por DaBoa Brasil | mar 25, 2017 | Curiosidades, Economia
Máquina de venda de maconha chega a Israel e pode estar presente em farmácias no país. O Ministério da Saúde israelense está estudando o assunto, disse um representante da empresa Tikkun Olam esta semana na conferência internacional Knatk em Tel Aviv.
Desde o ano passado o Ministério da Saúde israelense disse que a maconha logo estaria em farmácias de todo o país, mas ainda não foi distribuída nem em pequena quantidade. O atraso desta distribuição nas farmácias parece ser devido a vários problemas, mas no geral parece ser pelo atraso de formação para a venda dos farmacêuticos já que alguns deles não concordam com a medida.
Máquina de venda de Maconha
A máquina de venda automática de maconha da empresa Greenvault ( “Verde Seguro”), esteve pela primeira vez e a convite de um membro da empresa de maconha medicinal Tikkun Olam na conferência de cannabis Knatk, realizada esta semana em Tel Aviv e poderia ser a solução para o comércio de maconha nas farmácias.
Como o nome sugere, é realmente um cofre cheio de maconha com um scanner de impressão digital e tem uma tela que lê o cartão de identificação que permite a compra de produtos seguros e precisos, sob a supervisão do cliente. A máquina de venda permitiria aos farmacêuticos poderem ocupar-se com outras coisas além de evitar perguntas sobre as dezenas de nomes de variedades de maconha.
A máquina pesa cerca de 180 kg, uma largura de 70 cm e uma altura de 192 cm. Tem um espaço interior onde você pode armazenar até 420 produtos disponíveis, ligados a todos os sistemas de segurança, além de alertas de falha ou ações. Ela também tem um sistema em que o cliente antes de comprar a variedade pode navegar pelo seu catálogo interativo.
“Esta máquina é um ‘tudo em um’ que permite a venda de maconha com uma interface de toque que é simples e confortável, com segurança de impressão digital e um bilhete magnético de identidade”, descreveu um representante da empresa na conferência. “A máquina foi desenvolvida em conjunto com a Tikkun Olam a fim de atender às necessidades de qualquer empresa que atua na prestação de maconha medicinal no mundo.”
Embora a Greenvault já esteja sendo usada nos Estados Unidos pela regulamentação existente no mercado de cannabis e, embora ela certamente possa fazer mais fácil o trabalho dos farmacêuticos israelitas, não há nenhuma garantia do Ministério da Saúde de Israel para aprovar o uso do mesma, devido à incapacidade de vender medicamentos a partir de uma máquina de venda automática.
A última palavra é do Ministério de Saúde e de Assuntos Sociais que são os que estão relacionados com este tema.
Um vídeo mostrando um pouco sobre a máquina pode ser visto clicando aqui.
Fonte: Cannabis Israel
por DaBoa Brasil | mar 22, 2017 | Curiosidades, Economia, Política
Com a crescente legalização da maconha nos Estados Unidos, também cresce a sua popularidade entre os consumidores de cerveja.
Cerca de um em cada quatro americanos estão gastando seu dinheiro em maconha ao invés de cerveja, de acordo com uma nova pesquisa da Cannabiz Consumer Group. 27% dos consumidores da bebida estão comprando legalmente a erva em vez de cerveja, ou estão sugerindo que comprariam no seu lugar se for legalizado em seu estado. O grupo de pesquisa entrevistou 40.000 americanos no ano passado.
Cerca de 24,6 milhões de americanos têm adquirido legalmente maconha nos EUA no ano passado e esperam que esse número cresça, de acordo com o estudo. Muitos estados já legalizaram a maconha para fins medicinais, e um número menor de estados tem legalizado para uso recreativo. O Departamento de Justiça sob a administração Obama relaxou a aplicação das leis federais de maconha nos estados em que ela foi legalizada, embora a Administração de Trump possa inverter esta tendência.
Ainda assim, o grupo prevê que a indústria canábica aumentará em até 50 milhões de dólares. O mercado de cerveja vende mais de 100 milhões de dólares a cada ano, de acordo com a America’s Beer DistributorsAmerica’s Beer Distributors.
Se a maconha for legalizada em todo o país, a indústria cervejeira perderia mais de 2 milhões de dólares em vendas no varejo, segundo a Cannabiz Consumer Group. O grupo prevê que a indústria da maconha levará algo superior a 7% do mercado da indústria de cerveja.
Outros estudos têm apoiado este conceito. Como relatado pela Money em 2016, a legalização da maconha no Colorado, Oregon e Washington contribuiu para a queda nas vendas de cerveja nesses estados, segundo a empresa de pesquisas Cowen & Company.
Mais recentemente, Massachusetts, Maine, California e Nevada aprovaram medidas para legalizar o uso recreativo da maconha no final do ano passado. Mais da metade dos estados americanos permitem o uso medicinal da maconha.
Fonte: Money
por DaBoa Brasil | mar 21, 2017 | Curiosidades, História, Saúde
Antigamente a popularidade da maconha era muito maior do que hoje, e seu uso era muito comum nos diferentes aspectos da vida normal. Hoje, as leis modernas proibiram muitas das práticas culturais e religiosas que tinham sido uma parte da história e cultura do antigo Egito há milhares de anos atrás. Não foi fácil para desenterrar a história e as evidências para apoiar estas afirmações, mas agora que tem sido feito, vamos dar uma olhada em algumas das maneiras em que os antigos egípcios utilizavam a maconha.
Maconha como Medicina no Antigo Egito
Os antigos egípcios haviam descoberto e utilizado propriedades medicinais da maconha além do que a ciência médica moderna tem sido capaz de fazer agora. O Papiro de Ebers foi escrito mais ou menos por volta de 1550 aC e é um dos mais antigos livros de medicina encontrado até o momento. Menciona uma série de fórmulas utilizando maconha para aliviar a dor e inflamação causada por várias doenças e lesões. Aparentemente, as mulheres em particular usavam a erva como uma forma de combate à depressão e outros problemas psicológicos no começo do Egito.
O uso medicinal mais antigo da erva na região pode ser datado até mais de 2000 aC, quando poderia ter sido utilizada para tratar glaucoma, catarata, hemorroidas, sangramento vaginal, e até mesmo câncer. Pode-se estimar que a maconha provavelmente não fosse uma cura, mas um alívio dos sintomas na maioria dos casos. A ciência médica moderna, por outro lado, só começa a estabelecer o fato de que a maconha tem algumas propriedades analgésicas verdadeiramente notáveis, além de ser um agente calmante muito poderoso para os desequilíbrios no sistema nervoso dos pacientes que sofrem do mal de Parkinson.
A maconha na cultura e religião egípcia
Quando a múmia do faraó Ramsés II foi descoberta e analisada novamente em 1881, foram encontrados vestígios da erva nos restos. Desde então, muitas das múmias descobertas continham vestígios similares da planta em seus sistemas, confirmando a suspeita de que a maconha era na verdade uma parte importante da cultura regular no Antigo Egito.
Seshat, a deusa da sabedoria, é muitas vezes representada em pinturas de milhares de anos atrás, com uma folha da planta da cannabis acima da cabeça. Bastet, a deusa felina da guerra, foi também associada a erva na região, porém mais em termos de bruxaria. As evidências também sugerem que os fiéis poderiam ter usado maconha de uma forma ou outra durante certos rituais religiosos e festas.
Usos práticos da planta
Embora possa parecer estranho se você não ouviu falar antes, a cannabis foi utilizada na fabricação de cordas, velas, e um tecido em particular. Na verdade, as pesquisas sugerem que os trabalhadores mais velhos utilizavam uma técnica meticulosa com a fibra de cânhamo para quebrar grandes rochas antes do transporte para a construção. A técnica geral envolvia o martelo e a fibra seca nas fendas das rochas maiores antes de mergulhar profundamente na água. Na medida em que o tecido começasse a expandir-se era forte o suficiente para fraturar as rochas gigantes.
A planta era tão popular no Antigo Egito que o famoso imperador romano Aureliano praticamente impôs um imposto sobre ela.
Fonte: Ancient Origins
por DaBoa Brasil | mar 16, 2017 | Curiosidades, Política
Os agricultores da região italiana de Apúlia, uma vez conhecida como produtora de queijo, tem optado pelo cultivo de maconha para restaurar e limpar terrenos afetados por resíduos tóxicos industriais.
Segundo informou a CBS News no domingo, 12 de março, e em contraste com outros agricultores que cultivam a erva como empresas ou consumidores, estes agricultores se vêem obrigados a cultivar cannabis para a limpeza de suas terras contaminadas.
Vincenzo Fornaro, antigamente era um agricultor que tinha mais de 600 ovelhas. A familia Fornaro é conhecida como uma famosa distribuidora de carne de cordeiro.
No entanto, seus esforços foram interrompidas em 2008, quando o governo italiano encontrou substâncias químicas tóxicas, dioxina em suas ovelhas domésticas e tiveram que sacrificar imediatamente todo o rebanho.
Com base em pesquisas, descobriram que era um produto químico tóxico que veio do pasto da fazenda. Aparentemente, as terras agrícolas tinham sido contaminadas com resíduos tóxicos provenientes da maior indústria de aço na Europa. Consequentemente a família Fornaro não conseguiu produzir mais.
Ao longo dos anos Vincenzo Fornaro procurou uma maneira para neutralizar a poluição do solo que tinha sido exposta a radiação. Então, finalmente, veio a ideia de cultivar cannabis para limpar os contaminantes do solo em 2016.
Esta ciência chama-se fitorremediação, que é um processo em que os poluentes são absorvidos pelas raízes que crescem muito rápido da planta da maconha, ou em alguns casos transformam as toxinas em substâncias inofensivas.
Está provado que a fitorremediação atrai os metais pesados do solo. Vendo o exemplo de Fornaro, mais de uma centena de agricultores da região agora também estão cultivando maconha para ajudar a acelerar o processo de purificação, a fim de garantir a cobertura de grama na terra.
O mesmo método foi usado anteriormente em Chernobyl, na Ucrânia, após a catástrofe nuclear. O governo começou a cultivar maconha para remover o estrôncio radioativo e o césio.
Fonte: Tempo.co
por DaBoa Brasil | mar 8, 2017 | Curiosidades, Economia, Meio Ambiente
A sua construção dura menos de duas semanas. Estas pequenas casas que lembram casas “Smurfs” têm uma vida útil de 10 anos e para seus potenciais moradores já estão disponíveis a partir de 500 euros.
A arquiteta e designer francesa Evelyne Adamova é a autora do projeto de mini casas construídas com produtos naturais, tais como cal, areia, cânhamo industrial e palha. No jardim você pode ter a pequena casa que poderia ser a sala de ferramentas ou uma casa adaptável para pessoas de baixa estatura. Pode ser um lugar especial para jogos e aventuras das crianças, ou também poderia ser um perfeito e genuíno quarto para hóspedes e convidados, além também de um bom refúgio para fazer uma leitura ou descanso.
A arquiteta ainda permite que qualquer pessoa interessada possa visitar algumas das mini casas e passar alguns dias a fim de testar por si mesmos as acomodações.
Apesar destas belas e peculiares mini-casas, a maioria das pessoas não conseguem se imaginar vivendo em uma dessas casas de forma permanente, mas pode ser um agradável refúgio natural, onde você pode encontrar tudo que precisa.
Sua construção com cânhamo faz desta mini casa um espaço protegido das adversidades do tempo como a umidade e o calor do verão.
Fonte: LaMarihuana
por DaBoa Brasil | mar 2, 2017 | Curiosidades, Entretenimento, Saúde
O Ator Sir Patrick Stewart, conhecido por interpretar o Professor Xavier da Saga X-Men, disse recentemente em uma entrevista que faz uso medicinal da maconha. Em entrevista ao Esquire UK, o ator de 76 anos falou sobre o uso de spray de cannabis que ele usa para aliviar problemas associados com as suas mãos.
Stewart foi questionado sobre interpretar Charles Xavier na velhice no filme Logan, e como ele está enfrentando o processo de envelhecimento. “As coisas físicas (me fazem sentir velho). Você chega a uma idade aonde você vai ao médico, você diz a ele quantos anos você tem e ele apenas encolhe os ombros e diz: ‘Oh, é isso?’. “Quero dizer, meu principal problema é que minhas mãos não funcionam muito bem. Mas graças à maconha elas funcionam muito melhor do que costumavam ser. Graças à lei na Califórnia agora, é apenas um spray que eu coloco.” Stewart foi então perguntado o que acontece quando ele voltar para sua casa no Reino Unido, onde a CANNABIS medicinal é ilegal. “Eu não posso responder a essa pergunta”, disse Stewart, sugerindo que há mais para seu uso de maconha medicinal do que ele prefere falar.
Stewart também é conhecido por sua voz profunda e autoritária. Em 2010, foi nomeado “Sir” pela Rainha Elizabeth II por suas contribuições ao drama.
Fonte: Ireadculture.com
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