Tony Greenhand, um dos melhores “boladores” do mundo

Tony Greenhand, um dos melhores “boladores” do mundo

O norte americano de 26 anos, gosta de dizer que é um dos melhores apertadores de maconha do mundo. E a atividade tem sido o sustento dele.

Tony produz verdadeiras esculturas. Recebe pedidos de várias partes. A que rendeu mais dinheiro foi inusitada: um cliente queria uma escultura de uma AK-47 e foi atendido. Pela escultura/baseado, o americano recebeu o equivalente a R$ 22,5 mil.

“Eu basicamente me levanto da cama e começo a enrolar maconha”, disse Tony em entrevista ao site “Vocativ”.

O ele ainda está pensando em fazer uma peça representando Mike Tyson comendo um abacate.

“Fume maconha com seus filhos” disse Richard Branson para empresários em Chicago

“Fume maconha com seus filhos” disse Richard Branson para empresários em Chicago

Essa foi a mensagem inesperada para milhares de jovens empresários que pagaram para ir ao McCormick Place em Chicago na semana passada, na esperança de ouvir dicas de negócios de bilionário britânico Richard Branson.

O fundador do grupo Virgin de 66 anos de idade, falou sobre sua vida empresarial e de negócios, dando algumas dicas sobre como se relaciona com seus filhos.

“Se eles vão fazer um baseado, faça-o com eles,” o pai e empresário bem sucedido disse do palco.  “Não os deixe escapar e que fumem por conta própria”.

Após uma risada da platéia, Branson se sentiu obrigado a acrescentar que “estou na comissão global contra as drogas”. Branson tem trabalhado arduamente para reforçar a ideia de que as drogas são “um problema de saúde e não um problema criminal”, uma mensagem que recebeu uma resposta mais quente do seu público.

Embora pareça que muitos dos que participaram da audiência não sabiam, Branson nunca fez segredo de seu uso ocasional de maconha e tem sido um forte defensor da descriminalização da planta.

O comentário do bilionário britânico veio quando o CEO da Sage, Stephen Kelly , organizador da conferência, perguntou como ele tinha certeza de que seus filhos aprendam seus valores. Kelly rapidamente moveu-se rapidamente a conversa para áreas mais seguras e da tecla que mostra vídeos de reuniões com Nelson Mandela e outros estadistas, e as tentativas de Branson em conquistar viagens espaciais comerciais.

Fonte:Chicago Tribune

Descriminalização das drogas volta a ser discutida no STF neste semestre

Descriminalização das drogas volta a ser discutida no STF neste semestre

O ministro Teori Zavascki afirmou que pretende devolver ao plenário recurso sobre o tema. O julgamento está suspenso há quase um ano.

O ministro Teori Zavascki disse que vai devolver ao plenário do Supremo Tribunal Federal (STF), ainda neste semestre, o recurso que discute a descriminalização das drogas. O julgamento está suspenso desde setembro de 2015, quando o magistrado pediu vista para analisar o assunto.

– Essa é uma questão que exige muita reflexão. Acho que isso tem uma repercussão muito grande na vida das pessoas e no próprio papel do Judiciário, no que toca ao Judiciário e ao Poder Legislativo deliberar a respeito. Por isso, tem de meditar bastante. Estou estudando, fazendo um estudo de Direito comparado, examinando a experiência de outros países, porque esse é um problema universal – disse o ministro.

Questionado sobre qual seria o seu posicionamento, Teori disse que ainda não tinha uma posição firmada e que, de qualquer forma, não poderia adiantar seu voto.Antes de o julgamento ser suspenso, três dos 11 ministros haviam votado a favor da descriminalização. São eles Gilmar Mendes, Edson Fachin e Luis Roberto Barroso. Gilmar votou pela liberação do porte de todas as drogas para uso pessoal. Já Fachin e Barroso restringiram seus posicionamentos à maconha.

Jovem chef americano aposta na gastronomia da maconha

Jovem chef americano aposta na gastronomia da maconha

Aos 24 anos, Christopher Sayegh descobriu o ingrediente mágico para dar sabor às suas receitas. Há dois anos, este chef californiano serve menus elaborados com maconha.

À medida que mais estados americanos olham com bons olhos a legalização da erva para uso recreativo, este chef atípico, que passou por restaurantes com estrelas Michelin em Nova York e na Califórnia, propõe misturar haute cuisine e a erva.

“Tento oferecer às pessoas uma experiência intelectual”, explica Sayegh à AFP em sua empresa The Herbal Chef, com sede em Los Angeles. “Mas também sou muito cuidadoso como levá-los para este passeio”.

Sayegh entrou no mundo da cannabis comestível quando muitos empreendedores passaram a capitalizar a nova febre da maconha na Califórnia, que em novembro vai votar sobre a descriminalização do uso recreativo para maiores de 21 anos.

Cinco outros estados, incluindo o Alasca, Colorado e Washington, já aprovaram uma legislação semelhante, e espera-se que outros seguirão esta tendência, já que o movimento conta com um apoio crescente da opinião pública.

Nos Estados Unidos, a maconha medicinal é permitida em pelo menos 23 estados, incluindo a Califórnia. E esse número deve continuar a aumentar, embora a produção de cannabis continue a ser ilegal em nível federal.

De acordo com um relatório do ArcView Group, uma empresa de investimento e especializada em cannabis, a venda legal da maconha nos Estados Unidos gerou uma receita de 1,2 bilhão em 2015, um aumento de 232% em um ano.

Em 2020, as vendas devem exceder 22 bilhões de dólares, 6,4 bilhões dos quais apenas na Califórnia.

Como uma sinfonia

Estas projeções são o suficiente para darágua na boca nos empresários. Como Sayegh, muitos querem entrar neste negócio florescente.

Para o chef, este sonho culinário remonta à universidade. Lá, estudou inicialmente biologia molecular, carreira que abandonou para seguir o seu projeto real.

Sua perseverança valeu a pena. Em 2014 criou sua empresa de alta cozinha anábica em Los Angeles e, desde então, diz ele, a atividade da The Herbal Chef continua a crescer.

Por enquanto, Sayegh só pode servir seus pratos para aqueles que têm autorização para o uso da maconha medicinal. Mas espera superar este obstáculo em novembro, se a Califórnia votar a favor da maconha recreativa.

Enquanto isso, seus menus caros, variando entre 300 e 500 dólares por pessoa, são elaborados exclusivamente para fazer com que o cliente viva uma experiência 100% de “imersão”.

“Eu altero literalmente a química do cérebro a medida que as pessoas provam a minha comida”, se entusiasma ao manusear seringas contendo o ingrediente ativo da cannabis, que é depois incorporado em suas refeições.

“No final do terceiro prato sentem um pouco, no quarto um pouco mais e no final do quinto é o ponto culminante da viagem”, descreve.

“É como uma sinfonia”, resume. “Eu tenho que ter certeza que os pratos se encaixam nessa ascensão, e vice-versa para a descida.”

“Uma viagem”

Sayegh propõe uma cozinha sofisticada a base de carne de wagyu japonês, sorbet de toranja ou ostras “medicinais”.

Influenciado por suas origens jordanianas, Sayegh tentou incorporar cannabis em folhas de videira, em grão de bico (falafel) e outras versões de pratos do Oriente Médio.

Sua família, desanimado no início com o novo empreendimento, hoje aproveita para provar as suas últimas criações.

Mas, mesmo se a inclusão de maconha em alimentos está crescendo no país, Sayegh prefere ser cauteloso. Os consumidores deste novo tipo de alimento não devem fazer pouco caso da experiência.

“Não é uma ciência exata, em muitos aspectos, uma vez que muitos fatores entram em jogo quando se cozinha com a maconha”, analisa Robyn Griggs Lawrence, autor de “The Cannabis Kitchen Cookbook”.

“Não é como pedir um copo de uísque. Estamos apenas na fase da descoberta ainda”.

O chef sabe perfeitamente do impacto que pode ter os seus pratos e se esforça para preparar cuidadosamente cada um deles.

“A Maconha não é como os outros ingredientes”, diz ele. “Temos de ser extremamente cuidadosos, não só porque o calor desempenha um papel muito importante na culinária da maconha, mas também porque, literalmente, leva as pessoas a uma viagem e você tem a responsabilidade de que seja boa”.

Veja o vídeo clicando aqui!

Fonte: Uai

Os farmacêuticos argentinos querem vender maconha medicinal

Os farmacêuticos argentinos querem vender maconha medicinal

O presidente Mauricio Macri não descartou a legalização da maconha medicinal na Argentina e os farmacêuticos se mostram a favor da medida.

Depois que o presidente Mauricio Macri disse não descartar a legalização da maconha para uso medicinal, farmacêutico pediram ao país para serem distribuídas em farmácias.

“Nós não duvidamos que os farmacêuticos profissionais estejam adequadamente preparados para conservar, cadastrar e distribuir a quantidade necessária de maconha aos pacientes”, disse Marcelo Peretta, chefe da União Argentina de Farmacêuticos e Bioquímicos.

Além disso, ele ressaltou que todos os produtos de maconha para uso médico “devem ser vendido apenas em farmácias”, já que isso é uma questão de farmacêuticos “apenas centros de saúde devem ter todas as drogas”.

Hoje, na Argentina já foram aprovados 85 pedidos para importar produtos derivados da planta. Dos quais 80 são para o tratamento de pacientes com epilepsia refratária e cinco deles para tratar a dor.

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