos sintomas dos pacientes. Esses atos de amor e desespero, embora legítimos, poderiam trazer problemas legais aos familiares e metabólicos para os pacientes. Isso porque a produção caseira pode não ter a quantidade adequada de canabidiol e conter alto índice de THC, substância com propriedade psicoativa. O canabidiol industrial é preparado por uma empresa especializada, que realizou diversos estudos científicos e continua monitorando o desenvolvimento dos pacientes que iniciaram o tratamento com a substância.
A primeira batalha que tinha como objetivo a liberação da importação do canabidiol para tratamento médico no Brasil foi vencida, mas a guerra ainda não acabou. Embora os resultados sejam comprovados, o tema ainda é polêmico e pouco discutido no país. Por isso, é importante disseminar as informações. A esperança de muitos familiares, pacientes e minha, como médico, é que os benefícios do tratamento se sobressaiam perante a sociedade para que o tema seja desestigmatizado. Afinal, o que todos querem, é apenas viver da melhor maneira possível. (*Por Stuart W Titus, médico e CEO da Medical Marijuana Inc)
Fonte: Bonde
por DaBoa Brasil | ago 5, 2016 | Entretenimento, Música
Snoop Dogg fica atrás do volante da nova comédia da MTV. E se conhecemos um pouco que seja sobre e rapper e ator ocasional, podemos ter noção sobre o tema central desta série.
Responsável por “Gin & Juice” e “Drop It Like It Hot”, ele escreve e leva a produção de “Mary + Jane”, uma comédia centrada nas desventuras de duas mulheres na frente de um serviço de venda de maconha em Los Angeles, composto exclusivamente por mulheres.
Scout Durwood e Jessica Rothe serão responsáveis por dar vida a personagens titulares, enquanto Snoop Dogg, além de escrever e produzir, também tem um personagem recorrente. Não fará papel de si mesmo, apesar de que possa parecer, sendo “uma pessoa muito, muito especial”, disseram os produtores executivos Deborah Kaplan e Harry Elfont.
“Mary + Jane” estreia no domingo 05 de setembro na MTV dos EUA.
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