Foram vendidos mais de US$ 140 milhões em maconha e seus produtos no Colorado no mês de agosto, estabelecendo um novo recorde mensal.
De acordo com o Departamento de Receita do estado, US$ 141.322.108 foram vendidos legalmente no Colorado em maconha e seus produtos. Excedendo o recorde mensal estabelecido anteriormente de US$ 138,8 milhões.
Dos US$ 141 milhões vendidos em maconha no mês de agosto, US$ 28,3 milhões vieram de vendas de maconha medicinal, com vendas recreativas chegando a quase US$ 113 milhões. Essas vendas levaram ao Colorado mais de US$ 20 milhões em receitas fiscais.
Os novos dados elevam as vendas totais de maconha do estado em 2018 para US$ 1.022.245.511. Isso coloca o Colorado no caminho certo para alcançar cerca de US$ 1,6 bilhão em maconha legal em 2018, o que seria um pouco mais do que os US$ 1,5 bilhão vendidos em 2017 e notavelmente mais do que os US$ 1,3 bilhão em 2016.
A maconha foi legalizada no Colorado em 2012 e as lojas de varejo abertas em 2014. A maconha é tributada em 15% (mais o imposto de vendas estadual padrão de 2,9%), e a receita é destinada a escolas, hospitais e estradas.
Estreia hoje o filme que conta a origem da banda Planet Hemp. O longa-metragem relata um pouco de como tudo começou desde o encontro entre Marcelo D2 e Skunk. A história se passa nos anos 90, quando a repressão e a violência policial eram marcas registradas.
O filme mostra os bastidores dos membros da banda e como o amor pela música abriu um novo caminho e criou uma união, além de também mostrar a realidade que vivenciavam. Skunk enfrentava a AIDS em um tempo onde os tratamentos eram limitados e vivia em um estúdio onde vendia fitas cassete para se sustentar. Enquanto D2, que era camelô nas ruas do Rio e produzia composições sobre a realidade, enfrenta junto com sua namorada uma gravidez inesperada. Com pouco dinheiro e sofrendo a pressão do pai para sair de casa, Marcelo se esbarra com Skunk e vê que no talento do amigo existe a fórmula para revolucionar o cenário musical nacional.
Deixamos aqui vários erros que podem acabar com seu cultivo ao ar livre.
Usar substrato de má qualidade
O substrato é uma das coisas mais importantes quando se trata de cultivar maconha. Será o suporte para as raízes das plantas. Dentro do possível, deve-se optar por um substrato de qualidade. Deve ser bem aerado com materiais como perlita ou fibra de coco. Contendo mais ou menos nutrientes pode ser indiferente. Há produtores que preferem usar fertilizantes desde o início, enquanto outros preferem não fertilizar por várias semanas e optam por substratos altamente fertilizados.
Fuja de substratos de qualidade duvidosa, podem conter desde fungos e doenças até sementes de ervas que em breve germinarão e competirão por alimento com as raízes.
Plantar muito cedo
Cultivadores outdoor estão sempre com pressa para começar a germinar suas sementes. É completamente lógico e normal, já que a temporada é limitada. Mas você deve ser paciente e esperar até que o outono termine e a primavera esteja estável. Plantar cedo demais é arriscar ter plantas crescendo a um ritmo baixo, como resultado do frio ou as chuvas típicas desta temporada.
Cada cultivador conhece bem o seu clima, por isso é sempre melhor aguardar a chegada do bom tempo e que as chuvas e o frio já passaram.
Plantar muito tarde
Em contraste, plantar muito tarde fará com que as plantas não cresçam como esperado antes do início da floração.
Escolher uma variedade não apropriada ao clima
Optar por uma variedade sativa de floração longa em climas chuvosos será um fracasso quase garantido. Repetimos, ninguém melhor do que o próprio cultivador conhece seu clima. Se cultivar em uma região muita úmida é sempre melhor optar por variedades indicas ou de floração rápida, em vez de ter que lidar com o fungo, que sempre é uma ameaça em climas chuvosos e úmidos.
Cultivar em um local inapropriado
Na medida do possível, deve-se optar por lugares muito ensolarados e ventilados. O sol virá bem para que as plantas cresçam mais e na floração a produção seja maior. Uma brisa suave também tornará mais difícil aparecer fungos para afetar a colheita.
Usar vasos de cores escuras
Não há pior coisa no cultivo outdoor do que os vasos pretos, marrons ou verdes escuros, que são geralmente os mais comuns. As cores escuras absorvem mais calor do que as cores claras, o que no meio do verão pode causar sérios problemas nas raízes das plantas, literalmente chegando a cozinhar. Também nessas condições, fungos como o phytium, botrytis ou fusarium são mais propensos a aparecer. E eles geralmente são letais.
Sempre serão melhores no outdoor vasos ou recipientes brancos. E se não for possível, podem sempre ser pintados ou forrados com plástico branco.
Abusar dos adubos
Um monte de fertilizantes não é sinônimo de plantas com maior crescimento, muito pelo contrário. As plantas de maconha geralmente não toleram altos níveis de fertilizantes. Quando um bom substrato é usado, geralmente não será necessário fertilizar até que os nutrientes dele tenham sido consumidos. Sempre preste atenção às doses recomendadas pelo fabricante e não as exceda.
Não regular o pH da água
O pH deve ser sempre regulado em cada rega, seja apenas com água ou com nutrientes. Muitas das carências e excessos resultam de um pH inadequado. Um pH muito alto ou muito baixo fará com que as plantas tenham dificuldade em assimilar os nutrientes. Para evitar esse problema, o pH da água deve ser regulado em torno de 6,0 em crescimento e 6,5 em floração.
Colher no tempo errado
A colheita precoce ou tardia só fará com que os buds não alcancem todo o seu potencial. Pode ser colhido a olho nu e guiado pela intuição, mas sempre será melhor ter um pequeno microscópio que permita ver claramente os tricomas. Estes passam por várias fases que podem ser distinguidas com um desses dispositivos. Primeiro são de cor transparente, no seu melhor são brancos/leitosos, e tornam-se âmbar no final.
A partir de hoje, possuir e usar maconha por adultos no Canadá está oficialmente legal, e também começaram as vendas regulamentadas em várias províncias do país.
Em junho, o parlamento canadense aprovou o projeto de lei C-45, conhecido como a Lei da Cannabis. Essa aprovação cria um marco regulatório canadense que autoriza suas províncias a estabelecer seu próprio sistema de licenciamento e regula os negócios da maconha. As pessoas maiores de idade podem transportar até trinta gramas de cannabis e todos os produtos devem estar embalados e etiquetados.
Com essa medida o Canadá se tornou o segundo país a legalizar a maconha depois do Uruguai, que legalizou em 2013. Nove Estados dos EUA, mais o Distrito de Columbia e as Ilhas Marianas do Norte aprovaram leis que legalizam a cannabis para maiores de idade.
“O Canadá está dando um bom exemplo de como acabar com a proibição nacional da maconha e substituí-la por um sistema regulado de produção e vendas que é amplamente local”, diz Steve Hawkins, diretor executivo da Marijuana Policy Project. “Os EUA e outros países que enfrentam as complexidades de uma mudança política tão significativa terão uma excelente oportunidade de aprender com a experiência canadense”.
Hawkins continua; “O modelo canadense é bastante semelhante ao que muitos antecipam para os EUA e, em muitos aspectos, reflete o que está acontecendo aqui, já que os estados assumiram a liderança na regulamentação da atividade comercial da cannabis. A grande diferença, e é uma diferença crítica, é a bênção que os governos provinciais receberam de seu governo federal. É hora do Congresso se envolver e tomar medidas similares para harmonizar as políticas estaduais e federais de maconha em nosso país”.
“Como apenas o segundo país e o primeiro país do G7 a acabar com a proibição da maconha, o Canadá se posicionou como um líder global nos negócios e no desenvolvimento da cannabis. À medida que os EUA continuam a enfrentar obstáculos federais à pesquisa médica relacionada à cannabis, o Canadá pode se tornar o líder mundial na descoberta de novos medicamentos à base da planta. O país já começou a experimentar alguns dos benefícios econômicos resultantes de ser uma das primeiras nações a estabelecer um mercado legal de maconha para uso adulto. Não demorará muito para que você comece a ver os benefícios de saúde pública e segurança que vêm da substituição de um mercado ilegal por um regulado. O Canadá irá gerar renda significativa, criará todo tipo de empregos e oportunidades de negócios, e se tornará o líder mundial em investigação e desenvolvimento relacionados com a cannabis”.
Desde que o Tribunal Constitucional da África do Sul decidiu a favor do consumo privado de maconha, houve um aumento nos diferentes usos da planta cannabis sativa no país. Como resultado, também aumentou uma de suas variedades, o cânhamo, tendo uma grande repercussão na indústria da construção nacional.
Mike Greeff, CEO da empresa sul-africana Greeff Christie’s International Real, como lemos na iAfrica, disse que o uso de cânhamo na indústria da construção está indo na direção certa. “O cânhamo é um produto natural que é facilmente cultivado e, além de ser muito respeitoso com o meio ambiente, é extremamente versátil em suas aplicações”.
Na construção, os tijolos de cânhamo popularmente chamados de “hempcrete” são muito isolantes e são compostos de cânhamo, cal e água, sendo uma alternativa ecológica ao meio ambiente. Além de ser um material altamente impermeável, retardador de fogo e 100% reciclável, também é reutilizável como fertilizante após ser triturado.
O isolamento deste material é perfeito para edifícios, também industriais e comerciais, e oferece melhores resultados que a maioria dos isoladores modernos, além de ter uma vida mais longa. Este material para construção, feito de cânhamo, tem uma maior transpiração para a umidade e é muito mais resistente ao molde que normalmente ocorre com o tempo.
A longevidade deste magnífico material para a construção é a durabilidade da sua forte celulose que está localizada na parede celular da planta. Esta importante característica cria a capacidade de passar do molhado para o seco e vice-versa (quase indefinidamente) sem degradação. Como isolante, o cânhamo possui excelente capacidade de termorregulação, graças à existência de pequenas bolsas de ar, que se formam naturalmente entre suas fibras. Isso resultaria em economia sustentada nos custos de aquecimento e resfriamento.
Esses tijolos de cânhamo ou hempcrete, são mais econômicos, são mais resistentes e duráveis. Além disso, como diferença para o concreto, ele não racha e não precisa de juntas na construção. O cultivo desta planta absorve o dióxido de carbono gasoso quando cresce, retendo o carbono e liberando oxigênio. Segundo a Askscience, um metro cúbico de parede feito com cânhamo pode absorver e encerrar até 165 kg de carbono durante muitos anos.
Além disso, este material de cânhamo é perfeito para pessoas que sofrem de alergias, além de ter propriedades antibacterianas. Outra característica muito interessante é que em caso de incêndio, este material não queima, tendo propriedades retardadoras de chama do material de construção.
O cultivo do cânhamo ressurge na África do Sul e um dos seus usos, o da construção de moradias, tem o potencial de mudar a forma como vemos essas construções, diz Mike Greeff.
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