por DaBoa Brasil | maio 17, 2017 | Economia, Política, Turismo
A Secretaria de Turismo da Jamaica criou uma equipe de trabalho para estudar o impacto do uso da maconha no setor de turismo.
O Ministro do Turismo, Edmunt Bartlett, disse que o Governo da Jamaica está convencido de que a indústria nutracêutica pode se beneficiar do valor do medicamento.
“Vamos designar uma área e, embora eu não esteja criando a política, estou indicando que neste contexto, haverá discussões”, ele disse.
Bartlett falava na CANEX Jamaica, um evento criado no ano passado para promover a colaboração, a educação e a expansão do mercado de maconha legal na Jamaica.
O Ministro da Saúde, Bem-estar e Meio Ambiente de San Vicente e Granadinas, Robert Luke Browne, foi o representante do Governo na CANEX junto com Bartlett, como um dos palestrantes do setor.
Ele disse que a indústria do turismo da Jamaica poderia beneficiar-se muito com o uso do óleo e produtos produzidos a partir da planta, bem como a sua aplicação médica direta.
Uma área da costa sudoeste da Jamaica, que vai desde o West End em Negril, Westmoreland, a Treasure Beach, em St. Elizabeth, representaria uma área especial para o desenvolvimento dos produtos nutracêuticos e como parte da experiência do entusiasmado turismo da maconha, disse Bartlett.
“Isso não significa que não existem possibilidades em outros lugares, mas temos ênfase que se não planejada, não estruturada, e se não for ordenada e razoável, e se quisermos criar riqueza a partir de sua expansão e desenvolvimento, o que será dessas indústrias?”
Fonte: Wic News
por DaBoa Brasil | maio 16, 2017 | Arte, Ativismo, Entretenimento
Quem escreve este texto é um dos muitos transgressores da lei. Um criminoso pacifista, que tem como máscara os olhos vermelhos e os lábios secos. Digo criminoso porque detenho a arma que mais incomoda governantes e policiais: o conhecimento ilegal.
Diante de um estado repressor, a detenção de um usuário de maconha se mostra benéfica quando colocada nas estatísticas. Quanto mais usuários forem detidos, maior será a popularidade política entre seus apoiadores. Na mídia, matérias sobre apreensão de drogas e prisão de traficantes, além de reforçar o sistema repressor em vigor em nosso país, causam o mesmo efeito orgástico de vídeos pornográficos nos grupos reacionários da classe média brasileira.
Aqueles que conhecem os efeitos da maconha sabem o quão inofensivo o mero usuário é. Porém, o que coloca a sociedade em verdadeiro perigo é o conhecimento de um maconheiro. Enquanto a população continua sedada e sendo alimentada com imagens de guerra, os maconheiros se entorpecem com a flor da planta canábis e abrem a cabeça para um novo modelo de sociedade.
Quem fuma maconha todos os dias sabe como a proibição de uma planta é ridícula, e tentar exterminar da face da terra algo que nasce naturalmente soa ainda mais patético. Se as sociedades consomem maconha, para vários fins, desde muito antes do nascimento de Cristo, o que leva as pessoas a acharem que um tratado feito entre países em 1961 vai de fato acabar com tal hábito? Se o mundo funcionasse pelas lógicas escritas do sistema imposto, viveríamos em um lugar muito mais pacífico, mas não é isso que vemos.
O homem sempre achou que poderia ter controle sobre todas as coisas ao redor, até sobre seus próprios comportamentos. Quando há em jogo interesses financeiros, tal controle fica ainda mais forte. Aliado ao domínio religioso e à falta de conhecimento da população, torna-se uma tarefa fácil manter o status quo por décadas.
Fumar maconha é muito mais do que simplesmente ficar chapado, é um ato de resistência.
Mesmo com tantas mortes, prisões e ameaças, ter convicção de que este sistema está falido e cada vez mais mortal é ser um mártir, e por isso se expressar, seja por música, literatura ou até mesmo plantando maconha, é uma forma de tentar mudar o mundo sem violência e fazendo uso apenas do conhecimento.
Como já disse o pensador Gabriel, “a paz é contra a lei e a lei é contra a paz”. No Brasil, as coisas só mudam por meio do radicalismo. É preciso milhares de mulheres serem mortas buscando aborto clandestino para então o Supremo Tribunal Federal- mesmo contra a vontade do Congresso- reconhecer que o aborto é um direito legítimo de toda pessoa do sexo feminino.
Mesmo com a Anvisa reconhecendo recentemente a maconha como planta medicinal, o caminho para o fim da guerra é longo, e muitas armas serão apontadas para aqueles que não querem mais se submeter às políticas governamentais. Até que a maconha seja totalmente legalizada, é preciso que todos os usuários continuem na militância e buscando conhecimento. Seja marginal, seja herói, seja maconheiro.
Por Francisco Mateus
por DaBoa Brasil | maio 15, 2017 | Curiosidades, Entretenimento, Turismo
Os casamentos são alegres festas onde a maioria das pessoas sonha passar um dia. A Igreja Internacional da Cannabis é uma igreja muito especial e faz com que a maconha seja parte importante do grande dia de celebração que é a união matrimonial.
Graças e devido à recente abertura da Igreja Internacional da Cannabis no Colorado, a congregação já está organizando a realização de casamentos canábicos entre os seus paroquianos ou entre casais que decidem que em um dos dias mais importantes de suas vidas, não pode faltar a erva em forma de “sacramento”.
A igreja “elevacionista” com sede em Denver inaugurou em 4/20 e acaba de anunciar que pela primeira vez oferecerá serviços de casamento em um ambiente “amigável da cannabis”.
A oferta é resultado de haver recebido uma enorme demanda do público para celebrar os casamentos canábicos.
“Pensámos que haveria o interesse de pessoas que queriam se casar na igreja Internacional da Cannabis, mas nós não esperávamos tal resposta”, disse Lee Molloy, um porta-voz da igreja.
“O pedido e a demanda de casais interessados em realizar o seu casamento com a gente tem sido muito maior do que esperávamos.”
“Estamos muito animados para começar a transformar esses sonhos em realidade.”
Então, como é que funciona? Por cerca de US $ 4.200 você pode obter um pacote de casamento. Que inclui uma cerimônia em “um espaço mágico” com capacidade de até 200 convidados e os noivos se quiserem podem fornecer seu próprio juiz do casamento, embora a igreja também possa fornecer um conforme o gosto do casal.
Outra opção, se o casal não puder arcar com o custo da celebração e os padrinhos não puderem doar, dá para tentar a sorte na “zona presente de casamento” no site da Igreja, onde um casal de sorte pode ter uma cerimônia totalmente de graça. Tudo que você tem a fazer é explicar por que você deve ter o primeiro registro no livro de casamento da Igreja Internacional da Cannabis.
Nestes casamentos tão especiais, nós imaginamos que não haverá muito estresse e muita angústia, haverá pouco de tédio e muitas boas risadas que certamente será o principal fator da festa.
Com as novas possibilidades que chegam com a legalização da maconha recreativa, o casal feliz, se lhe for conveniente, pode também contratar uma viagem de lua de mel sobre o mesmo tema, que inclui viajar por estados e estabelecimentos que são amigáveis com a planta.
Também para as preparações e outras coisas que fazem um casamento especial, eles criaram exposições e eventos como a Cannabis Wedding Expo onde você pode encontrar tudo que precisa para o dia tão especial ser perfeito.
“Viva os noivos e que passem o baseado.”
Fonte: Metro UK
por DaBoa Brasil | maio 14, 2017 | Cultivo, Dicas do Primata
Você sabia…
Que as plantas utilizam nos seus processos metabólicos o dióxido de carbono e oxigênio?
Através de conjunto celular denominado ESTOMATOS, localizado nas folhas, estas estruturas realizam uma função complexa de passagem de gás carbônico (CO2), oxigênio (O2).
No período diurno a planta absorve CO2 elimina O2 e vapor de água.
Na sua fase noturna é o único momento em que a planta consome mais O2 do que CO2.
Compare os estômatos como os nossos pulmões, elas são responsável pela respiração da planta e sua transpiração.
Cervantes afirma que se deve limpar as folhas com certa frequência, caso suas plantas estejam exposta a muita poeira.
Vidal 2010 completa. “Também é importante limpar as folhas após terem sido pulverizadas com inseticida ou fertilizantes, pois esse produto deixa uma película que atrapalha o seu funcionamento correto”.
Por Grow Bia Primata Haze
por DaBoa Brasil | maio 14, 2017 | Saúde
As pessoas que consomem maconha são significativamente menos propensas a sofrer da doença hepática gordurosa não alcoólica (NASH) em comparação com aqueles que não o fazem, de acordo com casos e controles com base nos dados publicados na revista PLoS ONE.
A doença hepática gordurosa não alcoólica (DHGNA) também chamada de esteatose hepática não alcoólica é a forma mais comum da doença hepática em humanos e afeta cerca de 80 a 100 milhões de pessoas apenas nos Estados Unidos.
Uma equipe de pesquisadores da Escola de Medicina da Universidade de Massachusetts, e da John Hopkins University, em Baltimore examinou a relação entre o consumo de maconha e a DHGNA em uma coorte nacionalmente representativa de 5,9 milhões de pacientes hospitalizados de 18 anos de idade ou mais.
Os autores relataram que a prevalência de DHGNA foi de 15% menor em usuários casuais de maconha do que em não usuários. Os consumidores habituais e de maior consumo de maconha foram 52% menos propensos a serem diagnosticados com a doença em comparação com os abstêmios.
Os investigadores concluíram: “Observou-se uma redução dependente das doses maiores na prevalência da DHGNA com o consumo de cannabis, sugerindo que o consumo da cannabis poderia suprimir ou reverter o desenvolvimento de esteatose hepática”.
Os estudos de casos e controles independentes informaram anteriormente uma associação inversa entre o consumo de cannabis e a obesidade e diabetes em adultos, que são fatores de risco da esteatose hepática.
Fonte: Norml
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