Hoje a música reggae mundial recebeu um grande presente vindo diretamente da zona norte de São Paulo, mais especificamente da Vila Guilherme, onde reside o coletivo MUC SOUND.
O álbum SAVANA DUB conta com um time de mais de 20 artistas nacionais e internacionais abordando diversos temas da nossa sociedade que demandam muita atenção, incluindo a legalização da maconha, como podemos ouvir nas faixas “Ganjah É Planta” e “Eu Legalizei”.
Em tempos em que formas de expressão com mensagens conscientes se fazem mais que necessárias, MUC SOUND amplifica SAVANA DUB vem para salvar e animar a sua sessão.
Não perde tempo, aperta aquele, aumenta o som e dá o play no SAVANA DUB!
Disponível em todas as plataformas digitais.
OBS: um abração especial para os amigos responsáveis pelo coletivo MUC SOUND, em especial para os irmãos Gabriel G Fya, Anderson Mr Deeh e Eduardo Tortuga. Máximo respeito, família!
Ficha técnica:
MUC SOUND amplifica SAVANA DUB
Produção musical: Wagner Bagão (Dubalizer) / Mr Ites / Pangea Tunes
Gravações: Pangea Tunes
Diretor de fotografia: Eduardo Apparecido
Produção artística: Gabriel Augusto “G Fya”
Ilustração: Brisola Moutinho Junior e Rafael Lacerda “Ilustrasom”
Na voz: Laylah Arruda / Mis Ivy / Dawtas of Aya / Marietta / Bells / Nina Girassóis / I-Saranã / Denise D’Paula / Yabba Tutti / Monkey Jhayam / Junior Dread / Guux / Xandão Cruz / Dada Yute / Ualê Figura / David Hubbard / Jr. Toaster / Arcanjo Ras / Muta³Man / Michael Irie / Chaka MC
Acompanhe MUC SOUND e SAVANA DUB nas redes sociais:
O cofundador e percussionista da banda de nu metal Slipknot, Shawn “Clown” Crahan, lançou sua própria marca de maconha, a Clown Cannabis, em parceria com as marcas HashBone e Heavy Grass.
Sua linha de baseados pré-enrolados contém uma mistura potente e estimulante de 75% de Blue Zkittlez, uma planta indica, e 25% de Paradise Citrus Bubble Hash, com um incrível nível de 40% de THC.
Para comemorar o lançamento, Clown também está oferecendo um sorteio de um “Bilhete Verde”, cujo vencedor receberá dois ingressos para todo e qualquer show do Slipknot que desejar nos próximos três anos.
Você pode encontrar mais informações sobre a Clown Cannabis no site oficial.
A fabricante canadense JOI Guitars deu um grande passo para promover o uso de madeira sustentável na fabricação convencional do instrumento com o lançamento de seu violão feito de madeira de cânhamo.
Notavelmente este é o primeiro violão acústico do mundo a utilizar a madeira desse tipo, o novo modelo passou por uma extensa fase de pesquisa e desenvolvimento antes de ser feito, com o cânhamo sendo usado no corpo, braço e cabeça do instrumento.
Para manter a integridade do cânhamo, que tende a se quebrar facilmente quando cortado em pedaços finos, a empresa foi forçada a inovar seus métodos de fabricação e desenvolver novas formas de garantir que a madeira pudesse ser usada na construção de um violão.
Uma dessas inovações adotada pelo luthier Reuben Forsland incluiu a integração de fibra de carbono e um material de favo de mel Kevlar nas áreas que precisavam de reforço, bem como o teste de novos processos de flexão e lixamento para criar uma base estruturalmente robusta.
O cânhamo é considerado uma das madeiras mais sustentáveis conhecidas atualmente e é apelidado pela JOI Guitars como uma planta de diversidade agrícola que dá aos cultivadores a oportunidade de ter uma boa vida.
Uma declaração na loja online da JOI Guitars diz: “Este violão incorpora o empenho de pessoas visionárias, agricultores, manufatura e habilidade, todos igualmente importantes na criação, com a intenção de construir um mundo que incorpore valores saudáveis e uma bela mistura de tecnologia e tradição”.
“Este violão combina a tradição milenar da agricultura com a habilidade do violão acústico, criado no primeiro violão tradicionalmente construído em madeira de cânhamo. Sinto que este trabalho vai falar ao coração do mundo por meio de inovadores, sejam eles cultivadores, músicos, fabricantes e artesãos”.
Greg Wilson, que é o cérebro por trás do novo violão, continuou: “Nossa intenção nunca foi apenas criar outro produto de madeira, mas beneficiar a humanidade, fornecendo uma alternativa de madeira viável que ajuda o meio ambiente, removendo os efeitos devastadores de desmatamento”.
Em meio aos tempos difíceis que estamos enfrentando, mensagens de força e conexão se fazem mais que necessárias. Agora, os amantes da música reggae podem contemplar mais uma grande obra que vem para fortalecer o movimento do ritmo jamaicano – e suas vertentes – no Brasil.
Diretamente de Goiânia para o mundo, o novo álbum Fyah Mans do duo Kaverna Man e Leon Ras chega para colocar mais fogo no sistema com letras fortes e reflexivas que retratam a realidade da nossa atual sociedade e mensagens de liberdade e justiça.
E, claro, não poderiam deixar de mencionar a planta que faz parte integral dessa cultura em todo o mundo e é a fonte de inspiração para muitos dos que fazem e admiram o gênero musical. Como exemplo, a música que leva o nome do álbum:
“Os Fyah Mans estão aí para queimar a Babylon Os Kaya Mans que queima erva para toda a consciência e celebração de todo o amanhã Eu quero fogo!
Queima toda a energia da maldade Então queima a hipocrisia e a falsidade Então queima a babilônia e a insanidade A planta é sagrada vai curar a humanidade”
O álbum Fyah Mans está disponível em todas as plataformas digitais. Curtiu? Então aperta um e aprecie essa dica musical da boa!
A lenda do hip-hop, Ice Cube, desenvolveu e lançou pessoalmente uma nova linha canábica em quatro mercados para o uso adulto.
O rapper e ator, Ice Cube, anunciou na semana passada o lançamento da Fryday Kush, uma marca de cannabis em parceria com empresa Caviar Gold. O membro fundador da NWA disse que o produto está disponível no Arizona, Califórnia, Nevada e Oklahoma (EUA).
“Temos cones, buds de alta potência e alguns dos nugs mais fortes do mercado”, postou Ice Cube após o anúncio inicial, acrescentando que a potência da linha é 46,2% de THC e 10,78% de CBD.
O logotipo do produto reflete a capa do álbum “The Predator” do Ice Cube, de 1992.
Ice Cube é a mais recente estrela do hip-hop a lançar uma marca de cannabis. Snoop Dogg, Lil Wayne, Jay-Z, B-Real, Killer Mike e El-P do Run the Jewels, Method Man e seu grupo Wu-Tang Clan, Drake, Noreaga, Xzibit, The Game, Berner, Jim Jones, 2 Chainz, Redman, Freddie Gibbs e Kurupt iniciaram uma empresa de cannabis.
Master P anunciou sua própria marca em 2016; entretanto, ele está atualmente envolvido em um processo de US $ 25 milhões contra seu parceiro no projeto (Privateer Holdings) por suposta violação de contrato e fraude, conforme relatado pelo The Source.
De acordo com o site da Caviar, Ice Cube “desenvolveu pessoalmente” o produto, que inclui “o processo exclusivo de adição de 98% de THC líquido puro à maconha que torna as flores mais fortes e da mais alta qualidade da Terra”.
A Caviar também tem parceria com o ator e diretor Kevin Smith, que lançou suas marcas – Snoogans, Snoochie e Berzerker – em 2019.
Um estudo comparou os dois tipos de música para avaliar sua eficácia na terapia com psilocibina para ajudar a deixar de fumar.
Qual possui um efeito maior sobre o cérebro e a consciência, a música clássica ocidental ou a música harmônica não ocidental? Isso é o que uma equipe de cientistas da Universidade John Hopkins se perguntou, e por isso, realizaram um ensaio clínico para comparar a eficácia da música clássica ocidental com a música baseada em harmônicas quando acompanhavam sessões de terapia psicodélica com psilocibina.
Dez pessoas viciadas em tabaco foram selecionadas para o estudo. Cada uma delas participou de três sessões de terapia com psilocibina com o objetivo de abandonar o tabagismo (a psilocibina já mostrou grande potencial para esse tipo de tratamento), e o objetivo do estudo foi observar se a escolha de um gênero musical deu melhores resultados do que outro.
Cada participante recebeu uma dose de 20mg de psilocibina para cada 70 Kg de peso na primeira sessão e uma dose de 30mg (por 70 Kg) nas duas seguintes. Nas duas primeiras, os participantes realizaram a sessão com músicas de cada um dos dois gêneros avaliados, enquanto na terceira sessão os participantes puderam escolher qual gênero gostariam de ouvir novamente. Seis dos dez participantes escolheram música baseada em harmônicas para a terceira sessão.
Os resultados do estudo mostraram uma pontuação mais elevada na escala de “experiências místicas” nas sessões com música baseada em harmônicos. A abstinência de tabaco foi semelhante em ambos os gêneros musicais, com um leve benefício para os participantes que escolheram a lista de reprodução de harmônicos. No entanto, a diferença nos resultados não é estatisticamente significativa devido ao pequeno número de participantes do teste.
“Embora não tenhamos encontrado diferenças significativas entre os dois gêneros musicais estudados aqui, (…) várias tendências sugeriram que a lista de reprodução baseada em harmônicos tiveram resultados um pouco melhores e foi preferida por uma quantidade maior desta pequena amostra de participantes”, escreveram os autores do estudo.
A pesquisa científica em terapias psicodélicas geralmente usa música clássica para acompanhar as sessões com substâncias. No entanto, os resultados deste estudo sugerem que a música clássica não é melhor escolha do que a música não ocidental baseada em harmônicas (que usa instrumentos como tigelas tibetanas, gongos, didgeridoo, cítara e cantos harmônicos). Mesmo assim, as duas playlists utilizadas no estudo compartilharam 25% das músicas, principalmente as do início e do final da sessão. Por exemplo, uma música de Louis Armstrong e outra dos Beatles estão no final de ambas para acompanhar o desaparecimento progressivo dos efeitos psicodélicos.
O uso da música na terapia psicodélica não é uma questão contemporânea. “Os registros históricos enfatizam a proeminência da música em antigos contextos medicinais e cerimoniais envolvendo psicodélicos”, lembram os autores do estudo. No entanto, de acordo com os pesquisadores, este ensaio é “a primeira prova completamente aleatória” comparando diferentes gêneros musicais em apoio à terapia psicodélica.
Comentários