por DaBoa Brasil | ago 13, 2017 | Curiosidades, Saúde
tetrahidrocanabinol, também chamado de THC, é o constituinte psicoativo que altera a mente e está presente na maconha. Este canabinóide é o que incita a fome e potencialmente faz você se sentir “chapado”. Acontece que o composto também tem benefícios para a saúde: Um novo estudo publicado na Nature: Aging and Mechanisms of Disease descobriu que o THC pode desempenhar um papel na luta contra a doença de Alzheimer.
É por isso que: À medida que as pessoas envelhecem, a quantidade de beta amilóides que se encontram dentro das células cerebrais aumenta. Estas proteínas tóxicas podem se acumular em quantidades perigosas no cérebro das pessoas com Alzheimer. Uma vez lá, estas proteínas causar reações inflamatórias que matam a célula hospedeira, o que acaba ajudando o progresso da doença.
No entanto, os pesquisadores do Instituto Salk da Califórnia descobriram que os canabinóides como o THC podem proteger o cérebro. Primeiro, o THC ajuda a eliminar estas perigosas beta amilóides, permitindo que as células sobrevivam. Em segundo lugar, o THC parece reduzir a inflamação em si, o que poderia interromper a progressão da doença.
Os resultados vêm de experimentos realizados em neurônios cultivados em laboratório, não em seres humanos, por isso é muito cedo para garantir absoluto benefício para sua saúde nesta questão. Mas esta pesquisa pode conduzir a soluções inovadoras para o tratamento da doença de Alzheimer no futuro. Enquanto isso é preciso fazer exercícios, já que tem sido mostrado que a atividade física aumenta a presença de endocanabinóides no cérebro, que são moléculas como as do THC, que o cérebro produz em si mesmo.
Fonte: Fitness Magazine
por DaBoa Brasil | ago 9, 2017 | Curiosidades, Economia, Meio Ambiente
O hempcrete (ou concreto de cânhamo) é composto por fibras de cânhamo industrial, cal e água. O elevado teor de sílica, presente na planta, faz com que sua junção ao cal seja plena, tornando-se um material construtivo de inúmeras vantagens e utilizado em projetos sustentáveis.
O hempcrete possui excelentes características mecânicas. Na concretagem, não requer juntas de dilatação, apenas o uso de fôrmas de madeira, empregadas na concretagem convencional.
Apresenta bom desempenho em relação à umidade e proporciona isolamento térmico. Suas construções têm temperatura estável e utilizam menos energia.
As paredes de hempcrete podem ser deixadas em sua textura natural, fibrosa, ou receber argamassa para um acabamento tradicional. Externamente, o concreto ecológico deve ser protegido contra intempéries.
As vantagens em relação a materiais de construção convencionais:
– Não gera resíduos de construção
– É reciclável e produzido com fontes renováveis
– É resistente ao mofo e a insetos
– Atóxico, possui resistência à combustão e é estanque
– Absorve dióxido de carbono
Concreto Verde:
Uma construção de Hempcrete emite 30% a menos dióxido de carbono na atmosfera, se comparada à construção de concreto tradicional. Durante o plantio, o cânhamo sequestra CO2, retém carbono e libera oxigênio.
Mais de 100 kg de CO2 são aprisionados em 1 m³ de parede de hempcrete, durante a construção. A vida útil de uma obra em hempcrete é estimada em, pelo menos, 500 anos.
Concretagem ecológica:
A planta é produzida de forma fácil e não necessita de fertilizantes e agrotóxicos. Agricultores podem cultivá-la em rodízio com outras culturas.
Cânhamo como produto sustentável:
A genealogia do cânhamo pode criar barreiras para o seu uso, por pertencer ao gênero Cannabis. Porém, para a produção do concreto, são utilizadas plantas com baixo ou nenhum teor de Tetrahidrocanabinol (THC) – substância psicoativa presente em algumas espécies dessa planta.
O cânhamo para fins industriais é produzido na Europa, Reino Unido e Canadá e suas plantações são realizadas por produtores licenciados.
Sua fibra é mais resistente que o algodão e, além de ser utilizado para a produção de tecidos e cordas, é empregado na fabricação de papel, óleos, alimentos, resinas e combustíveis.
O problema, ao se cultivar cânhamo industrial, estaria na possibilidade de algumas plantações ocultarem plantas com elevado teor de THC, produzidas para o fumo, prática ilegal no Brasil.
Fonte: Global Wood
por DaBoa Brasil | ago 8, 2017 | Curiosidades, Economia, Meio Ambiente, Turismo
A casa privada nas encostas do Monte Carmelo é a primeira de Israel feita com cânhamo e outros materiais ecológicos.
A casa inovadora está localizada na encosta sul da aldeia de artistas israelenses de Ein Hod, de frente para o Mar Mediterrâneo.
Os proprietários queriam uma casa que fosse um exemplo de construção sustentável, que misturasse com a beleza do seu entorno natural, e que incluísse espaços para oficinas e convidados.
Historicamente, este encosta do Monte Carmelo era uma pedreira que forneceu pedra para a construção das casas do povoado. O Grupo Tav de Haifa, pioneiros em design e arquitetura ecológica em Israel, construíram as paredes da casa de cânhamo de 55 centímetros de espessura no piso térreo com pedra esculpida no local. A mesma pedra foi também utilizada para pavimentar a casa inteira.
As paredes da área principal são construídas com hemp hurd, que tem o núcleo macio da haste da planta do cânhamo, conhecida por ser altamente absorvente, rica em celulose e que tem elevadas propriedades térmicas e acústicas.
As cercas estão ligadas com cal hidráulica e fundidas numa estrutura de madeira, um método único de construção ecológica que proporciona um superior isolamento térmico. As divisórias internas, feitas de terra batida e jogada em quadros de madeira, e que também contribuem para a elevada massa térmica da casa.
O exterior é revestido com gesso natural à base de cal e as superfícies interiores são tratadas com uma camada espessa de gesso com base em terra e que aumenta ainda mais a moderação climática.
“O dono da casa é muito dedicado a questões ambientais, então fui e aprendi sobre este método na França e importei toda a ideia a Israel”, disse o sócio fundador do Tav Grup, Maoz Alon, ao ISRAEL21c.
“Durante séculos e até o início do século XX, podia ser encontradas casas de palha e barro em áreas rurais. Embora o lodo seja suscetível à erosão pela chuva contra o cal, que eventualmente se transforma em pedra calcária. Os blocos de cannabis são muito mais fortes e duráveis do que a palha.”
Também diz que a inovação da primeira casa de cânhamo de Israel “esta na fusão da tecnologia com os padrões arquitetônicos tradicionais e com os materiais naturais” originada em Israel e no exterior.
O cânhamo foi cultivado especificamente para fins de construção, foi cultivado na França e especialmente envelhecido em cal para misturar com o cal israelense. As madeiras utilizadas para os quadros são de uma floresta sustentável canadense.
“Estes materiais naturais exalam cheiro e fazem você se sentir muito bem durante todo o processo de construção”, diz Alon.
Um pátio orientado ao sul de frente para o hall de entrada pega a brisa do mar. Ao norte, um pátio de serviço atua como um chaminé de vento. Os aspectos da conservação da água incluem o sistema de água cinza, um sistema de coleta de água da chuva para os banheiros no telhado. Os painéis solares no telhado e o ar condicionado passivo proporcionam um calor natural e refrigerado.
A residência de 250 metros quadrados ficou pronta para a família se mudar no inverno passado. Embora a construção realizada por uma equipe do Grupo Botz custou menos de um ano, o planejamento e o design do projeto começaram em 2009, diz Alon.
O custo foi de aproximadamente 150% maior do que uma casa convencional do mesmo tamanho, mas tanto Botz como Tav esperam reduzir substancialmente o preço e a programação de planejamento para futuros clientes, já que agora aperfeiçoaram o processo.
“A arquitetura vai muito além do material”, diz Alon. “Trata-se da criação de espaços onde a sua habitabilidade se apoia e levanta na espiritualidade. Esta qualidade dificilmente pode ser capturada em uma fotografia ou transmitida com palavras. Espero que a casa de Ein Hod seja julgada favoravelmente neste contexto mais amplo”.
Fonte: Israel 21C
por DaBoa Brasil | ago 7, 2017 | Curiosidades, Entretenimento, Esporte, Música
Foi em março de 1980, durante o fim do verão. O Rio de Janeiro, como de costume, foi palco de um encontro de gigantes. Entre as grandes atrações estavam Chico Buarque, Toquinho, Alceu Valença, Junior Marvin, Paulo César Caju e Bob Marley. O encontro foi musical, mas a interação entre os artistas se deu através do futebol.
Era a primeira vez de Bob Marley no Brasil, que numa pausa da gravação do disco ‘Uprising’, veio ao país tropical a convite da gravadora Ariola, que estava abrindo uma nova filial. Aproveitando o fato de estar no país do futebol, o músico jamaicano logo teimou em jogar uma pelada. Visto ser impossível recusar um pedido vindo do rei do reggae, a gravadora Ariola logo organizou às pressas uma partida na casa de Chico Buarque.
Para o jogo, foi montado um time de craques da música e do futebol. De um lado, Bob Marley, Junior Marvin, Paulo César Caju, Toquinho, Chico e Jacob Miller. Do outro, Alceu Valença, Chicão e mais outros quatro funcionários da gravadora. Usando uma camisa do Santos estampando o número 10, Bob Marley conquistou a todos com seu carisma, e também, talento para o futebol.
Com dribles, passes certos e muito ritmo, o time de Bob Marley ganhou a partida por 3×0, com um gol feito pelo próprio, e os outros feitos por Chico Buarque e Paulo César. “Sou fã do seu futebol”, disse Bob Marley a Paulo César. “E eu da sua música”, respondeu o jogador ao músico.
O que aconteceu após o jogo, ficou apenas entre os jogadores. Mas uma coisa é fato, deve ter faltado colírio para tanto artista bom de bola.
Por Francisco Mateus
por DaBoa Brasil | ago 4, 2017 | Curiosidades, Redução de Danos, Saúde
Embora seja verdade que ninguém tenha morrido por fumar maconha, existem alguns riscos, especialmente aqueles relacionados com a fumaça do típico baseado, o método mais tradicional de consumo e utilizado em todo o mundo. Neste post vamos dizer cinco maneiras de minimizar esses riscos:
Não prender a fumaça: Se você é daquelas pessoas que mantém a fumaça nos pulmões, você tem um mau hábito que deve ser corrigido. Quanto mais tempo prender a respiração, maior é a ingestão de alcatrão e monóxido de carbono presente na fumaça. Além de que isso não causará um efeito mais intenso. Trague profundamente, mas sem segurar a fumaça muito tempo. Seus pulmões agradecerão.
Atenção ao isqueiro: É algo que não costumamos pensar, mas tem muita importância. A maioria das pessoas usam o típico isqueiro de butano, um gás muito tóxico e que por vezes inalamos sem necessidade. Os fósforos são mais saudáveis, desde que se deixe queimar o oxidante (combinação de fósforo vermelho, enxofre e clorato de potássio). A forma menos tóxica é utilizar um pavio de cânhamo, material natural e ecológico.
O papel: Este é outro aspecto que poucas pessoas costumam considerar, “um papel é um papel”. Mas não é bem assim, pois desde o processo de fabricação, até os próprios materiais de fabricação. Os papeis brancos são clareados com produtos químicos, então papéis marrons são em princípio mais naturais. Podemos escolher a goma que seja natural. Usar um filtro (ou piteira) no baseado reduz um pouco os efeitos, mas também é benéfico.
Esfriar a fumaça: A fumaça de um baseado é quente e seca, por isso a boca e garganta secam quando a erva é consumida. Pode não ser muito elegante, mas um simples tubo ou um bocal onde se possa encaixar o baseado na boca, é suficiente para obter uma fumaça mais fria, algo que a nossa garganta agradecerá desde o primeiro até o último trago. Melhor ainda, é um cachimbo de água ou bong.
Vaporizar: É uma alternativa mais saudável para o consumo da erva do que fumar, já que a vaporização age sem combustão e elimina os agentes tóxicos relacionados a ela. Hoje em dia qualquer modelo inclui controle de temperatura que se ajustam aos gostos pessoais de cada um. Outros fornecem um vapor espesso como a fumaça de um baseado. Sem dúvidas é um grande investimento.
Fonte: La Marihuana
por DaBoa Brasil | jul 31, 2017 | Ativismo, Curiosidades, Economia, Meio Ambiente
Um dispensário no Maine ofereceu maconha de graça através de sua rede social para os voluntários que ajudarem a limpar o bairro. A iniciativa se estenderá a escala por todo o estado. Para participar apenas tem que manter a petição e limpar o lixo para obter a maconha de forma gratuita.
“Maconha gratuita para todos os maiores de 21 anos de idade! Dia de limpeza comunitária – sábado, 22/7/17. Cada pessoa tem de preencher 2 sacos de lixo na manhã de sábado, que começa às 8 horas. Estaremos dando para cada saco cheio que nos chegue um grama de maconha. Esperamos que outros dispensários do Maine queiram fazê-lo com a gente. Vamos limpar os bairros do Maine! Esta ação provou ser um grande sucesso no Colorado, vamos ver como vai ser com a gente. Por favor, compartilhe em todos os lugares.”- assim incentivaram a participar na ação de seus organizadores.”
“Estaremos dando para cada saco de lixo que nos deixem, um grama de maconha.”, disse Dennis Meehan em um serviço de informações local WCSH-6, e acrescentou que a iniciativa foi criada após uma ação semelhante no Colorado. “Esta ação foi um grande sucesso no Colorado, por isso vamos ver como vai ser com a gente.”
Ação concluída com êxito
Como podemos ver no perfil do Facebook da empresa, as ações tiveram um sucesso similar. Na tarde de sábado, o dispensário publicou uma imagem de uma caçamba de lixo que estava cheia até a borda com sacos cheios.
A distribuição gratuita de maconha pode não ser a solução que beneficie o dispensário imediatamente, mas vai certamente aumentará o reconhecimento da sua marca. Da próxima vez, quando os clientes quiserem comprar maconha, talvez voltem ao dispensário com boa consciência que anteriormente lhes deu dois gramas de cannabis.
A legalização da maconha no Maine
Em 30 de janeiro de 2017 entrou em vigor no estado de norte-americano do Maine a lei mais liberal da maconha. A partir da meia-noite de 30 de janeiro, os moradores Maine maiores de 21 anos podem possuir até 2,5 onças (70 gramas).
O limite de 70 gramas é 2,5 vezes maior do que nos outros sete estados que legalizaram a maconha; em todos eles você pode ter apenas uma onça (28 g), apesar de estados como Massachusetts e Oregon permitem um número maior quando armazenado na casa.
A nova lei também permite que as pessoas com mais de 21 anos podem cultivar até seis plantas de maconha em floração. Além disso, eles podem ter 12 plantas em fase de vegetação e são permitidas as sementes e um número limitado de mudas.
Fonte: Fakty Konopne
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